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Política

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ONU e organizações de defesa dos direitos humanos condenam acção de Israel

António Guterres está “profundamente alarmado” com a violência desta segunda-feira na Faixa de Gaza, disse Farhan Haq, porta-voz do secretário-geral da ONU. “As forças de segurança de Israel têm de aplicar a máxima restrição no uso de munições reais”, diz em comunicado. As autoridades israelitas têm de garantir que “todos os civis, e em particular as crianças, não correm riscos”.

Guterres reiterou ainda que “não há alternativa viável à solução de dois Estados” para resolver o conflito israelo-palestiniano.

Num dia em que os protestos na Faixa de Gaza foram violentamente reprimidos, coincidindo com a abertura da embaixada norte-americana em Jerusalém, pelo menos 55 manifestantes palestinianos foram mortos pelas forças israelitas e quase 3000 pessoas ficaram feridas.

Uma das reacções mais forte surgiu de Zeid Ra’ad al-Hussein, alto-comissário para os Direitos Humanos da ONU, que condenou as “chocantes mortes de dezenas e ferimentos de centenas com o uso de munições reais por Israel”. “O direito à vida deve ser respeitado. Os responsáveis pelas ultrajantes violações dos direitos humanos têm de ser responsabilizados”.

A Amnistia Internacional foi também reagindo ao longo do dia, falando numa “vergonhosa violação das leis internacionais, em alguns casos cometidos pelo que aparentam ser assassínios intencionais, constituindo crimes de guerra”. “Estamos a assistir a uma violação de direitos humanos abominável”. “Este horror tem de acabar agora”, acrescentou a organização.

A organização não-governamental Human Rights Watch falou também num “banho de sangue” provocado por uma “política das autoridades israelitas de disparar independentemente de haver uma ameaça à vida dos manifestantes palestinianos em Gaza”.

https://www.publico.pt/2018/05/14/mundo/noticia/guterres-profundamente-abalado-com-situacao-em-gaza-1830061

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Parabéns Trump por causares mais sangue na Palestina, estás contente?!

Editado por Forbidden

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Ainda bem que existem uns aumentos de uns cêntimos no subsídio tal e aquela subidazinha do salário mínimo para PS/BE/PCP aplaudirem e gritarem em plenos pulmões que a austeridade acabou e que a direita é que era má. :rolleyes: Enquanto isso, os combustíveis estão assim. Mas alegrem-se, a esquerda reverteu a austeridade! Viva o pseudo-subsídio e o falso aumento do salário mínimo, que agora posso gastar na gasolina das mais caras do mundo! :party: 

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On ‎22‎/‎05‎/‎2018 at 23:59, Ruben Fonseca disse:

Ainda bem que existem uns aumentos de uns cêntimos no subsídio tal e aquela subidazinha do salário mínimo para PS/BE/PCP aplaudirem e gritarem em plenos pulmões que a austeridade acabou e que a direita é que era má. :rolleyes: Enquanto isso, os combustíveis estão assim. Mas alegrem-se, a esquerda reverteu a austeridade! Viva o pseudo-subsídio e o falso aumento do salário mínimo, que agora posso gastar na gasolina das mais caras do mundo! :party: 

 

Só não vê quem não quer. Dão-nos com uma mão, tiram-nos com outra. Ficam os espanhóis a rirem-se à nossa custa, ao ponto de estar de viagem na região Norte Interior e ouvir numa rádio local publicidade, em português, a umas bombas de gasolina em Feces de Baixo, uma terra com um nome interessante junto à fronteira, na Galiza.

Milhares manifestam-se na Macedónia contra mudança de nome do país

https://observador.pt/2018/06/02/milhares-manifestam-se-na-macedonia-contra-mudanca-de-nome-do-pais/

Andam novamente a discutir a questão do nome Macedónia. Pessoalmente, não entendo o porquê da imposição dos gregos de que a República da Macedónia não pode ter este nome por corresponder a um nome de uma região da Grécia. É tão estúpido ter que usar aquele nome enorme (Antiga República Jugoslava da Macedónia) só por causa dos gregos. Mais estranho é que quase ninguém usa esse nome enorme. Tanto que me vieram perguntar, na altura da Eurovisão, o porquê de escreverem FYR Macedonia.

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há 2 horas, Forbidden disse:

http://www.sabado.pt/portugal/politica/detalhe/cristas-critica-35-horas-porque-portugueses-precisam-de-trabalhar-muito

Nem sei que comentar... não que me admire, vindo da direita, mas será que eles não tem vergonha na cara de dizer estas coisas?!

Não disse mentira nenhuma. Mesmo a trabalhar muito, continuamos pouco produtivos comparativamente a outros países e, desta forma, atraímos menos investimento exógeno.

Além disso, é injusto quem trabalha na função pública trabalhar menos horas do que quem está no privado. Parece que existem portugueses de primeira e portugueses de segunda...

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há 50 minutos, Televisão 10 disse:

Não disse mentira nenhuma. Mesmo a trabalhar muito, continuamos pouco produtivos comparativamente a outros países e, desta forma, atraímos menos investimento exógeno.

Além disso, é injusto quem trabalha na função pública trabalhar menos horas do que quem está no privado. Parece que existem portugueses de primeira e portugueses de segunda...

Não é a trabalhar mais horas que se produz mais. Os países europeus que produzem mais trabalham menos horas que nós.

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há 4 horas, Forbidden disse:

Não é a trabalhar mais horas que se produz mais. Os países europeus que produzem mais trabalham menos horas que nós.

Trabalham menos horas, mas produzem mais por hora do que os portugueses. Assim, para ficarmos em pé de igualdade, temos de trabalhar mais horas. Para compreenderes o que quero dizer, espreita este artigo: https://www.noticiasaominuto.com/economia/418906/portugueses-trabalham-mais-que-os-alemaes-mas-produzem-menos-30. Neste caso, os alemães trabalham menos horas do que os portugueses, mas produzem mais 30% do que nós.

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Agora mesmo, msm0 disse:

Acredita que não é por aumentar a carga horária que os portugueses vão ser mais produtivos, pelo contrário. Além de fazer mal psicologicamente, estar fechado numa fabrica mais de 8 horas por dia não é nada saudável, retira tempo livre às pessoas para estarem com a família e se divertirem, consequência aumento das depressões.  E claro, os trabalhadores ficam mais cansados e sem vontade de trabalhar, o que significa um decréscimo da produção e essa teoria cai por terra.

Eu não disse isso. Eu disse que, como a nossa produtividade é baixa comparativamente a outros países, temos que trabalhar mais horas para competir com esses outros países.

Não nos podemos esquecer que não é só a carga horária que conta. A própria qualificação remete para uma menor ou maior produtividade. Infelizmente, a maioria da nossa mão de obra é pouco qualificada. Além disso, muitas pessoas não gostam do seu trabalho. Assim, acabam por fazer o mínimo possível. Os próprios incentivos também contam. Por norma, as empresas que dão prémios aos melhores trabalhadores, por exemplo, têm uma mão de obra mais produtiva.

Ainda assim, vamos ver se com as 35 horas a produtividade aumenta... Basta ver a função pública para perceber que não.

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há 49 minutos, Televisão 10 disse:

Trabalham menos horas, mas produzem mais por hora do que os portugueses. Assim, para ficarmos em pé de igualdade, temos de trabalhar mais horas. Para compreenderes o que quero dizer, espreita este artigo: https://www.noticiasaominuto.com/economia/418906/portugueses-trabalham-mais-que-os-alemaes-mas-produzem-menos-30. Neste caso, os alemães trabalham menos horas do que os portugueses, mas produzem mais 30% do que nós.

Mas se os patrões em vez de investirem na empresa e a gerirem de forma eficaz preferem comprar carros e roupas, como é que pode haver produtividade?! A baixa produtividade não tem a ver com os trabalhadores, mas sim com os patrões, que não sabem investir nem gerir as suas empresas. Até podem pôr os portugueses a trabalhar 10 horas por dia que a produtividade  não vai aumentar.

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há 3 minutos, Forbidden disse:

Mas se os patrões em vez de investirem na empresa e a gerirem de forma eficaz preferem comprar carros e roupas, como é que pode haver produtividade?! A baixa produtividade não tem a ver com os trabalhadores, mas sim com os patrões, que não sabem investir nem gerir as suas empresas. Até podem pôr os portugueses a trabalhar 10 horas por dia que a produtividade  não vai aumentar.

Nisso também concordo, em parte. Todos querem ser patrões, mas muitos não têm qualificação para tal.

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há 31 minutos, srcbica disse:

Eu até concordo contigo, mas não deixo de dar razão ao @Televisão 10. Qualquer um aqui tem noção que parece que há gente a coçar o grelo no local de trabalho, quando, apenas a título de exemplo, passa meia hora à espera de ser atendida enquanto houve aquelas maravilhosas músicas de espera.

No setor público isso é o pão nosso de cada dia, há um mês fui renovar o cartão de cidadão, tirei a senha e esperei, passadas quase 2 horas, tinham chamado 3 ou 4 números. Como? Fácil, chamavam um número, faziam o C.C. à pessoa e ficavam na conversa durante 15 minutos e assim sucessivamente.

Temos que ver que os portugueses não têm o ritmo de trabalho de outros povos, se diminuissem o horário de trabalho, o mais provável seria a produção diminuir também, porque a verdade é que maior parte das pessoas, quanto menos faz, menos quer fazer.

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há 1 hora, Televisão 10 disse:

Eu não disse isso. Eu disse que, como a nossa produtividade é baixa comparativamente a outros países, temos que trabalhar mais horas para competir com esses outros países.

Não nos podemos esquecer que não é só a carga horária que conta. A própria qualificação remete para uma menor ou maior produtividade. Infelizmente, a maioria da nossa mão de obra é pouco qualificada. Além disso, muitas pessoas não gostam do seu trabalho. Assim, acabam por fazer o mínimo possível. Os próprios incentivos também contam. Por norma, as empresas que dão prémios aos melhores trabalhadores, por exemplo, têm uma mão de obra mais produtiva.

Ainda assim, vamos ver se com as 35 horas a produtividade aumenta... Basta ver a função pública para perceber que não.

Mas a produtividade não depende das horas de trabalho, ou melhor, diminui com mais horas de trabalho. Se trabalhares 7 horas, ao final do tempo não te sentes tão cansado se fores trabalhar 9 horas...

Aumentar a produtividade passa mais pela "educação"/estimulação dos trabalhadores do que pelo aumento das horas de trabalho...

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há 41 minutos, srcbica disse:

Eu até concordo contigo, mas não deixo de dar razão ao @Televisão 10. Qualquer um aqui tem noção que parece que há gente a coçar o grelo no local de trabalho, quando, apenas a título de exemplo, passa meia hora à espera de ser atendida enquanto houve aquelas maravilhosas músicas de espera.

Compreendo, mas isso não se resolve com o aumento do horário do trabalho, que era o que se estava a dizer. 

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Postado: (editado)
há 1 hora, srcbica disse:

Eu até concordo contigo, mas não deixo de dar razão ao @Televisão 10. Qualquer um aqui tem noção que parece que há gente a coçar o grelo no local de trabalho, quando, apenas a título de exemplo, passa meia hora à espera de ser atendida enquanto houve aquelas maravilhosas músicas de espera.

há 45 minutos, HugoMiguel disse:

No setor público isso é o pão nosso de cada dia, há um mês fui renovar o cartão de cidadão, tirei a senha e esperei, passadas quase 2 horas, tinham chamado 3 ou 4 números. Como? Fácil, chamavam um número, faziam o C.C. à pessoa e ficavam na conversa durante 15 minutos e assim sucessivamente.

Temos que ver que os portugueses não têm o ritmo de trabalho de outros povos, se diminuissem o horário de trabalho, o mais provável seria a produção diminuir também, porque a verdade é que maior parte das pessoas, quanto menos faz, menos quer fazer.

Concordo plenamente.

E já agora, eu fui renovar também o CC, na semana passada, e demorei o dobro ou o triplo do tempo habitual. Tive de tirar duas fotografias e assinar o meu nome três vezes porque o computador não parava de bloquear e a senhora que me atendeu nem sabia mexer naquilo. E depois estava a queixar-se à colega do lado que se tinha deitado às 4 da manhã e estava cheia de sono, além de não parar de dizer toda contente que na semana seguinte só trabalhava 4 dias porque havia um feriado (dia 4 de julho é feriado em Coimbra). Ah, e quando cheguei ao balcão onde fui atendido, perguntei à senhora se era ali que devia ir e a resposta dela foi: "Vai demorar muito ou posso passar à frente?", isto num tom bem arrogante. Sei que não se deve generalizar, mas basicamente é isto que se vê em grande escala nos serviços públicos...

Editado por Ambrósio
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há 9 minutos, Ambrósio disse:

Concordo plenamente.

E já agora, eu fui renovar também o CC, na semana passada, e demorei o dobro ou o triplo do tempo habitual. Tive de tirar duas fotografias e assinar o meu nome três vezes porque o computador não parava de bloquear e a senhora que me atendeu nem sabia mexer naquilo. E depois estava a queixar-se à colega do lado que se tinha deitado às 4 da manhã e estava cheia de sono, além de não parar de dizer toda contente que na semana seguinte só trabalhava 4 dias porque havia um feriado (dia 4 de julho é feriado em Coimbra). Ah, e quando cheguei ao balcão onde fui atendido, perguntei à senhora se era ali que devia ir e a resposta dela foi: "Vai demorar muito ou posso passar à frente?", isto num tom bem arrogante. Sei que não se deve generalizar, mas basicamente é isto que se vê em grande escala nos serviços públicos...

Infelizmente, como dizes, isso é a maioria. Em Aveiro, também é igual. Já em Mira, quando lá fui renovar o meu CC há anos, não demorou muito. E, como não havia ninguém à espera, a senhora fez conversa comigo, enquanto trabalhava.

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há 1 hora, HugoMiguel disse:

No setor público isso é o pão nosso de cada dia, há um mês fui renovar o cartão de cidadão, tirei a senha e esperei, passadas quase 2 horas, tinham chamado 3 ou 4 números. Como? Fácil, chamavam um número, faziam o C.C. à pessoa e ficavam na conversa durante 15 minutos e assim sucessivamente.

Temos que ver que os portugueses não têm o ritmo de trabalho de outros povos, se diminuissem o horário de trabalho, o mais provável seria a produção diminuir também, porque a verdade é que maior parte das pessoas, quanto menos faz, menos quer fazer.

No setor público, tanto vale 35 como 40 horas semanais, que fazem o mesmo. Têm que ter sempre pausa para beber café, para irem fumar um cigarro... Então quando vou à Segurança Social na Figueira, já sei que quando sobem as escadas é porque vão fazer uma pausa. Depois, ainda têm uns sistemas para as pessoas responderem se gostaram ou não do serviço e em vez de darem às pessoas para responderem, muitos funcionários respondem eles próprios “Gostei muito”. Pelo que sei, agora existe um maior controlo e é exigido determinados mínimos.

Também não é só no setor público. Até em bancos. Lembro-me de ir ao Santander com a minha avó para fazer depósitos e a pessoa que estava ao balcão mandava-nos ir à máquina. Mais tarde, vi-a nas tasquinhas e com 50 e tal anos já estava reformada. Dizia ela “Foram muitos anos de trabalho...”

Os portugueses trabalham muito bem no estrangeiro. Cumprem e pouco se queixam. Cá, parecem outros. A maioria encosta-se e pouco se esforça, principalmente os que têm mais anos de trabalho.

O que para mim é mais escandaloso é no público trabalhar-se menos 5 horas do que no privado. Atenta contra o direito de igualdade para todos.

Editado por Televisão 10
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@HugoMiguel - no público, os funcionários também atendem utentes com o rei na barriga. Quantas vezes vi os mitras e os ciganos a mandarem vir com as funcionárias da SS, a ponto dos seguranças os expulsarem.

@Forbidden - essa dondoca que vá para os países nórdicos. Lá trabalham menos de 40 h por semana e a produtividade é bastante boa. 

@Televisão 10 - isso está relacionado com os códigos de trabalho. Aliás, com o código de trabalho de 2009 (revisto em 2012), os trabalhadores em funções públicas trabalham 40 horas. O problema foi não terem unificado as duas situações (códigos de trabalho diferentes).

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É óbvio que se trabalham menos horas têm mais horas para descansar, logo têm mais produtividade... 

Mas infelizmente no nosso país tenta ainda promover-se a política de competição laboral com outros países. O que está errado. Isso só nos desgasta emocional e fisicamente, mas não é preciso alguém muito inteligente para perceber isto. 

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