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Halo

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80 Concorrente do Love on Top

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  1. Halo

    Para Sempre

    Tenho tentado acompanhar a novela e concordo que os textos são de fugir e algumas situações do mais improvável que pode existir (em particular aquela do homem com duas famílias). Esperei que a Marina Mota estivesse mais diva, mas de facto os textos são tão pobres e superficiais que fica difícil o elenco brilhar na interpretação. Talvez o Pedro Sousa seja do melhorzinho até agora, a par do Esparteiro e da Ana Nave. Espero que avancem na narrativa rapidamente e deixem a história de amor para segundo plano.
  2. Concordo inteiramente. O segundo episódio viu-se melhor. Mas ainda assim: drama a mais, demasiado conflito lateral e, acima de tudo, demasiados comentários despropositados por parte dos dois homens jurados. Também não estou a engraçar com as vilãs, não há paciência e parece recalcado de um script rejeitado pela produção do Big Brother. E gostava que me oferecessem €1 por cada vez que os concorrentes dizem a palavra proteína no decorrer do programa .
  3. Depois de visto o episódio completo, fiquei com uma overdose de provincianismo. Se a candidata é nova pode arrojar. Se vier de África tem é de servir moamba de galinha. Se tiver mais de 50 anos e vier do interior tem de servir o arroz em pote de barro. Também a nível de drama, acho escusado tanta história de vida, tanta questão familiar, tanto comentário lateral, tanto teatro. Pareceu-me estar a assistir à versão culinária do TVP. Não duvido que a narrativa esteja alinhada com o que se faz em Espanha e assim. Pessoalmente prefiro o formato britânico, em que se foca muito mais o processo de cozinhar e executar o prato, o detalhe dos ingredientes, a originalidade. Os concorrentes têm as suas características, mas estas são mais exploradas somente na fase final. E a banda sonora é menos Braveheart e mais upbeat. Ainda assim, vou continuar a acompanhar… na esperança que o tom da competição mude progressivamente.
  4. Estou agora a ver o primeiro episódio. Talvez por estar habituado ao Masterchef UK (em antena atualmente no seu formato Professionals e em geral com uma dinâmica muito distinta), duas coisas que me estão a irritar profundamente: o excessivo drama colocado na narrativa e na banda sonora; a crítica que os jurados fazem aos participantes que escolhem ingredientes que fogem à dita tradição ou cozinha tradicional portuguesas. Porque haveria a senhora que fez salmão de escolher outra coisa só porque a pesca portuguesa se foca noutras espécies? Ou só porque calhou vir de uma terra à beira-mar? Ninguém está ali obrigado a fazer uma ode à cozinha portuguesa, nem os interesses particulares dos jurados deveriam vir ao barulho. Soa tanto a provincianismo, senhores… Gosto de ouvir a Ana Galvão na narração, fizeram bem em não ter um apresentador. Os jurados estão ainda um pouco presos, mas a Marlene Vieira tem tudo para dar certo.
  5. Creio que a Noa até partilhou o palco com o Fernando Daniel na final do Festival da Canção em 2017… não quer dizer que seja conhecida, mas já anda por aí há algum tempo.
  6. Um desabafo somente: decidi ver as notícias na RTP3 às 11:00 e acho incompreensível que os primeiros 12 minutos sejam exclusivamente dedicados a futebol, incluindo notícia de abertura. Diz muito do país que temos, de quem vê televisão atualmente, e das escolhas editoriais da redação. Que pobreza… Longe de ser caso único em televisão mas dói mais quando se trata do serviço público, que tenho como a referência da informação televisiva.
  7. Halo

    Canal ARTE

    De referir que tem também uma excelente plataforma digital, repleta de documentários, reportagens, concertos e outros produtos culturais.
  8. Halo

    Memórias RTP1

    Finalmente! Sempre quis rever este programa e tenho pena que não tido mais temporadas.
  9. O Conan em 2019 tornou-se muito mais mediático na praça pública do que os TBM têm sido durante a sua participação. Podia ter sido melhor, mas não houve grande hype prévio portanto não nos podemos queixar do resultado da semifinal (e em particular do pico). Acredito que a final tenha um resultado mais expressivo.
  10. Halo

    Vento Norte

    Vi agora o primeiro episódio e gostei principalmente dos regressos de Natália Luiza e de Ana Zanatti. Gostei também que a RTP tenha voltado a cenários históricos de qualidade. A época histórica tem muito potencial, mas para já ainda me parece tudo um pouco atabalhoado e sem grande fio condutor. Nem todos os atores estão bem, noto alguma falta de genuinidade em alguns. Mas tenciono continuar a seguir.
  11. Eu tendo a concordar com o que Ruben tem dito. Interessa acima de tudo que seja a melhor canção, em português, inglês ou noutra língua qualquer. Mais, ainda que a canção deste ano seja em inglês, foi composta e produzida por portugueses - é injusto dizer que os TBM não fazem música portuguesa. E a questão nem é nova, já tivemos outras canções (parcialmente) em inglês no passado. Creio que a maior confusão que reina ainda em Portugal é achar-se que a Eurovisão é uma montra de culturas nacionais qual feira de enchidos. Não o é há anos, e será cada vez menos. Goste-se ou não. O desfasamento de percepções deve-se ao tempo que as pessoas estiveram afastadas do evento e à RTP que foi incapaz de modernizar a narrativa em torno do concurso. O formato simplesmente alterou-se para garantir a expansão da marca Eurovision - é o impacto comercial que dita as regras, as editoras e o hype, a lei da diferença e o poder da narrativas. E canções sólidas, claro. São estes os elementos que importam num mercado globalizado em que a marca se insere. Enquanto a RTP não souber jogar o jogo (e reconhecer que as regras mudaram), continuaremos a valer-nos da sorte e dos astros alinhados. Seja em que língua for. Porque não nos esqueçamos, a canção representa formalmente a RTP, mais do que propriamente o país.
  12. Halo

    Goucha

    Ainda não tinha referido, acho que este é o melhor programa de daytime atualmente em antena. Ainda que o formato seja parecido com o da Júlia, o Goucha é simplesmente o melhor a fazê-lo. Sai-lhe natural, flui suave (a Júlia agarra-se muito a muletas). Acho até que tem conseguido controlar o seu ímpeto de interromper os convidados, talvez porque agora sinta que tem tempo para conversar.
  13. Creio que será feito na Sala Tejo da Altice Arena, uma sala anexa ao pavilhão que será certamente mais barata de alugar do que a sala principal... aliás, a entrada da sala Tejo aparece na promo.
  14. Estou convencido de que a Dalila está com vontade de se fixar mais nas séries (e filmes que viram séries) da RTP... ela quer tempo, cuidado, intelectualidade.
  15. Pelo story da Cristina Ferreira pareceu-me que estavam a montar coisas na Sala Tejo da Altice Arena, não no pavilhão principal.. posso estar errado, claro.
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