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nunomarkl

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    Vou ser o próximo Bruno Santos

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  1. nunomarkl

    1986

    Estou encantado com estes futuros possíveis para as personagens! Obrigado!
  2. nunomarkl

    1986

    @FraisesSucrées Absolutamente maravilhoso, este texto com o futuro das personagens! Obrigado!
  3. nunomarkl

    1986

    Calma: não podemos esquecer que o Eduardo põe as suas más intenções à frente do profissionalismo como crítico de TV. Foi ele que, na semana em que o Animais Anónimos estreou - e que foi pouco depois desta administração tomar posse - declarou: “Nuno Artur Silva, mal chegou, deu logo trabalho aos amigos”. É evidente que ele sabia não só que eu já tinha trabalho há muitos anos na RTP antes do Nuno entrar, e também que o Animais Anónimos já estava a ser preparado há um ano, ainda na direcção do Hugo Andrade. Mas o Eduardo nunca deixa que a verdade se sobreponha a uma boa aldrabice, logo é evidente que, para ele, ninguém tem interesse no 1986. Nem outra coisa se esperaria de tão tosco vilão...
  4. nunomarkl

    1986

    Caramba, não tenho palavras. A não ser para, uma vez mais, agradecer. Afinal tenho umas quantas palavras. 1986 foi uma das melhores experiências de criação e produção que já tive em televisão. E já levo 20 e tal anos disto no lombo. Mas o grau de dedicação, respeito, amizade entre toda a equipa envolvida, a maneira como se transformou isso em trabalho e como esse trabalho cativou o público, é uma coisa, na verdade rara. É um milagre que cria uma situação complicada porque me habituou mal - sei que esta fluidez e felicidade de processo ainda não é exactamente a regra; o trabalho em televisão é muitas vezes árduo e não muito compensador nos resultados. Mas este é um caso de comunicação perfeita entre todas as partes envolvidas. É também por isso que adorávamos fazer uma segunda temporada, embora, de maneira realista, tenha de admitir que isso pode não acontecer - basta a próxima administração estar mais focada em audiências puras e duras. Embora 1986 me pareça um “case study” pela maneira nova como chegou às pessoas e criou um culto. Vénias gratas à visão do Daniel Deusdado. Foi a RTP play que fez de 1986 o que a série é hoje. A transmissão tradicional semanal teria conquistado um público muito menor e a série rapidamente estaria esquecida, esmagada pelo peso da concorrência. Pela minha parte, digo que assim que houver nova administração na RTP, iremos propor a temporada 2. Se for recusada, não está no meu feitio ser chato ou teimoso, e já ando a pensar num plano B. Mas acho que já há público suficiente para que O Verão de 86 faça todo o sentido existir. Obrigado pelo vosso apoio e até pelas críticas menos boas que por aqui passaram. Todas me merecem reflexão!
  5. nunomarkl

    1986

    Obrigado por tudo o que têm dito sobre a série! Deixo aqui uma explicação sobre o Fernando: ele não é cinéfilo, nem tinha de ser. Ele tem um videoclube porque é um empresário com olho para o que está a dar - e em 86, ter um videoclube era um negócio de presente e de futuro, não era preciso gostar-se ou perceber-se de cinema para ter um. Quanto à obsessão dele com a política tem a ver com as eleições e com aquilo que ele - como regressado das ex-colónias - tem contra o Mário Soares.
  6. nunomarkl

    1986

    Fiquei a saber das audiências aqui pelo vosso estaminé! Nunca presumi que o 1986 tivesse armas para combater os gigantes da concorrência e por isso acho que a ideia da RTP Play (e o feedback que ando a ter de binge watchings que andam a acontecer desde ontem) foi perfeita. Nunca criámos isto com espírito de blockbuster, apenas como uma calorosa declaração de amor aos nossos anos (e às nossas dores) de crescimento. Nada na minha carreira me deu tanto gozo e felicidade a fazer como o 1986. Demos o nosso melhor, independentemente do que isso de dar o melhor represente para uns e para outros (perfeitamente aceitável tanto as pessoas que gostam como as que não gostam). Juntarei com orgulho esta viagem ao passado ao meu CV e espero que quem gostou do arranque continue fã... e que quem não gostou que veja mais uns quantos e passe a gostar (porque há muita peripécia valente e surpreendente até ao final do 13º episódio). De novo, obrigado. Este é dos raros recantos da Internet onde se fala de televisão com conhecimento e dedicação. E assim dá gosto, seja para levar porrada ou receber elogios!
  7. nunomarkl

    1986

    Amigos, obrigado pelo vosso feedback a este trabalho de amor. No episódio 1 estamos a estabelecer um universo; agora é que vão começar as peripécias. Espero contar convosco para o resto da saga. Obrigado por todo o apoio e interesse ao longo destes meses!
  8. nunomarkl

    1986

    Caros, tomai a primeira canção da banda sonora original de 1986. Espero que gostem! Obrigado.
  9. nunomarkl

    1986

    Obrigado pelo feedback ao teaser. Ele representa bastante bem o espírito da série. Acho que nunca trabalhei de forma tão pessoal em televisão. Isto, para mim, é quase um reboot da carreira televisiva. Trabalhar com a HOP e com este elenco renovou a minha esperança na competência, no bom ambiente, na criatividade e na felicidade deste ofício!
  10. nunomarkl

    1986

    Estava tudo a correr tão bem, Rafael. É mentira - e das vis - que não respondo a quem gosta de mim. Se houve pessoa interactiva com quem gosta do seu trabalho era eu - e fiz inclusivamente muitos amigos à conta disso, ajudei a encontrar bicharada abandonada, tentei fazer daquela plataforma uma coisa minimamente decente. Felizmente, quem me seguia no meu Facebook, era na grande maioria quem gostava do meu trabalho (como será normal quando se segue alguém; eu pelo menos não sigo paginas de artistas de que não gosto). O facto de, em 700 mil e tal pessoas, a maioria gostar das minhas coisas tornava impossível responder a TODOS os comentários de quem gosta. As polémicas davam era mais nas vistas - não só por serem menos, mas porque é da natureza humana direccionar o olhar para a peixeirada... Aqui, a mesma coisa: até um resumo da ideia do 1986 aqui deixei, a pedido de um dos frequentadores deste fórum. Não fui nunca desagradável, dei-me ao trabalho de entrar numa conversa convosco que me pareceu decente e gentil. A minha resposta ao Corey foi amável e não conflituosa. Já percebi que também aqui há uma hipersensibilidade, exactamente o tipo de coisa que me fez fechar a página pública de Facebook. Uma pena, Rafael. Bem, confirmaram-se os meus receios: é mesmo impossível conversar sem que alguém se irrite. E aos 46 anos decidi que só quero entrar em irritações por questões que valham a pena, e não num fórum da net. Abraços a todos e até um dia! Vejam o 1986 em Novembro!
  11. nunomarkl

    1986

    Caro Corey, não me posso queixar. E felizmente há mais pessoas que também não, senão já me tinha dedicado à pesca.
  12. nunomarkl

    1986

    A série não é exactamente sobre política, é sobre pessoas. E é sobre a maneira como as eleições e a vida no coração dos 80s portugueses afecta um grupo de pessoas - alunos de uma escola, os pais, os professores, etc. Como eu tinha 15 anos na altura, a série é muito um retrato do que era ser adolescente naquela altura, mas é mais do que isso. Tem muita coisa retirada da minha relação com o meu pai, por exemplo. Mas a melhor descrição será esta: imaginem que o Cameron Crowe (Singles, Say Anything) ou o falecido John Hughes (autor de Pretty in Pink, Breakfast Club, O Rei dos Gazeteiros) tinham feito uma série sobre o tempo das eleições Soares-Freitas. A ideia foi seguir essas inspirações. A série é um caldeirão de referências, mas com uma história (ou histórias) consistente. Não é apenas um museu visual dos 80s!
  13. nunomarkl

    1986

    Estou demasiado empenhado no 1986 para não querer saber do vosso feedback. Na verdade já estou inscrito neste fórum há anos. Vinha cá consultar audiências, calado que nem rato.
  14. nunomarkl

    1986

    Malta, obrigado pelo vosso interesse no 1986. Ao ver toda esta conversa a acontecer, num fórum que ainda se interessa pela TV portuguesa para lá das cuscuvilhices, é bonito. Mesmo quando leio cobras e lagartos sobre mim. A bem dizer, não são cobras e lagartos, vá. Mas já li coisas do género "o Markl é péssimo nestas coisas". Estranhei, uma vez que é a minha primeira vez "nestas coisas". Ou seja - já escrevi muito para TV, desde o Herman Enciclopédia aos Contemporâneos, mas esta é a minha primeira série de ficção, pelo que não sei exactamente qual o ponto de comparação... Talvez seja o filme que foi feito o ano passado a partir de um argumento meu, o Refrigerantes e Canções de Amor. Parece manifestamente pouco como ponto de comparação, e seria de esperar mais de quem se interessa pela televisão. Até porque é provável que desse filme só tenham sabido que uma das personagens se veste de dinossauro cor-de-rosa (pelo menos ninguém me pode acusar de não querer fazer coisas diferentes, eh eh eh). De resto já li coisas como "tenho medo do Markl". Ora bolas, logo de mim que sou tão querido. Sou pelo menos um gajo que no 1986 deu tudo para escrever sobre coisas que viveu, sobre o pai que teve, e que tentou fazer uma coisa digna de orgulho para nós que a fizemos, para a RTP e para vocês que a vão ver. Estou feliz com as gravações, acho que nunca estive tão absolutamente feliz com um projecto pessoal como com este. Anseio por que o vejam, mesmo que ele confirme os vossos piores terrores sobre mim. Se assim for, submeter-me-ei ao vosso ódio visceral. Se não, espero que manifestem o vosso entusiasmo. Beijos e abraços de Markl, o Medonho!
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