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GfK - Medição de Audiências


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Audiências TV: Diferença entre SIC e TVI aumenta para 1,8 pontos. Hollywood sobe à terceira posição no cabo

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Na semana 50 do ano, o consumo televisivo regista um ligeiro retrocesso, mas ainda com valores muito próximos aos da primeira fase da pandemia. Esta semana o tempo dedicado à televisão, por indivíduo, foi de 6 horas e 24 minutos, ou seja, cerca de menos dois minutos do que na semana anterior.

Na equação do share, o Cabo perdeu terreno, ao captar apenas 36,6% do total da audiência produzida entre 7 e 13 Dezembro. Comportamento inverso registaram os generalistas privados, embora com velocidades diferentes, a SIC cresceu para os 18,9%, enquanto que a TVI apenas cresceu para os 17,1%. Esta diferença de crescimento repercute-se num aumento da diferença entre ambos, com o afastamento do canal de Paço de Arcos. A RTP1 repete os 11,7% de share da semana 49, continuando abaixo dos 13,5% de quota dos “Outros” (inclui o visionamento em time shift, streaming e vídeo/jogos).

A tabela dos canais Pay TV mais vistos é marcada pela alteração de posições. No pódio verifica-se a primeira mudança, com a subida do Hollywood ao terceiro lugar, afastando a Globo para a posição seguinte. Outra das trocas ocorreu entre a Fox e a TVI 24, com o canal de filmes/séries a ultrapassar o informativo da Media Capital. Entre os infantis verifica-se também uma troca, com o Disney a assumir de novo a liderança da tipologia, no nono lugar, com mais 400 telespectadores do que o Cartoon Network, que cai para a décima posição. Quanto à liderança, e mais uma vez com um retorno de três dígitos, pertence à CMTV.

Na programação o humor ganha ao futebol; o programa de Ricardo Araújo Pereira (o último de 2020) revelou-se o conteúdo mais visto pelos Portugueses ao registar 16,2% de audiência média. Com 15,2% seguiu-se o jogo da Champions com o Porto. Nazaré/2ª Temporada ocupou o terceiro lugar. A quarta posição coube à estreia de Patrões Fora, líder das audiências do dia de sábado. A edição de domingo do Jornal da Noite fechou o top das preferências.

O ranking dos programas mais vistos dos canais Pagos é inteiramente constituído por conteúdos CMTV exibidos no feriado de 8 de Dezembro, sendo Investigação CM/Comércio em Estado Crítico o programa que juntou mais audiência: 294,1 mil telespectadores.

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Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2020/12/audiencias-tv-diferenca-sic-tvi-aumenta-18-pontos-hollywood-passa-terceira-posicao-no-cabo/

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Ela odeia a TVI, nem se lhe ofereceres uma casa em Cascais  

Tenho uma amiga que tem.  E deve ser ela que dá a audiência toda à RTP2.  

GfK ganha concurso e garante medição de audiências até 2025.

GfK vai continuar a assegurar medição de audiências de televisão até 2025

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A GfK, que assegura os serviços de audimetria desde 2012, saiu vencedora do processo de consulta internacional lançado pela CAEM para a medição de audiências de televisão em Portugal. O concurso era disputado, além da incumbente, pela Marktest, Nielsen e Kantar Media. Entre as empresas consultadas, eram finalistas as propostas das quatro concorrentes, que receberam em meados do último ano os cadernos de encargos com o objectivo seleccionar a empresa que ficaria responsável pelo fornecimento do serviço de medição de audiências de televisão a partir do próximo dia 1 de Janeiro de 2021, num contrato válido por cinco anos.

“A empresa seleccionada, por deliberação tomada por unanimidade das três secções da CAEM, anunciantes, agências e meios, foi a GfK, Portugal Marketing Services S.A.”, avança a direcção da entidade em comunicado, onde salienta “o elevado empenho e qualidade técnica das propostas apresentadas nesta consulta”. A GfK será agora contratada para assegurar o serviço de audimetria para o período de 2021 a 2025.

“O principal objectivo do Estudo de Medição de Audiências de Televisão é continuar a proporcionar ao mercado uma leitura rigorosa, dentro das especificidades técnicas enquadradas pelas normas GGTAM (Global Guidelines for Television Audience Measurement) das audiências de televisão em Portugal, de forma regular e ajustada ao nível de desenvolvimento tecnológico, quer dos sistemas de emissão e distribuição de sinal televisivo, quer dos terminais disponibilizados ou a disponibilizar no mercado”, traçava a direcção da CAEM num comunicado emitido na altura em que foram conhecidas as quatro empresas finalistas no processo de consulta ao mercado.

No mesmo documento, a direcção da CAEM esclarecia que o processo de consulta ao mercado estava enquadrado “na prossecução do seu objectivo de garantir manutenção do papel da CAEM, no equilíbrio e estabilidade do mercado, incluindo a essencial actualização tecnológica da medição de audiências”. “A direcção da CAEM espera que assim possa contribuir de forma decisiva para a modernização dos processos de tomada de decisão de anunciantes, meios de comunicação social televisiva e agências de meios através de um Estudo de Audimetria de Televisão ajustado à realidade tecnológica deste meio e ao contexto audiovisual, crescentemente digital”, apontava ainda a entidade no mesmo comunicado.

Recorde-se que, no final de 2018, os RTP, SIC e TVI anunciaram um acordo transitório com a GfK para manter a medição de audiências até a realização de um novo concurso. Os três generalistas pretendiam que o serviço de medição de audiências de televisão, prestado pela GfK, fosse alvo de novo concurso durante o ano de 2019, servindo o referido acordo, que seria contestado pela APAN, para assegurar a medição até que o mesmo fosse concluído.

“Tendo presente que o contrato de prestação de serviços de medição de audiências celebrado entre a CAEM e a GfK cessa no próximo dia 31 de Dezembro, não tendo as partes logrado alcançar um entendimento relativamente à renovação ou prorrogação do mesmo, os operadores televisivos em apreço acordaram com a GfK, para garantir a estabilidade no mercado, a prestação do serviço de medição de audiências, a partir do dia 1 de Janeiro de 2019, por um período transitório de 12 meses”, explicavam, em comunicado conjunto, RTP, SIC e TVI. Entretanto, as partes chegariam a acordo e o contrato com a GfK acabaria por ser prolongado, em sede de CAEM, por mais um ano.

Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2020/12/gfk-vai-continuar-assegurar-medicao-audiencias-televisao-ate-2025/

 

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Audiências TV: Distância entre SIC e TVI aumenta para dois pontos percentuais

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Com a ausência de feriados, e com o abrandamento das medidas de confinamento, o consumo televisivo da semana 51 inverteu a marcha positiva das últimas semanas, registando, face à semana anterior, uma descida superior a 34 minutos/dia, tendo o tempo médio diário de visionamento da televisão por indivíduo sido de 5h50m.Relativamente à repartição da audiência, o share do cabo aumentou para os 36,7%. A SIC reteve os 18,9% da semana anterior, enquanto a TVI desceu para os 16,9%, aumentando assim a diferença de quota entre os dois canais. A RTP1 cresceu para os 12,1%, mas não o suficiente para ultrapassar os 13,1% de share dos Outros (inclui o visionamento em time shift, streaming e vídeo/jogos).

No top dos canais pagos, destaca-se o regresso da Globo à segunda posição, relegando para os lugares seguintes a SIC Notícias e o Hollywood. O lugar do meio da tabela pertence à Fox que ultrapassa o canal TVI Reality. A marcar de novo presença entre os mais vistos, e com entrada directa para o sétimo lugar, encontra-se o Fox Movies, com uma audiência de 28,3 mil telespectadores. Seguem-se a TVI 24, a Fox Life e o Disney Channel, o único infantil entre os mais vistos. CMTV volta a ter um desempenho de dois dígitos, mas permanece segura na liderança.

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Com um empate técnico de 14,1% de audiência média, a liderança da programação de 14 a 20 de Dezembro é repartida por Nazaré/2ª Temporada e Jornal da Noite. A estreia de Esperança/Especial Natal em simultâneo com a plataforma Opto foi o programa mais visto de sábado, tendo na tabela geral ocupado o terceiro lugar, com 13% de audiência, índice de audiência igual ao registado pela estreia de Abraços com História/Especial. Terra Brava/Especial fecha o ranking desta semana. Na programação dos Pay TV, o domínio dos conteúdos CMTV é apenas quebrado pela quinta posição do filme Hollywood A Lenda de Zorro.

Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2020/12/audiencias-tv-distancia-sic-tvi-aumenta-dois-pontos-percentuais/

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Audiências TV: SIC e TVI separadas por 1,3 pontos

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Na semana do Natal e como seria expectável assistimos a uma subida de mais 29 minutos do tempo médio dedicado ao visionamento da televisão. O consumo televisivo da semana 52 foi de 6h19m.

No que respeita à equação do share verifica-se uma transferência de quota do cabo e dos generalistas privados para a RTP1. O conjunto dos Pay TV desceu para os 36,1%. A SIC registou o pior resultado do ano, e não foi além dos 17,6%, tendo a TVI caído para os 16,3%, sendo agora menor a diferença entre estes dois. Quanto à RTP1 subiu para os 13,9%, e ultrapassou a quota dos Outros” (inclui o visionamento em time shift, streaming e vídeo/jogos), que esta semana foi de 13,8% de share.

No ranking dos canais Pagos mais vistos, a FOX protagoniza a maior subida da semana, ao ocupar o 2º lugar, com uma audiência de 60,6 mil telespectadores; posição anterior da Globo, que cai esta semana para o meio da tabela. Segue-se o FOX Movies, que regista o melhor desempenho do ano com uma audiência de 45,6 mil telespectadores; e a TVI 24, ambos à frente do canal TVI Reality que desceu para a 8ª posição. A última alteração da semana ocorreu entre o Disney Channel  e a FOX Life, que fecha o top. A CMTV regista uma perda de telespectadores, mas continua no entanto confortavelmente a assegurar a liderança do Cabo.

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Com 22,0% de audiência média, o jogo da “Supertaça Cândido de Oliveira/FC Porto x Benfica” revelou-se o programa que reuniu mais audiência entre 21 e 27 de dezembro. Segue-se com um empate de 14,6% de audiência o episódio de terça- feira da novela “Nazaré/Especial Natal”; e o líder da programação de sábado “Mental Samurai/Especial”. A edição de domingo do “Jornal da Noite” ocupou o 4º lugar; e “Terra Brava” o seguinte.

Na programação dos canais Cabo, a FOX ganhou com a aposta na transmissão dos filmes da saga “Velocidade Furiosa”, o “8” exibido na noite de 25 foi o que juntou mais telespectadores, sendo até à data o conteúdo FOX mais visto de 2020.

Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2020/12/audiencias-tv-sic-tvi-separadas-13-pontos/

 

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O Natal já lá vai há algum tempo, mas ficam aqui os tops da Nova Expressão para a semana de 21 a 27 de Dezembro.

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http://www.novaexpressao.pt/Nova Expressao Report_TV Informação Semana 52 2020.pdf

EMB a liderar o Vosdal em semana de Natal!
Cinema a dominar o top do Vosdal, como esperado.

Velocidade Furiosa 8 sensacional na Fox. Veremos se vai ter efeito na audiência hoje na SIC...
E outros filmes da saga teriam ocupado vários lugares do top se aparecessem (só aparece o melhor filme da FOX), como se pode ver no top da Meios e Publicidade. O mesmo para o Hollywood. Os dois canais com quase 12% de share na noite de 25 (fora o Fox Movies, etc...).

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há 2 horas, miguelalex23 disse:

E outros filmes da saga teriam ocupado vários lugares do top se aparecessem (só aparece o melhor filme da FOX), como se pode ver no top da Meios e Publicidade. O mesmo para o Hollywood. Os dois canais com quase 12% de share na noite de 25 (fora o Fox Movies, etc...).

Por acaso, sempre me perguntei porque é que isso acontece. A CMTV, a Globo, e os canais de notícias ocupam o top praticamente todo, e os outros canais só aparecem muito pontualmente e com programas isolados...

Então afinal eles só contam o programa mais visto de cada um desses canais?

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há 3 minutos, Filipe Simões disse:

Por acaso, sempre me perguntei porque é que isso acontece. A CMTV, a Globo, e os canais de notícias ocupam o top praticamente todo, e os outros canais só aparecem muito pontualmente e com programas isolados...

Então afinal eles só contam o programa mais visto de cada um desses canais?

Normalmente a regra é só incluir nos tops os episódios mais vistos de cada programa. A questão é que no top do NE consideram que todos os filmes da Fox são episódios de um programa chamado "Filme", e os do Hollywood são episódios de um programa chamado "Filme Hollywood". xD

Como também podes ver, não tiveram esse critério no "Natal Sempre Encantado: Cinema" da SIC.

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Audiências da última semana: A Máscara em destaque

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As medidas de restrição de circulação, a par do recolhimento obrigatório após às 13h reflectiram-se no aumento do consumo televisivo na semana da Passagem do Ano, com um crescimento no tempo médio de visionamento para as 6h43m, ou seja, mais 24 minutos do que na semana do Natal, em que as restrições foram mais ligeiras.

Na repartição da audiência por canal, o share do Cabo caiu para os 35,8%; sentido contrário registou a SIC, ao aumentar o share para os 18,4%; comportamento também seguido pela TVI, que cresceu para os 16,9%. Já a RTP1 revelou-se o canal que mais terreno perdeu, ao obter apenas 12,% do total da audiência produzida na semana 53 do ano. A quota dos Outros (que inclui o visionamento em time shift, streaming e vídeo/jogos) subiu 1 p.p. e registou um dos melhores valores de share de sempre: 14,8%.

Nos canais Pagos mais vistos, a novidade da semana vai para o regresso do AXN ao ranking, no sétimo lugar, com uma audiência média de 35,3 mil telespectadores, o máximo do último ano.

Quanto aos canais que subiram posições, o destaque vai para a SIC Notícias, no segundo lugar; para o Hollywood na terceira posição, para a TVI 24 no sexto lugar, e para a Fox Life na nona posição. Nas descidas e com uma perda de duas posições encontram-se a Fox, agora no quarto lugar e o Fox Movies no oitavo lugar; o infantil Disney Channel que caiu um lugar fecha o top. A CMTV e a Globo repetem as posições anteriores, respectivamente a da liderança, e a do meio da tabela.

O regresso de A Máscara veio para vencer, com emissões especiais na sexta, sábado e domingo, e com a transmissão de sábado com 17,2% de audiência a revelar-se o programa mais visto da semana. Segue-se o líder de domingo, o programa de humor de Ricardo Araújo Pereira, com 15,1%. Com o mesmo nível de audiência na terceira posição encontra-se um dos formatos da final do Big Brother – A Revolução: O Vencedor, que foi o programa mais visto do último dia de 2020. As posições seguintes pertencem ao Jornal da Noite e à novela Nazaré/2ª Temporada.

Na programação dos canais Pay TV, o domínio dos conteúdos CMTV é quebrado pelo filme da FOX, na segunda posição: XXX: O Regresso de Xander Cage.

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Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2021/01/audiencias-da-ultima-semana-mascara-destaque/

Audiências Dezembro: SIC e TVI separadas por 1,4 pontos. 4.7 milhões de portugueses a ver TV no último minuto do ano

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A SIC encerrou o ano a manter a liderança de canais. A estação de Paço de Arcos liderou o ranking de canais em Portugal em Dezembro com um share de 18.3%, menos 0.1 pontos percentuais (p.p.) face a Novembro. Seguiu-se a TVI com um share de 16.9% (+0.3 p.p. vs. novembro) e a RTP1 com 12.5% (+0.1 p.p. face a Novembro).

O conjunto dos canais Pay TV fechou dezembro com uma audiência média de 36.6%. Dezembro foi um mês de estreias e de renovação nas grelhas programáticas dos canais portugueses. Da SIC, destaque para a transmissão do primeiro episódio da série Esperança, protagonizada por César Mourão. O programa foi líder de audiências no seu dia de emissão e atingiu uma audiência média de mais de 1.2 milhões de telespectadores, a que correspondeu um share de 23.5%. Também da SIC, de referir ainda a estreia de Patrões Fora, que terminou o mês com uma audiência média de mais de 1.1 milhões de telespectadores e um share de 22.5%. Já a TVI transmitiu pela primeira vez Noite de Cristina. No dia em que foi para o ar, o programa foi o quarto mais visto, tendo atingido, em média, mais de 1.1 milhões de portugueses e um share de 22.6%.

Quem liderou dias de Natal e fim-de-ano
Olhando para a véspera de Natal, a SIC foi o canal escolhido pelos portugueses para passarem a consoada. Com um share de 18%, o canal liderou o dia, seguindo-se a TVI com 16.4% e a RTP1 com 14.7%. No dia de Natal, a SIC também liderou com um share de 17.8%. TVI registou 14.5% e a RTP1 13.8%.

Já no último dia do ano, foi a TVI quem subiu à liderança. Com um share de 19.7%, o canal apostou na transmissão da final do Big Brother – A Revolução para a passagem do ano. A SIC foi o segundo canal mais visto do dia (19.1%), seguindo-se a RTP1 com 13.7%. No minuto da viragem do ano (23h59 – 00h00) estavam a ver televisão em Portugal, em média, cerca de 4.7 milhões de portugueses, mais 1,2 milhões face ao ano anterior (crescimento de 33%).

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Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2021/01/audiencias-dezembro-sic-tvi-separadas-14-pontos-4-7-milhoes-portugueses-ver-tv-no-ultimo-minuto-do-ano/

Audiências 2020: Consumo cresce 18% em ano de pandemia. Share da SIC sobe e TVI e RTP1 descem face a 2019

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A análise de audiências de TV da agência de meios Initiative, que integra o grupo Mediabrands, revela que em 2020, o consumo televisivo em Portugal cresceu 18% face a 2019. Com os portugueses a ficarem em casa na maioria do tempo fruto dos confinamentos impostos pelo governo português como medidas de prevenção à covid-19, as audiências dos canais aumentaram.

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Assim, a SIC liderou pelo segundo ano consecutivo e terminou 2020 com um share de 19.8%, mais 0.6 pontos percentuais (p.p.) face ao ano anterior. Seguiu-se a TVI com 15.2% (-0.4 p.p. vs. 2019) e a RTP1 com 11.9% (-0.6 p.p. vs. 2019). Já o universo dos canais Pay TV verificou uma quota de share de 37.2%, menos 0.4 p.p. face a 2019. Nota para o consumo de Outros (visionamento residual de canais não auditados e outras utilizações do televisor como streaming e consolas), que registou um aumento de 1.4 p.p. face a 2019, atingindo um share de 13.2%.

Efeito Cristina Ferreira
2020 não ficou marcado apenas pela chegada da pandemia. A mudança de Cristina Ferreira da SIC para a TVI aqueceu o Verão e causou um ligeiro impacto nas audiências de canais. Embora a SIC lidere as audiências destacadamente há 23 meses consecutivos (desde Fevereiro de 2019), a TVI tem vindo a aproximar-se dos valores da sua principal concorrente desde que Cristina Ferreira se voltou a juntar aos quadros da estação de Queluz. Em Junho, antes da mudança, a TVI registava um share de 14.6%, estando a 5.9 p.p. de distância da SIC. Com o desenrolar dos meses, a TVI foi se aproximando, terminando dezembro com um share de 16.9%, a 1.4 p.p. da SIC.

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Futebol, RAP e reality shows
No balanço do ano, os conteúdos programáticos exibidos na televisão portuguesa mantiveram a inovação e a aposta em novos formatos de programas. Ainda assim, foi o futebol a liderar a tabela dos mais vistos do ano.

A partida a contar para a Supertaça Cândido de Oliveira (RTP1), que consagrou o FC Porto como vencedor, foi o programa mais visto do ano, tendo verificado uma audiência média de mais de 2,1 milhões de portugueses e um share de 40.2%. Seguiram-se a média dos jogos da selecção nacional para a Liga das Nações e a final da Taça de Portugal. Descartando eventos desportivos e analisando a média de todas as inserções de cada programa, Isto é Gozar com Quem Trabalha, de Ricardo Araújo Pereira, foi o mais visto do ano. Em média, o programa contou com uma audiência de cerca de 1.6 milhões de telespectadores a que correspondeu um share de 28.8%. Também da SIC, Quem Quer Namorar com o Agricultor? – A Decisão juntou, em média, mais de 1.5 milhões de portugueses e um share de 32.7%. A completar o top dos mais vistos esteve o momento que revelou o vencedor do Big Brother – A Revolução: O Vencedor. Em média, foram mais de 1.4 milhões de telespectadores que assistiram ao programa apresentado por Teresa Guilherme.

Quem ganha por faixa horária
Na análise por período horário, a SIC liderou em quase todos os momentos do dia, exceptuando as madrugadas lideradas pela TVI. As manhãs da SIC durante os dias de semana (7h30-12h30), protagonizadas num primeiro momento pelo Programa da Cristina e posteriormente pela Casa Feliz, permitiram à estação de Paço de Arcos encaixar um share de 15.5%. Já no período da tarde (14h30-18h30) foi o programa de Júlia Pinheiro a destacar-se face A Tarde É Sua, da TVI e a A Nossa Tarde, da RTP1. Neste período, A SIC registou um share de 17.2%. No prime-time (20h00-24h00) a SIC também foi líder, tanto nos dias de semana (24.7%) como aos fins de semana (22.4%).

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Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2021/01/audiencias-tv-2020-consumo-cresce-18-ano-pandemia-share-da-sic-sobe-tvi-rtp1-descem-face-2019/

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Top 20 dos debates das Presidenciais (com alguns simultâneos):

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Ou seja, o debate menos visto deve ter sido entre Marisa Matias, Ana Gomes ou Tiago Mayan com Vitorino Slva. Mesmo assim para quem queria deixar de parte o Vitorino Silva não deixam de ser bons resultados para o horário que foi num canal completamente morto audiometricamente e com muito pouca promoção.

Edited by canal5
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há 17 minutos, canal5 disse:

Top 20 dos debates das Presidenciais (com alguns simultâneos):

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Ou seja, o debate menos visto deve ter sido entre Marisa Matias, Ana Gomes ou Tiago Mayan com Vitorino Slva. Mesmo assim para quem queria deixar de parte o Vitorino Silva não deixam de ser bons resultados para o horário que foi num canal completamente morto audiometricamente e com muito pouca promoção.

Note-se que esses valores da RTP3 são apenas da emissão no cabo.

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Audiências da semana: Debate Marcelo-Ventura e nova novela ajudam à vitória à SIC

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O consumo televisivo da semana 1 de 2021, foi de seis horas, valor significativamente abaixo do registado na semana da passagem de ano.

Na equação do share, a quota do Cabo caiu para os 35,5%. Sentido inverso apresentou a SIC, ao alcançar 19,3% de share. Um comportamento de subida acompanhado também pela TVI que registou 17,8% de share. 1,5 pontos percentuais é agora o valor que separa o canal de Paço de Arcos, do canal de Queluz. Isto numa semana em que a RTP1 continua a apresentar uma quota inferior ao Outros (que inclui o visionamento em time shift, streaming e vídeo/jogos), 12,1% versus 13,0%.

Nos canais pagos mais vistos, o pódio não mexe, com a CMTV na liderança, com uma audiência de 97,4 mil telespectadores/dia. No quarto lugar encontra-se a Globo. Segue-se o TVI Reality que regressa ao top 10. O lugar seguinte pertence à Fox, que perdeu duas posições. A TVI 24 perde uma posição e ocupa agora o sétimo lugar. O Cartoon Portugal, que volta a ser o canal infantil com mais audiência, marca presença na oitava posição, à frente do Fox Movies e do Disney Channel que fecham o top da semana.

Na programação domínio para conteúdos SIC. Com 19,4% de audiência média, a liderança coube ao debate para as Presidenciais entre André Ventura e Marcelo Rebelo de Sousa, na quarta-feira. A estreia de Amor, Amor, líder de segunda-feira, obteve 15,4% de audiência e ocupou a terceira posição da geral. Já o final de Nazaré/Segunda Temporada, também líder de sexta-feira registou 15,2% de audiência.

Golos/Benfica x Tondela/Famalicão x FC Porto, com 330,3 mil telespectadores, revelou-se o programa Pay TV que reuniu mais audiência entre 4 e 10 de Janeiro. Seguem-se outros conteúdos CMTV. A fechar a tabela encontra-se o debate entre André Ventura e Marcelo Rebelo de Sousa, transmitido em simultâneo pela SIC e SIC Notícias, e que foi também líder do cabo na quarta-feira.

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Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2021/01/audiencias-da-semana-debate-marcelo-ventura-nova-novela-ajudam-vitoria-sic/

 

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NetAudience: Correio da Manhã encerra 2020 na liderança

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O Correio da Manhã despediu-se de 2020 como o meio de comunicação social com maior alcance digital em Portugal, totalizando em Dezembro um reach multiplataforma de 3 milhões e 808 mil pessoas. O diário da Cofina, que ocupa a liderança do NetAudience desde Agosto, viu o seu alcance digital crescer face aos 3 milhões e 542 mil pessoas que alcançou no mês anterior. Na segunda posição do ranking da Marktest continua a estar a TVI, que regista igualmente uma subida dos 3,33 milhões de pessoas alcançadas no digital em Novembro para 3,68 milhões no último mês do ano.

Com um reach multiplataforma de 3,27 milhões de pessoas, o Jornal de Notícias continua a encerrar o top 3, excluindo o Mundo Sapo. O agregador de conteúdos, que conta com títulos como o jornal I, Jornal Económico, Visão, Activa, Eco ou Polígrafo, totaliza um reach multiplataforma de 4 milhões e 185 mil pessoas, valor que assegura a liderança geral do ranking NetAudience.

Entre os títulos generalistas, o Expresso chega ao final do ano na quarta posição, que recuperou em Novembro ao superar o Diário de Notícias. Em Dezembro, o semanário da Impresa aumentou ligeiramente o seu reach digital dos 2,54 milhões de pessoas para os 2,57 milhões. Já o título do Global Media Group, que regressou ao formato diário em banca no dia 29 de Dezembro, viu o seu alcance digital recuar dos 2,54 milhões de pessoas alcançadas em Novembro para os 2,45 milhões no último mês de 2020. À frente destes dois títulos volta a surgir, em Dezembro, com um reach multiplataforma próximo dos 2,97 milhões de pessoas, a Flash. O Notícias ao Minuto, que em Junho ocupava a quinta posição do ranking geral, deixou no último ano de ser auditado pelo NetAudience, seguindo uma decisão que havia já sido tomada pelo Público. O diário da Sonaecom, recorde-se, abandonou o ranking da Marktest por não concordar com os critérios de análise.

O Record mantém a liderança no segmento desportivo apesar de descer dos 1,86 milhões de pessoas que havia alcançado no mês anterior para os 1,62 milhões, seguido por O Jogo, que desceu também de 1,62 milhões de pessoas alcançadas para 1,58 milhões em Dezembro, e pelo MaisFutebol, que alcançou 1,16 milhões de pessoas (regista 1,12 milhões em Novembro).

A liderança entre os títulos do segmento económico permanece igualmente nas mãos da Cofina, com o Jornal de Negócios muito próximo da fasquia dos 2 milhões de pessoas alcançadas nas plataformas digitais no mês anterior ao encerrar o ano com 1,97 milhões de reach. O Dinheiro Vivo regista uma descida dos 1,03 milhões de pessoas alcançadas em Novembro para cerca de 922 mil pessoas.

A SIC segue na segunda posição entre as estações de televisão, com um reach multiplataforma de 2,39 milhões de pessoas, ocupando a oitava posição no ranking geral. Já a RTP, que ocupa a 16ª posição, fica pelos 1,74 milhões de indivíduos alcançados no digital.

Nas rádios, a TSF recuperou em Dezembro a liderança perdida para a RFM no mês anterior apesar de registar um decréscimo das 1,31 milhões de pessoas alcançadas em Novembro para 1,2 milhões. Já a RFM, que registava em Novembro um reach digital de 1,39 milhões de pessoas, apresenta uma quebra para cerca de 982 mil pessoas alcançadas no último mês do ano. Segue-se a Comercial (704 mil pessoas), que ultrapassa a Renascença (659 mil pessoas).

Analisando os resultados por grupo de media, a Cofina encerra o ano na liderança, que ocupa desde o passado mês de Outubro, totalizando um reach multiplataforma de 4 milhões e 476 mil pessoas. O Global Media Group, que subiu à segunda posição em Novembro, mantém-se à frente da Media Capital com um reach digital de 4 milhões de 294 mil pessoas, seguida de muito perto pela dona da TVI, que chega ao final de 2020 na terceira posição com um reach multiplataforma de 4 milhões e 287 mil pessoas. Seguem-se a Impresa (3,6 milhões), a RTP (1,74 milhões) e a Renascença Multimédia (1,55 milhões).

O ranking NetAudience apresenta desde Maio de 2019 os números relativos ao reach agregado dos títulos que integram a rede Nónio: 5,41 milhões de indivíduos alcançados em multiplataforma no último mês. No passado mês de Junho passou também a incluir a rede Sapo, que totaliza cerca de 4,47 milhões de indivíduos alcançados.

Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2021/01/netaudience-correio-da-manha-encerra-2020-na-lideranca/

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A CAEM também lançou a evolução anual dos canais:

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É mais fácil observar o aumento da TVI e a diminuição da SIC ao longo do ano. Também se vê o boom do cabo durante o confinamento.

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Audiências TV: SIC e TVI descem por igual e continuam separadas por 1,5 pontos

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O consumo televisivo da semana 2 de 2021 manteve-se em linha com o registado na semana inicial do ano, com um valor de 6h02m por indivíduo, cerca de mais dois minutos face à semana anterior. No que respeita à repartição de audiência, o cabo recupera quota e alcança um share de 37,1%, esta semana, em sentido contrário ao que se regista entre os canais FTA, que apresentam tendência decrescente. Assim, a SIC regista na semana 2 do novo ano 18,7% de share e a TVI apresenta uma quota de audiência de 17,2%; com ambos os canais a registarem uma quebra semelhante, mantém-se a diferença de 1,5p.p. entre ambos. Também a RTP1 segue a mesma tendência e apresenta esta semana um share de 11,8%, mais uma vez inferior ao Outros (que inclui o visionamento em time shift, streaming e vídeo/jogos), que esta semana sobe ligeiramente para os 13,1%.

Nos canais pagos mais vistos a CMTV permanece imbatível na liderança, com uma audiência de 105,2 mil telespectadores/dia, seguida por SIC Notícias e pela Globo, que esta semana está de regresso ao pódio dos mais vistos. TVI Reality sobe um lugar e ocupa a posição que se segue, seguida por TVI 24, Fox e Hollywood, que cai agora até ao sétimo lugar. A fechar o top da semana estão Fox Movies e os infantis Disney Channel e Cartoon Portugal.

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Na programação é mais uma semana em que os conteúdos SIC ocupam toda a tabela dos mais vistos: a liderança da semana é para Isto é Gozar com quem Trabalha – 3ª Dose, com 15,5% de audiência média, a marcar o regresso do programa de Ricardo Araújo Pereira ao topo da tabela. Seguem-se o Jornal da Noite de domingo, a nova novela Amor, Amor e os dois programas do serão de sábado: A Máscara e Patrões Fora.

No que respeita aos conteúdos Pay TV, o CM Jornal 20H de dia 15, dia de início do novo confinamento geral, lidera a tabela, com as restantes posições a serem repartidas entre CMTV e SIC Notícias, com conteúdos noticiosos e desportivos.

Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2021/01/audiencias-tv-sic-tvi-descem-continuam-separadas-15-pontos/

 

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TV: Os programas que lideraram audiências, gravações e redes sociais em Dezembro

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O futebol continua a dominar o Top 10 de programas tendo ocupado as 3 primeiras posições do Top. A liderar o Top 10 temos o encontro da Supertaça entre o FC Porto e SL Benfica transmitido na RTP1, a 23 de Dezembro, com 2.140.000 espectadores.

Na quarta posição ficou o magazine humorístico de Ricardo Araújo Pereira, transmitido na SIC a 13 de Dezembro, “Isto é Gozar com Quem Trabalha”.

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Destaque, também, para a última edição do “Big Brother – A Revolução”, na sexta posição, transmitido na TVI a 31 de Dezembro, com 1.426.500 espectadores de audiência média.

Nos programas gravados e visionados no próprio dia, o melhor programa foi “Isto é Gozar com Quem Trabalha”. Nas gravações de 7 dias, a liderança pertenceu ao episódio especial da série “Esperança”, transmitido na SIC a 19 de Dezembro.

Nas redes sociais, na primeira posição da tabela mantém-se em destaque o reality show “Big Brother”, que terminou a edição “Big Brother Revolução” na noite de passagem de ano.

Em segundo lugar, mantém-se o programa da RTP, “The Voice Portugal” e na terceira posição encontra-se a telenovela da TVI “Bem Me Quer”.

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Devido à existência de vários retweets sobre a Cristina Ferreira ter dito que ia ser rival do “Preço Certo”, este programa subiu para o quarto lugar da tabela em termos de menções.

Na quinta e sexta posição está a série “Morangos com Açucar” e a telenovela “Quer o Destino”, que apesar de já ter terminado a sua exibição, continua a ser muito mencionada no Twitter.

A telenovela da TVI “Amar Demais” ocupa o sétimo lugar da tabela.

Para finalizar este Top 10, encontram-se também os programas “Mais Futebol”, “Você na TV” e “Casa Feliz”.

Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2021/01/tv-os-programas-lideraram-audiencias-gravacoes-redes-sociais-dezembro/

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On 04/01/2021 at 19:02, TekClub disse:

Audiências da última semana: A Máscara em destaque

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As medidas de restrição de circulação, a par do recolhimento obrigatório após às 13h reflectiram-se no aumento do consumo televisivo na semana da Passagem do Ano, com um crescimento no tempo médio de visionamento para as 6h43m, ou seja, mais 24 minutos do que na semana do Natal, em que as restrições foram mais ligeiras.

Na repartição da audiência por canal, o share do Cabo caiu para os 35,8%; sentido contrário registou a SIC, ao aumentar o share para os 18,4%; comportamento também seguido pela TVI, que cresceu para os 16,9%. Já a RTP1 revelou-se o canal que mais terreno perdeu, ao obter apenas 12,% do total da audiência produzida na semana 53 do ano. A quota dos Outros (que inclui o visionamento em time shift, streaming e vídeo/jogos) subiu 1 p.p. e registou um dos melhores valores de share de sempre: 14,8%.

Nos canais Pagos mais vistos, a novidade da semana vai para o regresso do AXN ao ranking, no sétimo lugar, com uma audiência média de 35,3 mil telespectadores, o máximo do último ano.

Quanto aos canais que subiram posições, o destaque vai para a SIC Notícias, no segundo lugar; para o Hollywood na terceira posição, para a TVI 24 no sexto lugar, e para a Fox Life na nona posição. Nas descidas e com uma perda de duas posições encontram-se a Fox, agora no quarto lugar e o Fox Movies no oitavo lugar; o infantil Disney Channel que caiu um lugar fecha o top. A CMTV e a Globo repetem as posições anteriores, respectivamente a da liderança, e a do meio da tabela.

O regresso de A Máscara veio para vencer, com emissões especiais na sexta, sábado e domingo, e com a transmissão de sábado com 17,2% de audiência a revelar-se o programa mais visto da semana. Segue-se o líder de domingo, o programa de humor de Ricardo Araújo Pereira, com 15,1%. Com o mesmo nível de audiência na terceira posição encontra-se um dos formatos da final do Big Brother – A Revolução: O Vencedor, que foi o programa mais visto do último dia de 2020. As posições seguintes pertencem ao Jornal da Noite e à novela Nazaré/2ª Temporada.

Na programação dos canais Pay TV, o domínio dos conteúdos CMTV é quebrado pelo filme da FOX, na segunda posição: XXX: O Regresso de Xander Cage.

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Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2021/01/audiencias-da-ultima-semana-mascara-destaque/

Audiências Dezembro: SIC e TVI separadas por 1,4 pontos. 4.7 milhões de portugueses a ver TV no último minuto do ano

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A SIC encerrou o ano a manter a liderança de canais. A estação de Paço de Arcos liderou o ranking de canais em Portugal em Dezembro com um share de 18.3%, menos 0.1 pontos percentuais (p.p.) face a Novembro. Seguiu-se a TVI com um share de 16.9% (+0.3 p.p. vs. novembro) e a RTP1 com 12.5% (+0.1 p.p. face a Novembro).

O conjunto dos canais Pay TV fechou dezembro com uma audiência média de 36.6%. Dezembro foi um mês de estreias e de renovação nas grelhas programáticas dos canais portugueses. Da SIC, destaque para a transmissão do primeiro episódio da série Esperança, protagonizada por César Mourão. O programa foi líder de audiências no seu dia de emissão e atingiu uma audiência média de mais de 1.2 milhões de telespectadores, a que correspondeu um share de 23.5%. Também da SIC, de referir ainda a estreia de Patrões Fora, que terminou o mês com uma audiência média de mais de 1.1 milhões de telespectadores e um share de 22.5%. Já a TVI transmitiu pela primeira vez Noite de Cristina. No dia em que foi para o ar, o programa foi o quarto mais visto, tendo atingido, em média, mais de 1.1 milhões de portugueses e um share de 22.6%.

Quem liderou dias de Natal e fim-de-ano
Olhando para a véspera de Natal, a SIC foi o canal escolhido pelos portugueses para passarem a consoada. Com um share de 18%, o canal liderou o dia, seguindo-se a TVI com 16.4% e a RTP1 com 14.7%. No dia de Natal, a SIC também liderou com um share de 17.8%. TVI registou 14.5% e a RTP1 13.8%.

Já no último dia do ano, foi a TVI quem subiu à liderança. Com um share de 19.7%, o canal apostou na transmissão da final do Big Brother – A Revolução para a passagem do ano. A SIC foi o segundo canal mais visto do dia (19.1%), seguindo-se a RTP1 com 13.7%. No minuto da viragem do ano (23h59 – 00h00) estavam a ver televisão em Portugal, em média, cerca de 4.7 milhões de portugueses, mais 1,2 milhões face ao ano anterior (crescimento de 33%).

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Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2021/01/audiencias-dezembro-sic-tvi-separadas-14-pontos-4-7-milhoes-portugueses-ver-tv-no-ultimo-minuto-do-ano/

Audiências 2020: Consumo cresce 18% em ano de pandemia. Share da SIC sobe e TVI e RTP1 descem face a 2019

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A análise de audiências de TV da agência de meios Initiative, que integra o grupo Mediabrands, revela que em 2020, o consumo televisivo em Portugal cresceu 18% face a 2019. Com os portugueses a ficarem em casa na maioria do tempo fruto dos confinamentos impostos pelo governo português como medidas de prevenção à covid-19, as audiências dos canais aumentaram.

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Assim, a SIC liderou pelo segundo ano consecutivo e terminou 2020 com um share de 19.8%, mais 0.6 pontos percentuais (p.p.) face ao ano anterior. Seguiu-se a TVI com 15.2% (-0.4 p.p. vs. 2019) e a RTP1 com 11.9% (-0.6 p.p. vs. 2019). Já o universo dos canais Pay TV verificou uma quota de share de 37.2%, menos 0.4 p.p. face a 2019. Nota para o consumo de Outros (visionamento residual de canais não auditados e outras utilizações do televisor como streaming e consolas), que registou um aumento de 1.4 p.p. face a 2019, atingindo um share de 13.2%.

Efeito Cristina Ferreira
2020 não ficou marcado apenas pela chegada da pandemia. A mudança de Cristina Ferreira da SIC para a TVI aqueceu o Verão e causou um ligeiro impacto nas audiências de canais. Embora a SIC lidere as audiências destacadamente há 23 meses consecutivos (desde Fevereiro de 2019), a TVI tem vindo a aproximar-se dos valores da sua principal concorrente desde que Cristina Ferreira se voltou a juntar aos quadros da estação de Queluz. Em Junho, antes da mudança, a TVI registava um share de 14.6%, estando a 5.9 p.p. de distância da SIC. Com o desenrolar dos meses, a TVI foi se aproximando, terminando dezembro com um share de 16.9%, a 1.4 p.p. da SIC.

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Futebol, RAP e reality shows
No balanço do ano, os conteúdos programáticos exibidos na televisão portuguesa mantiveram a inovação e a aposta em novos formatos de programas. Ainda assim, foi o futebol a liderar a tabela dos mais vistos do ano.

A partida a contar para a Supertaça Cândido de Oliveira (RTP1), que consagrou o FC Porto como vencedor, foi o programa mais visto do ano, tendo verificado uma audiência média de mais de 2,1 milhões de portugueses e um share de 40.2%. Seguiram-se a média dos jogos da selecção nacional para a Liga das Nações e a final da Taça de Portugal. Descartando eventos desportivos e analisando a média de todas as inserções de cada programa, Isto é Gozar com Quem Trabalha, de Ricardo Araújo Pereira, foi o mais visto do ano. Em média, o programa contou com uma audiência de cerca de 1.6 milhões de telespectadores a que correspondeu um share de 28.8%. Também da SIC, Quem Quer Namorar com o Agricultor? – A Decisão juntou, em média, mais de 1.5 milhões de portugueses e um share de 32.7%. A completar o top dos mais vistos esteve o momento que revelou o vencedor do Big Brother – A Revolução: O Vencedor. Em média, foram mais de 1.4 milhões de telespectadores que assistiram ao programa apresentado por Teresa Guilherme.

Quem ganha por faixa horária
Na análise por período horário, a SIC liderou em quase todos os momentos do dia, exceptuando as madrugadas lideradas pela TVI. As manhãs da SIC durante os dias de semana (7h30-12h30), protagonizadas num primeiro momento pelo Programa da Cristina e posteriormente pela Casa Feliz, permitiram à estação de Paço de Arcos encaixar um share de 15.5%. Já no período da tarde (14h30-18h30) foi o programa de Júlia Pinheiro a destacar-se face A Tarde É Sua, da TVI e a A Nossa Tarde, da RTP1. Neste período, A SIC registou um share de 17.2%. No prime-time (20h00-24h00) a SIC também foi líder, tanto nos dias de semana (24.7%) como aos fins de semana (22.4%).

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Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2021/01/audiencias-tv-2020-consumo-cresce-18-ano-pandemia-share-da-sic-sobe-tvi-rtp1-descem-face-2019/

Ninguém tira da TVI a liderança nas madrugadas :clap:

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As audiências da tomada de posse de Joe Biden:

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Como se pode ver faria bons resultados pelo menos na RTP1, tal como fez a Rai 1 por exemplo.
Talvez se não fosse tão em cima das presidenciais equacionavam transmitir, é que não me lembro de a de Trump ter sido e lá viriam acusações de parcialidade.

Edited by canal5
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AUDIÊNCIAS TV: SIC REFORÇA LIDERANÇA NA PRIMEIRA SEMANA DO NOVO CONFINAMENTO

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Na semana 3 de 2021, primeira semana completa do novo confinamento geral, o consumo de televisão diário por indivíduo subiu para cerca de 6h48m, o que representa um acréscimo de cerca de 45 minutos por dia face à semana anterior. Quanto à distribuição da audiência, esta semana SIC e Outros são os únicos a reforçar o valor do seu share semanal. Assim, o cabo recua ligeiramente e obtém um share de 36,9%, a SIC chega aos 19,8% de share e a TVI apresenta esta semana um share de 16,3%. A RTP1 regista a mesma tendência decrescente na semana 3, com um valor de share de 10,9%, inferior ao Outros (que inclui o visionamento em time shift, streaming e vídeo/jogos), que esta semana alcança os 13,6%.

Nos canais pagos mais vistos, a CMTV continua na liderança, seguida igualmente pela SIC Notícias e esta semana pela TVI24, numa semana em que a actualidade noticiosa foi marcada pelo agravar da situação da pandemia e pela campanha eleitoral. Globo, Hollywood e TVI Reality ocupam as posições seguintes, com a Fox, Fox Movies e os infantis Disney Junior e Cartoon Portugal a ocuparem as restantes posições da tabela dos mais vistos.

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Na programação, e em semana de jogos da Final Four da Allianz Cup-Taça da Liga, o jogo da meia-final que colocou frente a frente o Sporting de Braga e o Benfica foi o programa mais visto da semana e, até agora, de 2021. Seguem-se o jogo da final com Sporting e Sporting de Braga, o especial pós jogo Allianz Cup: Final Four – O Campeão, o Jornal da Noite e um episódio de Amor. Amor, tudo conteúdos SIC.

No que respeita aos conteúdos Pay TV, esta semana foi um programa da TVI24: Especial 24/Portugal com Hospitais em Ruptura a alcançar a liderança da oferta cabo, com os restantes conteúdos a pertenceram à CMTV: Jornal 7, Separados pela Vida (R), Investigação CM/Covid-19: O Sobrevivente e Notícias CM.

Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2021/01/audiencias-tv-sic-reforca-lideranca-na-primeira-semana-do-novo-confinamento/

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