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PM Lopes

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    Vou ser o próximo Bruno Santos
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    Homem
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    Amarante, Portugal

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  1. Antes de mais, desejo uma ótima semana a todos os membros do Fórum A Televisão. Chegou o momento. Depois de ter lido as vossas opiniões, sugestões e críticas da renovação de imagem, dos novos separadores e, principalmente, do novo estúdio, oráculos e genéricos da informação da RTP1, eis que surge, hoje, dia 21, o momento para partilhar as minhas opiniões, sugestões e críticas acerca desta nova imagem e identidade do canal principal do Grupo RTP. Mas, antes de começar com o meu discurso, posso dizer que tive em conta tudo aquilo, que cada um de vós escreveu neste fórum, na altura de escrever este meu texto. Separadores de canal Sem qualquer dúvida: a simplicidade marca os novos separadores de canal da RTP1. O Vhils é um artista com excelentes trabalhos e, isso, não se discute. O problema é que a transição para o fundo cromático não é a melhor. Por isso, defendo que era melhor a obra do Vhils ocupar todo o tempo do separador – sem a transição para o fundo cromático – mas, por cima do trabalho do street artist surgir o logo da RTP1 (tal como acontecia, nos separadores anteriores). No entanto, não sei até que ponto é que os separadores de canal com o Vhils à mistura se adequam à RTP1. Na minha opinião, estes separadores não fazem sentido na RTP1 antes pelo contrário, deveriam ser da RTP2. E porquê? A RTP2 é um canal do conhecimento, da descoberta, de uma informação especializada, da cidadania, da cultura, da comunicação, da inovação, da criatividade e, acima de tudo, da oportunidade. E estes separadores de canal fazem todo sentido ser da RTP2. Mas atenção: os separadores de canal da RTP2 estão muito bons. E espero que as mudanças previstas para este canal não afete de todo a imagem que surgiu no dia 7 de março de 2015. Para terminar, tenho que sublinhar o bom que eram os separadores de canal, da RTP1, lançados em 2013 e mantidos em grelha até 2016. Dos 80 separadores timelapse, que ligavam todas as regiões de Portugal, dos 80 separadores que mostravam as nossas cidades e os nossos monumentos, dos 40 separadores de canal que espreitavam uma nova geração de portugueses, dos 40 separadores de canal que ilustravam os pormenores do nosso país, deixo aqui uma questão: não existia uma forma de adequar 240 separadores de canal ao novo logo da RTP1? Já para não falar dos separadores de canal para conselhos úteis e dos separadores de canal destinados às autopromoções. Nestes vídeos, encontra-se a situação de um logotipo que sofreu alterações. Informação Quanto à nova identidade informativa há pontos positivos e negativos. Começando pelos pontos positivos: o novo estúdio é o melhor desde os últimos 12 anos. Desde 2004, ano em que a RTP mudou toda a sua produção para o mais moderno centro tecnológico do país que, aquele que é considerado um dos maiores estúdios de informação do Mundo que sofreu várias e constantes mudanças. No entanto, o novo estúdio, estreado no passado dia 7 de março, é sem dúvida uma verdadeira “arca de Noé tecnológica”, tal como dizia, José Alberto Carvalho, em 2014. Este novo estúdio é muito mais funcional: o pivô do Telejornal pode estar sentado na mesma como estar em pé junto ao videowall. Isto permite, sem qualquer dúvida, criar um espaço informativo mais dinâmico. As cores do estúdio de informação são um outro ponto relevante desta mudança. Os oráculos é mais um ponto positivo. Estamos a falar de oráculos mais limpos, mais simples, mais dinâmicos, sem distrair a atenção dos telespetadores. No entanto, lamento o facto de terem retirado do oráculo o ícone do relógio que estava à beira das horas. Na minha opinião, acho que o ícone do relógio favorecia – e muito – o oráculo do programa informativo. Agora, o primeiro ponto negativo que aponto é o facto do genérico do Bom Dia Portugal, do Jornal da Tarde e do Telejornal não ser algo de muito especial. No entanto, defendo a simplicidades dos mesmos genéricos. Os genéricos destes três programas informativos da RTP1 deveriam seguir o exemplo do genérico do Jornal 2, da RTP2 mas, claro, com imagens de todo o país. O outro ponto negativo que aponto é o facto do Portugal em Direto não ter mudado a sua imagem. É de lamentar aquele horrível genérico, oráculos e já para não falar do cenário escolhido para o Chorma Key. Na minha opinião, o programa Portugal em Direto deveria ser feito no local onde o Jornal 2 recebe os seus convidados, quando estão nos estúdios de Lisboa e onde já foi realizado o bloco informativo das 18h. Sugestão para possível genérico dos blocos informativos da RTP1: Voice over A voice over é um ponto relevante desta nova identidade. O canal principal do Grupo RTP decidiu seguir o mesmo conceito das televisões privadas e, assim optou por introduzir uma voice over no final de cada programa. É um ponto positivo. No entanto, defendo um outro conceito: a voice over deveria surgir em dois momentos: nos separadores de canal e no final de cada programa. Mas atenção quando digo que a voice over deveria surgir nos separadores de canal é apenas no início de cada programa isto é, quando um programa vai para intervalo e volta para o ar, a voice over não deve entrar no separador de canal. No entanto, no final de cada programa quando a voice over intervém dando destaques da programação a seguir deveria haver duas janelas. Uma com a ficha técnica do programa que está a ser transmitido e outra com o programa que vai dar a seguir. Exemplo da situação em cima referida. Num separador de canal da ITV Be aparece uma voz-off a destacar alguns aspetos da programação. Espero que tenham gostado desta minha opinião. Fique bem, fiquem por aí.
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