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Informação RTP1


Pedro

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A RTP sempre foi burra e mais uma vez, perdeu o melhor programa e o 3º programa com mais audiência do canal. Agora, façam reportagens sobre os chouriços ou as morcelas isso é que é importante, falar dos corruptos é que não senão a RTP fica sem financiamento e o Galamba conseguiu o que queria.

 

Espero que a Sandra tenha sucesso na CMTV e ultrapasse a RTP quando tiver o seu programa, que bom que é ver nas notícias CMTV ultrapassou a RTP1.  :sarcastic:

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há 47 minutos, VTL disse:

Eu em momento algum li jornalistas a desmentirem as queixas mas sim a Direção de Informação, mas entre este "meio de comunicação" e o Vox Pop...

Vê melhor...

Spoiler

"A equipa do programa Sexta às 9 acusou a RTP de desinvestimento e de falta de recursos, falando mesmo em “abandono” e “humilhação” por parte da Direção de Informação. Num documento interno a que o Espalha-Factos teve acesso, os membros eleitos do Conselho de Redação do canal público dão conta de inconsistências nos pontos referidos pelos colegas."

Spoiler

A equipa do Sexta às 9 fala ainda na “profunda humilhação” com que assiste a estes acontecimentos, “depois de meses de silêncio em relação à falta de recursos do programa”. A missiva do Conselho de Redação, que cita uma reunião com a Direção de Informação (DI), rebate estas afirmações, com os responsáveis da DI a descrever que “o Sexta às 9 nunca teve mais do que 5 jornalistas, número existente à altura dos factos, a que se têm juntado outros contributos de diferentes áreas, nomeadamente dos nossos correspondentes“.

Spoiler

Quanto à saída de Sandra Felgueiras, a equipa indica que a repórter tinha chegado a um limite na RTP devido “à ausência reiterada de recursos humanos e materiais”. Mais uma vez, o documento interno do Conselho de Redação contradiz a equipa do Sexta às 9, indicando que “todos os pedidos da coordenadora Sandra Felgueiras, como uma sala própria [para a equipa do formato] ou um programa informático para transcrição de entrevistas, foram facultados“. Esta sala, revela a ata, “não foi utilizada pela equipa do programa“.

Spoiler

Os membros eleitos do Conselho de Redação consideram que neste caso, mas também “em todos os outros casos que envolvam a saída por iniciativa própria de jornalistas da RTP, os mesmos devem imediatamente sair de antena“. Os representantes são da opinião que “a partir do momento que um funcionário da redação apresenta a carta de demissão e passa a integrar um projecto de outro órgão de comunicação social, não tem condições de lealdade empresarial ou de exclusividade contratual, a que todos estamos obrigados, para se manter como rosto da RTP“.

Vale a pena referir que o CR é eleito pela própria redação...

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1 hour ago, Tomás_RL said:

Vê melhor...

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"A equipa do programa Sexta às 9 acusou a RTP de desinvestimento e de falta de recursos, falando mesmo em “abandono” e “humilhação” por parte da Direção de Informação. Num documento interno a que o Espalha-Factos teve acesso, os membros eleitos do Conselho de Redação do canal público dão conta de inconsistências nos pontos referidos pelos colegas."

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A equipa do Sexta às 9 fala ainda na “profunda humilhação” com que assiste a estes acontecimentos, “depois de meses de silêncio em relação à falta de recursos do programa”. A missiva do Conselho de Redação, que cita uma reunião com a Direção de Informação (DI), rebate estas afirmações, com os responsáveis da DI a descrever que “o Sexta às 9 nunca teve mais do que 5 jornalistas, número existente à altura dos factos, a que se têm juntado outros contributos de diferentes áreas, nomeadamente dos nossos correspondentes“.

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Quanto à saída de Sandra Felgueiras, a equipa indica que a repórter tinha chegado a um limite na RTP devido “à ausência reiterada de recursos humanos e materiais”. Mais uma vez, o documento interno do Conselho de Redação contradiz a equipa do Sexta às 9, indicando que “todos os pedidos da coordenadora Sandra Felgueiras, como uma sala própria [para a equipa do formato] ou um programa informático para transcrição de entrevistas, foram facultados“. Esta sala, revela a ata, “não foi utilizada pela equipa do programa“.

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Os membros eleitos do Conselho de Redação consideram que neste caso, mas também “em todos os outros casos que envolvam a saída por iniciativa própria de jornalistas da RTP, os mesmos devem imediatamente sair de antena“. Os representantes são da opinião que “a partir do momento que um funcionário da redação apresenta a carta de demissão e passa a integrar um projecto de outro órgão de comunicação social, não tem condições de lealdade empresarial ou de exclusividade contratual, a que todos estamos obrigados, para se manter como rosto da RTP“.

Vale a pena referir que o CR é eleito pela própria redação...

7 ou 8 pessoas não são uma redação.

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há 1 minuto, VTL disse:

7 ou 8 pessoas não são uma redação.

Pois não, mas são eleitos por toda a redação e, tanto quanto sei, por isso, representam toda a redação ... Não é assim de estranhar tanto a reação do CR... Aliás, basta ver a quantidade de jornalistas (dos mais diversos órgãos) que assinou uma carta de apoio à DI da Maria Flor Pedroso aquando do embate desta com a Sandra Felgueiras. Dentro da própria classe jornalística, a SF não é unânime é até nem é bem vista por muitos profissionais. Na redação da RTP não será excepção.

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2 minutes ago, Tomás_RL said:

Pois não, mas são eleitos por toda a redação e, tanto quanto sei, por isso, representam toda a redação ... Não é assim de estranhar tanto a reação do CR... Aliás, basta ver a quantidade de jornalistas (dos mais diversos órgãos) que assinou uma carta de apoio à DI da Maria Flor Pedroso aquando do embate desta com a Sandra Felgueiras. Dentro da própria classe jornalística, a SF não é unânime é até nem é bem vista por muitos profissionais. Na redação da RTP não será excepção.

If you say so...

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33 minutes ago, AndreRob said:

nessa altura até a sic estava melhor...

Em 95 concordo, mas em 96 a RTP1 recuperou algum fôlego com a dupla dos Joaquins na direção (Furtado e Vieira) com programas como País Real, Canal Directo ou Enviado Especial.

Fôlego esse que se perdeu rapidamente até, pelo menos, à nomeação de Rodrigues dos Santos como director em 2000, continuado e aprofundado pelo sucessor Emídio Rangel e depois pelo próprio quando voltou em 2002.

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há 7 minutos, Rangel disse:

Em 95 concordo, mas em 96 a RTP1 recuperou algum fôlego com a dupla dos Joaquins na direção (Furtado e Vieira) com programas como País Real, Canal Directo ou Enviado Especial.

Fôlego esse que se perdeu rapidamente até, pelo menos, à nomeação de Rodrigues dos Santos como director em 2000, continuado e aprofundado pelo sucessor Emídio Rangel e depois pelo próprio quando voltou em 2002.

o problema é que nesta altura os canais de tv assim como os jornais faziam eles a narrativa, o contraditório e a exposição dos erros das redacções era minimo... hoje em dia tudo é demasiado rapido, tudo é escrutinado ao pormenor... a informação das tv passou a ser mais espectáculo que 'informação'... mesmo na rtp.

E deixou de haver tanto dinheiro para fazer noticias...

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