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Ana Maria Peres

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34,752 A Lena afastou a galdéria que há em mim

About Ana Maria Peres

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  • Birthday 07/03/1989

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    #5triviliadades #acaminhode #trilhasonora #bigbrotheratv #esc #geografia #panopliasdatv #Eurovision2ndChance #OAprendiz

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  1. Os Gifs do Programa da Cristina (parte 2) O sucesso que Cristina Ferreira tem tido no canal de Carnaxide tem sido imenso. O seu programa, que já deu ao final da tarde e até ao domingo, começou por ser uma bóia de salvação do daytime da SIC, mas já é muito mais do que isso. Dito isto, a Peres Record prestou uma homenagem à mulher da Malveira com mais um gifálbum incrível, com 50 gifs! Ei-los: Uma mulher de sucesso | Diga uma | Lutadora de sumo | Botox | Cansada da imbecilidade Cristina 3D | Ninguém me preparou para isto | Aleluia | Supreendida | Balança Dança com a Cristina | Perdida | A ver os resultados da TVI | Piscar o olho | Segredos inconfessáveis Ups, I Did It Again | O que se há-de fazer? | Apontando a falta de vergonha | Stalkeando a crush | Indo embora Isto é só uma pequena amostra, de forma a não sobrecarregar o fórum! Todos os gifs - mesmo os que não estão em cima -, estão no seguinte link: https://imgur.com/a/TqNpcnp Comentem qual é o vosso favorito! Espero que tenham gostado destes gifs depois de tanto tempo de interregno!
  2. Estou muito atrasada. Sei bem disso, mas eu tenho andado bastante ocupada, principalmente em termos profissionais. Assim sendo, decidi hoje apresentar o meu comentário mais elaborado da Grande Final da Eurovisão 2019. Já passou praticamente um mês desde que Tel Aviv foi palco de um dos espetáculos dos quais sou mais fã. Quase passou 30 dias desde que Duncan Laurence conseguiu trazer o troféu para os Países Baixos. Esta reflexão para dizer que o tempo tem passado muito rápido. Voltando ao tema que me trouxe aqui, vou comentar um pouco de tudo, mas vou centrar-me nos resultados. Começando pela introdução, gostei muito da maneira como apresentaram os artistas. Achei a ideia do avião muito engenhosa e a introdução foi assim a um nível fantástico. Adorei imenso a maneira como desenvolveram a ideia e sempre foi mais criativa que o ano passado (nós tivemos muitas coisas melhores que Israel, mas nos interval acts há que dizer que eles nos humilharam). O espetáculo foi-se desenvolvendo e depois de 4 horas lá tivemos um vencedor. Destaco a enorme duração do espetáculo: para mim, quanto mais tempo melhor, no entanto, para quem não vê o ESC com o fanatismo que eu vejo talvez tenha sido demasiado. E tudo por causa da Madonna, uma atuação que vocalmente foi péssima, mas que visualmente foi incrível - tenho de adjetivar como fantástica a maneira como ela nos colocou noutro mundo. Em contrapartida, a voz esteve péssima e, ainda para mais, aquela última música nova que ela cantou é assim terrível. No final de tanto tempo, os Países Baixos foram os grandes ganhadores. Merecidamente. Era a minha favorita desde do dia que saiu. A subtileza, a magia, a emoção, a fragilidade, a autenticidade... Tudo ali foi bem explorado e resultou maravilhosamente. Em termos cénicos, talvez trocaria por um piano maior, contudo, foi a melhor atuação da noite, sem dúvida. Um pacote absolutamente delicioso. Não ganhou nenhuma das parcelas dos votos, no entanto, ficou muito perto disso - continua, na mesma, a ser uma vitória incrível! Além disso, ganharam os Países Baixos: não sei quanto a vocês, mas eles assustavam-me no ESC nos anos anteriores: era índios, era uma fábrica de chocolate, era tudo horrível. A Holanda desiludia-me imenso no tocante ao ESC e a saga dos 8 anos sem ir à Final - à exceção de um ou outra -, foi justíssima. Mandavam coisas completamente insossas e tenebrosas. Felizmente, a Anouk mudou percepções e conseguiu fazer com que o seu país - 6 anos depois -, conseguisse vencer. É deste tipo de empurrão que o Reino Unido, Espanha ou a Irlanda precisam. Porque um país da Europa Ocidental pode ganhar e ter sucesso. Aliás, o segundo classificado também não veio de muito longe: os italianos conseguiram novamente entrar no top5. Eu digo mais: Itália é o símbolo da contemporaneidade e da autenticidade na Eurovisão. Não há ninguém que consiga dominar tão bem como eles o ESC, muito por culpa daquela final nacional maravilhosa que realizam todos os anos. Soldi ganhou imenso ao vivo (especialmente por causa do Mahmood, porque em termos de cenografia... Podia ter sido melhor) e convenceu-me imenso, aliás, sempre apoiei esta música e considero que este é o rumo pelo qual os países têm de ingressar: canções modernas, que podiam passar em qualquer rádio e não descartes de suecos. E mais um mito cai por terra: os Big5 podem triunfar na Eurovisão. Se um dia Roma vencer, substituirá a Suécia como maior potência eurovisiva. Infelizmente, não concordei nada com o terceiro lugar. Se esperava? Sim. Nas minhas apostas, pensei que ficasse em quarto, portanto, não me enganei por muito (a Suíça também esteve a uns míseros pontos do Sergey). Se mereceu? Não. Uma canção boa, mas desfasada daquilo que se faz hoje em dia em termos musicais. Um palco de encher um olho, mas que soava artificial. Teve muitos pontos dos vizinhos e, pronto, fabricou-se esta posição, imerecida, por sinal. O quarto, por outra parte, foi muito bem entregue. A Suíça esteve espetacular. A Confederação Helvética apostou forte, pela primeira vez desde há muito tempo: uma canção orelhuda, um cantor carismática, um palco fantástico (melhor cenografia! Incrível!) e lá está: não importa a cor da bandeira. Claro que se fosse Moscovo, provavelmente teria tido mais 100 pontos no televoto; ainda assim, é sempre bom ver uma nação marginalizada nas votações a alcançar tamanhos lugares. Para o ano, é para continuar, não é, Suíça? Mas leva uma coisa mais tua. Quanto ao quinto lugar, também considero que tenha sido justo. Eu adoro Too Late for Love, acho o John um performer maravilhoso e o coro é uma delícia. Mas se merecia ganhar? Não. Porque os Países Baixos e Itália trouxeram algo com substância. Algo que enche a alma, que vem das entranhas. Já os suecos pecam por ser artificiais. Às vezes, resulta, no entanto, neste caso não. Esta música precisava de mais paixão - mesmo em palco -, o que não se coaduna muito com a maneira de fazer as coisas lá na Suécia. Mesmo assim, caracterizo tudo como brutal e prefiro muitíssimo mais ver Estocolmo em quinto do que Oslo. Indo do sexto ao décimo, vamos lá começar a surpresa do ano: os Keiino a vencer o televoto. Sempre pensei que fossem fazer top 5 junto ao televoto (sempre os comparei com a Dinamarca 2018, se bem que Spirit in The Sky esteja a anos-luz) e sempre previ que os jurados os fossem chacinar. Porém, ganhar o televoto? Nunca, se me dissessem isso, rir-me-ia. Gosto da música, acho-a divertida, a voz da Alexandra é uma preciosidade, só não aprecio o joik. Ressalvo, contudo, que é este canto tradicional que a torna distinta e memorável. Sem ela, provavelmente não teria tido metade do sucesso. E isto é uma prova de que a Noruega, se quiser, facilmente vencerá na década de 20. O sétimo lugar foi algo completamente inesperado, todavia, justíssimo. Eu nunca apreciei muito a cantiga macedónia, principalmente inicialmente: foi-me conquistando com o tempo e com o passar do tempo, percebi a mensagem. Mas quanto a vi na semifinal, aí é que entendi mesmo o que a Tamara quis interpretar. Deixou completamente a sua alma e o seu coração em palco. Tudo ali era real. Era palpável. Um momento de partilha fenomenal, que levou a também menosprezada Macedónia do Norte ter o seu melhor de sempre. Ainda que em studio prefira Dance Alone ou Lost and Found, quando as comparo em palco... Proud reluz. O oitavo lugar está mais ou menos conforme. Truth é um bop, é uma canção excelentemente bem produzida, que pode passar em qualquer rádio em qualquer parte do mundo. Dou-lhe os parabéns por isso, mas não gostei do palco: não percebi a simbologia por detrás. O azeri só brilhou na bridge, porque, de resto, foi backing vocalists ft. Chingiz. Ainda assim, foi uma boa proposta, mas Skeletons, por exemplo, era melhor. Destaco ainda a azia que deitou sobre os resultados: foi de muito mau tom! Relativamente ao nono lugar, a Kate conseguiu-o pela cenografia excelente e um palco absolutamente fora de nível. A música, per se, não o merecia: é demasiado excêntrica e não tem estrutura, se bem que eu até goste. No entanto, não é um desafio, não é nada que se consiga destacar. A sua posição acabou por estar de acordo com o pacote em geral: nunca me acreditei na vitória australiana e pressenti sempre que os jurados não se ia deitar por isto. Juntamente ao facto de estarmos a falar da Austrália, que em termos de televoto é sempre medíocre, até que nem esteve nada mal. Termino este parágrafo longo, com o décimo lugar dos Hatari. E mais um que considerei absolutamente legítimo - o vocalista esteve mal na Final. No entanto, é um risco, é uma canção vanguardista, que sem dúvida mereceu ficar numa posição tão avantajada. Precisamos de estas coisas diferentes, de outros estilos, no ESC e Hatrid Mun Sigra materializa esta tendência. Destacarei ainda a mostra das bandeiras palestinianas: muito mau tom. Eu sei bem que a situação entre Israel e a Palestina deteriora-se de dia para dia, mas a música já era explícita e era uma alfinetada bem grande ao caso. Não era necessário mostrar as bandeiras e adotar uma postura tão controversa. E acho curioso que tanta gente censurou (e bem!) a Ucrânia pelo comportamento da Jamala, mas acabou por aplaudir a atitude dos Hatari, se, no fundo, e por muito que as situações sejam divergentes, acabam por ser a mesma coisa: trazer política para o campo musical. Vou comentar de soslaio os lugar de 11º ao 20º. República Checa: amei que os checos tivessem terminado tão bem, o que nunca contei. Friend of a friend sempre teve um lugar especial no meu coração e então depois de ver aquela atuação... Adorei! Ainda bem que os jurados souberam apreciar estes três minutos de boa-disposição e de alegria. A posição matou-os por completo: se tivessem sido os oitavos ou nonos a atuar, talvez tivessem entrado nos 10 primeiros e tivessem tido um televoto substancialmente melhor. Pronto, tudo rosas, mas agora vamos soltar algum veneno: porque raio a Dinamarca terminou em 12º lugar? Expliquem-me, digam-me lá, europeus. Eu gosto da Love Is Forever, é querida, é fofinha, a Leonora esteve até bem e nada nervosa, mas agora premiar isto e colocá-la numa posição tão boa? Eu estou chocada. O lugar dinamarquês devia ser no top15, nunca a dois lugares do top10. Foi imerecido. Depois, tivemos a minha maior desilusão do ano: o Chipre. Eu adoro Replay, é assim aquela canção de verão, good vibes e que tem uma produção brutal. É um pop de muita qualidade e, aliás, penso que o 11º lugar dos jurados - com uma canção tão sensual (das quais eles costumam fugir) -, mostram-o bem. Agora, o palco? É um não. A Tamta esteve mázinha vocalmente (então, no refrão... ), os movimentos eram constrangedores e tudo tornou-se demasiado insosso. Só adorei foi a atitude dela e a maneira como ela desfrutou de estar em cima daquele palco: os seus olhos brilhavam imenso. Agora, a performance... Fuego estava a anos-luz. Balanceando tudo, um lugar justo. A seguir, vem uma injustiça. Malta tinha de ficar no top10. Não é que tenha ficado muito longe, ainda assim, não tolero. Chameleon é a melhor música pop deste ano, facilmente vence todas as outras: a mescla entre pop, reggaeton e assim um travo tropicaliente adjetiva-se como incrível. Adoro tudo nesta canção. Porém, o palco... Muito bem e moderno, agora a Michela... Não nasceu para cantar isto. Não, não nasceu, é demasiado robótica, os movimentos dela quase que me afligiam, coitada da rapariga, parecia que tinha sido torturada (se bem que na Final tenha estado muito melhor que na semi). Com outra vocalista, isto poderia ter terminado no top3, mas com a Michela, eu só pedia um nono ou um décimo, mas é a vida. Quanto à Eslovénia, talvez devessem ter ficado melhor. Sebi apaixonou-me e em palco, aquela química extravasa palavras ou melodias. Gostei muito e é esta onda que Ljubljana tem de surfar: chega de levar propostas antiquadas. Movendo para França, é aquela coisa: Roi é uma música fraca. Não tem atrativo nenhum, é assim uma coisa básica, com uma letra de meter medo ao susto. O que vale aqui é a história, mas acabou completamente abafada, porque o Bilal não teve o carisma necessário para se impor. Porém, dou o braço a torcer e confesso que me surpreendeu: a mensagem foi bem passada e até gostei do palco. E pronto, sou um disco riscado: deviam ter mandado a Seemone. Passando para os lugares 17º-20º: não aprecio por aí além nenhuma das músicas expostas e tiveram lugares razoáveis, alguns até exagerados. A Albânia nunca me cativou por inteiro: reconheço a potência vocal da Jonida e das backing vocalists - que deve ser valorizado -, mas a canção nunca me chamou à atenção, ainda que se tenha saído muito bem, tendo em conta que foi a segunda a atuar (está bem que foi quase tudo dos vizinhos, mas pronto). A Sérvia resume-se a: seca. Tudo muito bonito, mas não houve sentimento. A música era insignificante e não fosse a diáspora do país, tinha acabado completamente esquecida nos últimos - e penso que Belgrado está a precisar de um abanão. É pena: um país que levou Nije Ljubav Stvar Oro, Molitva, três pérolas musicais, está-se a tornar completamente insignificante, levando propostas desenxabidas e que, se não fosse a vizinhança, terminaria completamente esquecida. É pena. Em relação à Estónia, nem da semi devia ter passado - voz fraca, canção fraca, o palco até foi o melhorzinho, mas, mesmo assim, isto é material para ter retido na sua semifinal. Até teve muitos pontos, infelizmente. Vamos agora falar do polémico São Marino e que teria ficado décimo no televoto. Décimo. Vamos já deixar-nos de ideias e vamos apoiar os jurados, ok? É que este argumento basta. Estou a brincar, mas como é que um homem que canta fora de tom terminaria em décimo, frente a proposta tão melhores? Eu entendo: é orelhuda e cativa o público alvo mais velho, que geralmente não tem muito por onde escolher, mas alguém tinha de pôr ordem na casa. Os flops. É agora. Eu não me quero revoltar, mas como é que a Grécia terminou em 21º lugar? Alguém me explica? O LUGAR DE BETTER LOVE FOI UM DOS MAIORES CRIMES DESTE ANO. Música excelente, boa cantora (desafinou, mas não foi muito - aquela parte final compensa)... O que posso apontar de negativo, se bem que eu tivesse gostado, foi mesmo o palco, com tons de barroco, que pode ter desmotivado muitos a votarem. Contudo, o jurado deveria ter dado cobertura a isto. Abordemos agora os espanhóis: nunca adorei a canção, aliás, sempre a achei demasiado energética e sempre vi - de caras -, que o júri ia abominar isto. O palco também não me convenceu plenamente, mas ao menos viu-se que foi planeado. E até esteve bom, não considerei nada feio, porém, com aquela canção (e isto é subjetivo) não penso que poderiam ter feito grande coisa. No tocante a Israel: boa voz, música aceitável, palco igual. Não se destacava nada, mas é que mesmo nada, era uma balada como outras. A mim não me emocionava. Um lugar normal para um anfitrião. Falemos agora da menina Zena: confesso que elevou a sua canção para algo agradável, mas não foi suficiente. Na final, cantou mal que se desunhou, não percebi como é que mudou tanto da semi para o evento principal. A canção era mediana e tentaram salvá-la com muitos elementos, o que acabou por não ser suficiente. Em relação com a Alemanha, peço desculpa, mas não me lembro de nada. Que canção era? Falando a sério, que momento foi aquele? Eu não entendo a televisão alemã: eles são ricos, eles o ano passaram tiveram muito sucesso, e agora vieram-me com aquela pobreza? Duas raparigas a cantar uma música fraca a serem acompanhadas por duas fotografias dela, ou seja, nada? Eu às vezes penso que a delegação alemã gosta de ficar nos últimos lugares, é a conclusão a que chego. Basta comparar com a Bielorrússia: esta tentou encher o palco com algo, estas aqui borrifaram-se e deram-se por vencidas. Um 0 do televoto doí sempre, mas Berlim tem de entender que não pode abordar a Eurovisão desta forma. É que uma coisa é simplicidade, como - por exemplo -, a Macedónia nos apresentou, outra coisa é nada. E nesta onda, falemos do último lugar, que é exatamente o mesmo discurso. Primeiro, comecemos com isto: como é que o Reino Unido - com uma indústria musical de fazer inveja -, seleciona uma canção rejeitada do Melodifestivalen, ou que o cantor achou que não era competitiva o suficiente para o certame? Como é que a delegação britânica - com montes de artistas por onde escolher -, vai por este caminho? Eu não consigo compreender. Depois, que palco era aquele? Que nada era aquilo? Eu não sei quem é que controla os palcos deste país, mas tem de ser despedido, porque esteve uma penúria incrível. Se fosse o Montenegro, uma pessoa entende, agora o Reino Unido? Não é falta de dinheiro, nem de know-how: é simplesmente falta de interesse. E não me venham cá com o Brexit ou que ninguém gosta deles: tragam alguma coisa competitiva e apareçam. Pronto, isto está já gigante. Só quero concluir, em termos do espetáculo: Apresentadores muito melhor que esperava. A Bar foi a minha favorita, mas achei piada ao Assi. A Lucy e o Erez estiveram na mesma bem. Nós tínhamos a Filomena, mas não sei, em termos de equilíbrio, o quarteto israelita pareceu-me muito melhor do que o português - não houve tantos momentos constrangedores e o inglês deles era razoável. O palco era bonito, mas não encheu as medidas. O que adorei e me ficará para sempre deste certame foi os postcards: maravilhosos! Adorei a ideia de os cantores dançarem, ficou muito bem. Os intervals acts, à exceção da Madonna, foram muitíssimos bons e a Switch Song foi O momento, então a parte da Eleni. Que incrível. Por fim, adjetivo esta edição como caótica. Quer em termos de falta de preparação que a televisão israelita foi demonstrando, quer os dramas criados desnecessariamente, quer os problemas nos ensaios, foi algo de muito negativo a apontar. Magicamente, no entanto, tudo resultou na final e acabaram por nos darem três espetáculos televisivos incríveis. Não penso que tenham sido melhores que 2018, mas superaram a milhas, por exemplo, 2017. Se eu não tivesse sabido do que se passava nos bastidores, teria dito que tinha sido um excelente espetáculo, assim, terei de o qualificar como "bom".
  3. Hi, Maruv, welcome to Tel Aviv, the city where Duncan won. A arrogância, misturado com alguma falta de bom-senso... Realmente, a Maruv conseguiu bem interpretar um papel, mas a máscara caiu. Felizmente, Jamala permancerá sempre como uma das melhores vencedoras da Eurovisão real e sempre honrará o seu país e a sua tão amada Crimeia, enquanto o suposto top3 da Maruv (improvável, porque os jurados iam odiar isto, não estou a imaginar os nossos do music is feeling a darem mais do que um 15 a isto ) nunca se concretizará. Mas amamos um país com mais divas e dramas por metro quadrado. Coitado do Jon Ola Sand, para o ano não admirava nada que os jurados votassem todos ao contrário e prejudicassem todos a Ucrânia. Por acaso, foi o Reino Unido (quem se ia lembrar daquele stage copiado do Montenegro?), mas a Grécia ficou injustiçadamente em 25º lugar de 26. Foi depois dos Países Baixos, muita gente deve ter ficado emocionada e tocada com aquela atuação, que nem sequer esteve atenta. Vamos lá com esta desculpa, que assim sempre é melhor do que evidenciar o óbvio de um país que dá 12 à Estónia e a Espanha (mas aqui é vira o disco e toca o mesmo quase todos os anos). E estou a gozar, cada um vota no que quer, que fique claro.
  4. Tenho de concordar contigo, essa Leonara ficou possuída, realmente, tudo para passar por 1 ponto. Obrigou os jurados a votarem ao contrário, obrigou a televisão italiana a dar-lhes os pontos suficientes para passar na semifinal 2, subornou o jurado italiano (a Leonara deve ter influ€ncia junto aos italianos, não é à toa que a canção se chama Soldi) e ainda vem com cara de pau cantar sobre o amor. Tira a máscara, mulher, mostra a tua verdadeira faceta. Onde está a Ana Leal quando precisamos dela? Onde está para investigar esta fraude de nome Leonara? Nós necessitamos de uma grande investigação para investigar esta rapariga. Leonara levada ao colo por manipulações. E para quem não entendeu o Leonara: a spokesperson italiana, decerto com a vergonha (mas o bolso cheio) deu 12 pontos à Dinamarca, mas pronunciou mal o seu nome e disse Leonara. Uma artista que ninguém sabe nome, mais insignificante que uma mosca, e ainda há gente com a pouca-vergonha de a defender. Não dignifiquemos o seu resultado, para mim, a Leonara terminou em 16º da semifinal e a Srbuk foi quem ficou em 12º. E contra estes factos, não há argumentos. I'm walking out. Podem ver em spoiler o momento "Leonara". EMBUSTE
  5. Tudo muito bem, mas não falemos mal da singer checa Jitka Zelenková, porque, dado ter ordenado mal o seu ranking, deu o #1 a Portugal. E foi por isso que a República Checa nos deu 2 pontos no júri, ou teríamos acabado ainda mais no fundo. Jitka, we love you! Mudando para uma tónica mais séria, isto é uma autêntica vergonha e não abona nada em favor dos jurados. Parecem criancinhas, para o ano vão ter de ir a um curso aprender a ordenar cantigas. Tentativas de bloqueamento de votos, como aconteceu com Itália/Bulgária em 2017 (cujos jurados deram nada ou pouco a Portugal e nós também não lhes demos nada), uma pessoa ainda concebe - se bem que nunca um profissional de música devia fazer isso. Desvalorizar as músicas só por serem as favoritas é de uma perversão atroz. E, à excepção de Portugal - que nunca foi um contender sério para a vitória no seu ano, só quando o Salvador chegou é que se viu potencial -, todas as canções com mais hype (a não ser a Suécia ) são sempre estranhamente desvalorizadas. Por exemplo, analisemos o jurado de Itália: 12 pontos à chachada da Dinamarca e dar 0 ao Duncan? Amores, gostos existem, mas não vamos exagerar. Fazendo ainda uma análise dos favoritos (2014: Arménia; 2016: Rússia; 2017: Itália; 2018: Israel [aqui ainda é mais escandaloso, porque a Netta ganhou o jurado na sua semi]; 2019: Países Baixos), estes foram sempre deitados abaixo pelo júri; efetivamente só não são quando estamos perante a Suécia (e a Dinamarca). Gosto muito da presença do jurado, salva países com pouca vizinhança de se afundarem, mas há que regulamentar melhor este procedimento. Quer seja inconsciente, quer propositadamente, a EBU deveria rever e instaurar normas que evitassem este tipo de situações. E ainda acrescento a vergonha da troca de pontos entre Sérvia/Montenegro, Chipre/Grécia. No entanto, eu não quero a abolição do jurado nem a redução da sua percentagem - muita da qualidade ganha nestes últimos anos perder-se-ia (basta ver que teríamos o São Marino no top10). É necessário é simplesmente controlar melhor quem vota. Quando a essas duas finalistas, a minha suspeita que a Polónia e a Lituânia se qualificaria confirma-se-iam. Meu Deus, o meu azar nas apostas.
  6. Os novos resultados globais têm um nome e chama-se justiça. O Chipre no lado esquerdo da tabela, Malta a subir dois lugares e a ter um 12 pontos, França debaixo e a cair cada vez mais, Estónia pior, Macedónia do Norte ainda mais alto, Suécia a substituir merecidamente a Noruega no top5... Só tenho pena da Eslovénia ter caído 2 lugares, mas é um mal menor. Justiça divina foi feita e devemos agradecer a Deus por isso, felizmente a EBU teve o descaramento de mudar as pontuações. Falando a sério, é vergonhoso que isto aconteça, mas somos humanos e o senhor Jon Ola Sand com os ataques que teve durante a final - com suspeitas de invasão, com os Hatari a quererem mostrar cachecóis da Palestina -, estava muito nervoso, ainda por cima o seu país ganhou o televoto. Foi muita ansiedade e euforia junta. Continua a ser vergonhoso, sim, mas não sacrifiquemos o senhor. O programa demorou 4 horas, o senhor se calhar nem se alimenta bem.
  7. @Ruben Fonseca, não sabia que agora o prémio do Versus consistia em termos a nossa música numa novela da TVI. Para o ano, o ganhador ainda vai ser tema de genérico.
  8. Vamos começar com a lista de reclamações, para verem o meu azar. Mesmo assim, estou muito feliz com o meu quarto lugar. Nunca pensei que ficasse tão alto, ainda para mais porque só acertei 7 países na semifinal 1 e isso matou completamente as minhas chances de conseguir ganhar. No entanto, o quarto posto é muito bom, sinto-me a Suíça. Parabéns, @Televisão 10, tiveste bons palpites, acompanhado se calhar por sorte, que levaram à vitória. Mas eu não consigo não dizer o seguinte: - Calhou-me, nos países da semifinal, a Macedónia do Norte. Eu apostei que ia ficar em DÉCIMO e ela vai-me fica-me em SEGUNDO? Fogo, o black horse do ano lixou-me as apostas. - Para adivinhar o lugar na semifinal, calhou-me a Letónia. Eu pensei que iam ficar em 16º e eles ficam em 15º a UM PONTO - A UM MÍSERO PONTO -, DO DÉCIMO SEXTO LUGAR DA SEMIFINAL 2. 30 pontos que poderiam ter sido meus deitados ao ar. - Apostei na Lituânia para passar e ela só não passou POR UM MÍSERO PONTO. - Apostei que a Polónia passava e elas só não o fizeram por DOIS MÍSEROS PONTOS. - Apostei que o Azerbaijão ficava em oitavo e - surpresa das surpresas -, ficou em sétimo separado por DOIS pontos de diferença do oitavo lugar. Tão perto, tão longe. E muito mais coisas assim, que eu nem quero comentar. Só quero sublinhar o seguinte. Mas estou feliz com o lugar, nunca pensei.
  9. Fui a única que não pôs a Grécia no top10? Amores, eu amava a Katerine e merecia sem dúvida um sexto lugar, mas para mim foi mais ou menos óbvio que a Europa não ia saber apreciar a obra da arte. A ladeira dela nas apostas foi verdadeiramente gigante. Amo que a aposta do flop da Grécia é sempre a minha salvação nas apostas.
  10. EU ESTOU CHOCADA COMO É QUE FIZ TANTOS PONTOS NA PRIMEIRA FASE? SEXTO LUGAR? EU SINTO-ME A REPÚBLICA CHECA. E AGORA, 7 POINTS.
  11. Quando aparecer o meu nome, vou içar a bandeira da Palestina. Pode ser que me expulsem do Caminho de Tel Aviv, não se veja a minha vergonha e assim, as minhas menções desapareçam deste tópico. EU GANHEI O DUELO CHIPRE X GRÉCIA SÓ AGORA ME PERCEBI O FLOP DA KATERINE AJUDOU-ME. SEMPRE ACREDITEI EM REPLAY.
  12. Eu não sou fã da canção, mas vi o potencial e se não fosse o péssimo resultado nos jurados, isto era capaz de surpreender. E a Lituânia tem sempre um bom apoio no televoto, foi o meu risco e estive perto de acertar nele. Enfim, é a vida. Mas pronto, eu estou ano estou muito azarada. 1 ponto faz toda a diferença. Eu sempre vi a Dinamarca muito tremida.
  13. Nesta onda baladeira que os jurados tanto defenderam este ano, eu venho recordar a auto sabotagem que os franceses cometeram. Diziam na altura que o Bilal tinha potencial e que as fãs dele + mensagem iam ser transversais. Pois bem, tiveram 38 pontos no televoto e o júri deixou-o num 13º lugar. Em contrapartida, tenho a certeza que isto tinha ficado top5 ontem nos jurados - e aliás, o domínio no jurado do Destination Eurovision assim o mostra. Soberba, simples e bela. SEEMONE TU MERECIAS CONQUISTAR A EUROPA COM ESTA BELÍSSIMA CANÇÃO. AGORA É DEMASIADO TARDE. PARA O AMOR E PARA GANHARES O JURADO. Os franceses não sabem fazer nada. Eu ainda não superei esta belíssima interpretação. Seemone, volta para o ano, por favor.
  14. Eu o top10 nem foi desgraça. Quer dizer, pensava que França fosse convencer mais - atuavam em 21º lugar, tinham um hype -, e apostei-os em nono e Malta em décimo (aqui foi a minha veia de fã ), o que até nem tive muito longe. Nunca pensei que a Macedónia do Norte surpreendesse tanto, nem acreditei no sucesso norueguês junto ao televoto. O problema é que dentro dele só acertei dois lugares, o resto foi tudo ao lado, por dois pontos que não acertava no lugar azeri. E nem vamos falar das semifinais. Sim, eu apostei que a Lituânia ia passar e a Dinamarca ia ficar em 11º. Eu estava mesmo a prever que a Lituânia passasse, fruto do seu televoto excessivamente alto, vulgo diáspora e não me surpreendeu nadinha que tivessem ficado tão perto da passagem.
  15. Arcade está a ser um êxito de vendas! http://esctracker.com/ É o país que mais está a vender no iTunes. Nem os Keiino - vencedores do televoto -, estão a ter tanto êxito. Até em Portugal, que não ligamos nada ao ESC, está em #52. Fico feliz pelo sucesso comercial, penso que seja vital para a popularidade do certame.
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