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Ana Maria Peres

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Everything posted by Ana Maria Peres

  1. Boa noite, sejam bem-vindos ao 3 às 22. Depois de um dia intenso, vamos saber a principal notícia do dia. Quero agradecer ao atelevisão pela partilha de uma peça jornalística criteriosa, com fontes jornalísticas de qualidade e com um elevado grau de importância para o mundo do entretenimento e, inclusive, para a vida do cidadão comum. Passo a ler: Fãs criticam palmadinhas a Rita Pereira: “Parece que está a bater numa vaca” Reponham-se do choque. Já ligaram para os vossos familiares? Já os contactaram e avisaram desta polémica nacional? Todos sabemos o quão vital a vida da Rita Pereira é e quantos debates já lançou. Marques Mendes, Marcelo Rebelo de Sousa, António Lobo Xavier, Ana Gomes e todos esses comentadores televisivos sobre política e o de que importante é para Portugal já expressaram a sua opinião. Daí que não seja de estranhar que o atelevisão se preocupe com esta temática, tendo em conta a sua linha editorial criteriosamente elegida. Vê-se que elegem tópicos que revolucionam o mundo do entretenimento, quiçá, a esfera pública. Ao que parece, a atriz com mais seguidores nas redes sociais partilhou um vídeo. Já só por si é notícia. Quem não gosta de ver a Rita? Quem não adora acordar e ver esta figura pública? Todos. Mas o atelevisão, devido ao seu rigor e profissionalismo, vai mais longe e analisa, quase psicanaliticamente, a opinião e as vozes dos portugueses que decidiram investir o seu tempo - justificadamente, diga-se de passagem -, a dar o seu palpite sobre um vídeo de elevado nível cultural (em que Rita dança com o parceiro e onde trocam beijos e palmadinhas no rabo [sem silicone!!!!] da atriz). Palpites esses que não foram simpáticos. Mas nem por isso que a atelevisão se acobarda: fazendo jus aos princípios democráticos que regem a nossa sociedade e que consequentemente nos obrigam a aceitar as opiniões de terceiros, o site mostra-nos o que a população verdadeiramente pensa. Sem filtros. O atelevisão foi buscar comentários duros. Um pouco insensíveis. Rudes. Ainda assim, necessários, porque nós precisamos de saber que há gente que se indigna com um vídeo de um casal a bailar. Acrescenta-nos valor lermos esta notícia: a sua partilha caracteriza-se como imperiosa, mas com estes comentários recheados de críticas construtivas, realmente fazem com que a notícia atinja outro patamar de excelência. Sem preconceitos. Tenho a certeza que a Rita Pereira ficará agradecida (e feliz) ao usuário que comparou o seu rabiosque (sem silicone!!!!!) com um de uma vaca, ou aquele que considerou que o momento era demasiado íntimo (porque ele tem todo o direito em opinar sobre o que a famosa mete na rede social). Fá-la-á crescer enquanto ser humano e dar-nos-á uma importante lição a nós, simples público. Dito isto, muito obrigada - mais uma vez -, ao atelevisão por, novamente, nos presentear com outra peça digna de qualquer prémio jornalístico. Continuem com este percurso, que decerto que ganharão inúmera credibilidade. --- Falando a sério, eu não sei se este tópico é o indicado. Ainda assim, dei de caras com isto e senti que a tinha de partilhar. Pegar em comentários de caixas do Instagram e fazer uma notícia acerca de isto é um exercício que até me faltam palavras para descrever, mas vou tentar: inócuo, sem sentido, maldoso... Gastar tempo a escrever umas linhas acerca de contas de instagram - muitas vezes falsas -, e que insultam ainda para mais os outros... Ganha-se o quê? Visitas? Não estou aqui a defender a Rita Pereira, mas dar destaque a pessoas que tentam deitar abaixo os outros? Oferecer uma plataforma (por muito que não identificam quem o fez) a alguém só porque se disse uma série de barbaridades numa rede social? E pior é quando se chega quase (mesmo que seja uma comparação) ao nível do insulto. É este exemplo que o atelevisão quer propagar? O de dar o microfone àqueles que difamam gratuitamente? Eu já dou de barato a futilidade impregnada, agora chegar ao ponto de partilhar comentários (e fazer títulos!) recheados de pura mesquinhez? Desculpem, mas bateram completamente no fundo.
  2. Coitada da Carla Bugalho, vai receber umas 49 músicas submetidas pelo Carlos Costa. Se calhar até já o bloqueou. O Tio Júlio ouve dois segundos e desliga logo o aparelho da MiniSom. Falando a sério, a ver vamos como é que isto vai correr. Honestamente, preferia que tirassem umas vagas dos compositores e a dessem à seleção livre de músicas. Da mesma forma que seria mais justo tornar este processo transparente e até divulgar as músicas. Até podiam fazer uma seleção online de uma lista pré-seleccionada pelos jurados, não só converteria o processo em algo mais equânime, como até poderia despoletar o interesse do público, que estaria mais interessado em ver o Festival. Mas pronto, para escolhermos uma balada sobre os Descobrimentos não é preciso muito.
  3. A Felipa Garnel já adaptou isso para o seu gabinete. A TVI é agora feita de flops. Eu escolho um a cada hora.
  4. Complementando o título "origens", todas as minhas músicas elegidas significaram algo para mim. Cada uma simbolizou um momento distinto e cada uma teve o seu significado especial no meu percurso de vida. Acho que devemos escolher algo que nos represente. Why, Power Over Me, Cynical Youth e Valerie (sim, eu cheguei a levar 'mofo' - se bem que tenha uns 12 anos -, ao Versus ) têm o seu cunho pessoal e o seu significado íntimo. Por exemplo, a música dos Skinny Living descobria-a em Nova Iorque, e, embora seja uma música triste, sempre que me lembro dela, recordo-me daquela viagem que me marcará para sempre. Acima de tudo, tragam algo que vos seja especial. Tragam alguma coisa que tenha um significado. Como a Sigrid disse, pode até nem ser nada transcendental, nada de incrivelmente elaborado, mas só algo que, quando escutam, vos faça sorrir e vos faça lembrar um momento, uma história corriqueira ou um acontecimento da vossa vida. Penso que mostrarmos uma canção que faça parte da nossa banda sonora da nossa vida configura-se uma opção bem interessante.
  5. Não critiquem a senhora. Ela está só a escolher o set que vai acolher as férias de verão dos Morangos Com Açúcar. Uma profissional dedicadíssima e esforçada que já está a preparar um projeto de ficção de 2020.
  6. Eu acho que isto não chega. Isto não vai explodir as audiências como o desejado. Precisamos de medidas mais urgentes, algo que realmente faça parar Portugal. Todos sabemos que adoramos futebol, por isso, a TVI até tem a obrigação de se autopromover, faz quase um serviço público. Eu tenho uma série de sugestões: - Mandar a Isabel Silva, o João Montez e a Inês Gutierrez para as praias do Algarve, de maneira a promover o programa. Andavam desde Vila Real de Santo António até Sagres, todos os dias, aos gritos: "Vejam a entrevista do Ronaldo!", "Estreia terça-feira!", "Não pode perder!". Entretanto, podiam fazer umas entrevistas a perguntar o quão interessados se mostravam os portugueses e davam uns brindes - uma camisola do Ronaldo, por exemplo -, a quem realmente prometesse assistir a programação da TVI. - Expor mupis (aliás, temos já de ligar às empresas responsáveis) com a Rita Pereira e várias caras famosas do canal a apelar. Já estou a imaginar o slogan: será que tens bolas para ver a entrevista do Ronaldo? Ainda para mais é altamente misógino, as Capazes iam-nos denunciar, mas não faz, isso só aumentava a polémica e as audiências. - Podíamos juntar o útil ao agradável: e se, devido à crise dos combustíveis, todos os gasolineiros dissessem aos portugueses para assistir à entrevista Ronaldo? Não, mais: se não vissem a entrevista, não podiam abastecer o depósito. Viu a SIC? Agora vá à Casa da Cristina ver se ela tem lá jerricãs! Viu a RTP? Ligue à Sónia Araújo (não a Brazão, coitada ) e pergunte se ela lhe pode dar uma boleia! Temos de agir e, consequentemente, vamos já ligar para o Ministro do Ambiente, para propor esta medida. - Colocar todos os apresentadores da TVI ao serviço na terça-feira com uma camisola da Juventus. Já estou a imaginar o Manuel Luís Goucha com um casaco cor de rosa florescente e uma camisola de futebol por debaixo. Não quer? Aqui não quereres, é assim e acabou, não é, Leonor Poeiras? De igual modo, a Judite até podia envergar um chapéu, juntamente com uma T-Shirt da Juventus. Amamos profissionais que vestem a camisola. Perceberam o trocadilho? - Por fim, enviaríamos alguns atores da TVI para as avenidas portuguesas para encenarem uma pequena peça sobre o Ronaldo. O plot seria o seguinte: Ronaldo (Pedro Teixeira) chega a casa e vê Dona Dolores (Alexandra Lencastre com uma peruca) a discutir com Georgina (Daniela Melchior). De um lado temos o Cristianinho a chorar (pomos uma criança qualquer) e Kátia Aveiro (Sofia Ribeiro) também aos gritos. De um momento para outro, o Ronaldo abraça-os e diz-lhes: "eu estou aqui. SIIIIM." e paravam imediatamente de discutir, abraçando-se todas ao prodígio do futebol. Depois, diziam todos em uníssono: "NÃO PERCAM A ENTREVISTA DA TVI AO CRISTIANO RONALDO, NA TERÇA-FEIRA!". Hoje, sábado, podiam ir a Lisboa, a Setúbal e Évora; amanhã, Santarém, Castelo Branco e Coimbra; segunda, Aveiro, Porto e Braga; terça, Viseu, Vila Real e Viana do Castelo. E pronto, @André, assim teremos sucesso imediato.
  7. O atelevisão está tão mal, que até inventa novos nomes. https://www.atelevisao.com/famosos/victor-escapadinha-chama-aldrabao-a-jose-castelo-branco/ Victor Escapadinha. Amamos um site vanguardista, que é capaz até de pôr em causa o nome de um artista.
  8. Ana Maria Peres

    Notícias TVI

    TVI. Melhor. Primeiro. Será que podem dizer isto estando em segundo, quase em terceiro, nas audiências, ou vão ser obrigados a mudar o slogan para TVI. Quase Terceiro.
  9. Eu já escolhi a canção que quero levar e posso divulgá-la, em exclusivo a todos vocês. CRI-CRI-CRI-ME-A-A-A-A IS UKRAINE? CRI-CRI-CRI-ME-A-A-A-A IS UKRAINE?
  10. Pobre @Luíza Albuquerque, a ser comparada com uma concorrente de um reality-show. Andou ela enrolada com o arrogante do António, de forma a ter uma vida melhor e digna, para isto. TVI, tem respeito pelo ícone.
  11. TVI Micção Onde os micos acontecem Pode anotar, Dona Lurdes, amanhã vai ter mudar o logótipo depois de passar a esfregona no gabinete da Felipa Garnel.
  12. Quem não ama uma mulher livre e independente, que dança num barco e mete no Instagram? Se é verão, vamos-lhe dar diversão. Até de férias a Angelino se preocupa com os telespectadores.
  13. Felizmente, artistas que criam repercussão junto ao público fazem assim. A Power Over Me até está numa novela da TVI. Passa na Comercial e na RFM. Até foi à Ellen. Ainda dizem que o Versus não ajuda a criar carreiras. I'll Still Have Me é melhor, sim, felizmente, ainda aplaudo canções com sentimento e que falam do amor da terceira idade. Tio @julio, venha ver. Temos pena, mas não é a Cyn que está a cantar junto às belas paisagens de Lisboa n'A Prisioneira.
  14. Cala-te, que foi por isso que eu ganhei.
  15. O Festival da Canção. Tanto há para ser melhorado. Tenho de confessar que critiquei asperamente a estação pública, a meu ver justificadamente, mas também reconheço que desde 2017 temos tido umas 2-3 canções interessantes (felizmente, têm ganhado as que se integram nesse lote), assim como galas interessantes e bem apresentadas (pronto, há os medleys e as recordações das canções que participaram no passado, mas não me apetece voltar novamente a bater no ceguinho), o que tem demonstrado uma evolução na maneira como abordamos o concurso. Quanto à sua estruturação, eu não sou completamente a favor do convite aos compositores, no entanto, a estratégia tem-se revelado acertada. Sei que é anti-democrático, sei que é elitista, mas o Festival da Canção tem ganhado cada vez reputação e até algum apoio, ambos perdidos ao longo de anos de qualidade escassa e de interregno. Tenho também noção de que os resultados - nestas últimas duas edições -, no grande evento têm sido altamente desapontantes, mas o Festival tem-se fortalecido, o que é importante para dar o pontapé de saída para tornar a Eurovisão num acontecimento em Portugal. Porque só assim é que podemos aspirar a grandes feitos. Fazendo uma confrontação e consequente avaliação, apresento dois problemas difíceis de conjugar: a) Se optarmos pela seleção interna, podemos até ter caras famosas a representar o nosso país e temos um selo de um standard de que aquilo é mais ou menos bom, ainda que seja tudo tubos de ensaios e alguns rascunhos que tinham lá guardados e que servem para o efeito. b) Se optarmos pela livre escolha, não estou a ver uma Luísa Sobral ou uns D.A.M.A a enviarem por livre iniciativa uma música, mas sempre é transparente e todos se podem inscrever. Eu, honestamente, creio que o equilíbrio fosse o ideal. 20 canções: 10 vinda do público - numa seleção aberta -, 10 vinda dos compositores. Mas refiro que estes últimos também tinham de fomentar a sua vontade de ganhar e não encarar como isto como um simples exercício criativo. É que a impressão que me dá, no decorrer das entrevistas na green room (por exemplo), é que toda a gente está ali para passar um bom bocado e vencer é como se fosse secundário, um prémio de consolação. Eu não quero que isto se transforme num Big Brother nem num torneio de boxe, contudo, isto é uma competição e a Eurovisão sê-lo-á na mesma intensidade. Não estou a insinuar que deva haver mau ambiente; simplesmente que se esforcem para tornar isto um certame. Esta atitude de algum desmazelo transfere-se, infelizmente, para a maior parte das músicas apresentadas no Festival da Canção. Os compositores desejam fazer a sua tarefa, ganhar o seu dinheiro e mostrarem as suas obras. Triunfar para eles é relegado para segundo plano, o que é uma pena, dado que no ESC temos de conviver com pacotes excelentemente bem selados e extremamente fortes. Assim que jogam pelo seguro, não arriscam e só há alguns que verdadeiramente que mostraram trabalho para ganhar. Urge, portanto, mudar mentalidades. Relativamente ao processo da eleição da seleção aberta, aboliria completamente a parceria com a Antena 3 e abriria uma plataforma permitisse a quem quer que fosse mandar as suas propostas. Seguidamente, um jurado heterogéneo (composto por várias pessoas, principalmente faixas etária e não só os responsáveis pelo programa) filtraria as músicas e 30 seriam deixadas à escolha do voto online, sendo que as 10 mais votados prosseguiriam a certame. Para mais, todos poderiam cantar na língua em que se sentissem mais confortáveis e incentivar-se-ia a participação de mais géneros. Embora este se caracterize como o formato que garantiria o melhor dos dois mundos, repito que quer O Jardim, quer Telemóveis foram boas escolhas, a meu ver, e que tiveram impacto inicialmente junto ao público eurovisivo. O problema consiste em que nós não temos uma estratégia de comunicação para o que fazer após o Festival da Canção. De inícios a março a maio são dois meses; se não ecoarmos junto nem que seja ao fandom, poucas hipóteses teremos de nos destacarmos, principalmente em termos de cobertura noticiosa quando chegarmos à cidade que acolhe o ESC. Seja através da participação em pre-parties (que se poderão revelar benéficas para o participante, não só em termos de resultados, como em contactos [a Suzy já se deve conseguir sustentar com presenças pela Europa fora]), seja por dar entrevistas aos milhares de sites, Portugal não pode passar despercebido. Os Países Baixos desde o dia 1 que tiveram uma equipa de comunicação fantástica, assim como Israel o ano passado. E já que estamos a falar disto refiro igualmente um estratagema menos comum (mas também ele cerebral) utilizado pela Eleni: a técnica do fantasma. Desapareceu completamente e só quando chegou a Lisboa é que nos surpreendeu, tendo atraído a atenção de uma underdog (apesar de não ter ganhado e talvez ter-se-ia revelado vital - para o efeito -, uma máquina de propaganda como teve a Netta), se bem que - durante o tempo que esteve cá - se tornou completamente viral e uma estrela. Sei que estes "teatros" podem parecer artificias e secundários, mas resultam. A tónica continua a estar na música, agora é importante posicionar-nos. Termino este parágrafo advertindo que isto nem sempre garante um bom resultado; todavia, penso que se revele melhor a ficarmos à espera que um milagre suceda. Outra questão que temos falhar é na nossa disposição em palco. Aqui considero, de facto, a chave para o nosso falhanço. Sabemos que a Eurovisão não (e nunca) se baseia (baseou) só nas músicas. Se assim fosse, nunca My Lucky Day (Moldávia 2018) tinha passado a uma grande final. Mas meteu umas caixas de cartão e uma coreografia engraçadas e acabaram no top10 (uma injustiça flagrante, ainda assim). A Eurovisão fundamenta-se não só na música, como também no espetáculo visual. E nós temos de ter cuidado no modo como apresentamos a nossa música. O Jardim foi uma pobreza - uma televisão estatal nem sequer aproveitou o palco que montou -, e Telemóveis foi confuso. Deste modo, precisamos de alguém que nos guie, que nos dê indicações e que perceba a dimensão do espetáculo. Sei bem as contenções orçamentais e não estou a pedir uma Sacha Jean Baptiste; simplesmente que alguém apresente uma ideia bem estruturada, que se coadune com o cantor e que possa ser executada com os meios técnicos que detenhamos. Até pode ser sem fogos de artifícios, mas algo que prenda o telespectador (por exemplo, a Lituânia o ano passado esteve extraordinária e não deve ter gastado muito dinheiro em colocar a Ieva abraçada ao esposo). Se calhar precisamos de ir lá fora, mas, uma vez aprendido o know-how, talvez não precisássemos mais. Posto isto, considero que a nossa falta de bons resultados talvez se possa dever a uma limitação do género musical e algum laxismo dos compositores (e sublinhar a falta de transparência e abertura a novos sons e nova caras), mas confesso que a falta de estratégia (especialmente em termos cénicos) com o que vem a seguir ao Festival da Canção tem sido a razão pela qual temos falhado tanto. É preciso ter um plano - a Eurovisão não é só eleger a música e já está. Pelo contrário, é uma maratona e não é possível ganhá-las sem um plano prévio.
  16. Eu até gosto da Mónica, mas com a Angelino não dá para comparar. Defenderei a profissional pública, a Mónica que me perdoe. Uma estrela daquelas, uma tia, uma apresentadora fantástica que nos deu tantos bons momentos. Ainda me lembro deste, amores, este momento em 2008 foi icónico para mim, Belgrado a gritar Portugal e ela é a cara desta euforia.
  17. Parabéns, ALL. Felicito-vos por terem sido o canal preferido dos portugueses. Os deste fórum. É sempre bom ver a Fátima ter sucesso. Mas tenho a revelar que isto o certame era uma fachada e agora vocês vão servir como... Falando a sério, eu gostei das propostas dos 3 canais. O ALL penso que fosse o mais mainstream e que resultaria melhor em termos comerciais e adaptado à realidade portuguesa. Foram mais próximos da realidade nacional e - quando estamos com investimentos de largo risco como é a indústria do entretenimento -, percebe-se a vossa via e que vos levou à vitória. Pelo contrário, achei o projeto do HOO mais vanguardista e mais a olhar para o futuro. Se teria tão boas audiências efetivamente? Talvez não, dado que o público não está habituado a ver a Angelino a brilhar nas madrugadas. Ainda assim, foram um excelente exemplo de modernidade e de alternativa, que deveria ocorrer na nossa televisão portuguesa. O vosso prémio passa por aconselhar a Teresa Paixão a levar a RTP2 a conceder isso ao público. Quanto ao ASV, achei um meio-termo entre estes dois vetores: comercialidade e ideias frescas, aliás, penso que a vossa abordagem foi exatamente essa. Por fim, quero dar os parabéns ao @tjspy e ao @AGUI, porque estiveram muito bem. Este concurso apresenta-se como tendo uma envergadura avassaladora com vários requisitos a preencher e penso que excederam as expectativas. Conseguiram organizar-se bem, foram presentes, nunca falharam e fizeram um certame com várias faixas e que desprende tanto tempo de forma extraordinária. Inovaram e tentaram dignificar a primeira edição e penso que cumpriram esta tarefa. Só posso congratular-vos. Sei que agora devem estar cansados, mas digo-vos: foi um prazer assistir ao certame. Os grafismos também estiveram muito bonitos e a linha que utilizaram foi muito interessante visualmente. É tudo por agora. Ficamos com o pós-gala. Já estou a ver os crucifixos das freiras a aproximarem-se.
  18. Coitada, até ela celebra o final do concurso no seu instagram. Companhia agradabelérima. Até já nem sabe escrever.
  19. A Susana ainda tem de comer muitos danoninhos para se poder comparar à Angelino.
  20. Acenavam-lhe com um crédito ilimitado numa clínica de cirurgia plástica e ela, se fosse preciso, nem pregava olho.
  21. Ainda quero ver o pós-gala da Procissão. Quero ver as freiras todas com o copinho da mão a eleger a Top Sister da procissão. Quero-as ver a jogar ao Verdade e Consequência. TVA, tu prometeste-me e vais ter de dar.
  22. Se for preciso encher chouriços, deixem comigo, que já tenho uma catrafada destes prontos para exibir no tópico.
  23. "Audiências" melhor tópico. No fórum, só mesmo dentro do atvboard.
  24. Cyprus is now leading the leaderboard
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