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João

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RTP fecha 2009 com prejuízo de 13,8 milhões de euros

Resultados melhoram mas continuam no vermelho

O grupo RTP fechou o ano de 2009 com um prejuízo de 13,8 milhões de euros, uma redução de mais de 33 milhões face ao resultado de 2008, mas ainda assim no vermelho. “O resultado líquido da RTP será inevitavelmente negativo enquanto mantiver os capitais próprios negativos”, explicou Guilherme Costa, presidente da empresa, durante a apresentação de resultados.

No fim de 2009, estes capitais eram negativos em 592 milhões de euros. Ainda assim registaram uma evolução positiva de mais de 100 milhões durante o último ano. No entanto, Guilherme Costa admite que esta é uma situação "anómala e preocupante".

Com um resultado operacional positivo em 13 milhões de euros, "claramente acima do orçamentado", Guilherme Costa considera que fica demonstrada a "sustentabilidade económica" da empresa pública. Para a melhoria da performance do grupo, o presidente da RTP adianta que contribuíram factores externos, como a baixa de taxas de juro, um factor significativo para uma empresa que apresenta um dívida superior a 807,9 milhões, com uma redução de 73,4 milhões de euros face ao ano anterior. Contudo, este valor não inclui o contrato de ‘leasing' de 70 milhões de euros que a empresa fez com a Caixa Geral de Depósitos e com o BES para adquirir o edifício sede em Lisboa ao BPN Imofundos. Guilherme Costa explicou que esse montante surge na rubrica de "dividas a fornecedores".

Em 2009 o grupo público obteve receitas de 307,5 milhões de euros, sendo que 237,2 milhões tiverem origem em fundos públicos (119,3 de indemnização compensatória e 117,9 de taxa de contribuição audiovisual) e 70,3 milhões em proveitos comerciais, uma queda de 0,8%.

Já os custos operacionais cresceram cinco milhões de euros, para os 294,5 milhões. "Os custos estão contidos e estabilizados" adiantou Guilherme Costa, explicando que parte do aumento se deveu ao programa de rescisões voluntárias que levou à saída da empresa de 112 funcionários no final de 2009. Saídas que poderão permitir à empresa uma poupança de aproximadamente cinco milhões de euros anuais.

PRIVATIZAÇÃO É "QUESTÃO POLÍTICA"

Guilherme Costa não quis fazer comentários a um eventual cenário de privatização empresa pública por se tratar de uma "questão de âmbito político", mas adiantou se uma "gestão eficiente for a única condição para uma empresa ser privatizada, a RTP está preparada".

Guilherme Costa disse também que este ano os ordenados da empresa pública não serão aumentados, como o CM revelou na edição de 16 de Março, confirmando também que, no entanto, serão pagos prémios de desempenho. Apesar do valor final ainda não estar definido, adianta que este ano poderão ser pagos cerca de 1,5 milhões de euros, mais 500 mil euros que o montante pago aos trabalhadores em 2009 referente ao exercício de 2008.

Para 2010 adianta que a empresa prevê "continuar com resultados operacionais positivos", acrescentando "estar satisfeito" com o comportamento do mercado publicitário em Janeiro e Fevereiro. "está acima do que estava previsto", disse.

Guilherme Costa revelou ainda que espera "resolver em 2010" a venda das instalações da empresa no Lumiar, em Lisboa.

Fonte: CM

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  • 2 weeks later...
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RTP com novo Provedor do Telespectador

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Chegou ao fim o mandato de Paquete de Oliveira como Provedor do Telespectador. Segundo a imprensa nacional, o nome mais falado para o substituir é o da professora do Departamento de Comunicação da Universidade do Minho, Felisbela Lopes. Falta apenas o parecer do Conselho de Opinião, que deverá ser dado esta semana, para que a notícia seja tornada oficial. Recorde-se que Felisbela Lopes era, até à passada semana, comentadora da edição de sábado do Bom Dia Portugal, cargo que abandonou devido à mudança de instalações da RTP N, para a capital portuguesa.

Não sabia onde postar, resolvi colocar aqui para não estar a criar novo tópico.

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Já vi a Felisbela algumas vezes no Bom-Dia Portugal fim de semana. O Paquete de Oliveira não esteve mal, mas a Felisbela pode-se safar melhor, gostava era que o provedor tivesse um papel mais importante...

Eu também já a vi no Bom Dia Portugal de fds. Mas parece que já não irá ser ela...

Felisbela Lopes foi vetada para Provedor do Telespectador

Tal como lhe revelámos recentemente, Felisbela Lopes era a eleita para substituir o sociólogo Paquete Oliveira no cargo de Provedor do Telespectador. Todavia, o seu nome foi vetado pelo Conselho de Opinião, uma vez que não angariou a maioria dos votos. Perante esta situação, será proposto uma nova pessoa para o cargo, e até lá Paquete de Oliveira exercerá a função que tinha desde há dois anos. Todavia, este sábado será a última emissão de A Voz do Cidadão, que poderá ou não voltar, mediante a decisão do novo responsável pelo cargo.

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CORREIO DA MANHÃ

RTP leva caso a tribunal

A RTP decidiu que vai impugnar judicialmente o parecer do Conselho de Opinião (CO) que rejeitou o nome de Felisbela Lopes para o lugar de provedora do espectador", disse ao CM fonte oficial da estação pública.

O conselho de administração da RTP só teve acesso ao parecer do CO na segunda-feira, ao final do dia. E ontem foi decidido avançar com a referida posição por não concordar com as razões evocadas. O CM sabe que um dos pontos que levaram ao veto da pró-reitora da Universidade do Minho respeita ao "mérito, profissionalismo e credibilidade" de Felisbela Lopes.

Sobre a decisão da RTP, Manuel Coelho Silva, presidente do CO, disse ao CM: "Não comento o que desconheço oficialmente".

Felisbela Lopes, por sua vez, reage com uma questão: "Gostava de perguntar se o CO tem um candidato, se ele foi defendido em paralelo com o meu nome, o qual foi apresentado pelo conselho de administração como é de lei. E se é verdade que esse candidato é o José Rebelo, como já foi avançado. Como é que ele pode entrar na minha audição, não intervir, votar e assinar um parecer? Para que serve afinal um CO que deve zelar pela transparência do processo e depois constrói tudo isto que não é nada claro".

Coelho da Silva garantiu ao CM que "o CO não tem candidatos, não faz sentido". Ainda assim refere que "José Rebelo podia ser um candidato, como qualquer outro cidadão" e "tinha condições para isso, penso que é o único em Portugal que foi jornalista no ‘Le Monde’".

PORMENORES

VETO

O Conselho de Opinião da RTP chumbou dia 23 de Abril, por 11 votos contra e 9 a favor, o nome de Felisbela Lopes para provedora do Telespectador.

CONSELHO DE OPINIÃO

Tem várias funções no âmbito do cumprimento do serviço público, sendo que o único parecer vinculativo é a escolha dos provedores do ouvinte e do telespectador.

POSSE

O CO da RTP é presidido por Manuel Coelho da Silva. Constituem este órgão 29 membros nomeados pela Assembleia da República.

Não percebo porque é que vetaram o nome da Felisbela para provedora, não sei se é por ser nova, mas se é é muito estúpido, o estereotipo de provedor que o CO tem é que tem de ser um senhor com mais de 60 anos, nãovejo problema na nomeação da Felisbela Lopes. E achei piada ao que o senhor Coelho da Silva disse em relação à possivel candidatura de Jorge Rebelo, "tinha condições para isso, penso que é o único em Portugal que foi jornalista no ‘Le Monde’". Tão mas o cargo é de provedor da RTP ou de provedor do DN? Eu sei que dá credibilidade ao senhor ter trabalhado no LeMonde, mas não me parece que seja isso que o faça mais competente para o cargo...

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  • 10 months later...

RTP reduz dívida em 116,7 milhões

Passivo bancário: Diminuição para 691,2 milhões de euros

A dívida bancária do Grupo RTP foi reduzida em 14,4% durante 2010, apurou o CM. No ano passado, a empresa pública conseguiu diminuir o nível de endividamento bancário em 116,7 milhões de euros, o que significa que a 31 de Dezembro o valor seria de aproximadamente 691,2 milhões (no final de 2009 era de 807,9 milhões).

Estes números podem ser tornados públicos amanhã, dia em que a RTP deverá apresentar as contas relativas ao exercício do ano de 2010, que foi histórico para os resultados da empresa. Guilherme Costa, presidente da RTP, já anunciou que, pela primeira vez em 19 anos, o grupo vai registar lucros, num valor que deverá estar acima dos dez milhões de euros.

Para estes resultados, em muito contribuíram as transferências do Estado, já que no ano passado o grupo recebeu sensivelmente 350 milhões de euros em fundos públicos. A indemnização compensatória atribuída pela prestação de serviço público foi fixada em 121 milhões de euros, a que se somam 113 milhões de contribuição da taxa audiovisual. Além disso, o Estado fez uma dotação de capital de 64,3 milhões de euros, e liquidou outro aumento de capital de 56 milhões que devia à empresa desde 2003.

No âmbito das medidas de contenção pedidas às empresas públicas, a RTP já anunciou que no ano passado conseguiu reduzir custos em sensivelmente doze milhões de euros, número que poderá ser reforçado ainda este ano, já que os cortes salariais que entraram em vigor em Janeiro vão permitir à empresa poupar cerca de quatro milhões de euros.

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  • 2 months later...

Paulo Portas quer travar Passos Coelho na venda da RTP

Paulo Portas, líder do CDS-PP e parceiro de coligação no futuro governo liderado por Passos Coelho (PSD), quer travar a intenção do líder dos sociais-democratas de privatizar a RTP, destaca o Expresso.

Privatizar ativos no setor público de comunicação social é um dos objetivos prioritários já assumido por Pedro Passos Coelho.

De acordo com a edição do semanário, colocado nas bancas esta sexta-feira, a privatização da televisão pública é uma questão «simbólica» para o PSD, que até já tem grupos interessados. Mas o CDS é «frontalmente» contra a privatização da RTP, refere o jornal.

Fonte: Diário Digital

Qual a vossa opinião? Deve ou não a RTP ser privatizada? Ambos os canais ou apenas um? Outras soluções?

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Eu acho que deviam fazer uma junção daquilo que é serviço público da 1 com a 2 no canal 1 e libertar a 2 para uma estação privada. Do género, acabar com as novelas brasileiras pós-almoço e nesse horário colocar um programa tipo o 'Sociedade Civil'. Assim, já não faria sentido o 'Portugal no Coração' que libertaria espaço para outros formatos nessa hora. Alguma coisa do género do que sugeri aqui.

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A privatização da RTP vai mesmo avançar... Pedro Passos Coelho quer deixar apenas um canal não-comercial de serviço público nas mãos do Estado.

Fonte: SIC Notícias/Financial Times

Só espero que a privatização seja bem feita e não à pressa como é hábito em Portugal.

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Virá a caminho o famoso “quinto canal”?

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Lê a notícia aqui.

(gostei da montagem Vítor!)

Pelo que o Passos Coelho disse no Financial Times, o canal que ficará será não comercial, ou seja, algo menos dispendioso, menos virado para as audiências e mais para o serviço público. Portanto, acredito que a RTP1 continue a ser do estado mas com uma programação mais próxima da RTP2. E que a RTP2 seja privatizada como uma estação comercial que dará lugar a um novo canal.

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Por um lado é triste vender uma coisa do estado, mas sabemos que a RTP paga as suas caras mais conhecidas uma coisa que nunca pode acontecer, mas que acontece em várias empresas, ter salários mais elevados que o Presidente da República, talvez a programação da RTP2 vá para RTP1 e a RTP2 seja privatizada, mas acho que deve ser a RTP1 privatizada, isto agora vai ser troca de cadeiras...

Se o dinheiro é privado já não é mau.Já não andamos a pagar as dívidas da RTP,EDP e afins.

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Se houver privatização, obviamente que a TV se terá que tornar numa TV mais comercial... e se for privatizada a RTP2, esta não é nada comercial, actualmente, e vai ter que passar a ser, porque fazer uma média de 6% por dia numa TV privada é impensável!!!

Eu sei, mas no estado em que estão as duas privadas, há que fazer dinheiro apostando também no risco. A TVI quando começou a fazer novelas há 10 anos não liderou de imediato, correu um risco e resultou(e por isso há 10 anos que continua igual). Mas é esse risco que a nova TV comercial terá de correr, apostando óbviamente também no que dá algumas garantias, como informação, e talk-shows...

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Para mim, o ideal, seria a nova TV comercial ser totalmente diferente do já existente, como uma grelha totalmente nova, arriscada, moderna. O problema é que o risco pode não compensar e demorar demasiado tempo para se implementar...

Uma questão: mesmo o canal sendo privatizado, terá de manter o mesmo nome?

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Para mim, o ideal, seria a nova TV comercial ser totalmente diferente do já existente, como uma grelha totalmente nova, arriscada, moderna. O problema é que o risco pode não compensar e demorar demasiado tempo para se implementar...

Uma questão: mesmo o canal sendo privatizado, terá de manter o mesmo nome?

No caso francês, a TF1(agora privada) mantém o mesmo nome desde que nasceu em 1935(como canal público), mas desde a privatização em 1987 que o nome agora não significa nada para não haver confusões com a rede pública France Télévisions.

Isso é das muitas questões a resolver antes da privatização.

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Para mim, o ideal, seria a nova TV comercial ser totalmente diferente do já existente, como uma grelha totalmente nova, arriscada, moderna. O problema é que o risco pode não compensar e demorar demasiado tempo para se implementar...

Concordo completamente.

Quanto mais velho o público é, mais difícil é mudar os seus hábitos, por isso deverão apostar certamente no público mais instável (15-24). Por outro lado, é muito fácil conquistar as crianças, por isso também se compreende que apostem nelas. Contudo, sinceramente, não sei o que esperar, até porque, se virmos, poderemos considerar que a programação da RTP2 se destina, de certo modo, a estes públicos.

Não existem obrigatoriedades que todas as televisões generalistas tenham que cumprir, para além do que diz respeito à publicidade? Penso que consoante essas limitações já poderemos prever o que não se poderá mudar num novo canal. Para mim, por exemplo, não faz muito sentido que todos os informativos sejam à mesma hora (padrão que, felizmente, a RTP2 não adoptou).

Quanto à mudança de nome, para mim faria todo o sentido mudar, mas não sei o que isso implica.

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Não existem obrigatoriedades que todas as televisões generalistas tenham que cumprir, para além do que diz respeito à publicidade? Penso que consoante essas limitações já poderemos prever o que não se poderá mudar num novo canal. Para mim, por exemplo, não faz muito sentido que todos os informativos sejam à mesma hora (padrão que, felizmente, a RTP2 não adoptou).

Para além da publicidade, as TVs também estão obrigadas a começarem os seus informativos às 13h e às 20h. É um dos acordos entre TVs (rara excepção da RTP2).

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