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  1. Viste o "Super Crô", não viste?
  2. É claro que não. Quem compra as roupas às fábricas lá quer saber para onde vai o dinheiro? Isso foi algo que o "Sexta às 9" revelou. Se as forças de segurança, vulgo secretas, não sabem o resto do rastro, é dever das mesmas investigá-lo. Não se sabe onde irá parar. A hipótese de chegar ao terrorismo foi apenas a que me passou logo pela cabeça, porque, para mim, é a mais óbvia.
  3. Para Marrocos.
  4. A questão é: saberão eles para onde vai o dinheiro? É que a notícia não explicita se são eles quem manufacturam a roupa. Se são eles, acredito que não financiem coisa nenhuma, a não ser eles mesmos, naturalmente.
  5. Foi na última sexta. A reportagem não foi sobre financiamento do terrorismo, mas falaram para onde vai o dinheiro e quem eram os big bosses das fábricas de roupa falsificada. E 2+2...
  6. E eu não existia.
  7. Eu não apreciei muito este vídeo, mas eu partilho-o à mesma, porque ele fez-me descobrir uma música fantástica.
  8. E não é só esses países. Dinheiro europeu vai para essas organizações debaixo dos nossos narizes. Viste a reportagem no "Sexta às 9" sobre roupa falsificada?
  9. "Aquele Beijo" e "Guerra dos Sexos" foram as primeiras novelas inéditas do canal, mas ambas deram às 20h. "Viver a Vida" já tinha passado na SIC.
  10. De facto, não há nenhum movimento para Cabo Verde fazer parte de Portugal, mas também nunca houve sentimento independentista. Pelo que os meus amigos me falaram, na altura da guerra, houve quem fosse para o continente combater pela Independência dessas colónias, mas combater pela independência de Cabo Verde, mesmo, nunca ninguém quis. Hoje em dia, há aqueles para os quais a questão é indiferente e outros que preferiam continuar a ser portugueses. Isto, volto a repetir, pelo que me contaram. Eu não conheço toda a população cabo-verdiana, como hão de imaginar.
  11. E eu arranjo forma de te dar uma bolacha enorme.
  12. Eu já ficava contente com segundo. Não era preciso ser um final água com açúcar. Um em que o Morey ficasse com a Fátima estava muito bom. Há uma cena em que eles dançam no apartamento dele em Madrid tão bem feita, pareciam estar mesmo apaixonados um pelo outro. A irmã da Fátima não era exatamente uma personagem boazinha. Ela foi para uma célula terrorista, porque estava apaixonada cega de amores por um. O outro polícia era o pilar da sua casa, com uma esposa que nunca aceitou a morte do filho mais velho, ao ponto da filha mais nova ter de cuidar da mãe, enquanto o pai estava nas missões.
  13. Uma pessoa sabe que entendeu a mensagem da música dos manos Sobral quando lê a Turma da Mônica Jovem 100 e naquele momento, aquele momento em que algo muda e faz mudar o curso da história das personagens, que podia ser nossa... Naquele momento, em que acontece o beijo, o tão esperado beijo... e uma pessoa fica a olhar especada para o desenho durante uns bons segundos, como se fosse uma sucessão de imagens de um filme (de um filme? de uma, duas vidas!) e não só apenas um e só um desenho, e a nossa cabeça escolhe a música dos manos Sobral como banda sonora de tão bela cena. Hoje, eu vi um personagem, o Cebola, a representar todos aqueles que são capazes de "Amar Pelos Dois", todos aqueles que pedem o regresso do seu amor e que lhes voltem a querer. E vi igualmente uma Mônica a representar todos aqueles que, "talvez devagarinho", voltam a aprender a amar.