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Ana Maria Peres

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Posts posted by Ana Maria Peres


  1. Eu já escolhi a canção que quero levar e posso divulgá-la, em exclusivo a todos vocês.  :cheerleader:

    CRI-CRI-CRI-ME-A-A-A-A IS UKRAINE? CRI-CRI-CRI-ME-A-A-A-A IS UKRAINE? :cheerleader:

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  2. há 5 horas, André disse:

    Felizmente posso não ter ganho, mas foi graças a mim que ganhou toda aquela repercussão mundial <3 q

    Felizmente, artistas que criam repercussão junto ao público fazem assim. <3 

    Power Over Me até está numa novela da TVI. :cryhappy: Passa na Comercial e na RFM. :cryhappy: Até foi à Ellen. :cryhappy: :cryhappy: :cryhappy: Ainda dizem que o Versus não ajuda a criar carreiras. :cryhappy: 

    Spoiler

     

     

    há 5 horas, Duarte disse:

     maior e melhor que a outra dela e verdadeira vencedora da edição, desculpa Ana 

    I'll Still Have Me é melhor, sim, felizmente, ainda aplaudo canções com sentimento e que falam do amor da terceira idade. Tio @julio, venha ver. :cryhappy: Temos pena, mas não é a Cyn que está a cantar junto às belas paisagens de Lisboa n'A Prisioneira. :cryhappy: :cryhappy: :cryhappy: 

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  3. Festival da Canção. :cryhappy: Tanto há para ser melhorado. Tenho de confessar que critiquei asperamente a estação pública, a meu ver justificadamente, mas também reconheço que desde 2017 temos tido umas 2-3 canções interessantes (felizmente, têm ganhado as que se integram nesse lote), assim como galas interessantes e bem apresentadas (pronto, há os medleys e as recordações das canções que participaram no passado, mas não me apetece voltar novamente a bater no ceguinho), o que tem demonstrado uma evolução na maneira como abordamos o concurso.

    Quanto à sua estruturação, eu não sou completamente a favor do convite aos compositores, no entanto, a estratégia tem-se revelado acertada. Sei que é anti-democrático, sei que é elitista, mas o Festival da Canção tem ganhado cada vez reputação e até algum apoio, ambos perdidos ao longo de anos de qualidade escassa e de interregno. Tenho também noção de que os resultados - nestas últimas duas edições -, no grande evento têm sido altamente desapontantes, mas o Festival tem-se fortalecido, o que é importante para dar o pontapé de saída para tornar a Eurovisão num acontecimento em Portugal. Porque só assim é que podemos aspirar a grandes feitos.

    Fazendo uma confrontação e consequente avaliação, apresento dois problemas difíceis de conjugar:

    a) Se optarmos pela seleção interna, podemos até ter caras famosas a representar o nosso país e temos um selo de um standard de que aquilo é mais ou menos bom, ainda que seja tudo tubos de ensaios e alguns rascunhos que tinham lá guardados e que servem para o efeito. 
    b) Se optarmos pela livre escolha, não estou a ver uma Luísa Sobral ou uns D.A.M.A a enviarem por livre iniciativa uma música, mas sempre é transparente e todos se podem inscrever.

    Eu, honestamente, creio que o equilíbrio fosse o ideal. 20 canções: 10 vinda do público - numa seleção aberta -, 10 vinda dos compositores. Mas refiro que estes últimos também tinham de fomentar a sua vontade de ganhar e não encarar como isto como um simples exercício criativo. É que a impressão que me dá, no decorrer das entrevistas na green room (por exemplo), é que toda a gente está ali para passar um bom bocado e vencer é como se fosse secundário, um prémio de consolação. Eu não quero que isto se transforme num Big Brother nem num torneio de boxe, contudo, isto é uma competição e a Eurovisão sê-lo-á na mesma intensidade. Não estou a insinuar que deva haver mau ambiente; simplesmente que se esforcem para tornar isto um certame. Esta atitude de algum desmazelo transfere-se, infelizmente, para a maior parte das músicas apresentadas no Festival da Canção. Os compositores desejam fazer a sua tarefa, ganhar o seu dinheiro e mostrarem as suas obras. Triunfar para eles é relegado para segundo plano, o que é uma pena, dado que no ESC temos de conviver com pacotes excelentemente bem selados e extremamente fortes. Assim que jogam pelo seguro, não arriscam e só há alguns que verdadeiramente que mostraram trabalho para ganhar. Urge, portanto, mudar mentalidades. Relativamente ao processo da eleição da seleção aberta, aboliria completamente a parceria com a Antena 3 e abriria uma plataforma permitisse  a quem quer que fosse mandar as suas propostas. Seguidamente, um jurado heterogéneo (composto por várias pessoas, principalmente faixas etária e não só os responsáveis pelo programa) filtraria as músicas e 30 seriam deixadas à escolha do voto online, sendo que as 10 mais votados prosseguiriam a certame. Para mais, todos poderiam cantar na língua em que se sentissem mais confortáveis e incentivar-se-ia a participação de mais géneros.

    Embora este se caracterize como o formato que garantiria o melhor dos dois mundos, repito que quer O Jardim, quer Telemóveis foram boas escolhas, a meu ver, e que tiveram impacto inicialmente junto ao público eurovisivo. O problema consiste em que nós não temos uma estratégia de comunicação para o que fazer após o Festival da Canção. De inícios a março a maio são dois meses; se não ecoarmos junto nem que seja ao fandom, poucas hipóteses teremos de nos destacarmos, principalmente em termos de cobertura noticiosa quando chegarmos à cidade que acolhe o ESC. Seja através da participação em pre-parties (que se poderão revelar benéficas para o participante, não só em termos de resultados, como em contactos [a Suzy já se deve conseguir sustentar com presenças pela Europa fora]), seja por dar entrevistas aos milhares de sites, Portugal não pode passar despercebido. Os Países Baixos desde o dia 1 que tiveram uma equipa de comunicação fantástica, assim como Israel o ano passado. E já que estamos a falar disto refiro igualmente um estratagema menos comum (mas também ele cerebral) utilizado pela Eleni: a técnica do fantasma. Desapareceu completamente e só quando chegou a Lisboa é que nos surpreendeu, tendo atraído a atenção de uma underdog (apesar de não ter ganhado e talvez ter-se-ia revelado vital - para o efeito -, uma máquina de propaganda como teve a Netta), se bem que - durante o tempo que esteve cá - se tornou completamente viral e uma estrela. Sei que estes "teatros" podem parecer artificias e secundários, mas resultam.  A tónica continua a estar na música, agora é importante posicionar-nos. Termino este parágrafo advertindo que isto nem sempre garante um bom resultado; todavia, penso que se revele melhor a ficarmos à espera que um milagre suceda.

    Outra questão que temos falhar é na nossa disposição em palco. Aqui considero, de facto, a chave para o nosso falhanço. Sabemos que a Eurovisão não (e nunca) se baseia (baseou) só nas músicas. Se assim fosse, nunca My Lucky Day (Moldávia 2018) tinha passado a uma grande final. Mas meteu umas caixas de cartão e uma coreografia engraçadas e acabaram no top10 (uma injustiça flagrante, ainda assim). A Eurovisão fundamenta-se não só na música, como também no espetáculo visual. E nós temos de ter cuidado no modo como apresentamos a nossa música. O Jardim foi uma pobreza - uma televisão estatal nem sequer aproveitou o palco que montou -, e Telemóveis foi confuso. Deste modo, precisamos de alguém que nos guie, que nos dê indicações e que perceba a dimensão do espetáculo. Sei bem as contenções orçamentais e não estou a pedir uma Sacha Jean Baptiste; simplesmente que alguém apresente uma ideia bem estruturada, que se coadune com o cantor e que possa ser executada com os meios técnicos que detenhamos. Até pode ser sem fogos de artifícios, mas algo que prenda o telespectador (por exemplo, a Lituânia o ano passado esteve extraordinária e não deve ter gastado muito dinheiro em colocar a Ieva abraçada ao esposo). Se calhar precisamos de ir lá fora, mas, uma vez aprendido o know-how, talvez não precisássemos mais. 

    Posto isto, considero que a nossa falta de bons resultados talvez se possa dever a uma limitação do género musical e algum laxismo dos compositores (e sublinhar a falta de transparência e abertura a novos sons e nova caras), mas confesso que a falta de estratégia (especialmente em termos cénicos) com o que vem a seguir ao Festival da Canção tem sido a razão pela qual temos falhado tanto. É preciso ter um plano - a Eurovisão não é só eleger a música e já está. Pelo contrário, é uma maratona e não é possível ganhá-las sem um plano prévio. 

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  4. há 1 minuto, Maciel disse:

    A explorar os trabalhadores mau era se não tivessem dinheiro. 

    Estamos contigo Zabel Angelina. 

    Coitada, até ela celebra o final do concurso no seu instagram. :cryhappy: 

    Citação

    Finalmente !!! Praia , Sol e uma companhia agradabelérima , sei lá ! 

    Spoiler

     

    Companhia agradabelérima. :cryhappy: :cryhappy: :cryhappy: Até já nem sabe escrever.

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  5. há 1 minuto, Maciel disse:

    Devem-lhe ter metido tanto botox nos olhos que ela nem os conseguia fechar KKKK

    A Susana ainda tem de comer muitos danoninhos para se poder comparar à Angelino. :whistle: 

    Resultado de imagem para susana ssw2

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  6. agora mesmo, Maciel disse:

    Que é que vocês davam a Angelina para apresentar 2 programas todos os dias, sendo que um era de madrugada? Redbull? Aliás a conta do Redbull do vosso canal devia ser mais alto que o orçamento da casa dos segredos 8 KKKKK

    Acenavam-lhe com um crédito ilimitado numa clínica de cirurgia plástica e ela, se fosse preciso, nem pregava olho. 

    dTxkfns.gif

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  7. TVAtlântico? E onde está a inclusão de outros oceanos? Só o Atlântico é que importante? E a TVPacífico? E a TVÍndico? 

    "Amo" canais cujo título  já é preconceito. 

    3jDc4Nq.gif

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  8. agora mesmo, D007 disse:

    Mas a maior surpresa da noite é mesmo a @Ana Maria Peres não ser a jurada convidada da noite. :ph34r:

    Eu não sei se seria a melhor pessoa para avaliar canais. :ph34r: 

    Além disso, não fui presença constante no concurso e não tenho noção - se bem que tenha brevemente lido -, da evolução de canal. :ph34r:

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