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Kandinsky

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1,358 Repórter de vacas bravas na CMTV

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    Sou palmista no Você na TV
  • Birthday 08/16/1993

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  1. Os protagonistas estão brilhantemente escolhidos. A Aparício é um erro de casting tremendo. Já a estou a ver a usar burka como quem usa Gucci, com aquela voz/dicção afetadas, a parecer tão árabe como eu pareço esquimó.
  2. Este é o primeiro produto de ficção 100% Daniel, não é? (Creio que AeC ainda vem da Sobral). Ou seja, é realmente o primeiro grande barómetro sobre o tipo de ficção que esta direção deseja ter em antena. Numa coisa a evolução é visível: o nome Golpe de Sorte, ao lado dos habituais corações salgados de paixão maior, soa a título de prémio literário. [Eu ainda acho que o nome Flor de Sal (lol) é bluff.]
  3. Que foto deslumbrante! (Impressionante como as boas fotos, por si só, já parece que contam uma história.) A Mira tem aqui material para uma novela antológica e vencedora. Rezo a todos os santinhos para que ela consiga um bom equilíbrio/elegância/coerência (que só uma curta duração lhe poderá dar), e não venha com a sensibilidade de uma manada de bisontes furiosos que mostrou nos últimos trabalhos...
  4. Kandinsky

    Você na TV!

    É uma jogada arriscada, mas a SIC ao dar alguns períodos de férias relativamente longos à Cristina (ao longo do ano), está também a preparar terreno para vários (supostos) comebacks que, a nível de promoção, podem ser sugados ao tutano. Uma ausência de duas semanas bem explorada, na psique das pessoas pode soar a ausência de dois meses. Quanto ao VnT começo a concordar com algumas opiniões que sugerem uma transição para as tardes (com uma promoção gira e divertida, e nada fatalista) e a tentativa de um novo formato para as manhã...
  5. A grande vantagem de não ser produção SP (ainda que esta produção da Coral possa vir a ser meh) é a mudança a nível estético/imagem! A ficção da SIC tem sempre toda o mesmo aspeto (ainda que eu ache que a produção da SP é a melhor do nosso audiovisual, acima da Plural, não se pauta absolutamente nada pela variedade em termos de imagem). Vai ser bom ver dois produtos no ar com tratamento visual próprio e díspar (e, se assim for, bem vinda ao século XXI, SIC).
  6. Espero que façam uma coisa divertida. Já que aquilo é uma casa, seria giro um monte de apresentadores fazerem um movimento okupa (meio em jeito de rebelião encenada) durante as férias da CF. O Cláudio sozinho será um snoozefest.
  7. O programa autodestruiu-se com os Desafios Banais (perdão, Finais) e a quebra da mística. Quando uma coisa é demasiado intensa, tem de ser gerida aos poucos (com inteligência e elegância). Mas não, houve uma altura em que era uma avalanche de SS, Éricas, Bibis, silicones, trocadilhos infindáveis da Teresa, cadeiras quentes minuto sim minuto sim, rasquice em modo crescente... foi tudo de mais. As últimas edições então, nem pus os olhos em cima. Mas confesso que ao pensar em edições passadas, principalmente a 4 e a 5, fico nostálgico. A minha relação com a televisão generalista era tão diferente na altura... Uma nova edição disto pede um revamping total. Bye bye Goucha, bye bye cenário que já não surpreende ninguém, bye bye castings duvidosos, bye bye produção que cada vez mais se afasta da verdadeira génese do jogo. Quanto à Teresa... acho que ela já descansou a imagem o suficiente e poderia na boa fazer um comeback (de preferência tendo também refletido sobre aquilo em que pode melhorar). O Goucha é que não.
  8. Seria absolutamente genial. Não seria original, já que a Sara fê-lo brilhantemente, mas gozarem com uma novela chamada Coração Salgado seria magistral.
  9. Kandinsky

    Vidas Opostas

    Mas que raio de prémios são estes? Que critérios de seleção e premiação são usados? Só por alto pareceu-me que atribuíram cerca de 700 prémios (medalhas). A cerimónia tem o quê, uma semana de duração?!? Enfim, parabéns à Tangled Lives.
  10. Kandinsky

    Conta-me Como És

    A Fátima transparece ser um doce de pessoa e consegue efetivamente criar uma enorme empatia com os convidados. Mas é das PIORES entrevistadoras que eu já vi: ela induz respostas aos entrevistados. Eu bem sei que ela não é jornalista de formação (nem profissão), mas isso é um erro crasso. Vai ao ponto de inferir sobre aquilo que as pessoas estão a sentir mesmo antes de elas o verbalizarem. E por vezes acerta ao lado. Houve um momento em que a Ágata (muito subtilmente) ficou até meio desconfortável com isso.
  11. Este comunicado está francamente mal escrito. Quanto à Luciana, não sou fã, mas reconheço-lhe talento (diversificado) como há poucos em Portugal. Sinceramente desejo-lhe toda a sorte e paz.
  12. Isso de abordar síndromes e maleitas sociais por si só é tão ultrapassado. O segredo da boa ficção está em explorar o que move as personagens, não o que as define. (A não ser que coincidam, claro.) Anyway, tenho um feeling que o Vilhena está a preparar um texto soberbo.
  13. Se for uma bosta dessas, ao menos que sejam criativos. Um concurso que acompanhasse toda a novela, com prémios pontuais, e que no fim desse - não um Euromilhões (óbvio) - mas um prémio significativo. Podia até ter diários de 15 min ou assim, com concorrentes/espectadores a responder a questões sobre a novela, provas interativas com os atores, whatever.... Enfim, qualquer coisa menos um 760 degradante.
  14. Por acaso dá mesmo a entender que será um concurso. Mas sim, deve ser referência à novel... série com a MJAbreu. Mas o que quero realçar é que já estão a criar buzz! Não brincam em serviço, estes tipos! O marketing que ressuscitou as manhãs deu resultado (avassalador, porque a figura era a CF). Se o tratamento para o HN for o mesmo (igual intensidade e criatividade) antevejo também bons resultados. (Aliás, a promoção sobre uma história de uma “mulher do povo” que ganha o Euromilhões quase que se escreve a si mesma.) Ainda são os primeiros passinhos, mas tenho um feeling que daqui a uns tempitos tirarei de novo o chapéu à equipa de comunicação e marketing da SIC...
  15. "Segredos Que Matam"? Adaptação de um original sul americano? Aqui há uns tempos ouvi um podcast com Rogério Samora no qual ele dizia que a grande crise da nossa ficção televisiva é a nível de conteúdos/criatividade. (Não há bons autores, dizia ele.) Ou as ideias novas e frescas são barradas por direções que fazem televisão para pessoas muito pouco exigentes (eufemismo) ou efetivamente nós não somos um povo muito criativo (o que não é verdade)... A nossa televisão/ficção está orgulhosamente de pedra e cal no passado, sem perceber que está a morrer.
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