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O Nickelodeon é o canal infantil mais antigo dos EUA e do mundo, tendo sido fundado à laia da operadora experimental QUBE, da Warner-Amex Communications, a 1 de Dezembro de 1977, sob a designação Pinwheel. A 1 de Abril de 1979 o canal passa a nacional e adopta a designação que ainda usa, em homenagem a salas de cinema dos anos 20 onde se viam filmes a um preço baixo. Passados uns anos, a Warner-Amex vendeu o canal e a MTV à Viacom, que ajudou a internacionalizar as marcas mais tarde. Só em 1993 é que o canal passou a se internacionalizar, já numa altura em que o canal produzia uma boa quantidade de séries próprias e animações também (a marca Nicktoons aparece em 1991), num canal que outrora era alimentado à base de conteúdo de terceiros. Uma história mais aprofundada do canal nos EUA pode ser vista na série Nick Knacks, que agora vai em 1984 (volta e meia aparecem adendas).

Apesar do canal chegar a Portugal em 2005, a sua história em Portugal é bem mais antiga. Aliás, é tão antigo como o canal no Reino Unido, que foi fundado com a plataforma paga SKY Multichannels, a 1 de Setembro de 1993. Ora, o que sucede? Parece que nos primórdios da televisão por cabo, a primeira das operadoras, a Cabo TV Madeirense, chegou a piratear as emissões de alguns dos canais da SKY, antes de passar a ser codificada, como o TLC britânico (o primeiro) ou o primeiro canal infantil europeu, The Children's Channel. Ora, no dia em que o pacote foi criado (para prevenir as emissões "ilegais" dos canais do pacote fora do Reino Unido e da Irlanda), nascia a versão britânica do Nickelodeon que nunca teve intenções de ser europeia, ao contrário da MTV, que só teve uma versão britânica mais tarde, quando a Viacom entrou num processo de regionalização do canal (Portugal só teve em 2003). Passado algum tempo, a Cabo TV Madeirense decidiu trocar o recém-codificado TCC pelo Nickelodeon, mas teve de o "disfarçar" e baptizou-o de "Canal Infantil". Maravilhoso.

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Já a marca chegou de maneira "legal" em 1994. E eu digo "a marca" e não "o canal" porque fizeram algo parecido com a Europa Television, porém, ao contrário da Europa TV, era a falta de canais infantis em português. Mas aqui, a presmissa é outra: o Nickelodeon era um bloco inserido na programação dos fins-de-semana da SIC. A SIC abria um pouco mais cedo aos fins-de-semana (por volta das dez da manhã) e o Buéréré ainda não chegou à sua fase mais recordada, a do Xou da Xuxa português. A solução foi criar o Espaço Nickelodeon, o segundo espaço infantil do canal. Dava por volta das 11:30, depois do Buéréré, e durou cerca de um ano.

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O Espaço Nickelodeon consistia basicamente em desenhos animados (pelo que li, inicialmente com legendas e depois dobrados) e o concurso português Tudo ou Nada, adaptado, salvo erro, ou do GUTS ou do Double Dare. (Para os nossos leitores brasileiros, o Passa ou Repassa era uma adaptação brasileira do Double Dare, mas com uma tónica menos infantil.) Do Tudo ou Nada não consegui encontrar um excerto, mas cheguei a ver há uns anos num programa qualquer da SIC (não me lembro qual), em que o apresentador falou sobre o seu passado e como o Tudo ou Nada influenciou a sua carreira. Foi também emitido o concurso Global GUTS, da qual Portugal participou. Só não dava era Ren e Stimpy, que chegou a dar depois do Jornal da Noite, aos fins-de-semana.

Infelizmente, não sei quando exactamente é que deixou de ser emitido. As minhas estimativas apontam para 1995 ou 1996, e a partir daqui as séries do Nickelodeon passaram a ser integradas no Buéréré e, mais tarde, no Iô-Iô. Diversas foram as séries que passaram pela SIC, e quase sempre animação (não havia tempo para séries de imagem real): SpongeBob SquarePants, Invader Zim, A Família Thornberry, CatDog, A Vida de Ginger e a muito esquecida série Yakkity Yak, produzida com o Nickelodeon australiano. Por volta de 2005, as séries do Nickelodeon saíram da SIC. Isto porque apareceu um novo pacote na TV Cabo, o Funtastic Life, criado para abastecer a digitalização da plataforma e que tinha uma data de canais exclusivos, entre os quais cinco da Viacom (quatro do pacote MTV Unlimited e o Nickelodeon).

Direi apenas que as emissões experimentais do canal arrancaram junto com o pacote, porém as emissões passaram a ser regulares a 1 de Junho (Dia da Criança). O sinal do Nickelodeon que foi emitido cá na altura era um sinal "neutro", destinado principalmente para economias secundárias da Europa, como a Rússia, a Hungria e até Portugal. Direi apenas que era o Nickelodeon "de leste", e era basicamente no mesmo regime que canais como o TLC, o Investigation Discovery e o Nat Geo Wild ainda são. Só as séries de animação eram dobradas e as séries em imagem real, por serem na altura tidas como "mais juvenis", eram legendadas. Havia ainda o Nick Jr., que dava por duas horas, e seguia o padrão europeu no grafismo antes de mudar de sinal.

Agora o problema em concreto é o facto de nunca ter existido um Nickelodeon português, no sentido da sua emissão e grelha serem feitas inteiramente a partir de Lisboa. Aparentemente na altura creio que faziam os canais da Viacom em Varsóvia mas o playout era em Londres. Com o Brexit muitos dos canais da empresa passaram a ter uma licença do regulador checo. Se o Nickelodeon tivesse uma versão portuguesa, e se termos em conta a situação actual das licenças da Viacom, seria um canal português com licença checa. Não sei como é o caso da MTV, mas é melhor não falarmos sobre tal.

O canal tinha como primeiro slogan "Tens pedal?" e o seu primeiro evento foi a Caça ao Tesouro na Estufa Fria. Nos primeiros cinco anos do Nickelodeon, haviam muitos eventos como os festivais Splash e Xmas Splash, que eram tipo versões reduzidas do Festival Panda ou participação em eventos da TV Cabo/ZON como a Árvore de Natal lisboeta de 2008 (obviamente era um exclusivo da operadora, que mais é que fariam?). No anúncio da ZON BOX em baixo, o SpongeBob era o "privilegiado" da sala de espera:

Ora, os intervalos do canal eram sempre interrompidos por um intervalo local. Isto porque, ironicamente, o Nickelodeon de leste tinha uma faixa em português e algumas promos/séries breves eram interrompidas pelo intervalo local, que consistia quase exclusivamente em promos feitas cá. Como só comecei a ver o canal mais no verão de 2009, haviam promos tipo "Quais são as calças do SpongeBob» Não, não são redondas" ou qualquer coisa do género, ou promos em que crianças portuguesas tentavam pronunciar o nome do canal. E não era só isto: nos intervalos (normalmente nos intervalos da fonte), haviam umas séries de breve duração, melhores do que as que davam no Panda. As séries que me lembro de ver (em 2009) eram as seguintes:

  • The Mirror has 1000 Faces: Série feita na Argentina (na prática era uma série do Nickelodeon latino-americano cujo nome era El espejo tiene 1000 caras) que era animada com volumes (o chamado "stop-motion"). Em cada episódio (que rondava 30 a 40 segundos), uma pessoa fazia caretas no espelho da casa de banho e, eventualmente, o espelho iria dar uma reviravolta à pessoa. Foram feitos pelo menos três episódios, pelo menos segundo o próprio animador.
  • Ooohhh! Asis: série totalmente made in France e sem vozes (e para mim, sem piada). A série tinha um princípio básico, ambientada num deserto e com a mesma banda sonora repetida quase sempre em todos os episódios. Muitos de vós não sabem, mas a série era o antepassado da série Oscar's Oasis/Óscar o Desastrado que teve a mesma premissa, as mesmas personagens e uma melhoria geral, da banda sonora à duração (Ooohhh! Asis rondava os 90 segundos e Oscar's Oasis tem por volta de seis). Direi apenas que é uma versão beta, em todos os sentidos do termo.
  • Angus and Cheryl: esta série da famosa produtora espanhola BRB Internacional tinha duas personagens com problemas com o sexo oposto. Em cada episódio os dois mostram as suas diferenças ideológicas (pois ambos eram estereotipicamente relacionados com os seus respectivos sexos) e entram em rivalidade um com o outro, mas no fim acabam por namorar.
  • Os Scurvy Rascals: série em 3D (como as duas anteriores) onde piratas encontram a coisa menos esperada de uma série deste tipo: cuecas. Eles queriam cuecas para tudo, mas tudo costumava acabar mal. Série da produtora britânica Entara, que uns anos antes fez a série do Avô Pigi, na mesma tecnologia.
  • Doodlez: série canadiana (da YTV) com uma premissa minimalista, onde a personagem principal era um desenho básico e aconteciam umas 1001 coisas a ele, quebrava a quarta parede (do lápis, claro) e acabava sempre em tragédia.
  • Dancing Sushi: não, não estou a inventar. Quem via o Nickelodeon durante anos a fio (até 2009 pelo menos) recorda-se de ter visto esta série meio parva. Spin-off de Kappa Mikey destinado a passar nos intervalos, as personagens eram peças de sushi que apareciam em Kappa Mikey e que aqui tinham a sua própria personalidade, os seus nomes e etc., e que evitavam ser comidos. Na volta isto chegou a dar muitas mais vezes do que Kappa Mikey, pelo menos até 2011, quando o Kappa Mikey já não estava na grelha desde que mudou tudo.
  • Kablam!: na verdade davam individualmente e em intervalos mais compridos. Falo de séries que integravam uma espécie de "antologia": Prometheus e Bob, Os Off-Beats e Action League Now!. Normalmente davam para preencher o período entre o fim do Nick Jr. e as 9 da manhã ou durante a madrugada.
  • Purple and Brown: série da Aardman com a sua sabedoria na mais nobre arte do stop-motion sobre, por falta de termos decentes, uma coisa roxa e uma castanha.
  • Uma incógnita, mas era em animação 2D e era ambientado no parque de estacionamento de um restaurante de fast food. Salvo erro tinha um ET ou coisa do género.
  • Kids First: não é da mesma categoria de todas as séries de cima, mas tinha uma tónica mais "educativa", pois falava sobre notáveis invenções feitas por crianças. Num dos vídeos em baixo há dois "episódios" disto em russo. O Disney Kids chegou a ter algo parecido mas a voz-off não era tão vibrante como o Rómulo Fragoso, a voz do Nickelodeon português.

Por volta de 2009, a grelha era dividida em fracções de meia hora, sendo que de madrugada não respeitavam a regra. No verão de 2009 também davam o teledisco completo do tema de iCarly ("So wake up the members of my nation, it's your time to be, there's no chance unless you take one~") ou canções breves do Unfabulous, apesar do Unfabulous ter saído da grelha. Se não estiver enganado, Unfabulous saiu para dar lugar a The Elephant Princess (mais uma série do criador de H2O que tinha a mesma premissa: uma rapariga presa entre dois mundos - aqui com toques do sul da Ásia na antiguidade).

No verão de 2009, o Nickelodeon e a PT entraram em acordo para disponibilizar conteúdos do canal no SAPO Kids, mas aparentemente caiu em águas de bacalhau e acabou sem dar por isso. Nos intervalos locais chegaram até a dar um anúncio à MEO Kids, apesar de nunca ter estado na operadora.

A pior parte da gestão do canal eram os intervalos, pois os intervalos tinham que ser locais. Ou, pelo menos, parte deles. Volta e meia o separador chegava ao fim, começava uma promo ou uma das séries que referi em cima e depois alguém carregou no botão e tinhamos direito a um intervalo local, por cima do nosso. No verão de 2009 eram coisas tipo as promos locais que referi, a campanha Nickelodeon Mais Verde (versão portuguesa do The Big Green Help) e, a partir de certa altura de 2009, o programa Speedy News. O canal entrou numa parceria com a (extinta) revista Giggle e a versão portuguesa do Speedy News surgiu muito à custa deles. Existiram também versões do programa em Espanha, Itália e França. Foi terminado em Abril de 2010, poucas semanas depois da renovação.

Seja em que língua for, registos do Nickelodeon desta fase são bem escassos, por isso vou deixar um em português e um em russo.

Aqui dá-se por terminada a "fase alpha" do canal. A 1 de Setembro de 2009, espanto dos espantos, a grelha do canal é mudada. Em vez de recebermos o Nickelodeon "de leste", passámos a receber o Nickelodeon espanhol. E com isto veio uma mudança: o nome do canal passou a ser só "Nick", pois o canal já tinha mais tempo no ar em Espanha e usava tal abreviação (comum em lugares como os EUA ou a Ásia) por muitos anos a um ponto que a produção própria deles tinha trocadilhos que começavam/acabavam em "Nick": CociNick; SoNick; IsotoNick; antigamente o Nick Jr. deles era o Pequenick; etc. Por volta desta altura a produção local desapareceu provavelmente por causa de entrar no mercado português.

Desta fase não há vídeos mas o grafismo era o mesmo noutras versões europeias. Mas posso descrever como era o grafismo: era todo amarelado com faixas verdes do centro. Alterava entre o símbolo do canal nalguns dos separadores ou as personagens principais das séries nos separadores do "já a seguir". Esta fase durou sete meses, mas a programação foi uma mudança das grandes. Saíram umas séries, entraram outras novas e passámos a ter acesso a todas as temporadas (até à data) dos Padrinhos Mágicos e do SpongeBob. Ainda tinham uns resquícios bizarros da fase anterior quando tinha séries europeias/espanholas para preencher quotas de produção local, como Zipi e Zape e Lola e Virgínia. Inicialmente as madrugadas eram preenchidas com séries do Nickelodeon até passarem às "madrugadas deprimentes" só com séries europeias.

Porém, a mudança trouxe uma série de desgraças, o que fez com que o Nickelodeon passasse por mais problemas técnicos do que os outros canais. Agora os intervalos eram todos para tapar o sinal da fonte, mas volta e meia chegavam com segundos de atraso e isto também afectava o programa que tinha acabado de começar, pois o playout "comeu" os primeiros segundos do genérico, devido à "incompetência" de ainda não criar um canal 100% português. A grelha ainda era apelativa e ainda estava no seu auge. Pelo que me lembro, haviam as Manhãs x2, em que davam dois episódios/pares de episódios de uma série e as Noches de Nick, pus o título em espanhol só porque sim, pois em Portugal não haviam separadores no nosso intervalo. No outono de 2009 havia também o ZooNick, onde davam séries cujas personagens principais eram animais (Os Pinguins de Madagáscar, De Volta à Balbúrdia na Quinta e SpongeBob SquarePants) que dava aos fins-de-semana.

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A 1 de Abril de 2010, surpresa! Nova imagem para o Nickelodeon, que estava a ser implementada por toda a parte. O problema era que já não era mais Nick, o que chateava os espanhóis, e que tinhamos de levar com um DOG tão comprido como o da RTP Internacional da altura, de tão comprido e horizontal que era.

O canal perdeu o Nick Jr. com a renovação em Setembro de 2009 mas a Dora ainda dava no canal. Fora isto, o canal ainda tinha por volta de 2010/2011 as Manhãs x2, sobretudo nas férias da Páscoa e do verão. Havia também Os Super-Heróis do Nick, que dava séries como Super Hero Squad e Spectacular Spider-Man (acho que o Speed Racer da Animation Collective, mesma produtora de Kappa Mikey e Dancing Sushi, chegou a dar aqui), ao fim da tarde, que depois passou a ser outro, o Animanick, onde costumavam dar séries mais cómicas como SpongeBob ou Os Padrinhos Mágicos.

Poucas das séries que davam nos intervalos passaram pela barreira da mudança do sinal: Ooohhh! Asis, Dancing Sushi e Os Scurvy Rascals. A pior parte não eram os fillers serem menos do que os que davam na outra versão, mas sim os fillers dentro do próprio canal: devido à falta de anunciantes (calculo que o número de anunciantes do canal em Portugal comparado a Espanha é basicamente uma centésima do investimento espanhol em anúncios) tinhamos de ser submetidos não só aos fillers de cima como também em programas próprios, como o Bué da Nick, que eram breves reportagens (uma delas era sobre dobragens e era porque as séries em imagem real deixaram de ser legendadas) e, pior, "Nicknutos Musicais". E invariavelmente era tudo do SpongeBob! Tipo umas dez canções daquilo e quase tudo era do episódio Atlântida SquarePântida (episódios especiais do SpongeBob são como maneiras de tentar ganhar mais dinheiro), o que por si só já era tortura nos intervalos. Uma alternativa com músicas "a sério", Nick Clips (provavelmente feito em Portugal) surgiu em 2011, inicialmente aquando do festival Nick Rocks.

Agora o canal entrava numa fase em que tinha menos e menos telespectadores. Isto porque, sensivelmente a partir desta altura, alguns dos seus telespectadores ou ficaram sem Funtastic Life ou mudaram para outras operadoras. Isto afectava a performance do canal a um ponto em que os eventos que o canal realizava praticamente desapareceram. Que é como quem diz, "quase" desapareceram. O problema do canal era provavelmente por causa da ganância da Viacom - provavelmente representado pelo Sr. Krabs - que tinha um contrato de exclusividade com a ZON/NOS para alguns dos seus canais. Segundo o próprio (num episódio da quarta ou quinta temporada, onde o Krusty Krab muda para Krabby à Segunda), "não há nada no mundo como a ganância". Pois aqui a ganância é outra, já que o canal estava só num pacote mais caro da operadora e não estava disponível em mais nenhum sítio. Se recorrermos a tal analogia, na prática muitos dos seus telespectadores mudaram para o Balde de Isco (as concorrências: Canal Panda, Cartoon Network, Disney Channel, SIC K, etc.), numa espécie de Plâncton colectivo. Só em 2014 é que o canal passou a integrar o pacote base, mas isto nem sequer afectou as audiências.

No fim de Novembro de 2012 o canal passou a emitir em 16:9, uns anos mais tarde o canal passou a HD mas só na Espanha. Isto porque o canal ainda tem uma complexidade técnica complicada de entender em Portugal, pois o sinal local "atrapalha" a emissão e impede a utilização de recursos como HD e emissão em inglês. Pois, se houvesse a faixa em inglês, durante os nossos intervalos iríamos ouvir o intervalo da emissão espanhola. O canal entretanto passou por um par de renovações, sendo a mais recente feita no verão de 2017 em quase todas as versões do canal. Até na Índia, onde uns 90% da grelha consiste em Motu Patlu e muda sempre toda a semana (dada a "corrupção" dos canais infantis da zona).

Depois de anos sem Nick Jr. e com algumas das suas séries no Canal Panda, muitas séries do Nick Jr. chegam a Portugal com a versão internacional do dito, em exclusivo NOS. O canal passou ao pacote base, como o Nickelodeon em 2014, e em Dezembro, o Nickelodeon passa a estar disponível pela primeira vez noutra operadora, a Nowo. Só peca a escolha, pois a Nowo é uma operadora com escassa cobertura (provavelmente houve uma subida com a box IP da Nowo e os meses em que tinha a exclusividade da Eleven Sports), pois se o Nickelodeon entrasse na MEO iria certamente alavancar as suas audiências. Actualmente não sei quanto andam as audiências do dito, mas sei que devem estar atrás dos "quatro grandes" (Disney Channel, Cartoon Network, Disney Junior e Canal Panda).

Ainda há pouco houve mais um festival de verão do Nickelodeon - coisa que não se via - ou raramente se via - desde 2011, e ao que parece o canal ainda não tem um sinal 100% nacional. Resta saber como será nos próximos anos ou talvez meses, a ver se o canal vai voltar a ter o sucesso que teve - pois noutros países onde o Nickelodeon era mais estável, o próprio canal era um sucesso.

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Lembro-me de criar uma conta no Nickelodeon.pt por meados de 2008/2009, onde ainda era tudo no Adobe Flash Player e o logotipo ainda não havia atualizado. Engraçado é que quando criei a conta, eles sempre mandavam-me um e-mail no dia do meu aniversário - continuei recebendo as felicitações por anos. O nickelodeon.pt estava bem atrás do MundoNick da América Latina em questão de atualizações, este sim eu visitava diariamente mesmo sem ter Cabo em casa - eu sabia a grelha de cor e torcia pros desenhos e séries darem nas generalistas de cá.

Edited by pedrovinsky

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