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há 4 horas, FraisesSucrées disse:

Por curiosidade, alguém sabe qual o verdadeiro motivo da cruzada anti-RTP do grupo Cofina (CM, TV Guia e afins)?  

É que é só críticas destrutivas, tudo é mau, tudo é flop, tudo é aposta perdida, tudo é desperdício do dinheiro dos contribuintes. Não faz nada bem. 
Por exemplo, dizem que 1986 foi um fracasso só porque teve pouca audiência sem mencionar que foi um dos maiores sucessos de sempre na RTP Play (um vislumbre de como será o consumo televisivo num futuro não muito distante). 
Quando o Nuno Artur Silva esteve à frente, só diziam que andava a passar os amigos do Canal Q para a RTP quando por exemplo, o "Companhia dos Animais" já estava previsto na administração anterior de Hugo Andrade.  
E quanto à Eurovisão, só fizeram notícia sobre as faltas de segurança, "a lista ridícula de objectos proibidos", o eventual prejuízo e o inglês da Catarina Furtado. E aquele artigo do director do CM na TV Guia já crucifica a RTP, a dizer que não deixa saudades nenhumas e que foi um desperdício de dinheiro.  

Hoje por hoje, quem eu acho que faz mais jornalismo televisivo minimamente aceitável e isento ainda é o grupo Impala, outrora tido como o mais sensacionalista e o menos sério. 

O CM será sempre a voz dum certo povo eternamente revoltado e insatisfeito. Essa é a grande fonte de receitas deles, e por algo é o jornal mais vendido, por muito que isso me desagrade. Mas esses coros contra tudo o que a RTP faça infelizmente sempre existirão. É um daqueles temas que se encaixam perfeitamente em conversas de café ou de paragem de autocarro. É sempre mais fácil (e suponho que, duma forma mesquinha, até divertido) para esse tipo de pessoas reparar apenas nas falhas e fífias que a RTP lá de vez em quando faz do que nas grandes proezas como, por exemplo, estar a organizar um evento da magnitude como é a Eurovisão.

Mas respondendo à tua pergunta inicial, o verdadeiro motivo da cruzada anti-RTP dos que referiste é apenas, a meu ver, qualquer concorrência que isso signifique para eles ou que fatia de mercado que a RTP lhes possa "tirar", e para apoiarem esse seu ideal, utilizam sempre a mesma desculpa de que a RTP é gastadora e que o povo não tem porque estar a pagar... e por aí fora.

PS: eu adorei o 1986, e não me interessam as audiências. Os portugueses são livres de escolherem o que quiserem ver, e eu não estou a pôr isso em causa, mas uma coisa é óbvia e tenho de a dizer por muito que incomode: a grande maioria tem mau gosto.

Edited by LP 98
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Quando é que o Daniel Deusdado deixa de ser Diretor de Programação da RTP1 , era agora depois do Eurovisão mas nada de noticias.

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há 1 minuto, Tiago TV disse:

Quando é que o Daniel Deusdado deixa de ser Diretor de Programação da RTP1 , era agora depois do Eurovisão mas nada de noticias.

Está para breve, segundo uma entrevista que o Gonçalo Reis deu ao Público.

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On 12/05/2018 at 03:34, FraisesSucrées disse:

Por curiosidade, alguém sabe qual o verdadeiro motivo da cruzada anti-RTP do grupo Cofina (CM, TV Guia e afins)?  

É que é só críticas destrutivas, tudo é mau, tudo é flop, tudo é aposta perdida, tudo é desperdício do dinheiro dos contribuintes. Não faz nada bem. 
Por exemplo, dizem que 1986 foi um fracasso só porque teve pouca audiência sem mencionar que foi um dos maiores sucessos de sempre na RTP Play (um vislumbre de como será o consumo televisivo num futuro não muito distante). 
Quando o Nuno Artur Silva esteve à frente, só diziam que andava a passar os amigos do Canal Q para a RTP quando por exemplo, o "Companhia dos Animais" já estava previsto na administração anterior de Hugo Andrade.  
E quanto à Eurovisão, só fizeram notícia sobre as faltas de segurança, "a lista ridícula de objectos proibidos", o eventual prejuízo e o inglês da Catarina Furtado. E aquele artigo do director do CM na TV Guia já crucifica a RTP, a dizer que não deixa saudades nenhumas e que foi um desperdício de dinheiro.  

Hoje por hoje, quem eu acho que faz mais jornalismo televisivo minimamente aceitável e isento ainda é o grupo Impala, outrora tido como o mais sensacionalista e o menos sério. 

O CM é um diário ligado a uma direita mais populista (como se pode ver pelo estilo de jornalixos como o "The Sun" e o "Bild") e um dos argumentos normalmente usados pela direita populista ou um argumento populista usado pela direita "normal" para colher votos é que a RTP é um desperdício de dinheiro que não faz falta nenhuma (o Durão Barroso chegou a dizer que era um "dos cancros" que tinha de acabar).

Se eles puderem falar mal de tudo e mais qualquer coisa da RTP, vão fazê-lo.

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Rally de Portugal terá transmissão multiplataforma na RTP

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Uma cobertura em televisão, rádio e online é o que promete a estação pública, que assegurou mais uma vez os direitos de transmissão da etapa portuguesa do circuito internacional de rally. O Vodafone Rally de Portugal contará assim com acompanhamento em permanência através dos canais de televisão públicos RTP1, RTP2 e RTP3, além de a Antena 1 assegurar diariamente reportagens, directos no final das classificativas, entrevistas aos pilotos e análise a partir do estúdio instalado na Exponor, base da prova que tem lugar entre esta quinta-feira e o próximo domingo, 20 de Maio.

A transmissão televisiva, que resulta de uma co-produção com a WRC-TV, que produz o sinal internacional para todo o mundo, estará também disponível na plataforma digital RTP Pla e contará ainda com alguns momentos transmitidos em directo via Facebook da Antena 1.

Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2018/05/rally-portugal-tera-transmissao-multiplataforma-na-rtp/

Gonçalo Reis assegura que ainda não chegou o momento para “eventuais ajustes de direcções”

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O momento para “eventuais ajustes de direcções, de conteúdos e não só” ainda não chegou, assegurou Gonçalo Reis, esta terça-feira na Assembleia da República. O presidente do Conselho de Administração da estação pública foi chamado à comissão parlamentar de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto na sequência das notícias que davam conta da exoneração do director de informação da RTP, Paulo Dentinho, e da nomeação de Carlos Daniel para a função. “Valorizamos a estabilidade na direcção de informação”, afirmou Gonçalo Reis, lembrando que “Paulo Dentinho é o director de informação com mais longevidade, há 20 anos”. No entanto, sublinhou, “estabilidade” não implica “cristalização”.

Ainda assim, o gestor garante que “eventuais ajustes em direcções, de conteúdos e não só” serão “sempre tratadas com toda a ponderação, no devido momento, que ainda não chegou, e cumprindo os procedimentos adequados”. “A direcção de informação actual tem todas as condições para encontrar as soluções, as pessoas para dar resposta a desafios”, reforçou o presidente do Conselho de Administração da RTP durante a audição parlamentar.

Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2018/05/goncalo-reis-assegura-ainda-nao-chegou-momento-eventuais-ajustes-direccoes/
 

Edited by TekClub
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André Macedo está de saída da RTP

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Após quase dois anos na direcção de informação da RTP, André Macedo está de saída da estação pública. O profissional foi contratado em Agosto de 2016 para assumir funções como director-adjunto de informação da RTP com o pelouro da informação económica, numa altura em que ocupava o cargo de director do Diário de Notícias. A notícia da saída começou por ser avançada esta quinta-feira à noite pelo Correio da Manhã, tendo entretanto sido confirmada pelo próprio André Macedo através das suas redes sociais.

“Sim, confirmo. Vou deixar a RTP ao fim de dois anos”, escreveu esta sexta-feira de manhã no Twitter, acrescentando depois no seu perfil de Facebook: “Vou sair da RTP. Deixo alguns amigos e ganhei experiência que não tinha – em televisão”. Contactado pelo M&P, André Macedo não quis, nesta fase, fazer quaisquer comentários, quer sobre os motivos da saída da estação pública, onde permanecerá até ao final deste mês de Maio, quer sobre o seu futuro profissional.

André Macedo é jornalista desde 1995, tendo sido, antes de assumir funções na RTP, director do DN e fundador e director do projecto Dinheiro Vivo, também do Global Media Group. Ao longo do seu percurso profissional, fez parte da equipa fundadora do jornal I, do qual foi director-adjunto, tendo ainda passado por títulos como o Diário Económico, Sábado, Record ou Correio da Manhã.

Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2018/05/andre-macedo-esta-saida-da-rtp/
 

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Paulo Dentinho parece estar confirmado pelo Presidente da RTP como diretor de informação nos próximos tempos , resta saber quem será o diretor de programas da RTP1 e se se manterão os diretores de programas da RTP2 , Memoria , África , Internacional 

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Então o Paulo Dentinho continua a ser Director de Informação ??

Edited by pedrodepinto

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há 11 minutos, pedrodepinto disse:

Então o Paulo Dentinho continua a ser Director de Informação ??

Continua , foi confirmado aos jornais pelo Gonçalo Reis 

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RTP dedica projecto multimédia à descolonização portuguesa

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Da Conferência de Berlim e do Mapa Cor-de-rosa à Revolução de Abril, a RTP promete reunir num único local toda a informação de um dos períodos mais marcantes da história contemporânea portuguesa. Descolonização Portuguesa: Os 500 dias do fim do império é o novo projecto multimédia da estação pública, consistindo num site que “coloca em diálogo o acervo dos diferentes arquivos parceiros deste projecto e os arquivos da RTP e essa é a sua mais-valia”. “Com esta agregação é possível ficarmos a conhecer e perceber melhor alguns factos que fizeram a descolonização”, sublinha-se sobre o projecto para o qual a RTP contou com a colaboração do Arquivo da Torre do Tombo, Arquivo Diplomático, Arquivo Ultramarino, Arquivo do Exército, da Marinha e da Força Aérea e a Fundação Mário Soares.

A iniciativa, garante a estação pública, permitirá o acesso a documentos que nunca foram publicados, casos do relatório final da queda da Índia elaborado por Vassalo e Silva, último governador no território, que se encontra no Arquivo da Marinha, ou discursos em áudio de Oliveira Salazar de finais da década de 30 e início da década de 40. Com este projecto, destaca a estação, “a RTP continua a sua aposta no desenvolvimento da oferta nas plataformas digitais, com especial atenção à Cultura e Educação permitindo, desta forma, a aproximação aos diferentes públicos e em especial às novas gerações”.

Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2018/07/rtp-dedica-projecto-multimedia-descolonizacao-portuguesa/

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Novos elementos da direcção da RTP recebem aprovação da ERC

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João Fernando Correia Ramos e Rui Fernando Oliveira Goulart já têm luz verde da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) para integrar a direcção de informação da RTP. Após não se ter pronunciado sobre os dois nomes apontados pela estação pública por ter entendido que a destituição de Hugo Gilberto Neves Martins Sousa, director-adjunto de informação, e de Victor Manuel Silva Alves, sub-director de meios e conteúdos da RTP e RDP Açores, “careciam de adequada fundamentação”, a ERC vem agora dar parecer favorável na sequência de nova fundamentação apresentada pela RTP. “A ERC entendeu, assim, estarem criadas as condições para o preenchimento do cargo de director-adjunto de informação de televisão da RTP por João Fernando Correia Ramos e do cargo de sub-director de meios e conteúdos da RTP e RDP Açores por Rui Fernando Oliveira Goulart, tendo dado parecer positivo à nomeação de ambos”, pode ler-se no comunicado emitido pelo regulador.

No caso de Hugo Gilberto Neves Martins Sousa, a alteração de funções é justificada pela RTP com o objectivo de que “deixe de se privilegiar ‘a editoria de desporto’ como se tem verificado”, sendo que “a alteração da designação funcional para sub-director tem a ver com o facto de o novo director de informação ser, agora, e em acumulação, director da RTP3”. Já no que diz respeito à destituição de Victor Manuel Silva Alves, a estação pública esclarece que a mesma “’nada tem a ver com isenção editorial’, mas com deficiências de gestão, de desorganização e ‘informalidade na gestão de conteúdos’”.

Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2018/08/novos-elementos-da-direccao-da-rtp-recebem-aprovacao-da-erc/

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Gonçalo Reis pede aumento da taxa do audiovisual e defende publicidade na RTP3 e Memória

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Uma subida da taxa do audiovisual ajustada à inflação e a possibilidade de introduzir publicidade na RTP3 e RTP Memória são duas medidas defendidas pelo presidente do Conselho de Administração da estação pública. Em entrevista ao jornal Público, Gonçalo Reis sublinha que “é fundamental que cada parte cumpra o seu quinhão: a RTP está a prestar mais serviço público, ao Estado caberá ajustar a Contribuição para o Audiovisual (CAV) de acordo com a inflação tal como a lei estipula”. O gestor recorda que a RTP “tem tido resultados operacionais positivos de 10 milhões de euros, resultados líquidos marginalmente positivos, uma estabilidade da dívida com um padrão historicamente baixo de 100 milhões de euros (60% são do edifício sede)”, além do que, salienta, “o financiamento da RTP é dos mais baixos da Europa”.

Gonçalo Reis assegura “o equilíbrio operacional mantém-se nos próximos três anos” como “ponto de honra do nosso projecto estratégico”, adiantando que este ano a RTP alcançará “um resultado operacional positivo sem qualquer margem para dúvida e vamos lutar até ao fim para ter resultados líquidos próximos de zero”.

Questionado se irá pedir ao Governo que permita a introdução de publicidade na RTP3 e RTP Memória agora que estão presentes na oferta da TDT, Gonçalo Reis ressalva que não lhe cabe pedir mas sustenta que “é o momento para ponderar por que é que os canais da RTP têm uma excepção negativa”.

Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2018/09/goncalo-reis-pede-aumento-da-taxa-do-audiovisual-defende-publicidade-na-rtp3-memoria/
 

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Media privados criticam aumento da taxa audiovisual sugerido por Gonçalo Reis
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“Injustificada” e responsável pelo “agravamento das condições de manifesta concorrência desleal”. É desta forma que a Plataforma de Media Privados (PMP) reage à subida da taxa audiovisual pedida por Gonçalo Reis na última semana. “É fundamental que cada parte cumpra o seu quinhão: a RTP está a prestar mais serviço público, ao Estado caberá ajustar a Contribuição para o Audiovisual (CAV) de acordo com a inflação tal como a lei estipula”, afirmou o presidente do Conselho de Administração da RTP em entrevista ao jornal Público.

Em reacção a estas declarações, a PMP, que reúne seis grupos de comunicação social privados (Cofina, Global Media Group, Impresa, Media Capital, Público e Renascença), considera que “a eventual subida da CAV, reclamada pela RTP, é injustificada e traduzir-se-ia numa sobrecarga adicional e irrazoável para os contribuintes”. Além disso, sublinha, “introduziria, uma vez mais, um agravamento das condições de manifesta concorrência desleal em que actuam os operadores privados de media, em particular os televisivos”.

Os privados recordam ainda que o valor mensal da CAV foi aumentado em 7,5% no ano de 2016 para os actuais 2,85 euros. Um valor que terá atingido em 2017 “o montante global de 176,4 milhões de euros, o que significa que o operador público viu a sua actividade financiada pelos contribuintes em cerca de 483 mil euros diários, a que se somam outras fontes de receitas, especialmente a publicidade e os direitos de emissão, em concorrência com os operadores privados, além dos sucessivos aumentos de capital subscritos pelo accionista único, o Estado”, critica a Plataforma de Media Privados.

Sobre a possibilidade de os canais temáticos da RTP da TDT passarem a contar com publicidade, que Gonçalo Reis defendeu que deveria ser ponderada, os privados lembram que “a RTP detém uma situação de vantagem, na medida em que lhe é permitido, ao contrário dos operadores privados, distribuir os seus canais temáticos (RTP3 e RTP Memória), estando-lhes vedado o recurso à publicidade”. “A possibilidade, defendida pela RTP, de os seus dois canais temáticos poderem também, na TDT, aceder a receitas publicitárias – algo que a legislação actual não permite – atentaria contra os mais elementares princípios do jogo concorrencial”, apontam.

Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/201...to-da-taxa-audiovisual-sugerido-goncalo-reis/

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há 2 minutos, David disse:

Chega a ser comovente a preocupação deles com a «sobrecarga adicional e irrazoável para os contribuintes». ?

Claro, é mesmo isso que os preocupa kkkkkkkk

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O que é inadmissível é que passados estes anos, todos os canais do Grupo RTP, ainda não estão disponíveis na TDT.

Isso sim, é preocupante.

A RTP é serviço público e por isso todos os canais tem de estar ao dispor daqueles que não podem, por insuficiência económica ou por opção, ter televisão paga. 

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há 1 hora, Inocêncio XXV  disse:

O que é inadmissível é que passados estes anos, todos os canais do Grupo RTP, ainda não estão disponíveis na TDT.

Isso sim, é preocupante.

A RTP é serviço público e por isso todos os canais tem de estar ao dispor daqueles que não podem, por insuficiência económica ou por opção, ter televisão paga. 

É normal que a RTP África e a RTP Internacional não estejam na TDT. São canais internacionais. Quanto à RTP Açores e RTP Madeira, até podiam estar na TDT do Continente. No entanto, se virmos o caso do nosso país vizinho, por exemplo, cuja oferta é maior do que a nossa, também por lá os canais regionais só estão disponíveis na região a que se destinam.

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