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Ana Maria Peres

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33768 A Lena afastou a galdéria que há em mim

Sobre Ana Maria Peres

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    #5triviliadades #acaminhode #trilhasonora #bigbrotheratv #esc #geografia #panopliasdatv #Eurovision2ndChance #OAprendiz

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Mood: Eurovisão 2019

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  1. Eu lembro-me, porque apontei assim que acordei. Caso contrário, ter-me-ia esquecido de metade, dado que os sonhos desvanecem-se com o tempo. Era eu feita louca a escrever no telemóvel. Eu não sei, mas aquilo parecia-me mesmo real e acordei mesmo com a sensação de ter mesmo acontecido, fruto da veracidade. Também me lembro do Duncan feliz a receber os 12 pontos da Bélgica, mas não sei se foi tudo sequenciado. Ou seja, não sei se teve ordem, ou se foram imagens soltas na minha cabeça. Isto acontece-me raramente. O ano passado também sonhei - cheguei a comentar com o Gabriel -, que Chipre ganhava (foi na altura em que ninguém dava um chavo pela canção - em março ou abril, não na altura em que a música estava em altas) com 500 pontos e a Bulgária ficava em segundo com 499. Nunca aconteceu, também. E os meus sonhos não são assim tão irreais, simplesmente sonho com resultados fictícios.
  2. Acordem-me deste pesadelo! Meu Deus, tive um sonho terrível quanto à Eurovisão e tenho de partilhar convosco. Pareceu-me igualmente assustador e verídico. Contextualizando, eu sonhei que estava a ver a votação do jurados no Youtube e ela era mais que péssima. - A Rússia vencia o júri com 302 pontos. Ajuda-me, @AGUI - A Noruega era a grande surpresa - terminava em segundo com 280 pontos. - Em terceiro, ficava Itália, quarto Malta e a fechar o top5 estava a surpresa da Macedónia do Norte, cuja qual me lembro que indignei. Não me lembro quantos pontos tinham. - Em sexto, ficava a Holanda. Só com 178 pontos. Eu estava destroçada. Ainda por cima, só recebia um 12 pontos da Bélgica. O flop era real. - A Arménia do @Gabriel e o Azerbaijão ficavam na posição 16 e 17, respectivamente, igualando-se nos pontos - 76. A injustiça. - Não sei quantos pontos, nem em que lugar ficava Portugal. Não foi no top6, nem no último. - Porém, lembro-me que fomos os últimos a votar e que os nossos 12 pontos foram para a Eslovénia - que até então estava em último e recebe a sua única pontuação da noite (antes tinha 0). Felizmente, a Daniela Ruah (não me perguntem porquê) era a nossa spokesperson. Não demos pontos a Rússia, demos 6 à Holanda, 7 à Noruega, 8 a Malta e 10 à Grécia. Os restantes não me lembro. - Quando terminaram as votações fiquei em choque e ressabiada. Recordo-me ainda de focarem a representante da Macedónia s ela estar a dançar, feliz. Em geral, o quadro das votações estava diferente, não sei explicar bem como - isto foi um sonho. - A votação do televoto era distinto; em vez de darem os pontos como davam, os apresentadores só diziam os pontos. Seguidamente, alguns países ficavam em amarelo e depois começavam a tremer. - Não me lembro de mais nada. Estava tão chateada, que deslizei o browser para baixo - com o intuito de não ver mais nada -, e, para que conste, o vídeo tinha 3000 dislikes e 61 likes. A barra dos likes era mínima. Acordei e registei estes dados todos no telemóvel. Honestamente, espero que não tenha sido um sonho premonitório. Eu vou chorar em maio se assim for. Deus queira que não passe de um sonho.
  3. Ai yeah yeah Fuego ou Replay, replay, replay?
  4. Eu também concordo que a Arménia não esteja a ser tomada em consideração como devia. Tem potencial para explodir com o palco em Tel Aviv, aliás, a Arménia investe sempre muito dinheiro na maneira como produz os palcos e tem sempre conceções excelentes. A única reserva é que nunca vimos a Sbruk cantar ao vivo, vamos rezar para que seja afinada. O ano passado, quer dizer, foi uma pobreza, puseram o homem a cantar no meio de pedras. Já não bastava a canção ser pesada, ainda a quiseram tornar mais. Deve haver muito dinheiro para esta edição, assim sendo. E Fly With Me... Tanto dinheiro, um palco tão lindo, um hino e... 18º lugar. Croácia, Bielorrússia e Áustria à frente daquilo.
  5. Analisei do ponto de vista das apostas e aí a Grécia está mais alto que Arménia. Só por isso. E Grécia é excelente, não sei se gostas, mas, para mim, terminava no top10 direto. E acho que ao vivo vai arrasar, a voz dela é fenomenal. Em termos de cenografia e palco, penso que Arménia vai estar melhor, ainda assim.
  6. Amores, a questão é: quem é que a EBU quer que ganhe? Este ano, para tudo correr bem, tem de ser um vencedor unânime, sem polémicas (ao contrário da Netta) e a próxima Eurovisão tem de ser num país calmo e de preferência rico. Eu excluo já Rússia. A EBU não vai querer voltar a repetir o que se passou em 2009, para além das novelas que iria criar - a Ucrânia ia bater o pé, a Geórgia ainda mandava outra canção de protesto (conseguia ser melhor que a deste ano, ainda assim ) e íamos ter boicotes das comunidades LGTBI+ do mundo inteiro. De igual modo que excluo Itália, já que o canal estatal do país não se coaduna muito com o espírito sueco da Eurovisão. A propósito, apesar de provavelmente ganhar os jurados, ir à Suécia outra vez seria escusado e não me está a parecer que a EBU assim o queira. Sobra-me duas grandes candidatas: Holanda e Suíça. Ambas cumprem os requisitos. Se considero que Israel quer que ganhe o Duncan e tem feito pressão para isso, está-me a parecer que a Suíça é a favorita da EBU - a publicidade que o Luca tem tido tem sido brutal. É vídeos, é destaques nas páginas iniciais... Aliás, este investimento suíço todo é algo suspeito e há qualquer por detrás mais forte que ainda não sabemos o que é - recuso-me a pensar que isto é simplesmente dedicação. Há vontade de Berna acolher a competição e penso que a equipa organizacional da Eurovisão iria adorar: em termos logísticos, seria muito bom, dado que a sede da EBU se localiza em Genebra. Porém, talvez os Países Baixos sejam uma melhor opção: iria contrastar solenemente com Toy, o ESC ganharia credibilidade e a canção tem tudo para se tornar um hit. Em termos comerciais, a Suíça também terá inúmero sucesso, só que musicalmente falando não será a melhor - contudo, Heroes também não era e conseguiu ganhar. Assim que está-me a parecer que "as forças ocultas", ou seja, tudo o que está por detrás da Eurovisão está-se a inclinar para ir ou para o país das tulipas, ou para o dos chocolates em 2020. É esperar. De resto, Chipre, Islândia, Grécia, Portugal, etc., é difícil de os ver ganhar, no entanto, quem sabe. Chipre seria complicado, uma vez que tinham de enterrar dinheiro; Islândia seria demasiado longe; Grécia seria um caos; Portugal ganhou há dois anos... Não me cheira.
  7. 666 É caso para dizer: harmonia diabólica.
  8. Eu pensava que se chamava Aminha, afinal é diferente.
  9. Quando li, pensei que o @MASS estivesse de volta, desta feita com mais S's.
  10. Estive a ver, ao acaso, a atuação ao vivo da canção da Dinamarca e que medo. Estas caras... Ainda por cima, com a canção a dizer Love Is Forever e tão docinha... Ela parece que nos quer assassinar. Ainda deve ser integrante dos Hatari nos tempos livres.
  11. Desculpa, Gabriel, mas eu não consigo desgostar de Chamaleon. A canção prendeu-me completamente, já a ouvi mais de 100 vezes, não me sai da cabeça, Malta lançou-me uma macumba. Felizmente, os compositores de Bones e Beautiful Mess (sim, Gabriel, que são os mesmos ) acertaram novamente na fórmula desta farofa. Pese embora a nossa discordância com Malta, amei o teu top, Hungria e Áustria underrated. Holanda ganhadora, nem vale a pena competir e adorei ver que Rússia não tem lugar num top de tanta qualidade. Só não adorei Espanha e Albânia. E onde está a Grécia? E os meus ódios de estimação são aquela coisa francesa (felizmente que Sbruk arrasou aquilo - you are not more the king, 'cause I was your crown), Moldávia, Croácia, e - apesar de até gostar -, Alemanha. Wear Your Love era a farofa que necessitávamos na final e que foi destroçada por uma cópia da Running Scared com duas mulheres.
  12. Meu Deus, o favoritismo. Pronto, Israel deve quer que o Duncan vença. O espanhol, o belga e o francês já lá foram e não tiveram entrevista para o canal público. O elogio a Toy, Israel até o vai levar ao colo rumo à vitória. (Ao menos, é um bom favoritismo. )
  13. ~Esta mensagem foi trazida pelas Capazes e pelo PAN~ Há limites para tudo. Há limites inclusive para o ódio. Malta é um país capaz de apostar em coisas revolucionárias e que mudam a mente de vários. Pena é que há gente que não consiga compreender. Eu não posso estar indiferente a estes ataques que são feitos à futura amada pelos júris mas desprezada pelo televoto. E porquê? Porque estamos a falar de Malta, um país pequeno, logo uma minoria. Em primeiro lugar, vamos respeitar a mensagem feminista desta vídeo. Aliás, a nossa querida @Rita Ferro Rodrigues esteve na rodagem do videoclip. Comecemos antes de mais pelo nome da cantora Michela - ela, que representa o orgulho que tem em ser mulher, em ser ela. Pois, se fosse Michele decerto que seria um sucesso. Mas voltando ao vídeo, vejamos os integrantes do mesmo - 75% de mulheres e 25% de homens, sim, que a Ritinha não quer destruir os homens, para todos aqueles que dizem o contrário. E depois, vejam só: temos uma rapariga de etnia asiática, latina e inclusive várias de etnia africana. Coisa que a RTP tem medo, não é? Malta é um país que preza as minorias e que tem orgulho em representar no seu vídeo uma paleta de etnias. Você quer, 40 restantes países? Em segundo lugar, quero agradecer ao meu caro colega André Silva, secretário do PAN - o partido Animais e Pessoas -, por me ter ajudado a elaborar este argumento. Malta é um país que respeita e tem orgulho nos direitos dos animais. Prova disso é ter dado um título de um bicho muitas vezes desprezado pela sociedade - um camaleão. A Michela tem orgulho em ser uma porta-voz destes valores de solidariedade animal. O ano passado, a Netta teve galinhas - uma ave; há dois, Itália levou um macaco - um mamífero. E felizmente que a representante maltesa teve a coragem de trazer um réptil a certame e vai mais além do que a israelita ou o Francesco, pois estes não tiveram coragem necessária de os colocar no título da canção. Malta é um orgulho para o PAN e esta canção constará nos comícios para as Legislativas 2019. E porquê o camaleão? Por que não a iguana, perguntam alguns inocentes? Porque o camaleão é o bicho menos racista de todos - inclui em si todas as cores possíveis. Tanto pode ser negro, como branco ou verde - é um animal que representa em si todas as minorias. É preciso mais para ver que estamos diante um autêntico hino minoritário e revolucionário, logo incompreendido por muitos? Mas não fico por aqui. Vamos falar do mais importante: a música. Tudo bem que podem não gostar, mas hatear esta cantiga deve ser crime, segundo o Código Civil Capaziano. Comecemos pela melodia - é diversa e não se limita a um instrumento. Tem várias inspirações de vários países - vamos desde do pop britânico ao ritmos latinos da América Latina. Depois, vamos à letra. Pese embora o seu cariz simplista e típico de uma música pop, a Michela teve a coragem de integrar, por exemplo, todos os 4 elementos - logo, dando espaço a todos para a sua representatividade. Temos water, fire, grass e só falta air, mas a maltesa é do signo Aquário, que é associado ao Ar. Eleni Foureira com a sua mensagem dedicada simplesmente ao fogo was found dead. Passemos a outra parte da canção: when life brings me trouble, this I know/I never walk away na-na. Obviamente - por ser mulher -, a rapariga terá muitas dificuldades na vida, mas como boa Capaz que é, não desistirá dela e prosseguirá na luta de um mundo melhor livre de desiguldades. Que murro em 39 participantes. E pronto, podia escrever mais 30 pontos sobre como esta cantiga é vanguardista, mas não vale a pena, porque sinto que estes argumentos já chegarão para todos perceberem o seu real valor social. Não gostar da sonoridade? Todo bien, nada mal. Odiá-la à frente de todos? Cabe-me abrir os olhos destes para a injustiça que cometem. Só tenho pena do @Gabriel, que deve ter sido contaminado pelas ideias anti-minorias do @. Onde já vão os planos do @ - a obrigar a todos a detestar uma canção que preza mais do que tudo as minorias. Felizmente, eu e o @Luís não descuraremos de tentar abrir os olhos aos contaminados pelos planos maquiavélicos do @ - peço só que lhe reconheçam valor, não que gostem dela. E sim, Arménia é hino e se terminar no top 10 isso só tem um nome: justiça. E digo o mesmo de Malta.
  14. [PUB] Daqui a 2 meses - a 18 de maio -, vamos estar a momentos de saber quem se sagra o próximo vencedor eurovisivo e que país acolherá o certame em 2020. Terá Conan Osíris conquistado a Europa, que votou muito através dos seus Telemóveis? Terá o holandês confirmado as expectativas que meio mundo tinha sobre ele e vencido? Ou terá sido Sergey Lazarev, que vence e finalmente terá a chance de ganhar um lugar da história eurovisiva? Poderá também ter sido que o representante s~eco terá conquistado os jurados, que acharam que não era demasiado tarde para a Suécia ganhar! E não nos esqueçamos que pode haver uma surpresa, como São Marino! Antes disso tudo, aqui no fórum atelevisão, vamos votar, recordar e apostar! Não percam a estreia a 6 de abril d'O Caminho a Tel Aviv! [PUB]
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