Jump to content

Kandinsky

Membros
  • Content Count

    878
  • Joined

  • Last visited

Community Reputation

2,024 Artista do Somos Portugal

About Kandinsky

  • Rank
    Sou palmista no Você na TV
  • Birthday 08/16/1993

Recent Profile Visitors

1,085 profile views
  1. As histórias da SIC têm a originalidade de uma torradinha com manteiga, mas o que o canal está a conseguir fazer é criar uma indústria de pessoas felizes e motivadas (autores incluídos) que in-va-ri-a-ver-men-te se repercute nos resultados. Epah, esta é daquelas “leis” de mercado tão básicas que só não vê quem tem mesmo um défice qualquer... Boa sorte para a TVI em ter autores felizes a adaptar as “Amandas” da vida. “Ai a TVI não tem tempo ou recursos para investir em textos originais e tal...” Epah, falamos de um canal de televisão (não da mercearia da esquina), onde trabalham pessoas pessoas pagas a peso de ouro para pensar em alternativas à compra de novelas chilenas. Muita desculpa arranja o tuga (não só neste caso, para tudo).
  2. Eu não encontro vantagens absolutamente nenhumas em avançar com adaptações de subprodutos sul-americanos. E o grande risco da TVI é ficar cada vez mais com tarefeiros de escrita nos quadros e os verdadeiros autores irem procurar estímulo noutras bandas. Ainda por cima se esta é uma “sérievela” que se pretende curta, o que não deve faltar por aí é malta louca por uma oportunidade para apresentar ideias, criar novas histórias, frescas (e produtos de curta duração podem ser um bom laboratório). Os canais deveriam ter uma ficção que desse tusa aos nossos autores, que os estimulasse a apresentar sempre a melhor história, que fomentasse uma concorrência saudável, que os mantivesse felizes. O reerguer de um canal não deve começar pelo telhado, mas por dentro, pelas pessoas. Já uma política recorrente de adaptações (ainda por cima de produtos advindos de mercados que não se pautam pela criatividade) vai atrofiando lentamente o mercado, afastando o grosso do público jovem, e mantendo o público habitual numa permanente letargia. É falta de visão.
  3. Kandinsky

    Ver P'ra Crer

    Estou a ver pela primeira vez, é tão low-cost e mau que dói. Iluminação incoerente, painéis electrónicos dos anos 80, composição do público desajustada, até a cena onde o Pedro lê as perguntas parece não estar bem aparafusada e mexe por todo o lado. Countdown para ser cancelado... Coisa boa: ser um mostruário para o “à-vontade” da Ana Guiomar e o seu humor desbragado. Adoro-a.
  4. Muita adaptação mofenta faz a TVI... Há por aí tanta malta com boas ideias e vontade de trabalhar, que só precisaria da supervisão de um autor sénior para o correto desenvolvimento da obra, e optam por mais uma vez ir buscar material sul americano. Garnel (e já agora, Daniel): abram um talent search para novos guionistas, pah!
  5. Como assim “ponto”? Referes-te de uma forma geral a todas as formas de arte/representação? É que no teatro, por exemplo, o exercício da “suspensão da descrença” é muito mais facilitado que numa telenovela (que, regra geral, se pretende o mais fidedigna possível à realidade). Se é verdade que a idade é das personagens, o look/caracterização também deveria ser: por exemplo, a MJB, da forma como está, não passa por mãe do Barata nem aqui nem na China. No filme “A Herdade” tens o Albano Jerónimo a fazer de pai do Rodrigo Tomás, mas devidamente envelhecido.
  6. Comparar produtos é inútil. Ambos são bons, ainda que diametralmente opostos. (A Nazaré tem muitíssimas mais qualidades que aquelas que os detratores aceitam reconhecer.) Há que ler, isso sim, tendências de consumo. Novelas ditas “pesadas” saturaram o mercado. Qualquer líder com um mínimo de visão o “leria”. O Bruno Santos não o “leu”. O perigo é agora todos (re)recomeçarem a fazer novelas pop ou rurais e daqui a uns tempos já não haver a mínima pachorra para esses formatos.
  7. Kandinsky

    Notícias TVI

    Assumindo que é verdade... Se tiveram um convite para um projeto já delineado, que lhes agradou, é uma coisa! (É válido. É a saudável lei do mercado.) Mudar só por mudar, nesta altura do campeonato (para a equipa vencedora), soa um bocadinho a ratos a abandonar o navio. Edit: Um dos grandes desafios da Garnel é justamente reforçar o team building (dos atores, apresentadores, etc)! Esse é talvez o maior talento do Daniel Oliveira: pôr toda a gente sob a sua égide feliz e motivada.
  8. JOKER. (Goddamn filme do ano!)
  9. Kandinsky

    Prisioneira

    Olha olha, o Ortigão a piscar o olho a outras vizinhanças...
  10. Kandinsky

    Golpe de Sorte

    Podem sempre aguinaldosilva’izar a trama e criar um “golpe de sorte” coletivo. Tipo: é descoberto um poço de petróleo em Alvorinha, com o dito a jorrar por todas as torneiras, e a localidade a tornar-se a mais rica e excêntrica do país. Alvorinha milionária vs. interesses políticos e económicos do resto do país. (lol)
  11. Kandinsky

    Ver P'ra Crer

    A Guiomar e a Salema são perfeitas para transmitir aquele vibezinho familiar/cozy que o formato apregoa. O estúdio parece qualquer coisa do início do século. Tem um ar “analógico” (à falta de adjetivo melhor).
  12. Kandinsky

    Golpe de Sorte

    Uma nova temporada só seria tolerável (no sentido de evitar o enjoo e o ridículo) se mudassem o título de “Golpe de Sorte” para outra coisa qualquer (“Regresso a Alvorinha”, “Um Novo Golpe de Sorte” ou whatever) e a história central não girasse em torno da Céu. O mesmo cast (ou não), mas com diferentes protagonismos. E mesmo assim... (Daniel, que tal deixar a coisa morrer com dignidade?)
  13. Aquilo que o Daniel Oliveira (e team) brilhantemente estão a conseguir fazer é a criação de um “espírito” e de uma “identidade” SIC. (Que é justamente o que TVI perdeu.) E estão a fazê-lo em sintonia com os tempos (usando com mestria as redes sociais). Exemplo: até do jantar de despedida das gravações da Nazaré fazem um happening!!! Bem executado, ainda por cima. E não é que o que passa cá para fora é que aquela gente está genuinamente feliz a trabalhar para o canal? Eu, que sou intrinsecamente desconfiado, acredito. Aplausos, Mr. Oliveira!
  14. Deve-me ter escapado alguma promo... onde foi visto o tom “revisteiro aparolado”? Agora, se isto tem 300 episódios... grande retrocesso Daniel. Buh!
  15. @Gabriel Sabino O lado menos alegre, e que valida também a homenagem, é que a Bárbara passou por um período muito complicado de violência doméstica e está agora a lutar contra um cancro. Ela não sendo a mais versátil e/ou talentosa das apresentadoras (é até bastante unidimensional), é daqueles nomes mais ou menos consensuais, duvido que haja quem não nutra simpatia por ela. E durante muitos anos foi o grande símbolo de sensualidade da nossa televisão.
×
×
  • Create New...