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RTP1 prepara 13 telefimes de realizadores portugueses sobre contos portugueses Um conjunto de 13 telefilmes, realizados por diferentes cineastas, com elenco variado, e inspirados em contos de autores portugueses, da produtora Marginal Filmes, é uma das principais apostas da RTP1 para este ano, na área da ficção, foi hoje anunciado. Hidden Content Sign in or sign up to see the hidden content. O anúncio foi

Adoro que todos os dias divulgam as audiencias da SIC e da TVI nos devidos tópicos e no da RTP só divulgam quando esta ganha. 

Quantidade não significa qualidade, mas a RTP está de parabéns por ter tanta diversidade ao nivel de produção nacional a oferecer ao público português. Nos próximos meses: 13 telefilmes, 8 séries nacionais, 2 novos programas de humor, vários talk-shows novos (diários e semanais) e mais talent-shows.  Isto sim é uma estação generalista com diversidade. Como é que o Daniel Oliveira vê esta oferta e ainda tem a lata de vir dizer para os jornais que "a SIC é a estação generalista que

Basicamente fizeram uma renovação do contrato com a MEO e fizeram uma reportagem a gabarem-se disso com direito a entrevista ao presidente, como se fosse grande coisa.
Dá a entender que vai ficar tudo igual na nossa pseudo-TDT não por 1 ano como era até agora a duração dos contratos, mas nos próximos 3,  e assim devem acabar as reclamações da RTP para ter a RTP3 e a RTP Memória na TDT...

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Basicamente fizeram uma renovação do contrato com a MEO e fizeram uma reportagem a gabarem-se disso com direito a entrevista ao presidente, como se fosse grande coisa.
Dá a entender que vai ficar tudo igual na nossa pseudo-TDT não por 1 ano como era até agora a duração dos contratos, mas nos próximos 3,  e assim devem acabar as reclamações da RTP para ter a RTP3 e a RTP Memória na TDT...

Ai que cromos...

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  • 3 weeks later...

RTP aposta em mais séries para 2016

Terapia e Aqui Tão Longe não serão as únicas séries da RTP a ser estreadas no próximo ano de 2016. A promessa é dada por Virgílio Castelo que, ao Jornal de Notícias, adiantou haver mais dois projetos planeados.

«Neste momento existem três produtoras a fazer três projetos para além deste [Terapia], escritos por autores portugueses», revela o consultor de ficção do canal público. «Um deles chama-se Dentro e está a ser produzido pela HOP, do Porto. Trata-se de uma série sobre mulheres que estão presas num estabelecimento feminino. Depois temos outra que está a ser feita pela Take It Easy, vai ser realizada pelo Tiago Guedes, e vai ser de comédia política», adiantou Virgílio Castelo ao JN.

Para além da série Terapia, a SP Televisão está também responsável pela produção de Aqui Tão Longe. Filipa Areosa, Rui Mendes e Margarida Carpinteiro são nomes garantidos no elenco.

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2 horas atrás, Rafael A. disse:

A HOP é capaz de se safar muito bem... Percebe-se o facto da Plural não produzir nenhuma. Deve ser a mais cara, claro que a qualidade era outra, mas também deve ser bem mais caro!

Que trabalhos já fez a HOP?

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  • 1 month later...

Gonçalo Reis hoje no Público.

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RTP 2016: o que aí vem

Se no primeiro ano reorganizámos a casa, revitalizámos a produção interna, apostámos no digital, abrimos a informação e os espaços de debate a novos protagonistas, reformulámos a RTP3, a RTP Memória e a Antena 3; então em 2016 abordaremos de frente a RTP1, trabalharemos ainda outros canais e antenas de rádio e continuaremos a lançar iniciativas para afirmar cada vez mais a RTP como um espaço distinto da criatividade nacional e um agente ativo no panorama cultural.

Teremos séries, boas séries, linhas recorrentes de séries, produzidas em Portugal. Faremos como os operadores mais sofisticados do mundo, ou seja, vamos apostar sistematicamente neste formato que atravessa uma fase de ouro em tantos mercados, fidelizando públicos interessantes. A RTP tem de fazer o novo, tem de fazer o diferente e tem de fazer bem. A nossa programação deve acrescentar às práticas domésticas correntes, inovando e diversificando géneros. Tal significa que vamos produzir a ficção, os documentários, o humor que os outros não fazem, e que vamos abandonar as novelas em prime time que os outros fazem. E já agora, vamos tentar realizar ficção de nível global. E, mais cedo ou mais tarde, havemos de nos preparar para exportar produtos nacionais.

Vamos trabalhar lado a lado com os produtores independentes e com a indústria do cinema. Não vemos a RTP como um mero operador de rádio e televisão. Julgamos que o nosso papel é mais amplo. A RTP tem de ser um agente enérgico no setor audiovisual, tem de contribuir para o desenvolvimento do cinema português, tem de fazer encomendas regulares e viabilizar projetos, gerando oportunidades concretas aos guionistas, realizadores, produtores, atores nacionais. Continuaremos a prática iniciada de fazer consultas regulares e abertas, estaremos recetivos aos novos talentos e tentaremos ser um polo dinamizador da indústria de conteúdos. Assumimos - com gosto - esta responsabilidade.

Iremos melhorar significativamente a nossa oferta internacional. A RTP Internacional beneficiará dos novos programas produzidos pelos vários canais e, por outro lado, iniciaremos as transmissões da RTP 3 Internacional em vários continentes, levando conteúdos de atualidade e informativos aos segmentos mais jovens, urbanos e sofisticados das nossas comunidades da diáspora. Inicia-se já a transmissão da RTP Açores e Madeira para a América do Norte, um desejo antigo dessas comunidades, finalmente concretizado. Por outro lado, será reformulado todo o webdesign e arquitetura dos sites da RTP, tornando-os mais apetecíveis, mais depurados, mais fáceis de usar e reforçando as componentes de informação, altamente procuradas pelos portugueses que estão fora e que viajam com frequência, e que já representam mais de 35% dos acessos.

Faremos renascer as edições de livros RTP, retomando uma velha e bela tradição, voltando a editar clássicos numa coleção com sentido, cuidadosamente apresentada por curadores e gente de letras, com uma estética própria e a preços acessíveis. Na televisão, voltará a haver programas sobre livros. Também aqui fazemos uma interpretação alargada da missão da RTP e queremos contribuir para fomentar hábitos de leitura e promover a nossa língua.

Investiremos em tecnologia, reforçaremos a distribuição, equiparemos a RTP para estar na linha da frente da modernidade, atuando em vários eixos: iniciaremos um projeto de vanguarda para disponibilizar parte relevante dos arquivos históricos aos cidadãos através do online, avançaremos na transmissão dos canais RTP 3 e Memória na TDT de acordo com a solução setorial a definir pelas entidades competentes, renovaremos os estúdios de informação, exportaremos a nova imagem da RTP 3 para a RTP 1, reforçaremos a capacidade produtiva nos centros regionais dos Açores e Madeira e lançaremos projetos arrojados para o centro de produção do Norte.

Continuaremos a ser um porto de abrigo para o mundo das artes, do conhecimento e da ciência, na RTP 2, na Antena 2 e em outros canais e serviços, promovendo a criação, divulgando projetos de autor que sem a RTP estariam confinados a lógicas de nicho, estimulando os interesses dos cidadãos. Continuaremos a colaborar de perto com fundações, museus, institutos, câmaras municipais, curadores e agentes múltiplos no sentido de trazer boa programação cultural para o grande público.

Num momento em que se assiste a uma perturbadora fragilidade de vários jornais e até de grupos de comunicação, infelizmente colocando em causa uma série de títulos de referência, carreiras de tantos jornalistas com valor e a própria diversidade de opinião, todo o setor necessita de âncoras. Âncoras de estabilidade, que promovam o pluralismo, a qualidade, a isenção. Âncoras que deem espaço aos novos talentos, à inovação e à produção nacional. Âncoras com ligações muito fortes aos públicos em todo o território nacional e aos nossos emigrantes no mundo inteiro. Âncoras com a noção da importância da defesa da língua e da cultura portuguesa. É este o papel do serviço público.

Presidente do Conselho de Administração da RTP

 

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É isto que a RTP deve ser. Só faltou falar na produção regional não só da RTP Açores e Madeira mas no continente que faz tanta falta, e em programação jovem.
Agora é pôr tudo em prática.

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  • 4 weeks later...
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RTP colabora com operadores privados na busca de solução para TDT

O presidente da RTP, Gonçalo Reis, disse hoje que a empresa está disponível para colaborar com o poder legislativo, executivo, reguladores e operadores privados para encontrar a melhor solução para a televisão digital terrestre (TDT).


O Conselho de Administração da RTP foi hoje ouvido na comissão parlamentar da Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, no âmbito de Plano de Atividades, Investimento e Orçamento para este ano.

"Estamos disponíveis para colaborar com o poder legislativo, com o poder executivo, com os reguladores e com os operadores privados para encontrar as melhores soluções que permitam o desenvolvimento da TDT", afirmou Gonçalo Reis aos jornalistas, no final da audição parlamentar. "A RTP quer contribuir para o enriquecimento da oferta da TDT" e seguir o "princípio da universalidade", disse.

"A TDT é uma oportunidade para todo o setor audiovisual e para a produção de conteúdos em língua portuguesa, a televisão paga não cumpre essa função", já que a "maioria dos conteúdos são anglo-saxónicos", apontou o gestor. "É uma oportunidade histórica para promover a indústria nacional de conteúdos", salientou.

Gonçalo Reis elogiou a proposta de lei do Bloco de Esquerda para o alargamento da oferta TDT e sublinhou que o projeto "contém o princípio da orientação de custos, que é um ponto muito relevante que vai ter o seu impacto".

"A TDT tem uma oferta muito pobre em Portugal, nós, como operador de serviço público, devemos contribuir para melhorar a sua oferta, enriquecendo com os nossos canais". Na audição, Gonçalo Reis tinha afirmado que é tradição da RTP "estar na linha da frente da inovação tecnológica" e que além da RTP3 e RTP Memória, canais que têm sido apontados como aqueles que irão para o sinal aberto, há também a RTP África e a rádio que podem estar disponíveis na TDT.

"A TDT pode transmitir rádio, não é preciso ser grande 'expert' técnico para com pouco espetro transmitir canais de rádio na TDT. Vale a pena ler as recomendações do Conselho Europeu sobre o papel central que os operadores públicos devem ter na transição para o digital", disse perante a comissão parlamentar.

Sobre os arquivos da RTP, Gonçalo Reis disse que estão digitalizadas 160 mil horas de arquivos históricos e que a empresa concorreu, pela primeira vez, a um projeto com fundos europeus, com a Cinemateca.

"Conseguimos apoio para digitalizar mais 30.000 horas", disse, admitindo uma "progressiva disponibilização 'online'" dos arquivos dentro de dois anos, apesar de o desejo ser conseguir isso em março de 2017, altura em que a RTP faz 60 anos.

Por sua vez, a administradora da RTP Cristina Vaz Tomé abordou a questão da empresa não poder contratar e garantiu aos deputados saber quantas pessoas estão em regime de prestação de serviços. "É algo que também monitorizamos", disse.

A administradora adiantou que está a ser desenvolvido na RTP um código de conduta e ética. "Contamos ter um 'draft' [esboço] na próxima semana, mas mais importante vai ser como fazer chegar às pessoas, dar formação sobre o código de ética", disse.

"Pela primeira vez vamos investir 300 mil euros em formação", afirmou aos deputados, adiantando que será um palno "agressivo". "Vamos investir muito na formação 'online'", acrescentou.

Relativamente aos centros regionais dos Açores e da Madeira, "existe pela primeira vez um plano de investimento", disse a administradora. "Estamos a investir primeiro nos Açores e paulatinamente vamos investir na Madeira", afirmou.

Até 2020, a RTP conta ter "todos os canais a ser emitidos em HD [alta definição]", disse.

Por sua vez, o administrador Nuno Artur Silva disse que a RTP Internacional vai sofrer "uma transformação de imagem mais para o final do ano".

Sobre a produção nacional, o administrador salientou que a RTP está "a fazer mais" do que a lei pede. Já sobre um canal de conteúdos infantil, Nuno Artur Silva considerou que neste momento não é viável
http://www.noticiasaominuto.com/pais/527775/rtp-colabora-com-operadores-privados-na-busca-de-solucao-para-tdt

 

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RTP1 abre casting para nova série portuguesa

Depois de reveladas as apostas em Vidago Palace, Aqui Tão Longe e Os Boys, a RTP1 já está a preparar uma nova série nacional. 
 
A nova aposta da estação pública já está em fase de pré-produção e desta vez será a Endemol, a produtora da maioria dos reallity shows da TVI, a ficar responsável pelo formato.

Os castings para encontrar o elenco da série já estão a decorrer no estúdios da produtora mas, para já, ainda não há qualquer informação adicional sobre a história.
 
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É a série Dentro ou será outra?
Edited by Ivo
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  • 5 months later...
há 1 minutp, VascoSantos disse:

Sinais de Vida e, possivelmente, Aqui Tão Longe, foram vendidas para vários países asiáticos: http://www.dn.pt/media/interior/serie-portuguesa-sinais-de-vida-vai-ser-exibida-na-asia-5267806.html

É bom, mas mais valia exportar séries com mais qualidade, como Liberdade 21 ou Maternidade, para comprarem mais...

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  • 3 months later...

RTP, SIC e TVI em dificuldades com a perda de audiências

Na conferência da Associação de Produtores Independentes de Televisão [APIT] que decorreu ontem, o administrador da RTP, Nuno Artur Silva, disse que a sobrevivência das estações privadas em sinal aberto «passa por um investimento de quem tem, neste momento, o dinheiro».

O administrador da RTP refere-se às operadoras NOS, MEO, Vodafone e Nowo. Nuno Artur Silva defende que «há uma inequívoca perda de audiência e relevância dos canais generalistas».

«Seria desejável que a RTP tivesse mais dinheiro», afirmou Nuno Artur Silva, que desejava que a taxa da contribuição para o audiovisal, paga pelos portugueses na fatura da luz, aumentasse.

A representar as estações privadas tiveram Luís Proença da SIC e Bruno Santos da TVI, que reconhecem que todos os canais generalistas em sinal aberto vivem com «grande pressão», devido à quebra de audiências para os canais de cabo e outros.

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  • 1 month later...

Preparem-se! Vem aí grande polémica:

ERC toma decisão polémica e defende touradas na RTP

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A deliberação, citada pelo Correio da Manhã, defende que «os espetáculos tauromáquicos constituem uma parte integrante da herança cultural portuguesa, que o Estado tem a incumbência de promover e proteger».

O regulador dos media foi mais longe e considerou que as corridas de touros «não são suscetíveis de influir negativamente na formação da personalidade das crianças e de adolescentes» e, como tal, não infringem qualquer artigo da lei da TV.

ERC considera ainda que «não existem quaisquer impedimentos legais» à transmissão de touradas por parte da RTP e que proibir estas emissões «representaria uma compressão injustificada da liberdade de programação do operador de serviço público»

Notícia completa em:

http://www.....com/erc-toma-decisao-polemica-e-defende-touradas-na-rtp/

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há 10 minutos, VascoSantos disse:

Parece que houve greve hoje do pessoal do áudio do Centro de Produção do Norte, o que fez com que A Praça de hoje fosse cancelada e dessem um Best-Of: https://espalhafactos.com/2016/12/08/greve-cancela-praca-provoca-atrasos/

Eu bem achei estranho estarem a dar A Praça aos bocados...

Mas o Jornal da Tarde foi feito na RTP do Porto. Como é que fizeram?

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  • 4 weeks later...

Mau ano para a RTP1, mesmo com um Europeu que Portugal venceu continuou a descer na sua quota de mercado.
Torna-se cada vez mais pertinente a questão se não será melhor abolir a publicidade no primeiro canal, e tornar a RTP totalmente financiada pela taxa. Se com publicidade não se nota um esforço para ter audiências, para quê tê-la.
Privatizar o canal, na minha óptica, e agora que a TDT irá ter dois novos canais privados em breve, não se coloca de todo, pelo menos para mim.


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há 20 minutos, Rangel disse:

Mau ano para a RTP1, mesmo com um Europeu que Portugal venceu continuou a descer na sua quota de mercado.
Torna-se cada vez mais pertinente a questão se não será melhor abolir a publicidade no primeiro canal, e tornar a RTP totalmente financiada pela taxa. Se com publicidade não se nota um esforço para ter audiências, para quê tê-la.
Privatizar o canal, na minha óptica, e agora que a TDT irá ter dois novos canais privados em breve, não se coloca de todo, pelo menos para mim.

 

Concordo. Deviam fazer como a TVE. Mas para isso, a taxa devia de ser, já que temos uma das mais baixas da Europa.

Ao abolir a publicidade até atraiam público e a minha avó agradecia, que ela detesta publicidade (tanto que nem vê a TVI, que diz que só dá publicidade).

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há 2 horas, Televisão 10 disse:

Concordo. Deviam fazer como a TVE. Mas para isso, a taxa devia de ser, já que temos uma das mais baixas da Europa.

Ao abolir a publicidade até atraiam público e a minha avó agradecia, que ela detesta publicidade (tanto que nem vê a TVI, que diz que só dá publicidade).

Igual à minha :mosking: 

Também acho que deviam abolir a publicidade, hoje calhou estar na RTP1 ao almoço e num só intervalo deram 3 anúncios da EHS (Activa T, Active Posture, e outras coisas do género), depois dão anúncios daquela loja por telefone Galeria ou lá o que é (e dão 2 seguidos). Torna-se demais... eu nunca me chateei com publicidade mas estas tipo televendas enervam-me profundamente, mudo sempre de canal, excepto quando estou em casa de outras pessoas, como foi o caso de hoje :P

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há 10 minutos, Ambrósio disse:

Igual à minha :mosking: 

Também acho que deviam abolir a publicidade, hoje calhou estar na RTP1 ao almoço e num só intervalo deram 3 anúncios da EHS (Activa T, Active Posture, e outras coisas do género), depois dão anúncios daquela loja por telefone Galeria ou lá o que é (e dão 2 seguidos). Torna-se demais... eu nunca me chateei com publicidade mas estas tipo televendas enervam-me profundamente, mudo sempre de canal, excepto quando estou em casa de outras pessoas, como foi o caso de hoje :P

Concordo, a RTP passa muitas publicidades a esses produtos de televendas...

A minha avó só gosta dos canais do grupo RTP e do Euronews. Vê tantos noticiários, mas pouco percebe das notícias...

Edited by Televisão 10
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há 1 minuto, Televisão 10 disse:

Concordo, a RTP passa muitas publicidades a esses produtos de televendas...

A minha avó só gosta dos canais do grupo RTP e do Euronews. Vê tantos noticiários, mas pouco percebe das notícias...

Prefiro os intervalos da SIC e da TVI, são mais longos mas não têm esses anúncios chatos!

A minha é os canais do grupo RTP e a SIC, ela só tem a TDT. Agora passou a ver a RTP Memória também :P

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