Jump to content

Recommended Posts

  • Replies 926
  • Created
  • Last Reply

Top Posters In This Topic

Top Posters In This Topic

Popular Posts

Hidden Content Sign in or sign up to see the hidden content.

Júlia - O outro canal. Goucha - Vi a Esperança na SIC e assinei a OPTO para ver a série.

Encontrou-se um dos 6 subscritores 

Mais um programa óptimo hoje. A miúda que foi contar a história do Covid era super despachada e com graça, o Goucha a distribuir Ferrero Rocher pelas janelas também foi muito bom. Mas o que eu mais gosto do programa às sextas-feiras é a última parte com um convidado famoso + Rui, e depois o convidado junta-se à cozinha. A entrevista com a Inês foi óptima como a da semana passada com a Sofia Ribeiro já tinha sido.

  • Like 2
Link to post
Share on other sites

Espero não ser mal interpretado, mas...

Esta semana voltaram a falar de violência doméstica (acho que falam todas as semanas) e amanhã vão entrevistar mais um transsexual, depois da entrevista marcante - e fantástica diga-se de passagem - que tiveram há umas duas semanas.

Não menosprezando, obviamente, a importância de falar sobre estes assuntos, mas podiam diversificar um pouco os temas. :ph34r: Já não basta o programa ser semelhante ao da Júlia, ainda repetem as mesmas histórias.

Link to post
Share on other sites

O Goucha podia fazer uma formação para entrevistar pessoas Trans. Deadnaming é algo que deveria ser contido. Uma coisa é a família referir a outra pessoa que conheceram, mas o Goucha só está a entrevistar o Lucas, estar constantemente a utilizar pronomes como "ela" e referir-se ao nome anterior de uma pessoa Trans, é algo errado. 

Perguntar-lhe tb se só porque se decidiu afirmar como Trans, não consegue enfrentar o bullying tb não foi certo. 

O Goucha só se assumiu como gay, quando já tinha a vida feita. Ele faz alguma ideia do sofrimento que uma pessoa Trans passa em período escolar? Como os outros adolescentes são cruéis?

Enfim. A entrevista valeu pelo excelente entrevistado. O Lucas, que eu conheço pessoalmente do Arraial Pride, é um ser humano fantástico e eu gostava de um dia ter 1/5 da coragem que ele tem. 

  • Like 2
Link to post
Share on other sites
há 8 horas, Faded disse:

O Goucha podia fazer uma formação para entrevistar pessoas Trans. Deadnaming é algo que deveria ser contido. Uma coisa é a família referir a outra pessoa que conheceram, mas o Goucha só está a entrevistar o Lucas, estar constantemente a utilizar pronomes como "ela" e referir-se ao nome anterior de uma pessoa Trans, é algo errado. 

Perguntar-lhe tb se só porque se decidiu afirmar como Trans, não consegue enfrentar o bullying tb não foi certo. 

O Goucha só se assumiu como gay, quando já tinha a vida feita. Ele faz alguma ideia do sofrimento que uma pessoa Trans passa em período escolar? Como os outros adolescentes são cruéis?

Enfim. A entrevista valeu pelo excelente entrevistado. O Lucas, que eu conheço pessoalmente do Arraial Pride, é um ser humano fantástico e eu gostava de um dia ter 1/5 da coragem que ele tem. 

Tinha de vir a militância. 

O Goucha é um óptimo entrevistador, e pelo menos traz estes assuntos aos seus programas e fá-lo com a maior das naturalidades e orgulho das pessoas que passam por esse processo, e também pelos pais que apoiam incondicionalmente os filhos. 

No meio disto tudo, em que ele tenta normalizar a situação, criticares por causa do léxico, é só criticar por criticar. É por causa dessa demagogia toda que há muita gente, até eu, que começa a ficar totalmente confusa sobre como gerir uma situação semelhante, mesmo em relação a pessoas não binárias, etc. Dentro do português corrente, lamento, é assim que se fala.

  • Like 3
  • Love 1
Link to post
Share on other sites
há 4 minutos, Mar-Vell disse:

Tinha de vir a militância. 

O Goucha é um óptimo entrevistador, e pelo menos traz estes assuntos aos seus programas e fá-lo com a maior das naturalidades e orgulho das pessoas que passam por esse processo, e também pelos pais que apoiam incondicionalmente os filhos. 

No meio disto tudo, em que ele tenta normalizar a situação, criticares por causa do léxico, é só criticar por criticar. É por causa dessa demagogia toda que há muita gente, até eu, que começa a ficar totalmente confusa sobre como gerir uma situação semelhante, mesmo em relação a pessoas não binárias, etc. Dentro do português corrente, lamento, é assim que se fala.

Neste caso não tem nada a ver com não-binariedade e sim com deadnaming de uma pessoa trans. O Goucha podia ter evitado referir o nome anterior do Lucas. Essa pessoa já não existe e só quem o conheceu com o nome anterior é que devia de poder referir-se a ele. O Goucha é o entrevistador, o que não lhe dó o direito de fazer isso. 

É uma questão de respeito pela pessoa. Se ele se identifica apenas com o pronome "ele", só deve ser tratado por ele. 

Até a Fátima respeitava isso quando entrevistava pessoas trans. 

  • Like 2
Link to post
Share on other sites
há 35 minutos, Faded disse:

Neste caso não tem nada a ver com não-binariedade e sim com deadnaming de uma pessoa trans. O Goucha podia ter evitado referir o nome anterior do Lucas. Essa pessoa já não existe e só quem o conheceu com o nome anterior é que devia de poder referir-se a ele. O Goucha é o entrevistador, o que não lhe dó o direito de fazer isso. 

É uma questão de respeito pela pessoa. Se ele se identifica apenas com o pronome "ele", só deve ser tratado por ele. 

Até a Fátima respeitava isso quando entrevistava pessoas trans. 

Gostando-se ou não, a pessoa que ele era antes fez parte dele.

Foi um momento da sua existência e se há uma apresentação do background, acho que é normal o Goucha referir-se à pessoa que ele era até então. 

Tem de se facilitar os processos de aceitação da parte das pessoas. Se se começarem a atacar toda a gente só porque está mal dizer ele/ela, ou referenciar nomes do passado, então assim só dificulta o processo de aceitação e compreensão da sociedade em geral. 

  • Like 4
Link to post
Share on other sites
há 1 hora, mrimbaiwtshc disse:

Quinta-Feira Goucha entrevista a mãe do Rui Pedro, no dia em que se assinalam 23 anos do seu desaparecimento. Entrevista já foi gravada, ao estilo das entrevistas que a Júlia costuma ter no programa também. 

É arrepiante o sofrimento daquela mãe.

  • Like 3
Link to post
Share on other sites

Acabei de ver a entrevista com a Paula Neves e só tenho de dizer... que delícia! Entrevista muito natural, equilibrada, deu para rir, para chorar, conhecer melhor pessoal e profissionalmente!
Gostei muito! A Paula é uma querida

Hidden Content

    Sign in or sign up to see the hidden content.



Enviado do meu iPhone usando o Tapatalk

  • Like 4
Link to post
Share on other sites
11 hours ago, rvben said:

Parece que todos os anos têm de “festejar” o desaparecimento, acho que abusam... o que há de novo para acrescentar no sofrimento daquela mãe?

Exato. Se estivesse confirmado que o rapaz tivesse morrido nao o faziam.

Mas a familia so o faz porque quer... Tenho as minhas desconfiancas em relacao as reais intencoes deste tipo de familias/pessoas.

  • Shock 2
Link to post
Share on other sites

É uma forma das pessoas não se esquecerem do Rui Pedro. É por isso que a mãe dá entrevistas.

Eu acho que faz sentido, mas claro que há um certo aproveitamento. Mas pronto, há sempre a remota possibilidade de um dia ele aparecer...

  • Like 3
Link to post
Share on other sites
há 18 minutos, EFernando disse:

A mãe fala porque eu creio que ainda mantém a esperança de encontrar filho e dando estas entrevistas é uma maneira de não deixar cair o caso em esquecimento.

Verdade. E estas entrevistas são uma forma das pessoas também não se esquecerem do Rui Pedro.

  • Like 2
Link to post
Share on other sites

Eu nao sou insensivel e percebo os vossos comentarios. Mas pondo-me no lugar dessa pessoa eu nunca iria passar mais de 20 anos a ir a programas prolongar o meu sofrimento. Ha lugar para o luto, mas tambem tem de se ser racional e perceber que passados 10 anos provavelmente ja nao ha nada a fazer. O que e que ela quer que as pessoas facam? Como e que passado 23 anos alguem vai reconhecer o rapaz, mesmo que ele esteja vivo?

Nao havendo nada que se possa fazer na pratica, resta apenas o alivio de fazer o choradinho em TV e talvez o sentimento de culpa de "se deixar de ir, nao vou sentir que fiz tudo aquilo que podia". Se for catartico para a senhora e lhe fizer melhor, nada contra. Mas desconfio de que existam outros interesses por tras disso.

  • Like 1
Link to post
Share on other sites
há 10 minutos, mastiksoil disse:

Eu nao sou insensivel e percebo os vossos comentarios. Mas pondo-me no lugar dessa pessoa eu nunca iria passar mais de 20 anos a ir a programas prolongar o meu sofrimento. Ha lugar para o luto, mas tambem tem de se ser racional e perceber que passados 10 anos provavelmente ja nao ha nada a fazer. O que e que ela quer que as pessoas facam? Como e que passado 23 anos alguem vai reconhecer o rapaz, mesmo que ele esteja vivo?

Nao havendo nada que se possa fazer na pratica, resta apenas o alivio de fazer o choradinho em TV e talvez o sentimento de culpa de "se deixar de ir, nao vou sentir que fiz tudo aquilo que podia". Se for catartico para a senhora e lhe fizer melhor, nada contra. Mas desconfio de que existam outros interesses por tras disso.

Não sabes o que dizes.

Nem sequer imaginar o que será estar no lugar daquela mulher e mãe. 

  • Like 2
  • Thanks 2
Link to post
Share on other sites
há 3 horas, mastiksoil disse:

Eu nao sou insensivel e percebo os vossos comentarios. Mas pondo-me no lugar dessa pessoa eu nunca iria passar mais de 20 anos a ir a programas prolongar o meu sofrimento. Ha lugar para o luto, mas tambem tem de se ser racional e perceber que passados 10 anos provavelmente ja nao ha nada a fazer. O que e que ela quer que as pessoas facam? Como e que passado 23 anos alguem vai reconhecer o rapaz, mesmo que ele esteja vivo?

Nao havendo nada que se possa fazer na pratica, resta apenas o alivio de fazer o choradinho em TV e talvez o sentimento de culpa de "se deixar de ir, nao vou sentir que fiz tudo aquilo que podia". Se for catartico para a senhora e lhe fizer melhor, nada contra. Mas desconfio de que existam outros interesses por tras disso.

Isso não é assim. Existe um caso na Áustria, da Natascha Kampusch, que esteve sequestrada durante 10 anos, conseguiu fugir e voltou para junto da família. Nestes casos a esperança é a única a morrer.

Link to post
Share on other sites

Amanhã, entrevista à top model convertida em apresentadora alcoólica do Somos Portugal e atriz de renome, Marisa Cruz. Daqui a umas semanas, ficam sem matéria-prima para entrevistas conduzidas pelo Manel, dado que são às 3 e 4 semanalmente, entre Goucha e Conta-me.  :haha:

  • LOL 1
Link to post
Share on other sites
há 14 minutos, Da ni el disse:

Amanhã, entrevista à top model convertida em apresentadora alcoólica do Somos Portugal e atriz de renome, Marisa Cruz. Daqui a umas semanas, ficam sem matéria-prima para entrevistas conduzidas pelo Manel, dado que são às 3 e 4 semanalmente, entre Goucha e Conta-me.  :haha:

Ainda há muita gente.....Calma ahahahah

Link to post
Share on other sites

Join the conversation

You can post now and register later. If you have an account, sign in now to post with your account.

Guest
Reply to this topic...

×   Pasted as rich text.   Restore formatting

  Only 75 emoji are allowed.

×   Your link has been automatically embedded.   Display as a link instead

×   Your previous content has been restored.   Clear editor

×   You cannot paste images directly. Upload or insert images from URL.

×
×
  • Create New...