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Jenny

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1,228 Repórter de vacas bravas na CMTV

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    Comento crimes na CMTV

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  1. Vamos ser sinceros: as músicas do festival da canção de 2001 eram tipicamente de 2001 (algumas baladas a sair dos anos 90, músicas com guitarra à frente tipo João Pedro Pais e uma música ou outra mais mexida) e duvido que se tivessem sido feitas por compositores convidados super hiper mega especiais tivessem sido muito diferentes das que foram apresentadas pelos concorrentes daquele ano. Aliás, eu diria que tendo em conta o vencedor do ESC 2001 (se foi um vencedor bom ou mau é que já é uma questão mais polarizante) a música que Portugal escolheu nesse ano até nem foi muito desadequada (era praticamente a mesma fórmula da música vencedora)...
  2. Ora bem... cá vai a minha proposta... Não vou divagar muito acerca da escolha da cidade anfitriã, pois embora ache que o modelo actual de ir fazendo a final em várias cidades é engraçado para mostrar que é um evento que não está concentrado apenas na capital, na prática não vejo muitas mais vantagens do que fazer num estúdio da RTP (em termos de custos, de som e de resultado da canção escolhida). Não sei se actualmente é por concurso ou apenas porque a RTP determinou que ia ser em Guimarães ou em Portimão ou etc, mas acho que iria por escolha interna da cidade, uma vez que acho que é mais simples e se for por concurso público não sei se pode haver gastos desnecessários e alguma tendência de algumas cidades se destacarem sempre (a não ser que nunca mais pudessem competir nesse concurso por já terem acolhido o evento uma vez). Eu aboliria o convite aos compositores. Acho que a selecção devia ser aberta a todos (os compositores mais conhecidos também podem participar através deste sistema, claro). Tenho em mente algo como o que a Suíça fazia há uns anos: pré-selecção online em que qualquer pessoa podia submeter a sua proposta (mas aqui imagino que a pessoa tenha de ter nacionalidade portuguesa ou viver em Portugal com autorização de residência - ou seja, também não pretendo uma selecção completamente aberta ao mundo como a que eles tinham para acabar com uma data de propostas completamente aleatórias de pessoas que nem têm nada a ver com o país). No entanto, apesar deste meu requisito da nacionalidade ou residência, aboliria a regra (ou a preferência) pela língua portuguesa. As pessoas poderiam cantar na língua que quisessem. - A partir de 1 de Setembro a RTP divulgaria amplamente o novo formato de selecção e incitaria à participação. - De 1 a 31 de Outubro as pessoas submeteriam as suas propostas. - De 1 a 30 de Novembro aconteceria a votação online. Obviamente que teríamos lá muitos fillers e canções um pouco estranhas, mas faz parte. A votação encarregar-se-ia de escolher as desejadas para seguir em frente. 20 canções seguiriam em frente para dividir por duas semifinais (10 por cada). Em cada semifinal passam 5 canções, o que faz com que a final conte com 10 canções. - No espaço entre Dezembro e Fevereiro haveria a divulgação das músicas seleccionadas nos vários canais online da RTP e performances de TV com entrevistas e tal para criar hype (no programa da manhã, no 5 para a meia-noite, etc). Também imagino que cada proposta tivesse um espaço activo nas redes sociais tipo os concorrentes da OT como foi proposto acima. - Em Fevereiro seria a final. Idealmente para o fim de Fevereiro, quase Março. As semifinais teriam sido nas duas semanas anteriores. - A partir de Março começar-se-ia a polir a canção (caso necessário) e a planear a performance para o palco do ESC, desenvolvimentos estes sempre acompanhado nas redes sociais. No fundo, acho que tentaria democratizar o acesso do cidadão comum que até pode ter jeito para a música mas não tem conhecimento de pessoas na área musical para que ele possa ter uma oportunidade de se dar a conhecer e construir uma carreira.
  3. Já tinha gostado do primeiro episódio, mas o segundo foi ainda melhor. Como já foi dito, não é uma série para rir às gargalhadas, mas seguir a história da mulher que vai a vários encontros com homens que conheceu através da internet é interessante, há algumas tiradas engraçadas e a personagem está bem construída (mulher de 40 anos solteira que não tem uma grande vida social e tem dois gatos). Pretendo continuar a seguir.
  4. Jenny

    Atualidade

    A partir de 12 de Agosto, numa gasolineira perto de si!
  5. Jenny

    Alma e Coração

    Faltou o quase!!!
  6. Jenny

    Alma e Coração

    Por isso mesmo! Se era para escolher alguém conhecido/da família a escolha óbvia era a Carmo! xD
  7. Jenny

    Alma e Coração

    Queres dizer do que a neta? Mesmo tendo ela provado que tinha capacidades quando conseguiu o tal negócio com os noruegueses? O Pedro é arquitecto e está há pouquíssimo tempo na empresa. Não acho que tenha muito sentido o cargo ter sido oferecido ao Pedro.
  8. Jenny

    Alma e Coração

    Com que propósito é que o Nestor ofereceu o cargo de director do estaleiro ao Pedro? Quero ver quando a Carmo acabar a relação que tem com ele!
  9. Jenny

    Atualidade

    Isso ajuda a explicar os grandes sucessos que tiveram em que havia personagens principais femininas ("The Melancholy of Haruhi Suzumiya", "Lucky Star" ou "K-On", por exemplo). Que perda enorme!
  10. A Danone perdeu uma grande oportunidade de fazer um anúncio verdadeiramente inclusivo! É suposto alguma destas raparigas do anúncio ser gorda ou feia?
  11. O MECC Maastricht parece ter uma dimensão decente...
  12. Jenny

    Alma e Coração

    Mas que desespero da Marta é este por ter um filho agora? Nada indicava que ela queria ser mãe em breve e agora está a agir como se tivesse 45 anos e prestes a entrar na menopausa!
  13. Jenny

    Cantinho do Off-Topic

    Nas vossas páginas de homebanking também aparece o anúncio para subscrever as obrigações da SIC? Um anúncio tipo este:
  14. Jenny

    E Se Fosse Consigo?

    Parece-me fácil: convidam pessoas surdas para debater um tema. Elas discutirão o tal tema em língua gestual umas com as outras. Não sei é se usarão legendas ou outro tipo de audiodescrição para a inclusão do restante público (embora até pudesse ter um certo sentido não ter nada disso para que o público geral se apercebesse da dificuldade que as pessoas surdas têm).
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