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  1. TekClub

    Notícias TVI

    CMVM suspende acções da Cofina e da Media Capital A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) suspendeu esta terça-feira as negociação das acções da Cofina e da Media Capital, numa altura em que a dona do Correio da Manhã negoceia a compra da Vertix, que detém 94 por cento da dona da TVI. Numa nota divulgada na sua página, a CMVM diz que aguarda “a divulgação de informação relevante ao mercado”. De acordo com o Expresso, a Cofina vai pagar pela Media Capital cerca de 255 milhões de euros menos dívida. A operação será financiada pelo banco Santander e Société Générale, mas também através de um aumento de capital de cerca de 80 milhões de euros, subscrito pelo banco espanhol Abanca e pelo empresário Mário Ferreira. Paulo Fernandes, continua o Expresso, também irá aumentar a sua participação no grupo, investindo mais de 20 milhões de euros neste aumento de capital, um montante semelhante com que irá avançar Mário Ferreira, prossegue o título da Impresa. O restante núcleo duro de accionistas da Cofina também deverão participar no aumento de capital mas não na totalidade, diminuindo assim a sua participação. Ainda de acordo com o Expresso, o negócio deve ser anunciado esta semana. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/09/cmvm-suspende-accoes-da-cofina-da-media-capital/
  2. Netflix compra direitos de "Seinfeld" após perder "Friends" A sitcom de culto chega ao serviço de streaming em 2021. A Netflix anunciou esta segunda-feira, dia 16 de setembro, que adquiriu os direitos de transmissão da série norte-americana "Seinfeld" a partir de 2021, mais um passo na batalha das plataformas para expandirem os seus catálogos antes do aumento da concorrência. A Netflix vai perder "Friends" no fim deste ano e "The Office" em 2021, as duas séries mais vistas na plataforma. Os direitos de transmissão digital de "Seinfeld" estão desde 2015 nas mãos de outra plataforma, a Hulu, subsidiária dos estúdios Disney. O valor da transação não foi divulgado pelas empresas mas sabe-se, por exemplo, que o grupo NBCUniversal desembolsou 500 milhões de dólares para transmitir "The Office" durante cinco anos e que a WarnerMedia USD ofereceu 425 milhões para explorar "Friends", também durante cinco anos. As séries antigas tornaram-se ativos importantes antes do lançamento, em novembro, de ofertas de vídeo por assinatura da Apple e da Disney, e da WarnerMedia e da NBCUniversal em 2020. A Sony, que é a proprietária original dos direitos de "Seinfeld", nunca conseguiu fazer com que a sua própria plataforma, a PlayStation Vue, conquistasse o mercado e, portanto, não tinha interesse em recuperar a exclusividade da série. Além de "Friends" e "The Office", a Netflix também perderá todos os catálogos de "Star Wars", da Pixar e da Marvel, dos quais transmitiu uma parte até agora e que pertencem formalmente à Disney. Fonte:https://mag.sapo.pt/tv/atualidade-tv/artigos/seinfeld-vai-mudar-de-casa-e-chega-a-netflix-em-2021
  3. Não entendo como em 2008 conseguiram passar jogos em HD e em 2019 já não conseguem e um mistério...
  4. Pelo menos metiam o canal só para dar o jogo, mas qual e a dificuldade de espetar o feed em HD nem que usassem o da eleven era só mudar a faixa de áudio com os comentários da TVI...
  5. Na Nos Iris quando estiver em HD e nos canais 304 e 307....
  6. Governo quer retirar frequência à Dense Air para que 5G possa avançar Dense Air detém até 2025 a licença de parte relevante do espetro do 5G em Portugal. Anacom “ultima” soluções sob pressão do Governo e operadoras. Algumas frequências utilizáveis para a quinta geração móvel (5G) estão a emperrar o desenvolvimento deste processo porque em vez de estarem disponíveis para os operadores de mercado, estão nas mãos de britânicos e japoneses. Esta situação inusitada fez aumentar o risco do calendário oficialmente anunciado para o 5G ser inviável. Neste processo, um problema prévio relaciona-se com a necessidade de libertar a polémica faixa dos 700 megahertz (Mhz), ainda ocupada pela Televisão Digital Terrestre (TDT), operada pela Meo. O outro problema relaciona-se com o facto da Autoridade Nacional das Comunicações (Anacom) não ter acautelado uma parte relevante do espetro exigido pelo mercado para o 5G, nomeadamente a faixa entre os 3,4 e os 3,8 gigahertz (Ghz). Em causa está a frequência dos 3,5 Ghz, cujo Direito de Utilização de Frequências (DUF) pertence à Dense Air, empresa britânica que opera em Portugal há cerca de um ano, detentora da respetiva licença até 2025. Porém, este DUF deveria estar disponível no mercado para assegurar o processo de atribuição de licenças 5G. Fonte:https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/governo-quer-retirar-frequencia-a-dense-air-para-que-5g-possa-avancar-2-489610
  7. TekClub

    Notícias TVI

    Eu se fosse a Cofina metia o Francisco Penim a frente dos canais temáticos da TVI, ele fez um bom trabalho quando estava na SIC nessa área...
  8. Isso e normal esta dependente da velocidade que o router se consegue ligar a central, a box tem um menu para ver quantos sreams HD e SD tens disponíveis...
  9. Es cliente ADSL ou fibra?
  10. Os programas que dominaram redes sociais, audiência e gravações em Agosto O programa que liderou o número de menções nas redes sociais em Agosto foi o reality show da TVI, Like Me, que terminou a sua exibição no final do mês. Muitas das menções a este programa provêm das suas páginas oficiais e da estação televisiva TVI. Em segundo e terceiro lugar da tabela ficaram o Fama Show e o Mais Futebol, que se destacam, principalmente, pelas próprias publicações na sua página de Facebook. A série Morangos com Açúcar ficou na quarta posição. No quinto e sexto lugar encontram-se os programas das manhãs da SIC e da TVI, O Programa da Cristina e o Você na TV. Para finalizar este top 10, encontram-se também os programas 7 Maravilhas Doces de Portugal, Prémio de Sonho, Casa dos Segredos (mesmo já não estando em exibição continua a ter muitas menções nas redes sociais) e a telenovela Amar depois de Amar. Nas audiências, no mês de Agosto observou-se a liderança da Supertaça Cândido de Oliveira entre o Benfica e Sporting transmitida na RTP1, a 4 de Agosto, com uma audiência média acima dos 2 milhões de espectadores. Na segunda posição ficou o especial dedicado pela RTP à entrega do troféu Cândido de Oliveira. Seguiu-se a série da SIC, Golpe de Sorte, transmitida a 12 de Agosto. Na quarta posição ficou a Decisão Final do programa Quem Quer Casar com o Agricultor com 1.153.800 espectadores de audiência média. A fechar a tabela do Top 10 ficou o Jornal das 8, da TVI, transmitido a 25 de Agosto e que obteve 942.100 espectadores de audiência média. Nos programas gravados e visionados no próprio dia, a liderança pertenceu ao filme Viver depois de Ti, incluído na rubrica Grande Cinema, transmitido na SIC a 25 de Agosto. Já nas gravações de 7 dias, tal como em Julho, o melhor programa foi O Rei Leão transmitido no canal Hollywood. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/09/os-programas-dominaram-redes-sociais-audiencia-gravacoes-agosto/
  11. TekClub

    Notícias SIC

    SIC entrega vendas internacionais de duas novelas à Eccho Rights A Eccho Rights, empresa de venda de conteúdos com sede em Estocolmo, vai representar a SIC na comercialização das novelas Alma e Coração e Espalho d’ Água nos mercados internacionais. A estação do grupo Impresa assinou um acordo de exclusividade com a empresa abrangendo as duas produções da SP Televisão, uma parceria que Cristina Vaz Tomé, chief revenue officer do grupo liderado por Francisco Pedro Balsemão, considera ser “o passo lógico para que aumentemos ainda mais a nossa presença internacional” numa altura em que “as vendas internacionais estão a tornar-se cada vez mais importantes para as novelas e séries portuguesas”. “Os nossos conteúdos têm uma longa tradição de sucesso, com vários prémios e reconhecimento internacionais nos últimos anos, bem como vendas para todo o mundo”, sublinha a responsável. “Os dramas televisivos portugueses são produções muito poderosas com um forte encanto a nível global. Sentimo-nos muito honrados por representar a SIC, visto que produz algumas das mais bem-sucedidas séries de longa duração enquanto canal número um do país”, afirma, por seu lado, Frederik af Malmborg, director-geral da Eccho Rights, que irá lançar Alma e Coração e Espelho d’Água para vendas internacionais no MIPCOM, em Cannes, no próximo mês de Outubro. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/09/sic-entrega-vendas-internacionais-duas-novelas-eccho-rights/
  12. TekClub

    Notícias SIC

    SIC mostra como espera “manter o pé no acelerador” Num ambiente dominado pela celebração da liderança conquistada à TVI, a SIC anunciou as suas apostas para uma nova temporada marcada por vários regressos. Entre as principais novidades, há um novo formato apresentado por João Manzarra e o alargamento do Polígrafo a formato diário até às eleições legislativas. Mais do que as novidades da estação de Paço de Arcos, a tónica esteve na liderança alcançada pelo canal, que, nas palavras de Francisco Pedro Balsemão, veio confirmar que “esta é a SIC certa”. “Há quem tenha tentado retirar o nosso mérito afirmando que é mais difícil manter uma liderança de que alcançá-la”, referiu o CEO da Impresa, salientando as “decisões difíceis” e os riscos assumidos pela estação. “A SIC não se coibiu de arriscar, arriscámos num formato em que habitualmente não o fazíamos, o reality, reformulámos as manhãs e as tardes, o fim-de-semana”, enumerou Francisco Pedro Balsemão, lembrando que foi há apenas um ano atrás que as mudanças começaram a ganhar forma. “Tudo isto demora tempo e nós fizémo-lo em 12 meses, ninguém nos tira essa mérito”, afirmou, frisando que “a SIC é líder incontestável e esta liderança fica-nos muito bem”. Com a nova temporada em vista, Francisco Pedro Balsemão chamou a atenção de que agora “temos de ter a noção de que é preciso trabalhar, manter o pé no acelerador, continuar a investir em ter as melhores pessoas connosco, os melhores profissionais, manter a qualidade, continuar a inovar para manter o que alcançámos e aproveitar o momento para crescer, com cada vez mais brio e sempre com a confiança e respeito dos espectadores”. Sem surpresa, o regresso de formatos que contribuíram para a liderança foi confirmado, desde o regresso do reality show Casados à Primeira Vista à “temporada final” de Golpe de Sorte, produzida pela Coral. Na ficção, estreou esta segunda-feira a novela Nazaré e foi anunciada mais uma produção da SP Televisão para a estação de Paço de Arcos: Terra Brava, protagonizada por Mariana Monteiro e João Catarré. Ainda no entretenimento, o destaque vai para o regresso à antena de João Manzarra, que assumirá o formato Árvore dos Desejos, em que crianças são desafiadas a escolher a concretização de um desejo mas não para elas próprias e sim para alguém que considerem especial. Na informação, além do regressos de Vidas Suspensas, as principais novidades dizem respeito ao período pré-eleitoral, com um novo espaço de comentário político com Francisco Louça e José Miguel Júdice, embora o maior destaque vá para um especial do formato de fact-checking em parceria com o Polígrafo, que passará de semanal a diário a partir do próximo dia 17 de Setembro. Até às eleições, o Polígrafo SIC será emitido de segunda a sexta-feira, acompanhando toda a campanha eleitoral, verificando factos, polémicas e contradições da campanha, bem como quais as promessas que foram feitas e cumpridas e analisando os programas dos partidos. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/09/sic-mostra-espera-manter-pe-no-acelerador/
  13. TekClub

    Rádio

    “Queremos no primeiro ano chegar perto dos níveis da TSF” em Lisboa e no Porto A Rádio Estádio nasceu no dia 25 de Maio e conta agora com frequências em Lisboa e no Porto e uma equipa que, entre jornalistas, colaboradores e comentadores, totaliza cerca de 40 profissionais. Arrancou com parcerias com a TVI24, para a transmissão em simultâneo do programa Prolongamento, além do canal Eurosport, do site ZeroZero e da Bandnews Rádio do Brasil. A expectativa, adianta ao M&P Fernando Tavares, director-geral da estação, é atingir no espaço de quatro anos o break-even do investimento na ordem dos 2,8 milhões de euros envolvidos no projecto. Entre os principais investidores estão Bruno Costa Carvalho, ex-candidato à presidência do Benfica que esteve ligado à fundação da NTV e do Porto Canal, onde Fernando Tavares foi durante vários anos director de informação, João Espírito Santo, médico dentista da rubrica Sr. Doutor da TVI, além da empresa Braver Media Group, que opera em áreas como comunicação multimédia, representação de atletas e influenciadores ou organização de eventos, estando ligada a projectos como o RFM Somnii ou a cobertura da fase final da Taça da Liga CTT. Meios & Publicidade (M&P): Como surge o projecto de criar uma rádio exclusivamente dedicada ao segmento desportivo? Fernando Tavares (FT): Não tem segredos. Pela necessidade de ter informação desportiva no único meio que permite fazer outras tarefas sem pedir a nossa atenção total. As rádios de desporto existem em muitos países mas, mesmo que fossemos o primeiro caso no mundo, seríamos com toda a certeza seguidos. Este é um meio de comunicação muito procurado. Nem o vídeo matou a rádio, nem a televisão, nem a internet. Esta última, pelo contrário, só fortaleceu o meio rádio. M&P: Num mercado pequeno mas com vários jornais/sites desportivos e com uma presença extensa do futebol na programação dos canais de informação na televisão, além de dois canais de informação desportiva, há espaço para uma rádio como a Estádio? FT: A pergunta acaba por ter boa parte da resposta. Existirá outro conteúdo informativo que mereça tanto espaço nos meios de comunicação? Até os clubes apostam em canais de televisão. Somos uma rádio sobretudo de futebol, embora tenhamos sido os únicos a transmitir na integra todos os jogos de Portugal no Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins, todos os jogos da decisão do campeão nacional de basquetebol, da decisão do Campeonato de Futsal, da consagração do apuramento para o Europeu de Andebol de 2020. Em parceria com a Eurosport, transmitimos os principais jogos do CAN, até à final, e também no caso da Copa América. M&P: Quem identifica como principais concorrentes? É com os canais de informação e formatos de debate desportivo que disputam a atenção dos ouvintes? FT: Não temos concorrência directa. Mas, sabemos bem, todos concorremos com todos, independentemente do meio de distribuição. Temos a vantagem de ter o espaço todo livre para os temas desportivos e isso faz a diferença. Não estamos dependentes da hora certa diária, como acontece com as rádios generalistas ou de informação. Viemos para responder a uma necessidade, a um apelo do mercado. Somos complementares, queremos ser o local onde as notícias chegam primeiro, onde os assuntos se debatem, onde se fala de futebol, das polémicas, claro, mas também de análise à táctica e à estratégia. M&P: Quem acredita ser a audiência da Rádio Estádio? Onde esperam ir buscar ouvintes? FT: O nosso objectivo é muito amplo. Quem não gosta de futebol, de desporto? Posicionamo-nos claramente nas classes A, B e C1 e sabemos que todos os outros estão lá também, mas queremos um perfil elevado. Temos a vantagem de que, no futebol e no desporto, ao contrário de outras áreas, somos milhões a perceber do que se fala ou, pelo menos, a ter opinião fundada. Vamos buscar ouvintes a todo o lado, somos uma rádio para uma imensa maioria. A nossa assinatura é clara: Desporto com frequência. Estou convencido de que iremos trazer mais gente para o meio rádio. M&P: Ao nível da programação e formatos, como se caracteriza a Rádio Estádio e o que diferencia o projecto da oferta existente, por um lado no panorama da rádio e, por outro, no segmento da informação desportiva em geral? FT: Desde logo porque aqui temos todo o tempo do mundo para falar de futebol e desporto, 24 horas por dia. A nossa programação não é estanque, temos uma grelha guia, com noticiários de hora a hora, mas a actualidade impõe regras. A qualquer momento pode surgir um debate especial, um fórum. Fazemos relatos de todos, da primeira e segunda ligas, até dos Campeonatos de Portugal e camadas jovens. Relatos da liga inglesa, espanhola, italiana e brasileira. Ainda bem que não havia informação para dar no defeso, como algumas pessoas nos diziam. Havia tanto para dar que teríamos de fazer um segundo canal, a Estádio 2. Temos programas de debate e de informação das outras modalidades, da formação, dos portugueses espalhados pelo mundo. A programação destina-se aos fãs e adeptos mas com um perfil de discussão elevado. Não somos inócuos, não evitamos as polémicas, mas também não andamos a espremer sangue. O jogo é tão bonito e alegre, as pessoas gostam disso e é isso que as leva aos estádios, neste Estádio também é assim. O que tem que ser dito é dito, não temos amarras nem compromissos. O nosso compromisso é com o jornalismo, com a verdade, para os ouvintes. Temos comentadores/adeptos residentes de todos os clubes da Primeira Liga, somos claramente o Estádio de todos. Fomos a única rádio a transmitir na integra os quatro jogos da Liga das Nações. Somos a rádio dos adeptos e fãs. M&P: Actualmente estão a emitir com frequências em Lisboa e Porto. O alargamento a outras zonas do país está em cima da mesa? Quais são os objectivos para a projecto no médio prazo e quais as expectativas me termos de audiência? FT: Não é importante. Importante é o conteúdo. Mesmo assim, chegamos potencialmente a cerca de sete milhões de pessoas. Não sou eu quem o diz, é o presidente da Associação Portuguesa de Geógrafos. Segundo ele, as cidades/metrópoles, a partir do centro, têm uma influência de 50 km de raio. É a nossa área de cobertura. Vamos para lá de Setúbal, chegamos a Braga, Guimarães, Famalicão, Santarém. É uma vasta maioria da população. Claro que não podemos esquecer que a nossa emissão online chega a todo o mundo. Muito em breve iremos apresentar e lançar a nossa plataforma digital em pleno. Queremos fazer algo que deixe a diferença, tal como a rádio. Quanto a audiências, porque somos um produto único, queremos no primeiro ano chegar perto dos níveis da TSF nestes pólos urbanos. Quanto à expansão de cobertura, teremos novidades. O caminho está a ser feito. Entrevista publicada na edição desta quinzena do M&P no âmbito de um dossier especial dedicado ao segmento desportivo Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/09/queremos-no-primeiro-ano-chegar-perto-dos-niveis-da-tsf-lisboa-no-porto/
  14. As rádios são: Antena 1, Antena 2, Antena 3, RDP África, Antena 2 - Ópera, Lusitânia, Antena 1 - Fado, Antena 1 Vida, Antena 1 Memória, Smooth FM, RFM, Oceano Pacífico, RFM Clubbing, 80s RFM, Mega Hits, Sim, Renascença, Rádio Comercial, M80 e a Cidade FM.
  15. TekClub

    Notícias SIC

    Sim a Meo anda parada no tempo em relação ao satélite, tens que mudar para a Nos sempre tem mais canais em HD...
  16. TekClub

    Notícias SIC

    Já esta a SIC HD, RTP1 HD e a RTP2 HD na Nos satélite...
  17. Isso eu não sei sou Nos Satélite não tenho esses canais, mas quando tiverem em HD vai ser nessas posições que vão fazer testes...
  18. Na Nos os canais em HD da TVI são o 304 e o 307 que estão em mpeg-4...
  19. TekClub

    Notícias TVI

    Cofina. Luz verde para TVI Antes de oficializar as negociações com a Media Capital, o n.º 1 do grupo do CM falou informalmente com António Costa, com a Autoridade da Concorrência e a Entidade Reguladora para Comunicação Social. Na calha está a saída de pesos pesados da estação de Queluz. O CEO da Cofina, Paulo Fernandes antes de oficializar o interesse em comprar a Media Capital esteve reunido informalmente com o primeiro-ministro, com a Autoridade da Concorrência (AdC) e com Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), apurou o SOL. Afastado destes encontros esteve Marcelo Rebelo de Sousa, mas o Presidente foi informado do negócio por António Costa. O SOL sabe que a ideia do empresário foi garantir que nenhuma das entidades se oporia à operação, pois só assim avançaria para negociações com a Prisa. Contactada pelo SOL, a AdC diz que as «avaliações prévias são um procedimento que a AdC coloca à disposição das empresas, porém são confidenciais». Já a ERC até ao fecho da edição não prestou qualquer tipo de comentário. O SOL sabe que a operação de compra da TVI passa por um prévio aumento de capital do grupo detentor do Correio da Manhã e da CMTV, que será acompanhado pelos atuais acionistas de referência da Cofina mas permitirá a entrada de novos players, por forma a permitir o financiamento do negócio. No setor, fala-se da possibilidade de um destes novos acionistas de referência da Cofina poder vir a ser os brasileiros da TV Record, ligados à Igreja Universal do Reino de Deus (IURD). O anúncio das negociações só foi oficializado no dia 13 de agosto, depois de a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) ter suspendido as ações das duas empresas por estar a aguardar mais detalhes sobre a operação. Essa confirmação acabou por chegar no mesmo dia, com a Cofina a garantir que estava «em negociações exclusivas» com a dona da TVI. Esse interesse já tinha sido divulgado em março pelo SOL ao revelar que o grupo espanhol estava em fase de conclusão de um acordo de princípios com um grupo de investidores com ligações aos media em Portugal. Uma operação que deverá ficar abaixo dos 300 milhões de euros. Ao que o SOL apurou, Paulo Fernandes não queria correr o risco de enfrentar o mesmo desfecho que teve a Altice cerca de dois anos antes. A operação avaliada em cerca de 440 milhões de euros acabou por esbarrar na demora das autorizações necessárias da Concorrência e de outras entidades reguladoras. Também o próprio primeiro-ministro, no dia em que foi anunciado o negócio, em julho de 2017, fez duras críticas à operadora, nomeadamente sobre o funcionamento das comunicações durante o incêndio de Pedrógão Grande, chegando mesmo a dizer que, pessoalmente, enquanto consumidor de telecomunicações, tinha conclusões face ao panorama existente no mercado nacional. «Por mim, já fiz a minha escolha da companhia que utilizo», disse António Costa durante um debate quinzenal. Umas críticas que levaram o PSD a apresentar no Parlamento um requerimento ao considerarem que António Costa tinha feito «vários juízos pejorativos e críticas pessoais à PT/Altice, com base em informações de que dispõe mas que não são do conhecimento dos cidadãos em geral nem dos deputados». Vedetas de saída O SOL sabe que a Cofina fez algumas exigências no caso da compra da TVI, como é o caso da saída de grandes nomes da estação de Queluz de Baixo. Estão pelo menos quatro nomes em cima da mesa, como é o caso de Judite Sousa, José Alberto Carvalho – que não tem contrato com a Media Capital porque está nos quadros de uma empresa que presta serviços para a TVI, uma prática corrente na estação – e Joaquim Sousa Martins, alguns dos elementos ‘mais caros’ da estação. No entanto, fonte da Cofina contactada pelo SOL lembra que a possibilidade de saídas só estará em cima da mesa no caso de a compra se concretizar e se os novos donos assim o entenderem. Ao SOL, José Alberto Carvalho garante não saber «de onde veio esta informação nem o porquê». O jornalista da TVI acrescentou ainda que o seu trabalho é «público e fala por si». O SOL tentou contactar ainda Judite Sousa mas não obteve resposta até ao fecho desta edição. No entanto, as exigências vão além da possível saída dos grandes nomes conhecidos pelo público, podendo estender-se à grelha de programação. O SOL sabe que a marca preponderante será sempre a do CM, estando agendado o fecho da TVI24. E também a grelha já está ‘a mexer’. Por exemplo, o programa de José Eduardo Moniz, Deus e o Diabo, não faz parte da nova grelha de programação da TVI, que será apresentada em breve. Aliás, o programa já não é transmitido desde o passado mês de junho. Contactado pelo SOL, José Eduardo Moniz remeteu esclarecimentos para a direção de programas. Também a TVI foi contactada sobre este assunto mas preferiu «não responder a rumores» , comentando apenas que as possíveis alterações na grelha serão anunciadas «quando for a altura indicada». Recentemente, no Brasil, José Eduardo Moniz foi apontado como possível reforço da TV Bandeirantes. Negócio da Altice condenado à nascença A concretizar-se a venda da TVI à Cofina, o negócio far-se-á, pois, por menos quase 30% dos valores que envolviam a compra da estação pela Altice, há dois anos. A venda da Media Capital à Altice registou desde o início vários entraves, tanto para as empresas concorrentes como para os próprios reguladores estava condenada à nascença, mas que seria a tábua de salvação para o grupo espanhol que precisava, na altura, de financiamento rápido. A Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) chegou a defender, num parecer enviado à Autoridades da Concorrência (AdC), que esta operação não deveria ter lugar «nos termos em que foi proposta, por ser suscetível de criar entraves significativos à concorrência efetiva» em vários mercados. Já a Concorrência avançou com uma investigação aprofundada «por considerar que, à luz dos elementos recolhidos até ao momento, existiam fortes indícios de que a aquisição do Grupo Media Capital pela Altice poderia resultar em entraves significativos à concorrência efetiva em diversos mercados, tanto ao nível da produção de conteúdos e da concorrência entre canais de televisão e mercados de publicidade, como, também, ao nível dos mercados de telecomunicações e de oferta de televisão por subscrição». A Altice ainda chegou a apresentar remédios à AdC, mas acabaram por ser chumbados por considerar que as medidas avançadas não protegiam os direitos dos consumidores nem garantem a concorrência no mercado. Um ano depois, o desfecho da operação e já com uma situação desafogada – a Prisa tinha chegado entretanto a acordo com os credores para prolongar o vencimento da dívida até 2022, altura em que terá de reembolsar 1500 milhões de euros aos investidores – o grupo espanhol garantiu que continuava interessado em alienar a dona da TVI, mas «sem pressa» em concretizar no curto e médio prazo, uma vez que considerava a Media Capital uma empresa «muito sólida». Menos convencido com o desfecho da operação ficou o CEO da operadora que, numa entrevista ao SOL, admitiu que «nunca mais houve outro investimento com a dimensão da compra da PT pela Altice» e apontou dedo aos reguladores e a vários responsáveis políticos por não terem compreendido a dimensão do negócio. «Houve incapacidade de compreender este projeto, de olhá-lo como um projeto de desenvolvimento económico do país e da própria sociedade. O que falhou foi talvez uma sensibilidade por parte de autoridades administrativas para algo que se chama economia real, para algo que se chama crescimento da economia», referiu Alexandre Fonseca. Venda programada A verdade é que a Prisa tem vindo nos últimos meses a reforçar o seu investimento em áreas consideradas estratégicas. Exemplo disso foi a compra de mais de 25% do grupo editorial Santillana por 315,5 milhões de euros. Uma empresa que que é líder em Espanha e na América Latina e que, no ano passado, faturou um total de 600 milhões de euros. No entanto, a venda de ativos considerados não estratégicos, como é o caso da dona da TVI, manteve-se sempre em cima da mesa. Recorde-se que a Media Capital fechou o primeiro semestre com lucros de 5,9 milhões de euros, uma quebra de 44% face ao período homólogo. Já a Cofina apresentou lucros de três milhões de euros nos primeiros seis meses do ano. Fonte:https://sol.sapo.pt/artigo/670495/cofina-luz-verde-para-tvi-
  20. Com o fim deste canal a circulatura do quadrado o mais certo é ir para a RTP3 não estou a ver isso a dar na CMTV...
  21. TekClub

    Notícias TVI

    Com isto a CMTV fica com imagens da champions e outros conteúdos que a TVI 24 tinha da eleven.
  22. TekClub

    Notícias TVI

    Ao menos que a venda seja rápida para o canal sair deste impasse em que esta já do tempo da altice...
  23. Direitos de transmissão do Cascais Padel Masters na Eleven Sports Os direitos de transmissão do Cascais Padel Masters, prova que integra a categoria mais importante do World Padel Tour, foram adquiridos pela Eleven Sports. O canal premium transmitirá assim em exclusivo o torneio de seis dias que terá lugar nos Jardins do Casino Estoril entre os próximos dias 17 e 22 de Setembro. A prova, que junta os jogadores mais destacados da modalidade, integra a tour mundial que passa por cidades como Londres, Madrid ou Buenos Aires. “O Padel é uma das modalidades com maior crescimento nos últimos anos, sendo que em Portugal já ultrapassou os 100 mil praticantes. A passagem desta categoria por Portugal demonstra o acolhimento por parte dos portugueses e é por isso que a Eleven Sports vai garantir uma cobertura exclusiva e um acompanhamento in loco do torneio, reforçando a sua promessa de manter os fãs no centro da acção e de lhes dar acesso aos seus conteúdos desportivos preferidos”, afirma Jorge Pavão de Sousa, director-geral da Eleven Sports no mercado português. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/09/direitos-transmissao-do-cascais-padel-masters-na-eleven-sports/
  24. TekClub

    Notícias SIC

    Acordo de distribuição dos canais SIC no Meo renovado por mais três anos A SIC e a Altice Portugal chegaram a acordo para a renovação por mais três anos da distribuição dos canais da estação do grupo Impresa no serviço de televisão do Meo. “Este acordo reforça uma parceria com já vários anos. Continuaremos, através dos nossos canais líderes, a oferecer os melhores conteúdos televisivos aos espectadores do Meo”, sublinhou Francisco Pedro Balsemão, CEO do grupo de media sobre a renovação celebrada numa altura em que a estação de Paço de Arcos lidera as audiências desde Fevereiro. Nas palavras de Alexandre Fonseca, presidente executivo da Altice, “este novo acordo que agora firmamos para a distribuição dos canais da SIC no serviço Meo é da maior importância para a Altice Portugal”. “Numa altura em que a SIC é líder de audiências, com reforço do investimento em conteúdos, em diversificação de produto televisivo e numa nova estratégia e posicionamento, a Altice Portugal assume a sua satisfação com a assinatura deste acordo”, salienta o responsável, considerando que “claramente o investimento do grupo tem dado frutos, uma vez que a SIC generalista é hoje a estação mais vista pelos portugueses, tendo ainda na SIC Notícias uma referência no que diz respeito à informação que é feita em Portugal”. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/09/acordo-distribuicao-dos-canais-sic-no-meo-renovado-tres-anos/
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