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Kandinsky

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    Sou palmista no Você na TV
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  1. Kandinsky

    Você na TV!

    No fds estive a ouvi-la no podcast do Diogo Beja (ainda não ouvi tudo) e gostei imenso da onda dela. Ela é muito mais vulnerável do que transparece (disse inúmeras vezes que está a sentir uma pressão brutal). Mas, tirando isso, é super divertida. E disse também que no dia em foi convidada do Goucha percebeu logo que estava num "casting". O Goucha tem, indiscutivelmente, o peso que tem. "Televisivamente" falando e até na visibilidade (ainda que não propositada) das questões LGBTI. Mas acho mesmo que está na hora dele deixar as manhãs da TVI. Os anos 20 estão a chegar e a forma dele de conduzir um talk-show matinal está ultrapassada. Está na altura de lhe darem um programa de charme (à la Herman) ou de entrevistas de fundo. A dupla Pêgo + Cerqueira Gomes seria uma lufada de ar fresco e um investimento! (Aos meus olhos a TVI é de longe o nosso canal generalista mais atrasado/envelhecido, tanto a RTP como a SIC estão muito mais modernizados.)
  2. O texto é o que menos preocupa neste trabalho. Aliás é a única garantia (a par de algumas performances) que há. É a produção manhosa/datada da Plural que o vai impedir de atingir o seu pleno potencial. No outro dia parei na Prisioneira e uma cena que se passava num terminal de aeroporto deu-me vontade de rir, entre figurantes que pareciam baratas tontas, o áudio a captar as falas dos atores mas também todos os sons e passos em estúdio em pleno eco, tudo com um aspecto artificial... Um texto fenomenal por si só não faz tudo. (E isto não é criticar por criticar, é ser exigente.)
  3. Depois da excitação com a foto da Lencastre em personagem, vem o balde de água fria: a produção da Plural (concretamente a cenografia) vai continuar a mesma merda artificial de sempre. Estas casas NÃO existem em Portugal (e desconfio que em lugar nenhum a não ser em maus catálogos de mobiliário). Que falta de gosto/talento, credo.
  4. Adorei a foto! Adoro o vibe que transmite, de sofisticação, contenção e contemporaneidade. Cold sadistic bitch do século XXI (não da terra das caricaturas). (A Caetana foi umas palhaçada de personagem. Aliás, as últimas personagens da Lencastre são uma mancha no seu currículo.) #vilhenaporfavormudaonomedanovela
  5. Eu costumo ver os hot topics de manhã quando estou a tomar o pequeno almoço (love me some ww para começar o dia) e bem me parecia que era esta ave rara que estava na plateia... bahahahah!
  6. Credo, há pessoal aqui que é tão literal... Okay, “thriller (que, por sinal, é epíteto do próprio autor) de contornos psicológicos adaptado aos moldes de uma novela....” (Em contexto pouco dado a figuras de estilo, já é mais realista esta construção?)
  7. Isso queria eu, que tivesse um tom super dark (a puxar ao thriller psicológico). Pelo que saiu não me parece nada......
  8. A par de Dancin’ Days, esta é a provavelmente a novela de título mais queer da história da televisão portuguesa. Mas DD tinha fundamento. Esta (até ver) parece-me ter um título apenas e só ridículo. A novela da SIC, se de facto meter touradas, não merecerá um segundo sequer da minha atenção. Mas tenho um feeling que vai engolir esta do Vilhena.
  9. Se a personagem da Dalila, que para além de roubar bebés parece que irá começar também a matar (foi o que li algures), começar a usar uma tesoura e/ou a empurrar pessoas de escadas, temos um remake de Senhora do Destino. Já do ponto de vista da Vila-Nova, se de facto for à sua personagem a quem roubam as crianças, o remake já será de Mar Salgado. #justkidding #invilhenawetrust
  10. Credo, isto não tem nada a ver com o que andei a imaginar. E “Vida Louca” é tão mau, tão banal, com tão pouca profundidade, tão novelita das 19, tão ao nível de “Paixão”... Já para não dizer que é uma expressão muito pouco portuguesa (a própria palavra “louca” é muito mais usada no Brasil que aqui). Medonho por medonho, “Vida Doida” sempre estaria mais perto do nosso léxico. É nome (cartão de visita) muito pouco memorável. Mas enfim, Vilhena a ser Vilhena: boas novelas, títulos merdosos.
  11. Acho que não percebeste a comparação que fiz. Não foi sob o ponto de vista do principal interveniente (era só o que faltava comparar comportamento aditivo a orientação sexual). Fi-lo do ponto de vista do filho, e dos respetivos mecanismos de defesa face aos cenários que imaginaste. Desculpa se não fui claro o suficiente. Quanto ao resto, não me arrogo a especular se o público o olhará com outros olhos ou não. Falo apenas por mim: ganhei-lhe um novo respeito (e de certeza que como eu haverão outros). Acho mesmo que assuntos “silenciados” refletem (ou levam a) atrasos civilizacionais.
  12. Desculpa, não te conheço, mas discordo na íntegra com tudo o que escreveste. (Mais, parece-me ser o tipo de pensamento altamente influenciado pela ideia de culpa com que a “bendita” cultura judaico-cristã brindou a nossa sociedade.) O filho mais velho dele, se tiver uma boa cabeça e uma boa dose de compensação afetiva (e de esclarecimento), vai olhar para o pai como um tipo que teve a coragem de assumir uma doença que ainda continua a ser vista como uma escolha ou uma vergonha (e de preferência vê-lo como um herói), e vai conseguir ultrapassar as possíveis bocas que possa ouvir na escola. (Mal comparando, tal como os filhos de casais gays o conseguem fazer.)
  13. Mas ele não tinha já admitido, penso até que no Alta, que havia consumido na altura dos Morangos? Ou estou a delirar? Ainda não vi a entrevista, mas quanto ao facto dele estar “mocado”, seria muito perigoso ir alterado justamente para o espaço no qual vai admitir a adição. Não terá sido o efeito de um ansiolítico qualquer para reduzir a ansiedade e as respostas o stress?
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