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  1. TV: Os programas que dominaram as audiências, gravações e redes sociais em Novembro

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    No mês de Novembro o top de programas volta a ser preenchido maioritariamente com jogos de futebol, nomeadamente os jogos que envolveram os compromissos da selecção para apuramento do Euro 2020, assim como a jornada europeia do Benfica a contar para a Liga dos Campões e do Sporting para a Liga Europa. O top 10 de programas inclui ainda a novela Nazaré da SIC (episódio normal e episódio especial).

    Nos programas gravados e visionados no próprio dia, a liderança pertenceu ao reality show sentimental da SIC, Casados à Primeira Vista, na sua edição diária. Já nas gravações de sete dias, a liderança pertenceu à série Golpe de Sorte – Temporada final.

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    Nas redes sociais, e à semelhança do mês anterior, o programa Casados à Primeira Vista também lidera o número de menções. Na segunda e terceira posição da tabela encontram-se os programas Mais Futebol e Fama Show, que se destacam principalmente pelas próprias publicações nas suas páginas de Facebook. A série Morangos com Açúcar ficou na quarta posição. No quinto lugar ficou o programa de domingo à noite da RTP1, The Voice Portugal. Em sexto e sétimo ficaram os programas das manhãs da SIC e TVI, O Programa da Cristina e Você na TV, respectivamente. Para finalizar este top 10 encontra-se também a telenovela Terra Brava, o programa Masterchef Portugal, que terminou este mês, e o programa A Árvore dos Desejos.

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    Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2019/12/tv-os-programas-dominaram-as-audiencias-gravacoes-redes-sociais-novembro/


  2. Luís Vicente será o novo CEO do grupo Eleven Sports a partir de Janeiro

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    O português Luís Vicente, que passou pela FIFA como chief digital transformation & innovation officer, prepara-se para assumir a liderança da Eleven Sports. O profissional, que iniciará funções como CEO do grupo a partir do próximo dia 15 de Janeiro, substitui no cargo Marc Watson, que se mantém como executive chairman e director do conselho de administração da Aser Ventures. “O Luís tem uma extraordinária paixão por inovação e novas tecnologias e um historial de apoio ao desenvolvimento de algumas das maiores marcas da indústria do desporto”, justifica o ainda CEO da Eleven Sports, considerando que o português “é a pessoa certa para elevar a Eleven Sports ao próximo nível”.

    Luís Vicente iniciou o seu percurso profissional no mundo do futebol na área da gestão de talentos, representando jogadores como Luis Figo ou Ronaldo Nazario, contando depois com um percurso no desporto que inclui passagens por clubes como o Manchester City, Valência CF, Real Madrid, AC Milan, além de trabalho desenvolvido com a Premier League e La Liga, bem como na área do desporto automóvel, com a Red Bull, Ferrari, Lotus e A1GP.

    “A Eleven Sports está a criar uma forte disrupção no mercado dos media desportivos desde 2015 e já desenvolveu uma oferta fantástica para milhões de fãs em todo o mundo. A minha missão será ajudar a empresa na sua trajectória de crescimento, democratizar ainda mais a nossa oferta e dar aos fãs a oportunidade de aproveitarem os melhores momentos desportivos com a Eleven Sports”, aponta Luís Vicente, que integrará também a Aser Ventures como membro do conselho e chief digital officer.

    Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2019/12/luis-vicente-sera-novo-ceo-da-eleven-sports-partir-janeiro/


  3. Portugal Sou Eu chega à televisão e rádio

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    RTP, Antena 1 e TSF vão passar a emitir o programa Minuto Portugal Sou Eu, formato criado com o objectivo de valorizar e promover o consumo informado de produtos e serviços com o selo homónimo. Carolina Piteira, Cuca Roseta, Fernando Gomes, Fernanda Freitas e Fátima Lopes são alguns dos embaixadores do programa Portugal Sou Eu que partilharão “a experiência positiva de integrar uma rede que contribui para aumentar a competitividade das empresas portuguesas, promover o equilíbrio da balança comercial, combater o desemprego e dinamizar a nossa economia”. Os testemunhos serão emitidos semanalmente até ao mês de Julho do próximo ano, estando prevista a participação de mais embaixadores, parceiros e empresas aderentes no programa.

    Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2019/12/portugal-chega-televisao-radio-mkt/

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  4. Benfica: Jogos em casa mantêm-se na BTV

    Canal do clube encarnado celebra 11 anos de existência.

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    O Benfica vai continuar a assegurar, através da BTV, a transmissão dos jogos caseiros da Primeira Liga, realizados no Estádio da Luz.

    A confirmação foi feita esta terça-feira pelo administrador executivo da SAD dos encarnados, Domingos Soares de Oliveira, à margem dos 11 anos de existência do canal.

    Há algo que queremos continuar a fazer, e que fez parte do acordo que renovámos com a NOS, que é ter os nossos jogos no canal. Tem um custo, como é óbvio, mas o benefício é muito grande. Temos um orgulho sem paralelo a nível mundial daquilo que são as nossas emissões. Somos um caso único e queremos continuar assim”, vincou.

    Domingos Soares de Oliveira destacou ainda a importância dos jogadores da equipa principal, que considera serem os “principais embaixadores do clube”.

    “Tínhamos um departamento de futebol, fruto da nossa história até, que era muito fechado. Normalmente tentava-se que nada perturbasse o plantel. E à medida que o tempo foi passando percebeu-se que os jogadores de futebol são os nossos principais embaixadores, e se eu não tiver esses embaixadores expostos, eu não consigo captar o interesse dos Benfiquistas. Hoje, temos conteúdos da BTV que entram dentro do balneário, que entram no Benfica Campus, que falam com o treinador, com os jogadores, que os veem em ambiente de família, e isso é uma enorme vantagem”, garantiu.

    Fonte:https://desporto.sapo.pt/futebol/primeira-liga/artigos/benfica-vai-continuar-a-transmitir-dos-jogos-em-casa-na-i-liga


  5. Canal digital #Womanize arranca a 11 de Dezembro

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    A Infinity lança esta quarta-feira,  11 de Dezembro, o canal digital #Womanize, dedicado ao público feminino.

    “Acredito que a televisão linear que fizemos ao longo dos anos vai mudar muito rapidamente e a figura do programador que pensa em horários, breaks e fluxo de audiências vai transformar-se numa curadoria de conteúdos que estarão disponíveis para o público ver quando quer em qualquer dispositivo que será cada vez mais portátil”, comenta Pedro Costa, CEO da Infinity, que esteve ligado aos lançamentos dos canais SIC Radical e SIC Mulher. “Queremos que ##Womanize seja precisamente uma plataforma onde as mulheres se revêem, sabendo que trabalhamos diariamente para inspirar as suas vidas, oferecendo-lhes informação, entretenimento e oportunidades para usarem sempre que quiserem”, refere o mesmo responsável que também passou pela BTV, Sporting TV e CMTV.

    O canal, que ficará disponível em www.womanize.pt, pretende funcionar como uma plataforma de conteúdos digitais organizada por categorias e por séries de programas. Estilo, beleza, saúde, viagens, carreira, relacionamentos, família, viver a vida serão alguns dos temas a abordar.

    Para além do streaming de conteúdos, a plataforma é simultaneamente uma loja digital. O projecto é lançado em parcerias da revista digital Magg, esynado previsto partilha de conteúdos.

    Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2019/12/canal-digital-womanize-arranca-11-dezembro/


  6. Fundo Digital Bridge investe 500 milhões em nova rede de fibra em Portugal

    Digital Bridge vai apoiar antiga Cabovisão a ter operação com cobertura nacional e oferta convergente de banda larga fixa e móvel. Investimento chega no primeiro trimestre. Nowo quer triplicar quota para 12% do mercado, chegando a 3,5 milhões de lares.

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    Após ter sido comprada pela MásMóvil, quarta maior telecom de Espanha, a nova estratégia da Nowo/Oni passa por tornar-se numa “operadora de cobertura nacional de banda larga fixa e móvel, suportada em rede de fibra ótica”, contou ao Jornal Económico o chairman Miguel Venâncio. A Nowo quer triplicar a quota de mercado para 12% e, para atingir esta meta, conta com a nova rede de fibra ótica que o fundo americano Digital Bridge pretende construir em Portugal, num investimento que poderá ascender a 500 milhões de euros.

    “Queremos, essencialmente, alcançar 70% dos lares em Portugal, ou seja, passar de uma cobertura a 900 mil lares para 3,5 milhões”, detalhou Miguel Venâncio. Mas não é só, a Nowo quer também “assegurar presença no novo mercado móvel”, que vai surgir com o lançamento da quinta geração da rede móvel (5G), “e melhorar a qualidade do serviço de suporte ao cliente”. Sobre a rede móvel, Miguel Venãncio admitiu a possibilidade de a Nowo entrar no leilão do 5G, que deverá realizar-se entre abril e junho de 2020, embora a empresa “esteja a avaliar vários cenários”.

    Fonte:https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/fundo-digital-bridge-investe-500-milhoes-em-nova-rede-de-fibra-em-portugal-522410


  7. Dreamia organiza festa para assinalar 10 anos de Biggs

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    O Armazém XL da LX Factory recebe este domingo uma festa criada pela Dreamia para o target pré-adolescente como forma de assinalar o 10º aniversário do canal Biggs. Pokémon, Morangos com Açúcar, Kally’s Mashup, My Hero Academia, Club 57, Franky Snow são algumas são algumas das séries do canal infantil para o target pré-adolescente que vão inspirar a animação da festa que terá lugar entre as 14h30 e as 19h30.

    No evento, será possível os mais novos participarem numa sessão de autógrafos com Rui Andrade, Sandra Silva, Lia Carvalho, Rodrigo Paganelli e Sofia Mota, actores da sétima temporada de Morangos com Açúcar, num dia que terminará com um concerto dos ÁTOA, a partir das 17h30. A entrada é gratuita e limitada à lotação do espaço.

    Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2019/12/dreamia-organiza-festa-assinalar-10-anos-biggs/


  8. Audiências TV: SIC atinge em Novembro os melhores resultados do ano

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    A análise de audiências de TV da agência de meios Initiative, que integra o grupo IPG Mediabrands, revela que em Novembro a SIC reforçou a liderança de canais, atingindo em Novembro os melhores resultados do ano.

    A estação de Paço de Arcos terminou o mês com uma audiência média de 419 mil telespectadores e um share de 23.1% (+0.6 p.p. versus Outubro). Este resultado foi reflexo da transmissão dos jogos a contar para a Liga Europa, bem como a performance positiva dos produtos de ficção do canal. Neste mês, TVI e RTP1 também conquistaram telespectadores, com a transmissão de jogos de futebol a estar em destaque. A estação de Queluz registou um share de 16% (+0.4 p.p. face a Outubro) e a estação de televisão pública 15.5% (+0.9 p.p. vs. Outubro).

    No sentido inverso e na sequência dos eventos desportivos transmitidos pelos canais generalistas, esteve o conjunto dos canais Pay TV que revelou uma quebra de -1.7 p.p. vs. Outubro, terminando o mês com um share de 41.8%.

    Analisando a média de todas as emissões de cada programa, RTP1, TVI e SIC contam com um programa no top 3 dos mais vistos do mês, com o futebol a dominar a atenção dos portugueses. A RTP1 transmitiu os dois jogos de apuramento da Selecção Nacional para o Euro 2020 e a média desses programas manteve 2,1 milhões de portugueses agarrados ao ecrã. Já os jogos a contar para a Liga dos Campeões foram o segundo programa mais visto do mês, com uma audiência média de 2 milhões de telespectadores e um share de 44.4%. A completar o top 3 dos mais vistos do mês estiveram os jogos de FC Porto e Sporting CP, a contar para a Liga Europa, que contaram com uma audiência média de 1,5 milhões de telespectadores.

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    Descartando os eventos desportivos no top de programas, destaque para os programas de ficção da SIC. Nazaré, com uma audiência média de 1,3 milhões de telespectadores, Terra Brava e a temporada final de Golpe de Sorte, ambos com uma audiência média de 1,2 milhões de telespectadores, foram os mais vistos do mês.

    Novembro foi um mês com poucas novidades no que à renovação das grelhas de programas diz respeito. Ainda assim, menção para estreia do novo programa de sábado à tarde na TVI – Sábado na TVI. Apresentado por Mónica Jardim e João Montez, o novo produto de divertimento da estação de Queluz apresentou no acumulado do mês uma audiência média de 414 mil telespectadores, a que correspondeu um share de 14.5%.

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    De destacar também o aumento de audiências da RTP1 aos domingos, após a estreia da nova temporada de The Voice Portugal. Desde o início da transmissão do concurso musical, o canal aumentou a sua quota de share aos domingos em mais 3.1 p.p. (14.7%), contrastando com os 11.6% apresentados antes da emissão do programa.

    Avaliando a quota do share de canais por período horário e considerando o total da semana, de destacar a liderança da SIC durante as manhãs (19.2%), horas de almoço (30.3%) tardes (18.7%), prime-time (27.5%) e noite (22.6%) e a liderança no pré-prime pela RTP1 (21%) e no período late night pela TVI (10.4%).

    Relativamente aos canais Pay TV, CMTV liderou com 4.9% de share de audiência, seguindo-se Globo (2.6%), Hollywood (2.3%) e SIC Notícias (1.9%).

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    Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2019/12/audiencias-tv-sic-atinge-novembro-os-melhores-resultados-do-ano/

     

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  9. Público abandona Nónio

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    O jornal Público deixou de integrar o projecto Nónio. A iniciativa, que é coordenada pela Plataforma de Media Privados, continua a contar com a participação dos grupos Cofina, Global Media Group, Impresa, Media Capital e Renascença Multimedia.

    “Nos últimos anos o mercado publicitário evoluiu de forma consideravelmente acelerada, implicando uma enorme capacidade de reinvenção por parte dos publishers nacionais. Embora continuemos a reconhecer os méritos do projecto e a aplaudir a inovação que lhe é inerente, a estratégia definida pelo Público para 2020 não se coaduna com a nova fase do Nónio”, justificou ao M&P Cristina Soares, administradora do Público.

    Até ao final deste ano, de acordo com a Plataforma de Media Privados, o Nónio entrará numa nova fase em que adopta uma plataforma tecnológica comum, a AppNexus, que permitirá disponibilizar um novo marketplace com segmentações de audiências transversais e simplificar o processo de compra para anunciantes e agências.

    Actualmente mais de 1,5 milhões de portugueses navegam diariamente nos sites daqueles cinco grupo editoriais registados no Nónio.

    Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2019/12/publico-abandona-nonio/

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  10. Alexandra Borges e Sérgio Figueiredo enfrentam processo disciplinar da CCPJ

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    Na sequência das queixas da Igreja Universal do Reino de Deus, a Alexandra Borges e Sérgio Figueiredo enfrentam agora um processo disciplinar da Comissão da Carteira Profissional de Jornalista (CCPJ). Em causa está a reportagem O Segredo dos Deuses, na qual, considera o organismo numa nota a que a Lusa teve acesso, é “evidente o carácter sensacionalista”.

    “De igual modo, contendo esta acusações sem provas e sem respeito pela presunção de inocência da ora participante e incluindo encenações de situações com o intuito de abusar da boa-fé do telespectador”, foi decidida a “abertura de procedimento disciplinar contra os jornalistas Alexandra Borges e Sérgio Figueiredo, por sérios indícios de violação dos deveres deontológicos”, justifica a CCPJ nos documentos a que a agência noticiosa acedeu.

    Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2019/12/alexandra-borges-sergio-figueiredo-enfrentam-processo-disciplinar-da-ccpj/

    • Shock 4

  11. Pesadelo na Cozinha foi o programa mais visto este domingo. TVI regressa ao segundo lugar da semana

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    O consumo televisivo na semana 48 do ano regista uma ligeira descida, mantendo-se contudo acima das cinco horas/dia. Face à semana anterior o tempo de visionamento abrandou cerca de dois minutos, situando-se deste modo nas cinco horas e nove minutos.

    Relativamente à repartição da audiência por canal, o share do Cabo caiu para os 36,6%. Já o da SIC subiu para os 20,2%, comportamento acompanhado pela TVI que registou 15,1% de share. Com esta subida a estação de Queluz regressa à posição de segundo canal FTA, afastando a RTP1 para o terceiro lugar, com uma quota de audiência nesta semana de apenas 13%
    .
    Na tabela dos canais Pagos mais vistos, as alterações de destaque são a subida da Fox ao quarto lugar, ultrapassando a SIC Notícias que se fixa no meio do ranking. A Fox Life ascende à nona posição, encontrando-se à frente do canal infantil Disney Júnior que regressa ao top semanal. Já os restantes canais permanecem nas posições anteriores: imbatível na liderança mantém-se a CMTV, com um desempenho de 85,4 mil telespectadores/dia. Segue-se com 48,3 mil telespectadores a Globo; e o Hollywood que fecha o pódio com um retorno de 36,5 mil telespectadores.

    Em semana de competições europeias, como seria expectável, o futebol domina as atenções dos telespectadores, cabendo a liderança ao jogo da Champions: Leipzig x Benfica com 21,6% de audiência média. Seguem-se, com um empate técnico de 14,7%, a novela Nazaré e jogo da Liga Europa Sporting x PSV. O lugar seguinte pertence ao Jornal da Noite; enquanto que o regresso de Pesadelo na Cozinha ocupou o 5º lugar, com 12,4% de audiência, sendo de referir que o programa de Ljubomir Stanisic foi o mais visto de toda a programação de domingo.

    A programação da oferta Pay TV é dominada por conteúdos CMTV, excepção para a estreia da novela da Globo A Vida da Gente que ocupa o quinto lugar, com 160,9 mil telespectadores.

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    Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2019/12/pesadelo-na-cozinha-programa-visto-domingo-tvi-regressa-ao-segundo-lugar-da-semana/


  12. Directores da Cofina acusam Sindicato de Jornalistas de “criar jornalistas de primeira e de segunda”

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    Sete directores de publicações da Cofina assinam um comunicado conjunto em que criticam o Sindicato de Jornalistas por não ter convidado qualquer representante do grupo para intervir na Conferência Financiamento dos Media, que decorre esta segunda e terça-feira na Cidadela de Cascais.

    “Verificámos que todos os jornalistas que dirigimos foram afastados da discussão. Não existe nenhum critério racional que justifique este silenciamento, pelo que somos levados a concluir que os organizadores do debate ou têm fobia do jornalismo livre, ou pretendem censurar estas centenas de profissionais pela única razão de trabalharem para o mesmo grupo económico”, refere o comunicado, divulgado nos sites dos meios do grupo.

    “Repudiaremos qualquer tentativa, com propósitos mais ou menos disfarçados e encobertos, de criar jornalistas de primeira e de segunda. Denunciaremos, por isso mesmo, junto de todos os nossos leitores, espectadores e internautas esta caricatura de debate democrático que, para agravar a situação, será realizada em local disponibilizado pelo Presidente da República”, prossegue o comunicado, que sobe de tom: “Não pactuaremos em caso algum com censores, tutelas intelectuais, vozes do dono, jornalistas amestrados ou sindicatos que encontram nas águas pútridas o seu ambiente natural.”

    Assinam o comunicado André Veríssimo (Negócios), Bernardo Ribeiro (Record), Carlos Rodrigues (CM/CMTV), Diogo Torgal Ferreira (Destak), Eduardo Dâmaso (Sábado), Luísa Jeremias (TV Guia) e Manuel Dias Coelho (Máxima).

    Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2019/12/directores-da-cofina-acusam-sindicato-jornalistas-criar-jornalistas-primeira-segunda/


  13. Parlamento discute hoje proposta para inclusão de todos os canais da RTP na TDT

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    Os bloquistas vão entrar esta segunda-feira, no Parlamento, um projecto de resolução que recomenda ao Governo a adopção de medidas para alargar a oferta do serviço público disponível na televisão digital terrestre (TDT), avança o “Jornal de Negócios”. 

    O objectivo, sabe o jornal, é incluir todos os serviços disponibilizados pela RTP na TDT, nomeadamente a RTP Madeira, Açores, África e Internacional, para que estes canais públicos não estejam apenas ao acesso de subscritores de serviços por cabo. O partido liderado por Catarina Martins considera que, por serem pagos pelos contribuintes, devem estar disponíveis em sinal aberto.

    Desde Dezembro de 2016, que a RTP 3 e a RTP Memória passaram a estar na grelha da TDT,  juntando-se, assim, à RTP 1, RTP 2, SIC, TVI e Canal Parlamento. Agora, o Bloco de Esquerda pretende evitar uma maior segmentação do mercado publicitário, ficando os canais públicos sem publicidade nas respectivas emissões em TDT. Em Julho passado, o Parlamento aprovou uma recomendação idêntica do PSD.

    Já os canais privados na TDT continuam em suspenso. O Governo prometeu abrir concurso para dois novos canais privados na TDT, um de informação e outro de desporto, há mais de três anos, com a intenção de concluir o processo antes das últimas legislativas. Em Setembro de 2018, remeteu o caderno de encargos, relativo à atribuição de duas novas licenças para operadores privados, para a Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Todavia, os dois espaços disponíveis na TDT continuam por ocupar.

    Recorde-se que, a TDT sofreu uma mudança de frequências na passada quarta-feira, 27 de Novembro, no concelho de Odivelas. Esta alteração faz parte do projecto-piloto para recepção de 5G, prevista para 2020.

    Fonte:https://executivedigest.sapo.pt/parlamento-discute-hoje-proposta-para-inclusao-de-todos-os-canais-da-rtp-na-tdt/

    Bloco de Esquerda leva ao Parlamento mais canais da RTP na TDT
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    O Bloco de Esquerda apresentou um projecto de resolução para que a Assembleia da República recomende ao governo a entrada de mais canais do universo RTP na TDT.Em Dezembro de 2016, a TDT passou a contar com os canais RTP 3 e RTP Memória, que se juntaram à RTP 1, RTP 2, SIC, TVI e Canal Parlamento. No entanto, no entendimento do partido de Catarina Martins, “permanecem indisponíveis todos os serviços de programa da RTP, nomeadamente os serviços das regiões autónomas – RTP Madeira e RTP Açores –, bem como a RTP Internacional e RTP África”.

    O Bloco admite que a entrada destes quatro canais da televisão pública poderá levar à repetição de programas transmitidos na TDT, mas ressalva que, “tendo estes canais linhas editoriais próprias e sendo pagos por todos os portugueses, configura-se obrigatória a sua disponibilização através de sinal aberto”.

    O texto do projecto de resolução relembra ainda que o anterior governo enviou para a Entidade Reguladora da Comunicação Social, em 2018, a documentação necessária para o lançamento dos concursos para um novo canal de informação e outro de desporto na TDT, sem que tenha havido qualquer desenvolvimento.

    Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2019/12/bloco-esquerda-leva-ao-parlamento-canais-da-rtp-na-tdt/

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  14. há 4 minutos, Cable Guy disse:

    Isso seria excelente

    Principalmente rever as grandes finais do BB2 e BB3, que foram momentos de grande produção televisiva, com grandes multidões no exterior da casa, lasers, fogo de artificio espectacular, gruas, planos aéreos, helicopteros... a TVI não brincou em serviço para esses especiais :6:

    Era bem melhor ver isso que estar a ver o SS em loop que já ninguém aguenta, acredito que iam aumentar as audiências do canal a custo 0.

    Não sei como a SIC consegue alimentar tanto canal temático com produções estrangeiras e a TVI nem 1...

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  15. há 47 minutos, Televisão 10 disse:

    O canal Biggs tem o DOG personalizado para o 10.° aniversário e no canto superior direito a indicação Parabéns

    A SIC K também, nem fazia ideia que tinham começado no mesmo ano.

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  16. há 23 minutos, Corppiz disse:

    Alguém que tenha a Eleven ou confirmar no 11 se as grelhas estão corretas.

    Na Eleven no caso da 4 dar NFL e não dizer e na 6 Basquetebol.

    No 11 se ainda tem o jogo do Flamengo.

     

    Pergunto isto pois na MEO não está correto.

    Nos canais nos seus sites tudo certo.

    Na Nos satelite esta tudo certo...

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  17. Conheçam as novidades Netflix Portugal para dezembro, 2019

    Séries Originais Netflix:

    • Home for Christmas - 5 de dezembro
    • Triad Princess - 6 de dezembro
    • Fuller House - Temporada 5 - 6 de dezembro
    • Ultraviolet - Temporada 2 - 19 de dezembro
    • The Witcher - 20 de dezembro
    • Perdidos no Espaço - Temporada 2 - 24 de dezembro
    • Tu - Temporada 2 - 26 de dezembro

    Filmes Originais Netflix:

    • Especial de Natal Porta dos Fundos: A Primeira Tentação de Cristo - 3 de dezembro
    • Um Princípe de Natal: Bebé Real - 5 de dezembro
    • Marriage Story - 6 de dezembro
    • 6 Underground - 13 de dezembro
    • Dois Papas - 20 de dezembro

    Documentários Originais Netflix:

    • The Confession Killer - 6 de dezembro
    • Don’t F**ck with Cats: Hunting an Internet Killer - 18 de dezembro

    Séries Originais Netflix Juvenis:

    • Spirit: Espírito Livre: Um Natal com Spirit - 6 de dezembro
    • Reunião de Família no Natal - 9 de dezembro
    • Velocidade Furiosa: Espiões ao Volante - 26 de dezembro

    Especiais de Comédia Netflix:

    • Tiffany Haddish: Black Mitzvah - 3 de dezembro
    • Jack Whitehall: Christmas with my Father - 12 de dezembro

    Anime Original Netflix:

    • Teasing Master Takagi-san - Temporada 2 - 6 de dezembro
    • The Disastrous Life of Saiki K.: Reawakened - 30 de dezembro

    Filmes:

    • História da Cinderela: Desejo de Natal - 1 de dezembro
    • Elf - O Falso Duende - 1 de dezembro
    • O Senhor dos Anéis - A Irmandade do Anel - 1 de dezembro
    • O Senhor dos Anéis - As Duas Torres - 1 de dezembro
    • O Senhor dos Anéis - O Regresso do Rei - 1 de dezembro
    • Scarface - A Força do Poder - 16 de dezembro
    • Miami Vice - 16 de dezembro

     

     

    Fonte:https://pt.videogamer.com/noticias/conhecam-as-novidades-netflix-portugal-para-dezembro-2019

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  18. Auto Regulação Publicitária dá razão à NOS no recurso da campanha 5G

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    A Auto Regulação Publicitária deu razão à NOS no recurso sobre uma campanha publicitária sobre um tarifário móvel 5G, revogando a decisão anterior de cessar a sua divulgação, avançou a agência Lusa. A campanha foi criada pela Havas Lisboa, com produção da Ministério dos Filmes.

    Em causa está a campanha “NOS Apresenta – Uma geração sem limites”, onde é promovido um tarifário móvel 5G para como sendo “a 5ª geração de internet móvel”, “sem limites de dados, chamadas e SMS”, situação que originou uma queixa do Meo acusando o concorrente de que a campanha “constitui publicidade enganosa e como tal ilícita”.

    A Meo tinha apresentado uma queixa junto do Júri de Ética Publicitária da Auto Regulação Publicitária, tendo a entidade de Auto Regulação Publicitária deliberado, em 30 de Outubro, que aquela constituía “uma prática comercial enganosa”, pelo que “a sua divulgação” deveria “cessar de imediato e não deverá ser reposta, seja em que suporte for”.

    A NOS recorreu da decisão e agora a Auto Regulação Publicitária veio dar-lhe razão. “Não se vislumbra minimamente qualquer falta ao dever de actuar com veracidade – a anunciante NOS disse estar pronta para o 5G e nada existe que coloque em causa a fidedignidade de tal afirmação”, refere a deliberação mais recente, datada de 26 de Novembro.

    Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2019/11/auto-regulacao-publicitaria-da-razao-nos-no-recurso-da-campanha-5g-video/

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  19. 17 marcas abandonam Big Brother Espanha após divulgação de vídeo com vítima de violação

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    São já 17 as marcas que deixaram de patrocinar o reality show Gran Hermano (Big Brother) emitido em Espanha pelo canal Telecinco. Na lista de marcas constam Lancome, Schweppes, L’Oreal, Telepizza, Tous, Nissan e MediaMarkt.

    O Big Brother é o formato de maior audiência daquele canal espanhol. A produção é assegurada pela Zeppelin.

    Na origem do caso está a divulgação, na passada quinta-feira, de um vídeo relativo à edição de 2017. As imagens mostram a concorrente, no confessionário, a ser coagida pela produção a visualizar um vídeo onde estaria a ser violada por outro participante, após uma festa em que puderam consumir bebidas alcoólicas. A concorrente aparenta estar inconsciente durante a agressão sexual. Ao ver as imagens pela primeira vez no confessionário, a concorrente, em estado de choque, suplica que parem de mostrar as imagens da eventual violação. A produção não acedeu à solicitação. A concorrente também quis confrontar o concorrente com o ocorrido e pediu para falar com um familiar – algo que a produção também recusou.

    O alegado violador acabou por ser expulso do programa e o processo seguiu para tribunal, onde aguarda julgamento. O canal nunca exibiu as imagens da eventual violação.

    Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2019/11/17-marcas-abandonam-big-brother-espanha-apos-divulgacao-video-vitima-violacao/

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  20. Black Friday chega à televisão com a Eleven Sports

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    Com a temporada 2019/2020 a meio, o canal premium de desporto Eleven Sports aproveitou a Black Friday para lançar uma assinatura de meia época que permite aceder aos conteúdos dos canais até ao final da temporada com desconto. Numa campanha válida até ao próximo dia 2 de Dezembro, será então possível subscrever os canais Eleven Sports em qualquer operadora de televisão por um período de seis meses, com um passe válido até ao dia 31 de Maio de 2020, por 39,90 euros.

    “A Black Friday e a Cyber Monday tornaram-se uma tradição em Portugal, mas até hoje poucas ou nenhumas ofertas de conteúdos desportivos, para televisão ou streaming, tinham sido alvo de uma campanha promocional tão forte”, salienta Nuno Miranda, director de marketing e comunicação da Eleven Sports.

    Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2019/11/black-friday-chega-televisao-eleven-sports/

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  21. 5G: Saiba como se vai processar o teste-piloto de TDT em Odivelas na quarta-feira

    Devido à tecnologia 5G, o serviço TDT vai ter de passar para outra faixa de frequências. O processo de migração só vai ter início em 2020, mas para preparar a mudança vai ter lugar um teste-piloto no concelho de Odivelas esta semana.

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    O arranque da 5.ª geração de rede móvel está previsto para 2020 e vai obrigar a uma reestruturação da Televisão Digital Terrestre (TDT) na União Europeia (UE). A tecnologia 5G vai permitir ligações móveis mais rápidas e a possibilidade de servir um número muito maior de dispositivos numa determinada área. A sua implementação será gradual e estima-se que, em 2025, cerca de 30% das ligações móveis serão feitas através de 5G.

    Esta alteração surge numa altura em que a quantidade de utilizadores da plataforma TDT continua em decréscimo. A causa pode estar relacionada, em parte, com a implementação ruinosa da plataforma, com pouca oferta de canais e problemas técnicos crónicos de receção de sinal.

    No final do primeiro semestre de 2019, cerca de 86% das famílias portuguesas tinham acesso a um serviço de TV por subscrição (aumento de 1,7% em relação a 2018). Destes, 96% aderiram a um serviço de TV incluído num pacote (por exemplo, com internet e telefone fixo).

    Foi decidido, em maio de 2017, que a tecnologia 5G vai utilizar a banda dos 700 MHz em toda a UE. Uma vez que, em Portugal, esta faixa é ocupada pela TDT, o serviço vai ter de passar a utilizar outra faixa de frequências para libertar a banda dos 700 MHz para a tecnologia 5G.

    Novas frequências TDT: teste-piloto no emissor de Odivelas

    A mudança começa com um teste-piloto na zona de Odivelas, a 27 de novembro, realizado pela MEO. Existem 3 centros emissores no concelho de Odivelas: Odivelas Centro, Serra da Amoreira e Póvoa de Santo Adrião. Mas o teste-piloto restringe-se a Odivelas Centro. Com a intervenção, a emissão será feita no canal 35 (em vez do atual canal 56) e poderá afetar quase todo o concelho de Odivelas, mas também residências nas freguesias de Lumiar, Carnide e Santa Clara, em Lisboa, e Encosta do Sol, na Amadora.

    Depois do teste-piloto, o processo global de adaptação de frequências inicia-se no sul do território continental, no final de janeiro ou início de fevereiro. Nos meses seguintes vai prosseguindo para o norte de Portugal, onde deve chegar na altura da primavera. Na fase final estarão as regiões dos Açores e Madeira. Tudo terá de estar concluído até 30 de junho de 2020.

    Estas intervenções costumam demorar horas, mas o sinal ficará indisponível para o utilizador apenas durante alguns minutos. A MEO irá socorrer-se de emissores portáteis que vão garantir a emissão durante a intervenção no emissor de Odivelas Centro. Esses emissores portáteis vão, depois, ser usados durante todo o processo global de adaptação de frequências no território continental e ilhas para minimizar os tempos de interrupção do serviço.

    Como se processa a mudança

    A MEO desliga o emissor de Odivelas Centro e os utilizadores com as antenas direcionadas para este emissor ficam com o ecrã negro; é ligado o emissor portátil e, no espaço de minutos, a imagem volta, no mesmo canal 56);
    passadas algumas horas e terminada a intervenção no emissor, é desligado o emissor portátil; o emissor principal é ligado já a emitir na nova frequência (canal 35, no caso de Odivelas); o utilizador deve fazer nova sintonia de canais para voltar a ter receção de sinal TDT.

    As equipas da MEO estarão no terreno alguns dias após a intervenção para prestar o apoio local necessário. Este teste vai servir para verificar a eficácia das campanhas de comunicação e informação planeadas, muito focadas na comunicação de proximidade.

    Estão a ser feitos protocolos com câmaras municipais e juntas de freguesias. No caso do teste-piloto, por exemplo, há um protocolo com a câmara de Odivelas e serão projetados vídeos explicativos na rede de transportes públicos. Estão ainda planeadas sessões de esclarecimento locais, distribuição de folhetos e cartas da Anacom com o folheto informativo nas caixas de correio. Poderá também haver cartazes nas autarquias e nos espaços públicos e a publicação da informação da Anacom em vários sites (por exemplo, nas redes sociais das câmaras municipais). Também está prevista uma carrinha que dará apoio local e que vai percorrer as várias zonas onde decorrerão as alterações de frequência.

    Ainda não está garantida a divulgação deste processo na televisão, nos canais que estão na TDT. Até ao momento, apenas o Canal Parlamento já se comprometeu a divulgar a informação. Os restantes 3 canais (RTP, SIC, TVI) poderão ter a informação da zona onde está a ser feita a alteração de frequência em rodapé, mas, pelo que conseguimos apurar, ainda não existem acordos estabelecidos.

    A Anacom criou uma linha telefónica gratuita de apoio dedicada à TDT, em coexistência com a atual da MEO, a funcionar desde 15 de novembro (800 102 002, das 9 h às 22 h). Quando a solução não se consegue por via telefónica, é encaminhada para técnicos da Anacom que se deslocam a casa da pessoa para ajudar a sintonizar de novo os canais de forma gratuita.

    Os mesmos equipamentos, mas nova sintonização

    O roteiro nacional de libertação da faixa dos 700 MHz prevê a adoção do cenário mais simples de migração: mantém-se a tecnologia atual (DVB-T MPEG4) e não se estabeleceu qualquer período de transmissão simultânea (simulcast). Significa que cada estação emissora será desligada para que se possa proceder à alteração da frequência e restantes ajustes necessários, sendo ligada logo de seguida, já a emitir na nova frequência. Na grande maioria dos casos, vai implicar apenas uma sintonização da nova frequência. Não será necessário comprar equipamentos, nem reorientar as antenas ou aderir a serviços de televisão. Se for aliciado para tal, denuncie.

    De acordo com a Anacom, esta mudança não põe em causa nem inviabiliza qualquer solução que se venha a adotar para o futuro alargamento da oferta da TDT em Portugal. Neste cenário, continua também a existir capacidade disponível na rede para poderem ser criados dois novos canais em sinal aberto, em definição standard, tal como acontece atualmente – o que fará subir a contagem de canais em sinal aberto para 9.

    Roteiro nacional do processo de migração

    A mudança vai ser feita por regiões, de acordo com o planeamento divulgado pela Anacom.

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    Algumas das regiões vão dispor de duas frequências. Uma das mudanças, em relação ao inicialmente previsto, foi a manutenção da atual rede overlay MFN. Embora pouco eficiente do ponto de vista de eficiência espetral (são alocados mais canais de emissão), serve para evitar a necessidade de reorientações de antena por parte de quem já está a usar os emissores em overlay. Na prática, nestas regiões, apenas o emissor principal, que hoje usa a frequência alternativa, vai manter a frequência atual.

    A situação atual (canais adicionais ao Canal 56, que cobre a totalidade do território, onde há cobertura TDT):

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    Alteração não deve prejudicar consumidores

    A mudança de frequências e a extinção da rede de frequência única (SFN) tem um grande potencial de melhorar a qualidade de receção por parte dos utilizadores, permitindo maior estabilidade com a diminuição dos fenómenos de auto interferências.

    O processo vai, certamente, conduzir a algumas alterações de cobertura TDT por antena. No geral, espera-se um aumento da cobertura em várias regiões do País. Caso esteja numa zona “sombra”, ou seja, atualmente sem cobertura TDT, informe-se junto da Anacom ou da MEO sobre a possibilidade de vir a poder usufruir da receção por antena terrestre. Este tipo de receção traz algumas vantagens óbvias, como a não necessidade de usar uma caixa descodificadora DVB-S (da MEO) por cada televisor em casa. Na realidade, basta uma antena no telhado a fazer a distribuição do sinal pela rede coaxial da casa. Desta forma, o sinal passa a estar disponível em todas as tomadas.

    Apenas os televisores mais antigos podem não incluir o respetivo sintonizador e precisar de um sintonizador TDT (de qualquer forma, mais barato).

    Outro aspeto importante, embora pouco provável, é a possibilidade de estas alterações de canais de transmissão terem o efeito contrário em zonas muito específicas: ou seja, a perda de cobertura por via terrestre. Se acontecer, denuncie a situação para ser reembolsado de todas as despesas que já teve com a adaptação para a TDT.

    Conflito de interesses pode comprometer melhorias na qualidade da TDT

    A alteração de frequências pode trazer benefícios para os consumidores, uma vez que vem impulsionar a implementação da multifrequência que há muito defendemos como fundamental para a melhoria da qualidade da transmissão da TDT. Mas é preciso não esquecer as conclusões do estudo solicitado pela Anacom, que alerta para um possível conflito de interesses da MEO na gestão da TDT.

    De acordo com o estudo, “os países bem-sucedidos em termos de penetração de TDT são os países onde o operador tem interesses em desenvolver a plataforma para oferecer aos utilizadores um serviço atrativo”. Ora, a MEO é igualmente um operador de televisão paga, pelo que não terá nenhum interesse evidente na melhoria do serviço de televisão digital terrestre.

    Desde o início do processo de implementação da TDT em Portugal, temos vindo a alertar para esta questão e para a forma como os consumidores foram lesados ao longo do processo, mal conduzido pelo regulador (a Anacom). Faltou informação às populações, mas também um período de simulcast (período de transmissão simultânea) suficiente para apoiar uma migração espontânea. Estes fatores sustentaram a nossa ação em tribunal instaurada contra a Anacom em 2013, que reclama uma indemnização global de 42 milhões de euros pelos danos causados aos consumidores.

    É imprescindível que o processo de migração para a rede de multifrequência fique concluído antes de junho de 2023, data em que termina a concessão de exploração atribuída à MEO. De acordo com o planeamento atual, deverá estar concluído até junho de 2020.

    Operadora alega tempo insuficiente para a mudança

    A recente “guerrilha” entre a Altice (grupo a que pertence a MEO) e a Anacom, inclusive com ameaças de impugnação do processo por parte da Altice, em nada ajuda ao sucesso desta operação, que já tem problemas suficientes.

    “A Altice Portugal reafirma que se trata de um calendário que será impossível de cumprir, como aliás, desde há um ano, tem vindo a reiterar e justificar repetidamente desde o início da atividade do grupo de trabalho (que definiu a migração da TDT)”, refere a operadora.

    A Altice informa, ainda, que acionou as ordens de encomenda de novos equipamentos de rede, que deverão assegurar a migração de frequências, mas também reitera que estas encomendas podem demorar um “período mínimo de quatro meses” a serem cumpridas. O que, no melhor dos cenários previstos pela Altice, “vai levar a que só estejam reunidas condições para iniciar o ‘roll-out’ (lançamento) a partir da segunda semana de fevereiro”.

    “Ao manter a data de 30 de junho de 2020 para o final do processo, a Anacom encurtou o período de ‘roll-out’, eliminando qualquer possibilidade de fazer face a imponderáveis que venham a motivar a suspensão temporária dos trabalhos”, refere a Altice, escalando de seguida no tom das críticas à reguladora das comunicações: “Esse calendário da Anacom não inclui qualquer margem para imprevistos, o que só demonstra amadorismo e irresponsabilidade no planeamento”.

    Mudar frequências pela qualidade do serviço TDT

    A atual rede TDT em Portugal é ainda, sobretudo, uma rede de frequência única (SFN – Single Frequency Network), que emite no canal 56 (750-758 MHz) e é composta por cerca de 240 emissores.

    A existência de uma única frequência para todo o território é um dos principais motivos para as recorrentes falhas de emissão, uma vez que potencia interrupções frequentes. Estas falhas já motivaram milhares de reclamações desde que o sinal analógico foi desligado no nosso país.

    Pudemos comprovar esta situação em dois estudos que realizámos com o objetivo de avaliar a qualidade do sinal da TDT: em 2012, foram analisadas 8 regiões nos meses que antecederam o switch-off (ocorrido em abril de 2012); em 2016, analisámos 10 regiões de norte a sul do País.

    Ambos os estudos mostraram de forma conclusiva que a rede SFN sempre foi afetada por problemas recorrentes de auto interferência.

    Apesar de o regulador não ter levado em consideração os nossos alertas decorrentes dos estudos que realizámos, conclusões em tudo similares foram apresentadas em estudos realizados posteriormente e solicitados pela própria Anacom, que revelam que estes problemas resultam, sobretudo, da utilização de uma frequência única de emissão na totalidade do território nacional.

    A libertação da faixa dos 700 MHz implica a migração desta rede única para uma nova faixa de frequências, o que vem alavancar o processo de transição para uma rede multifrequência (MFN – MultiFrequency Network).

    Sempre considerámos que a implementação de uma rede MFN – em que as diversas regiões do País recorrem a diferentes frequências de emissão e não apenas a uma única frequência utilizada por todo o território continental – seria a solução mais adequada para minimizar os problemas de receção da TDT e garantir a qualidade do serviço.

    Contudo, até agora, são poucas as zonas do País cobertas por emissores de frequências alternativas. Além de moroso, este processo de transição para a multifrequência, que está a cargo da MEO (do grupo Altice), detentora da licença de utilização da rede TDT, tem vindo a revelar-se pouco efetivo e apenas reativo: os emissores com frequências alternativas vão sendo implementados apenas para minorar os problemas de receção nas zonas identificadas como mais problemáticas.

    Fonte:https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/5g-concelho-de-odivelas-vai-ter-teste-piloto-de-tdt-na-quarta-feira-517657

    Portugal podia ter seis TDT, mas só tem uma. Que volta a mudar a partir de hoje

    A TDT começa hoje a mudar com a 5G no horizonte. Desta vez, tudo começa com um teste piloto em Odivelas. Até junho de 2020, cerca de 1,4 milhões de portugueses já deverão estar a sintonizar as novas frequências entre os 470 MHz e os 694 MHz. Entrevista ao responsável da Anacom pelo processo de migração de frequências

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    Miguel Henriques, chefe de Divisão de Consignação de Frequências e Licenciamentos da Autoridade Nacional das Comunicações (Anacom), faz a antevisão da migração de frequências da Televisão Digital Terrestre (TDT) que arranca esta quarta-feira com um teste piloto com o emissor que transmite para o município de Odivelas. Até junho de 2020, terá de ficar concluída a migração do Modo de Frequência Única, que não deixa muitas saudades devido às interferências, para um Modo de Multifrequência, que prevê atribuição de diferentes faixas a 12 regiões do País. Mais de dois milhões de pessoas deverão tirar partido desta mudança sem ter de reorientar antenas ou substituir boxes. Cerca de 30% destes cidadãos já usam as novas frequências. A Anacom prevê um processo de migração sem sobressaltos.

    Porque é que a TDT tem de mudar de frequências?

    É algo que decorre da aprovação da decisão 899/17 da Comissão Europeia, que determinou que os estados-membros, a partir de 30 de junho de 2020 têm de disponibilizar a faixa dos 700 MHz para os serviços de comunicações eletrónicas terrestres – o que quer dizer para os telemóveis. Atualmente, a rede de TDT está na faixa dos 700 MHz. A nossa rede de TDT é constituída por 267 emissores, mas 242 desses emissores operam em frequências nessa faixa dos 700 MHZ. E por isso estes emissores têm de mudar de frequências de forma a libertar a faixa dos 700 MHz, para que seja atribuída aos serviços móveis.

    Em que frequência é que vão passar a operar esses 242 emissores?

    A faixa da atual TDT vai dos 470 MHz aos 790 MHz. A decisão da Comissão Europeia indica que dos 690 MHz aos 790 MHz vão passar para serviços móveis em junho de 2020. Logo, esses 242 emissores têm passar a transmitir na faixa de frequências entre os 470 MHz e os 694 MHz.

    Não há perda de qualidade do sinal?

    Não. Neste processo, o âmbito da cobertura da TDT vai aumentar, porque os emissores começam a emitir em frequências mais baixas (e que por isso têm maior alcance). Estes 242 emissores partilhavam quase todos a mesma frequência…

    …No Modo de Frequência Única (SFM)!

    Exatamente, nomeadamente no Território Continental (português). O que se passa é que (depois da migração de frequências) o Território Continental vai ser subdividido em 12 áreas (com frequências diferentes), o que vai mitigar em muito as situações de auto-interferência que hoje se verificam. As auto-interferências são hoje consideradas zonas de não cobertura por via terrestre (a TDT também pode ser transmitida por satélite). Hoje, um emissor do Algarve tem a mesma frequência que emissores de Lisboa, Coimbra, Porto ou do Minho. Com esta migração, um emissor do Algarve só passa a ter a mesma frequência das estações que lhe estão próximas. Logo, quando vierem as alterações de propagação do sinal de TDT, que acontecem geralmente no verão, o emissor do Algarve não vai, passe a expressão, “chatear” o emissor do Minho, porque este emissor já se encontra numa frequência diferente.

    A regulação internacional acabou por resolver um problema que havia na TDT nacional…

    A Rede de Frequência Única foi uma opção tomada quando se introduziu a TDT em Portugal. Teria sido possível dizer à Meo para mudar as frequências devido às auto-interferências, mas isso daria uma sensação de que o erário público iria pagar à Meo para resolver os problemas da rede. O que não faz sentido nenhum. Portanto, é com a imposição da decisão da Comissão Europeia que arranjamos um argumento para, uma vez que aquela faixa de frequências vai ter de ser libertada, determinar como é que a TDT teria de passar a ser emitida.

    E o que acontece aos 25 emissores que não foram escolhidos para fazer esta migração?

    Há cinco ou seis nos Açores e cerca de 20 no território continental. Esses emissores não vão mudar, porque já emitem nas frequências pretendidas. Quem está sintonizado nesses emissores não vai ter de fazer nada. Para suprimir o problema das interferências, nomeadamente em 2012, foi instalada uma rede de multifrequências, em diferentes canais. E quase toda essa rede já está a operar em frequências que não têm de ser alteradas. Só esses emissores cobrem cerca de 30% da população que hoje vê da TDT – e que não tem de fazer nada para sintonizar as novas frequências.

    O que é que as pessoas têm de fazer para sintonizar a TDT nas novas frequências? De certeza que não é necessário ou reorientar antenas?

    De certeza absoluta. Todo o processo foi feito para se aplicar à atual rede. Como as frequências vão ser mais baixas, a intensidade do sinal necessária para captar o serviço é mais baixo e posso garantir uma certeza de 99,99% que não haverá um caso de alguém que tem TDT e que depois deixa de a ter. Não é preciso adquirir equipamentos. Todos os estados membros vão ter de passar por este processo – uns com mais emissores; e outros com menos. Há estados-membros que, com a redução da faixa de frequências disponível da TDT, aproveitaram este processo para migrar para novas tecnologias, nomeadamente, para o DVB-T2 e para um formato de compressão de vídeo mais eficiente.

    A TDT portuguesa não adotou o protocolo DVB-T2?

     

    Não. (É usada a primeira versão do DVB-T) Mantivemos a tecnologia porque a atual rede tem capacidade para nove serviços de programas televisivos (canais de TV) – mas a rede não transporta esses nove serviços de programas, apenas tem sete. Portanto, não faz sentido haver uma evolução da tecnologia para ter uma rede com mais capacidade, porque a rede continua a ter uma capacidade totalmente excedentária. Por outro lado, a população que usa a TDT, que corresponde às pessoas com mais baixos recursos, não tem de comprar novos equipamentos, uma vez que os equipamentos que têm em casa continuam a receber o sinal.

    E do ponto de vista tecnológico, não faria sentido migrar para o protocolo DVB-T?

    Portugal tem (espetro disponível para) seis redes de TDT planeadas. Estamos a utilizar uma. Há espetro para mais cinco. Se o Governo e a Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC) assim o entenderem, podem ter DVB-T, porque estão preparadas para isso. A política do audiovisual não cabe à Anacom. À Anacom compete criar condições técnicas para política audiovisual do País. Mas a política audiovisual do País compete ao Governo e à ERC. Será o Governo, em conjunto com a ERC, que nos dirá se será preciso lançar um concurso público para criar mais uma, duas ou três redes de TDT, de forma a que essas redes consigam contemplar o número de serviços que entenderem.

    Se alguma vez vierem a ser lançadas, essas redes de TDT até poderão concorrer com as redes fixas que já existem.

    Sim.

    O que nos leva a acreditar que os problemas registados em 2012 não se repetem durante 2020?

    A TDT foi lançada em 2009, mas o que aconteceu é que as pessoas só migraram para a TDT, quando foram obrigadas, com o desligamento das estações analógicas, cuja primeira fase ocorreu em janeiro de 2012. Por isso é que se diz que a introdução da TDT foi em 2012. Houve um período de três anos em que coexistiram a tecnologia analógica e a tecnologia digital. O problema é que, como não houve qualquer incentivo para a migração, as pessoas só migraram quando foram obrigadas…

    … eventualmente, os equipamentos compatíveis também estavam longe de abundar!

    Havia equipamentos, o que não havia era incentivos para as pessoas migrarem, apesar de estarem previstos… como um canal de alta definição e um novo canal de televisão generalista. Só que, por questões que não dizem respeito à Anacom, e dirão mais respeito à ERC e ao Governo, nem o canal de alta definição nem o novo canal viram a luz do dia. Esses eram dois grandes incentivos para as pessoas migrarem da tecnologia analógica para a tecnologia digital. Com mais serviços disponíveis as pessoas migrariam com mais vontade…

    E esse cenário de corrida de última hora não se poderá repetir?

    Não há incentivo nenhum para a migração e as pessoas só poderão migrar quando o emissor mudar de frequência. Vamos fazer este piloto esta quarta feira, na zona de Odivelas, porque temos um conjunto de ações para auxiliar a população neste processo. E queremos ver num ambiente limitado se estas ações são boas, e se se adequam às necessidades da população, de forma a que, entre esta quarta-feira e o início do processo de lançamento no País, que deverá ocorrer na primeira quinzena de fevereiro, possamos saber da necessidade de adaptar as ações previstas para apoiar a população.

    É verdade que a migração da TDT está a atrasar o processo de lançamento das redes de quinta geração de telemóveis (5G)?

    Portugal não está atrasado, porque a Anacom, em outubro, determinou que a Meo deveria concluir a libertação das faixas de frequências da TDT até 30 de junho de 2020. Que é também a data definida pela Comissão Europeia. Por outro lado, não basta libertar a faixa para que a 5G apareça. Há que atribuir o espetro que foi libertado aos diversos operadores. De acordo com a consulta pública sobre a limitação dos direitos de utilização de frequências para a 5G, prevê-se que o leilão ocorra em junho de 2020 e que os títulos habilitantes para que os operadores comecem a usar a faixa dos 700 MHz sejam concluídos até agosto de 2020. Quando os operadores receberem os títulos habilitantes já a faixa dos 700 MHz estará liberta da TDT. Pelo que o processo da TDT não influi de modo nenhum em atrasos da 5G, nomeadamente, na utilização da faixa dos 700 MHz… além disso, a 5G não vai ser introduzida apenas na faixa dos 700 MHz. Vai aproveitar essencialmente a faixa dos 3,4 aos 3,6 GHz.

    Quantos utilizadores de TDT há em Portugal?

    Temos uma estimativa quanto à percentagem que acede exclusivamente aos serviços de TDT que ronda os 13%. Se juntarmos os casos em que a TDT é usada como segunda ou terceira opção para clientes que também têm contratos de satélites ou IPTV em casa, o serviço deverá contar com cerca de 20% da população. Estimamos que 30% destes 20% não deverão ter de fazer nada (porque estão em áreas cobertas pelos 25 emissores que já procederam à migração para os sistemas multifrequência).

    Fonte:http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/mercados/2019-11-27-Portugal-podia-ter-seis-TDT-mas-so-tem-uma.-Que-volta-a-mudar-a-partir-de-hoje

     

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