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Notícias RTP1

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On 12/02/2019 at 18:32, David disse:

Tontices? Se se confirmar que estão a despedir os falsos recibos verdes têm toda a razão para criticar a administração da RTP.

Tontices de aldrabões, como se vai provar no seu devido tempo.

Editado por FJL
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On 12/02/2019 at 17:18, Brainwashed disse:

https://www.cmjornal.pt/cm-ao-minuto/detalhe/be-quer-que-conselho-de-administracao-da-rtp-se-demita-imediatamente

BE quer que Conselho de Administração da RTP se demita imediatamente 

Em conferência de imprensa, no parlamento, o deputado do BE José Soeiro denunciou o envio de cartas a vários trabalhadores a recibo verde por parte da administração da TV pública comunicando-lhes que "escusavam de se apresentar ao serviço a partir do dia de hoje", declarando assim "nulos os contratos de trabalho que o tribunal reconheceu".

 

Muito grave...

O Conselho de Administração da RTP já veio justificar essa situação.

RTP esclarece que cessação de contratos se deve à impossibilidade de regularização

https://www.google.com/amp/s/www.cmjornal.pt/tv-media/amp/20190212-1929-rtp-esclarece-que-cessacao-de-contratos-se-deve-a-impossibilidade-de-regularizacao

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há 2 horas, Televisão 10 disse:

O Conselho de Administração da RTP já veio justificar essa situação.

RTP esclarece que cessação de contratos se deve à impossibilidade de regularização

https://www.google.com/amp/s/www.cmjornal.pt/tv-media/amp/20190212-1929-rtp-esclarece-que-cessacao-de-contratos-se-deve-a-impossibilidade-de-regularizacao

Portanto...

Tontices do BE como sempre.

 

O BE anda com muita sede para controlar a RTP...

 

QUE TROPA FANDANGA!

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há 10 minutos, FJL disse:

Portanto...

Tontices do BE como sempre.

 

O BE anda com muita sede para controlar a RTP...

 

QUE TROPA FANDANGA!

 

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Audiências – Totais diários de domingo, 17 de fevereiro de 2019 [Live+Vosdal]

RTP1 – 9,4%

RTP2 – 1,7%

SIC – 15,3%

TVI – 21,2%

Total CABO – 38,8%

Outros – 11,9%

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há 6 minutos, Fernandovisão disse:

Audiências – Totais diários de domingo, 17 de fevereiro de 2019 [Live+Vosdal]

RTP1 – 9,4%

RTP2 – 1,7%

SIC – 15,3%

TVI – 21,2%

Total CABO – 38,8%

Outros – 11,9%

O final de futsal feminino ajudou à subida do resultado. O Joker à noite, mesmo não tendo registado um grande resultado, também deve ter ajudado.

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há 3 minutos, Televisão 10 disse:

O final de futsal feminino ajudou à subida do resultado. O Joker à noite, mesmo não tendo registado um grande resultado, também deve ter ajudado.

A RTP tem é de ver os seus domingos urgentemente, o inicio da tarde é fraquíssimo. 4% a meio da tarde é um horror.

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Agora mesmo, Fernandovisão disse:

A RTP tem é de ver os seus domingos urgentemente, o inicio da tarde é fraquíssimo. 4% a meio da tarde é um horror.

Esta tarde nem foi a pior. O único programa que andou pelos 4% de share foi mesmo o A3.30...

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há 3 minutos, TekClub disse:

RTP1 prepara 13 telefimes de realizadores portugueses sobre contos portugueses

Um conjunto de 13 telefilmes, realizados por diferentes cineastas, com elenco variado, e inspirados em contos de autores portugueses, da produtora Marginal Filmes, é uma das principais apostas da RTP1 para este ano, na área da ficção, foi hoje anunciado.

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O anúncio foi feito hoje de manhã pelo diretor de programas da RTP, José Fragoso, durante uma apresentação aos jornalistas das linhas de orientação do canal para novos projetos.

“Cada realizador pega num conto e num elenco específico”, o que implica envolver “uma comunidade muito alargada” ao longo do ano, já que são 13 cineastas, os diferentes atores com quem cada um quer trabalhar, os guionistas e outros profissionais que vão ajudar a concretizar este projeto, apresentado à RTP pela produtora Marginal Filmes.

Sem adiantar pormenores, José Fragoso avançou os nomes de António-Pedro Vasconcelos, João Cayatte, António da Cunha Telles e José Carlos Oliveira entre os realizadores, e Eça de Queirós, Mário de Carvalho, Alexandre Herculano e José Cardoso Pires, entre os autores portugueses cujos contos serão adaptados.

De José Cardoso Pires, será levado a telefilme o conto “Lavagante”, enquanto Fernando Pessoa terá adaptada a história “Um jantar muito original” – escrita sob o heterónimo inglês Alexander Search - que já está transposta para guião.

Cada filme terá a duração de 60 minutos, será transmitido em ‘prime-time’ e, em princípio, a transmissão tenderá a ser semanal, acrescentou o diretor, considerando que este é “um projeto muito relevante para 2019”, e que é um "conjunto que pode ter sequência no futuro, se correr bem”.

No que respeita a séries, José Fragoso destacou algumas coproduções internacionais em curso, como é o caso de “Auga seca”, com a TV Galiza, e que tem produção assegurada pelo produtor espanhol Jorge Coira.

Trata-se de um ‘thriller’ passado entre o Porto e Vigo, protagonizado por uma atriz portuguesa, no papel de uma mulher integrada num gang de tráfico de droga, que será fundamental para desmontar essa rede.

“A espia” é outra das séries previstas para a RTP1 com coprodução espanhola, que parte de uma ideia da Pandora filmes e que está entregue ao realizador Jorge Paixão da Costa.

Com oito episódios, esta série passa-se em 1941 e a protagonista (ainda sem atriz decidida) faz de espia dupla, na II Guerra Mundial, com a história a decorrer entre Lisboa, Porto e Espanha.

Ainda no âmbito das séries, está prevista uma sobre Fernão de Magalhães e a circum-navegação – de que se assinala este ano o 500.º aniversário –, que terá a intervenção de Espanha e de países sul-americanos.

São seis episódios de 50 minutos cada, que Leonel Vieira está a produzir e que contam a história da viagem de três anos à volta do globo, desde a partida até à chegada (já sem Magalhães).

Outros projetos em agenda, mas ainda sem data de estreia, são as séries “O ano da morte de Ricardo Reis”, de João Botelho, com seis episódios, “Terra Nova”, uma série de 13 episódios, de Artur Ribeiro e Joaquim Leitão, “Luz vermelha”, uma série baseada nas “mães de Bragança”, que começou a ser rodada na sexta-feira passada, e a série “Sul”, de Edgar Medina, que foi apresentada no Festival de Cinema de Berlim e que está em montagem, para ser exibida em setembro na RTP1.

Outra série, que já esteve em rodagem, é “O nosso cônsul em Havana”, de Francisco Manso, centrada em Eça de Queirós, enquanto esteve como cônsul em Cuba, “uma faceta pouco conhecida” do autor de "O Crime do Padre Amaro", e que irá substituir “Teorias da conspiração”, estreada em janeiro.

“Estamos também a trabalhar numa série sobre as Doce, uma ideia da Patrícia Sequeira, que a está a produzir, mas que é um projeto ainda muito verdinho”, disse o diretor de programas.

No que respeita a cinema, além de “Tiro e queda”, ainda em sala de cinema, estão na calha outros filmes, em coprodução e com apoios do Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA), que ainda não serão exibidos este ano, no 'pequeno ecrã': um sobre António Variações, outro sobre Snu Abecassis e um terceiro, intitulado “A herdade de Tiago de Carvalho”, sobre uma herdade no Alentejo e a família que lá viveu durante duas gerações.

Outro destaque da estação pública, no que respeita a séries é o regresso de “Conta-me como foi”, com o mesmo elenco base, mas desta vez centrada nos anos 1980, com novo cenário e novas personagens.

“[A série original] terminava em 1974, no 25 de Abril. Achávamos que fazia sentido voltar à forma, porque é uma marca muito importante da RTP”, afirmou José Fragoso, avançando que atualmente estão a ser feitos os guiões – os primeiros estão em escrita -, no verão serão feitas as gravações e os primeiros episódios serão exibidos no último trimestre.

A RTP1 também apresenta algumas novidades relativamente a documentários, entre os quais se destaca uma longa-metragem documental sobre Sophia de Mello Breyner Andresen, no âmbito do seu centenário, realizada por Manuel Mozos, e que será exibida a partir de setembro.

Outros documentários em andamento são “Mistérios do cérebro”, de António José de Almeida, mas que só chegará à televisão em 2021, e “História do Teatro de Revista em Portugal”, uma série documental de quatro episódios, de 45 minutos, ambos da Panavídeo, assim como uma série documental sobre refugiados, com 11 episódios de 25 minutos, em que se contam as histórias de famílias refugiadas em Portugal, “como se integraram, adaptaram e como olham para trás”.

Ainda na área documental, a RTP prepara programas dedicados a tradições e características especificas portuguesas, como gastronomia (centrada nos restaurantes com estrelas Michelin), vinhos históricos, romarias, arte xávega, “migradores de longa distância” - aves do Tejo rastreadas por uma equipa de biólogos – e os trilhos do 'salto', que portugueses usaram para fugir durante a ditadura.

Fonte:https://24.sapo.pt/vida/artigos/rtp1-prepara-13-telefimes-de-realizadores-portugueses-sobre-contos-portugueses

É interessante nessa notícia revelarem outros detalhes que não são revelados nesta: 

https://observador.pt/2019/02/20/conta-me-como-foi-telefilmes-e-series-de-humor-as-novidades-a-caminho-da-rtp/amp/

Editado por Televisão 10
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Nos próximos meses: 13 telefilmes, 8 séries nacionais, 2 novos programas de humor, vários talk-shows novos (diários e semanais) e mais talent-shows. 

Destas 8 séries, sempre vem Conta me como Foi alguém sabe,se já foi confirmado

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31 minutes ago, Afonso2014 said:

Destas 8 séries, sempre vem Conta me como Foi alguém sabe,se já foi confirmado

Sim, está no artigo citado acima ;)

Estreia no último trimestre deste ano. E vai passar-se nos anos 80, uma década depois. Com o mesmo elenco das outras temporadas.

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há 7 horas, Cable Guy disse:

Quantidade não significa qualidade, mas a RTP está de parabéns por ter tanta diversidade ao nivel de produção nacional a oferecer ao público português.

Nos próximos meses: 13 telefilmes, 8 séries nacionais, 2 novos programas de humor, vários talk-shows novos (diários e semanais) e mais talent-shows. 

Isto sim é uma estação generalista com diversidade.

Como é que o Daniel Oliveira vê esta oferta e ainda tem a lata de vir dizer para os jornais que "a SIC é a estação generalista que mais diversidade de conteúdos tem em antena" :rolleyes: 

Gostaria de ver quando é que iríamos ver TVI ou SIC a anunciarem a estreia de várias séries nacionais e telefilmes. Nem que fossem apenas 2 séries por semana e um telefilme de vez em quando. Nope. Só novelas a noite inteira e depois aos Domingos lá metem um programa de entretenimento em horário nobre. :negative:  E ainda têm a lata de se auto-congratularem por "diversidade" e "grande inovação".

De facto, estou admirado com a quantidade de novos programas que a RTP 1 vai ter ter. Talvez não adquirir a Liga dos Campeões ajude a poupar bastante...

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É de enaltecer a diversidade. O problema é que com tanta quantidade é impossível a qualidade ser muita.

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2 hours ago, Vieira said:

É de enaltecer a diversidade. O problema é que com tanta quantidade é impossível a qualidade ser muita.

Pois, essa é para mim é a questão fulcral. De qualquer modo, de uma forma geral a qualidade das séries e telefilmes tem aumentado desde 2015, altura em que se arrancou do (praticamente) zero.

3 hours ago, Televisão 10 said:

De facto, estou admirado com a quantidade de novos programas que a RTP 1 vai ter ter. Talvez não adquirir a Liga dos Campeões ajude a poupar bastante...

E este ano não há Eurovisão para organizar, a RTP contribuiu com 5 milhões de euros. O mesmo valor que tinha pago, por ano, para ter os direitos da Liga dos Campeões em 2014 (15 milhões no total). Logo aqui estão 10 milhões de euros 'poupados'...

Editado por Rangel
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há 1 minuto, Rangel disse:

Pois, essa é para mim é a questão fulcral. De qualquer modo, de uma forma geral a qualidade das séries e telefilmes tem aumentado desde 2015, altura em que se arrancou do (praticamente) zero. 

Isso daria uma longa discussão, mas pessoalmente muitas séries não me cativam muito. Algumas têm bastante qualidade, mas a maior parte não me dizem muito.  Acho que as séries eram melhores quando a quantidade era menor.

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há 1 hora, Rangel disse:

 

E este ano não há Eurovisão para organizar, a RTP contribuiu com 5 milhões de euros. O mesmo valor que tinha pago, por ano, para ter os direitos da Liga dos Campeões em 2014 (15 milhões no total). Logo aqui estão 10 milhões de euros 'poupados'...

Exato. Tal deve permitir apostar em mais programas.

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É tudo muito bonito, uma grande quantidade de séries, de talk-shows, telefilmes... mas a promoção de certeza que será praticamente nula e quase tudo irá passar despercebido (tirando talvez o Conta-me Como Foi que é algo que as pessoas já conhecem e deve haver muita gente, incluindo eu, com saudades da série). É certo que na RTP as audiências não importam, mas não faz sentido produzir imenso conteúdo para depois "ninguém" ver, por não promoverem nada ou andarem sempre a trocar de horários. :unsure: 

E concordo quando dizem que são demasiadas séries, mas sobre isso já dei a minha opinião há uns tempos.

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há 30 minutos, Ambrósio disse:

É tudo muito bonito, uma grande quantidade de séries, de talk-shows, telefilmes... mas a promoção de certeza que será praticamente nula e quase tudo irá passar despercebido (tirando talvez o Conta-me Como Foi que é algo que as pessoas já conhecem e deve haver muita gente, incluindo eu, com saudades da série). É certo que na RTP as audiências não importam, mas não faz sentido produzir imenso conteúdo para depois "ninguém" ver, por não promoverem nada ou andarem sempre a trocar de horários. :unsure: 

E concordo quando dizem que são demasiadas séries, mas sobre isso já dei a minha opinião há uns tempos.

Sinceramente, não acho que a promoção seja assim tão pouca quanto dizem. Além de promoções nos intervalos, já temos também moscas a promover a estreia das séries e também há alguma publicidade nas ruas...

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Agora mesmo, Televisão 10 disse:

Sinceramente, não acho que a promoção seja assim tão pouca quanto dizem. Além de promoções nos intervalos, já temos também moscas a promover a estreia das séries e também há alguma publicidade nas ruas...

Não acho que promoção nos intervalos seja suficiente, e mesmo na própria emissão do canal também não (mas já é bom que o façam, claro!). Quanto a publicidade nas ruas, houve uma altura em que via bastantes cartazes da RTP (em 2013/14, quando dava Beirais e o QQSM, e mesmo em 2016, quando começaram a fazer mais séries), mas ultimamente não tenho visto nada, pelo menos aqui na minha zona. :p 

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há 3 minutos, Ambrósio disse:

Não acho que promoção nos intervalos seja suficiente, e mesmo na própria emissão do canal também não (mas já é bom que o façam, claro!). Quanto a publicidade nas ruas, houve uma altura em que via bastantes cartazes da RTP (em 2013/14, quando dava Beirais e o QQSM, e mesmo em 2016, quando começaram a fazer mais séries), mas ultimamente não tenho visto nada, pelo menos aqui na minha zona. :p 

Por acaso, noto que, desde que o José Fragoso entrou para a direção da RTP 1, há mais promoção durante a emissão, no que toca a rodapés ou até a uma animação que começaram a usar no lado esquerdo do ecrã. Quanto a cartazes, tenho visto alguns na Figueira nos últimos tempos.  

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Eu também nunca costumo a ver cartazes das coisas da RTP. A última que vi foi sobre o ESC. 

Acho que a RTP tem de melhorar a sua promoção,porque qualidade tem e acho que o público mais comercial não sabe disso.

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