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fab

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  1. Pelo menos mantém no seu discurso a ideia de que os profissionais da SIC têm e tinham valor e, como antes, fazem parte da solidez da empresa. Já a Cristina, no seu regresso à “casa mãe”, desvaloriza quem já lá estava, assumindo-se como a salvadora de um canal em derrocada que precisa dela para se relançar.
  2. fab

    Casa Feliz

    Tenho estado a espreitar o Domingão e a Diana tem mesmo imenso carisma e potencial! Espero que consiga evoluir neste Casa Feliz para que, em outubro, possa assumir as manhãs da SIC em definitivo, num programa seu. Está na altura de se renovar as caras do daytime da televisão portuguesa. A saída da Cristina acaba por criar a oportunidade (e a necessidade) para que isso aconteça 🙂 Acho que ela própria ficou com pena
  3. fab

    Casa Feliz

    Concordo! E o Daniel não pode cair no erro das direções anteriores da SIC, que selecionavam profissionais e formatos numa lógica de “tapa buracos”. Apesar de ter sido uma escolha muito rápida, entre poucas opções, para um programa de transição, acredito que a aposta na Diana pode ser um “teste” com uma perspetiva de continuidade. Salvo, claro, se o potencial que tem revelado não se concretizar. Mas, convenhamos, é a verdadeira princesa Diana a assumir as manhãs da SIC
  4. fab

    Notícias SIC

    Se bem me recordo, o contrato da Cristina contemplava uma cláusula que definia que qualquer receita de publicidade feita nos/ pelos seus programas revertia a seu favor. Por isso é que as contas em relação aos seus vencimentos mensais nunca foram muito certas. Neste sentido, mesmo que as receitas publicitárias das manhãs da SIC tenham uma quebra, essa quebra nunca será realmente sentida pela administração de Paço de Arcos (antes pelo contrário). Assim, a poupança significativa que vão fazer com o ordenado da Cristina e as receitas de publicidade (que, creio, voltarão a ser asseguradas pela p
  5. fab

    Casa Feliz

    Este programa também deverá ser um programa de transição. Qualquer apresentador ou dupla de apresentadores que amanhã surja no ecrã não pode ser encarada como efetiva. Eventualmente, até podem testar pessoas para um futuro programa. Mas esse novo formato só deverá chegar em outubro. Pessoalmente, manteria a linha do programa anterior. Apostaria numa apresentadora. Se a Diana Chaves se mostrar competente e com uma favorável margem de progressão, por que não? Um formato de duas horas, até ao meio dia, a partir de uma nova “casa de todos os portugueses”... Com colaboradores frequentes d
  6. fab

    Casa Feliz

    Vejo imenso potencial na Diana! A Cristina também não tinha... teve de fazer o seu caminho. E não havendo ninguém à altura desta substituição, se a aposta na Diana surgir com uma perspetiva de futuro, aproveitando o seu potencial para formá-la enquanto apresentadora, podem criar uma nova estrela de daytime. E, sinceramente, acho que está na hora de isso acontecer!
  7. O processo da saída da TVI foi gerido de uma forma muito mais correta. O contrato estava a terminar. A decisão de não renovação foi anunciada, em primeiro lugar, por um comunicado conjunto da Média Capital e da direção da TVI. Um ou dois dias depois veio a confirmação oficial da parte da Cristina. E o anúncio da contratação pela SIC surgiu muitos dias (semanas) depois.
  8. Ia de férias e nunca mais voltava... A Cristina é supersticiosa e como lhe correu bem da primeira vez...
  9. Daniel Oliveira faz a sua primeira publicação pós-Cristina no instagram: Acho que vai ignorar mesmo esta saída. Parece que, à semelhança da Maria Botelho Moniz, não lhe vai merecer qualquer tipo de publicação.
  10. Percebo perfeitamente o que dizes. Há menos de dois anos a transferência para a SIC surgia como uma bomba... E com ela, todas as declarações sobre o sonho, sobre voar mais alto, sobre o futuro, sobre não ter medo de mudar, sobre oportunidades que surgem apenas uma vez na vida... São ideias e declarações ainda demasiado presentes. Demasiado recentes. Estão na memória de todos. Como é que, menos de dois anos depois, se pode usar as mesmas frases para justificar uma nova mudança? Parece-me que a Cristina já começou a apelar ao coração e aos afetos pra justificar o regresso à TVI. Usando exatament
  11. Claudia Vieira a pôr gosto na publicação do Nuno Santos sobre o futuro
  12. Tirando os teatrinhos d’ O Programa da Cristina, o que é que a habilita a dirigir a ficção da TVI e a ser a responsável máxima pela Plural? Alerta vermelho na Coral, também. Assumindo a direção da Plural, a Coral Europa deve deixar de ser a produtora do universo de programas da Cristina. Até a produção do principal formato de entretenimento da SIC já tinham garantido.
  13. O regresso da dupla Tânia - Baião! Mas a Tânia renovou há pouco com a RTP. Mesmo que o exemplo da Cristina nos mostre que a duração dos contratos não é impeditiva de nada, não me parece que a postura da Tânia seja coincidente com uma mudança abrupta para a concorrência.
  14. E a alegada proibição, por parte do Daniel Oliveira, de se iniciar a tão divulgada mudança de visual da Cristina na última parte do programa de hoje? Por acaso estranhei quando li que a mudança de visual se iniciava no final d’ O Programa da Cristina e o resultado poderia ser visto mais tarde, possivelmente nas redes sociais da apresentadora. “Por que não no próprio programa?”, pensei. Afinal devia fazer parte da estratégia de marketing projetada para a mudança de canal: “veja o final desta mudança de visual iniciada na SIC, brevemente, na TVI” 😂
  15. E na SIC há alguém com capacidade ou potencial para assumir esse papel? Diria que não! E a grande questão é que nem fora da SIC. Criaram, com a Cristina, o melhor formato de sempre do DayTime em Portugal. Agora perdem a apresentadora e o formato. Vão ter de se esforçar para formatarem algo que possa continuar a ser marca de qualidade e para descobrir uma figura com o potencial para crescer e se tornar uma estrela de primeira linha na apresentação em Portugal. Acredito que era isso que queriam fazer com a Maria Botelho Moniz, a longo prazo. Agora, acho que não vejo ninguém com esse pe
  16. Neste momento, e mesmo sabendo que se a Cristina assumir as manhãs da TVI a derrota da SIC é quase certa, fica a dúvida de qual pode vir a ser ser a figura principal de um programa das 10h. Diria que o público das manhãs tem preferência por uma figura feminina. Mesmo não tendo havido muitas experiências do género, nenhum apresentador liderou um programa da manhã apresentado “em nome próprio” (sozinho). Nem mesmo o Goucha.
  17. Começou o marketing 😂 Se bem que, desta vez, parece-me que está a precipitar-se. Porque está a usar exatamente a mesma estratégia da mudanca para a SIC. O mesmo tipo de frases feitas. O mesmo apelo ao coração e aos afetos. Tendo em conta que ainda não fez dois anos dessa mudança, parece-me cedo para esta partilha de reflexões. A frase feita de que a oportunidade só passa uma vez, já se esgotou... Já a tinha usado, há dois anos. Agora é a segunda vez que passa 😂 Ainda por cima quando é cada vez mais claro o valor astronómico que recebia e vai receber em ordenados... Fica a s
  18. A avaliar pelos formatos escolhidos pela Cristina, o Daniel Oliveira pode ficar bem descansado... 😂
  19. Se não tivessem deixado sair a Maria Botelho Moniz que, claramente, estavam a preparar há anos para vir a assumir o daytime...
  20. Pronto, está respondido... ahah
  21. Não desgostou não mudança anterior. Acho que, naturalmente, vai acompanhá-la na mudança. A Cristina conquistou um estatuo de total autonomia e independência em relação a qualquer canal de televisão. As pessoas acompanham a Cristina, não necessariamente a SIC ou a TVI.
  22. Gostava que voltasse para a despedida. Não sei até que ponto o Daniel Oliveira e a direção da Impresa foram apanhados de surpresa hoje... Esse vai ser um factor importante na definição da despedida do programa...
  23. Acaba por ser mais inesperado. Pelo contentamento e sintonia constante que declarava em relação ao canal. Por estar na SIC há tão pouco tempo. Pelo poder que tinha na formatação dos seus programas (desde a escolha dos formatos até à produtora e equipa de produção/ realização). A única coisa que nunca compreendi na sua “estadia” na SIC foi o papel escasso que tinha na direção de programas. Na altura da mudança foi referido que vinha com um cargo na direção de entretenimento do grupo impresa. Aparentemente nunca se concretizou. E acho que era óbvio que a Cristina ambicionava esses voos.
  24. O tão ambicionado programa em horário nobre nunca chegou nem vai chegar
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