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Ruben Fonseca

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Everything posted by Ruben Fonseca

  1. Ruben Fonseca

    VERSUS X :: ORIGINS TRAILER

  2. Adorei os últimos 3 episódios e considero mesmo o último como um dos melhores de toda a série. No entanto, esta temporada ficou um pouco aquém das minhas expectativas. Ao início até começou bem, e parecia que ia levar a algo mais, mas assim que [a Serena mudou de ideias para ficar com a Nicole], a história parecia que, [até toda a ideia de levar as crianças para o Canadá], andava à volta do mesmo: Serena a tentar ficar com a Nicole, June a tentar recuperar a Hannah. A cinematografia continua no ponto, é das séries mais aesthetically pleasing que há por aí, de longe. Espero mesmo que a próxima temporada não volte a estagnar a partir de um certo ponto como aconteceu nesta. Quero ver o fim de Gilead.
  3. Sim, vai ser um subfórum dentro do do Versus X. O Versus Classic só começa a 6 de setembro e as inscrições vão até ao dia 11. Dia 12 há uma gala com as 10 músicas a competir e podem votar até dia 19. Os resultados serão divulgados dia 20, um dia antes dos resultados finais do Versus X. Nenhuma das datas vai ser em dias iguais a eventos do Versus, vai ser sobretudo realizado entre o tempo das votações. Mesmo que as inscrições fechem mais cedo, a gala será conjugada de acordo com o calendário do Versus (nunca mais tarde que dia 12) e poderão votar até dia 19, independentemente do dia em que fecharem as inscrições.
  4. Ruben Fonseca

    VERSUS X :: ESTREIA

  5. Mesmo que quisesse mandar indie mofo, praticamente só conheço os hits.
  6. No Versus Classic vão ser permitidas músicas até ao ano 2000. Ainda pensei em incluir os anos 00, mas acho que ia arruinar um pouco a experiência, ainda para mais quando são apenas 10 músicas.
  7. O mofo vai ter competição própria, sim. Vai deixar de ser permitido no Versus e passa para mini-competição no Versus Classic, com 10 participantes (14 se houver uma afluência maior do que estou à espera).
  8. Movimentos peristálticos no coração.
  9. As regras são claras e estão disponíveis para toda a gente as ler. Se um determinado membro mostrar desconforto, que neste caso até o evidenciou publicamente, seja pelas reações sucessivas, seja pelo diminutivo ou algo mais "insultuoso" (que foi sobretudo a razão do aviso, já que isso ele não explicou nem no post, nem nas dezenas de MPs que acabou de mandar a meio fórum), então cabe à moderação atuar, principalmente quando a moderação recebia, neste caso, diariamente, denúncias sobre isto. No caso das reações, nem sequer há qualquer dualidade de critérios, uma vez que também ele já tinha sido avisado, dias antes, sobre o mesmo comportamento - com a exceção de que não foi tão difícil de entender. Não é preciso ser-se objetivo e lançar números, basta entender que 1) discordar ou "não gostar" não significa "confuso"; 2) não têm de reagir a todo e qualquer post que vos aparece à frente e se não há uma reação adequada, não vão pegar na que não se adequa tão mal "na falta de melhor" e 3) se discordam, estão num fórum e, se for no tópico apropriado, mais que à vontade para discutir aquilo que não concordam de forma saudável - o que não implica necessariamente reagir ao post também.
  10. Acusar a PIDE sem provas dá direito a ban
  11. Ruben Fonseca

    SIC em Direto

    A contagem decrescente em inglês, muito fancy.
  12. E felizmente levaste a I'd Rather Burn, música que bate 95% da discografia de Bangor.
  13. Concursos adicionados: Versus X [@Ruben Fonseca] - 2 a 21 de setembro 2019 Versus Classic [@Ruben Fonseca] - 6 a 22 de setembro 2019
  14. Alguma vez o Festival da Canção, nos últimos anos, teve canções ditas mainstream? A diferença entre o atual Festival e o Festival anterior é que as do atual são músicas que podemos recuar para trás sem ter vergonha de ouvir 9 em cada 10 canções. O FdC anterior a 2017 (e mesmo agora ainda há vestígios, mas menos) era uma bolha de músicas com letras e ritmos completamente alienados do panorama musical português, porque tinha de ser algo "eurovisivo" (isto na cabeça de Júlio Isidros da vida, porque de eurovisivo não tinha nada). Antes levar com um Festival Antena 3 que levar com um Festival quase-Renascença, que serve para agradar a um nicho de 5 pessoas com 70 anos. O problema não está no alternativo, o problema está na falta de qualidade e de potencial de algumas músicas. Independentemente dos resultados que tenham tido na Eurovisão, "O jardim" foi uma escolha bastante boa e, a meu ver, apreciada pelos portugueses, e "Telemóveis" gerou um buzz enorme nas redes sociais. A única que conseguiu gerar algum tipo de buzz antes de 2017 foi a Suzy (e, em parte, os Homens da Luta) e todos sabemos porque razões foram. Fora disso, ninguém se lembra, nem alguma vez quis saber, de Vida Minha ou da música que a Leonor Andrade levou. ---- O problema de muitos compositores é que investem em canções fracas para cantores que têm mais potencial. Telemóveis era, de longe, a canção mais forte deste ano porque explorava o potencial e estilo do Conan. Basta olhar para a Soraia Tavares no ATCNMEE e ouvir a música que ela levou ao FdC para perceber que ela tem potencial para mais. Mas isso não é um problema dos cantores em si, nem, de todo, da RTP. É um problema de quem ainda acha que o Festival da Canção é um festival quase-Renascença, e que a Eurovisão, é e tem de ser um nicho. A Eurovisão há muito que deixou de ser um nicho. Ainda assim, é notória a diferença de Festival para Festival. Há músicas de muito boa qualidade para além da vencedora. Desde 2017 até 2019, há cada vez mais músicas que é possível dizer "ok, isto é bom", mais próximas daquilo que é também o mainstream português - sim, porque o mainstream português não é só um fadinho a honrar o Vasco da Gama. Aquilo que devia ser feito era livrar os dinossauros do Festival, isto para começar. Tem-se notado isso, mas é preciso mais, porque já é ridículo o suficiente ainda termos uma mentalidade que honra a Simone ano sim, ano sim, e um Júlio Isidro que vai ficar no júri até não poder falar. Concordo quando dizem que é preciso mais candidaturas abertas. Se são quase 3 horas de Festival, ao menos que 1,5h não seja para ouvir medleys. No entanto, acho que falta aqui uma componente importante e que, sinceramente, foi a que pesou mais nos últimos anos: tanto em 2018, como em 2019, aquilo que achei é que o problema não estava na música, mas sim no staging. Foi o staging que matou as chances do Conan. Foi o staging que condenou "O jardim" a um último lugar. Após 2017 que, independentemente da música que levamos, que estamos a fazer copy e paste do estilo simplista do Salvador. APD precisava que fosse algo simplista; Telemóveis precisava que fosse menos esquecível que os 1001 props da Zena e de um Serhat que dizia Say Na Na Na em loop. E é aqui que quero chegar: não importa como será o Festival, se depois não utilizamos o palco da Eurovisão como deve ser. A Austrália deste ano é um ótimo exemplo disso mesmo: quando venceu a final australiana, toda a gente dizia que 2019 seria o pior resultado da Austrália, quiçá até a primeira vez que não fossem à final. Chegaram ao ESC e viraram praticamente favoritos a vencer porque souberam usar o palco. Não há mal nenhum em utilizar mais que umas simples escadas no meio de um palco escuro com um vestido verde completamente fora do contexto. Não há mal nenhum em colocar duas cantoras, uma em cada ponte das duas que o palco de Lisboa tinha, em vez de uma Isaura que aparece de repente no meio de holofotes. É preciso é saber usar o palco. Não é preciso irmos à falência com o staging, mas se continuarmos com a filosofia do "menos é mais" em qualquer canção apenas porque o Salvador ganhou com essa fórmula, enquanto países como a Albânia adaptam-se a cada canção com bons resultados (a Albânia já não passava dois anos seguidos à final desde 2008-2010), então não interessa que tipo de FdC será. No final, seremos ultrapassados por uma Bielorrússia e por um San Marino que souberam utilizar um palco para esconder as suas canções medíocres.
  15. Ruben Fonseca

    Veep [HBO]

    Já não me lembro de tudo o que se passou, mas também tinha achado meio agridoce na altura. Não esperava nada aquele fastforward. A reação da Catherine quando [a Selina morre] é muito boa. O Gary sempre com ela, mesmo depois de a ter traído da pior forma possível - e que, muito sinceramente, não merecia aquele final. E mesmo a última cena, com a morte do Tom Hanks, que é uma alusão ao primeiro episódio da série, tudo isso eu achei piada e gostei, mas sei lá, acho que esperava um final diferente. Gostei na generalidade, apesar de tudo.
  16. Versus versão temática vai ser o Versus Classic: a versão mofo do Versus, onde as Boobs Boobs Boobs do @SIM é rainha, já em setembro, juntamente com o Versus X. E em breve, Versus Avec, cheia de músicas da Aya Nakamura, e Versus Latino, para poderem enviar J Balvin sem terem vergonha na cara. Sim, vamos ter mais Versus que os canais Trace.
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