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Ruben Fonseca

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  1. Sim, acho que deveriam aproveitar o fim de AAV e o início do HK (e dos diários que provavelmente devem apostar) para lançarem a aposta definitiva nas manhãs. A partir daí é ver como corre. Eu ainda estou na esperança que comecem a cortar RDF para durar até janeiro/fevereiro, a um ritmo de 3/4 episódios por dia. Levar com aquele mono durante um ano é mesmo de quem está a pedir para perder até às 18h a partir de janeiro.
  2. Eu era a favor de aguardarem até janeiro para introduzirem novidades nas manhãs, mas já nem sei se essa é a melhor opção. O CF já fez o seu trabalho, aguentou o barco até durante quase dois meses, mas está a perder fôlego a olhos vistos. Ou a SIC introduz novas novidades em outubro enquanto ainda está minimamente competitiva no horário, ou corre o risco de ver a TVI cimentar a liderança (ainda que magra) nas manhãs e depois vai ter de andar a correr atrás do prejuízo. Uma aposta forte às 14:45h sempre daria tempo para respirarem e esperarem pelas apostas da TVI nas manhãs/tardes em janeiro, mas quiseram jogar pelo seguro e fizeram borrada. Não estão em risco de perder a liderança até ver, mas começam a aparecer sinais de alarme em vários horários, alguns escusadamente. No HN não se entende mesmo, Nazaré já devia ter acabado no final da T01, Terra Brava já vai com quase um ano de exibição, agora este tiro no pé com mais uma temporada de GDS. Tudo bem que o COVID atrasou um pouco as coisas e há mais limitações, mas há aqui uma falta de planeamento óbvia de quem acha que a TVI ainda está a fazer os 13/14% diários que fazia em abril.
  3. O BB tem um potencial extremamente limitado durante a semana, o único bloco com mais potencial é o Extra. Além disso, assumir que o BB vai aquecer é bastante relativo. Mesmo quando o BB2020 aquecia, os efeitos que isso tinha durante a semana eram praticamente nulos e o próprio casting deste BB ainda tem muito a provar. Para já, acho que a curiosidade até está bem abaixo daquilo que a TVI esperava depois do BB2020. GDS a revelar-se um erro. Não se entende como a mesma SIC que apostou em novidades contínuas ao longo de 2018/19 está agora de braços cruzados a ver a TVI tomar conta das manhãs e a aproximar-se no HN com apostas que, mesmo não liderando, têm feito resultados bastante positivos.
  4. Dados podem conter discrepâncias. Ler aviso. Nota: os episódios duplos são considerados como apenas um episódio. Nesses casos, é feita uma média ponderada por minutos de exibição (de forma aproximada).
  5. Dados podem conter discrepâncias. Ler aviso.
  6. Dados podem conter discrepâncias. Ler aviso. Nota: os episódios duplos de "Espírito Indomável - A Série" contam apenas como um episódio. Nesses casos, é feita uma média ponderada por minutos de exibição (de forma aproximada).
  7. Dados podem conter discrepâncias. Ler aviso.
  8. Dados podem conter discrepâncias. Ler aviso. Nota: os episódios duplos de "Espírito Indomável - A Série" contam apenas como um episódio. Nesses casos, é feita uma média ponderada por minutos de exibição (de forma aproximada).
  9. Dados podem conter discrepâncias. Ler aviso. Nota: os episódios duplos de "Espírito Indomável - A Série" contam apenas como um episódio. Nesses casos, é feita uma média ponderada por minutos de exibição (de forma aproximada).
  10. O JESC é um evento de um dia, que este ano até terá apenas 13 países (o menor número em 7 anos). Tem menos audiência, tem menos interesse e, consequentemente, menos pessoal e dinheiro envolvido. O facto de ser em novembro de 2020, em vez de maio de 2021, deu também menos tempo para preparar vários cenários como eles estão a fazer com o ESC do próximo ano. A EBU não podia aguardar até outubro para saber a evolução da pandemia, nem poderia lançar os bilhetes no timeframe normal para depois dizer que afinal não havia público, portanto a única solução para o JESC não sofrer o mesmo destino do ESC 2020 era não haver público. Sabe-se também há vários meses que a evolução da pandemia, ainda que incerta, iria levar a um aumento de casos com o início do desconfinamento e que se poderá estender ao longo dos próximos meses (apanhando a época do JESC). Para maio de 2021, no entanto, podemos até já ter um controlo suficientemente aceitável para se fazer em maior escala aquilo que já hoje se faz em teatros e outros espetáculos indoors. A EBU tem uma janela de meses para trabalhar nesse aspeto, ao contrário de com o JESC onde tem pouco mais de um mês. A EBU também já expressou claramente que o seu desejo é o de ter uma Eurovisão com público, é para esse cenário (mesmo que com limitações como o cenário 2 ou até mesmo 3) que eles irão perder mais tempo. O JESC 2020 será um bom teste para o cenário 4, mas está longe de ser o cenário mais provável neste momento.
  11. O cenário 4 só acontece se a Holanda entrar em lockdown nacional ou algo semelhante, acho que é mesmo o menos viável deles todos. Não estou a ver nenhum país a voltar a essa fase até porque a economia não aguenta um outro embate semelhante ao que vivemos durante a primavera. O único senão é mesmo um lockdown localizado em Roterdão, e mesmo assim são raros os casos em que se confinaram grandes cidades como Roterdão por inteiro. O cenário que me parece mais provável é mesmo o cenário 2, contando que uma vacina ainda demore o seu tempo a ser distribuída à população pelos vários países europeus. É aquele que já tem sido testado um pouco por toda a Europa, que eventualmente irá passar para concertos e outro tipo de espetáculos, e que tem tido sucesso - garante algum público, o que é bom para os cantores e para quem assiste pela TV, e é relativamente seguro (isso dos abraços vale o que vale). A viabilidade do ESC2020/21 nunca será igual ao de um ESC antes da pandemia, nem mesmo no cenário 1, por isso, neste momento, ter metade do retorno será sempre mais positivo que não ter retorno.
  12. Sim, podem criar. O "E Se Fosse Consigo?" e "A Rede" chegaram a ter tópico próprio (já não me lembro se estavam mesmo inseridos no JDN ou não), o próximo programa pode perfeitamente ter um também.
  13. O problema é que o pós-gala pouco interessa se não há grande curiosidade para ver a gala. As galas do SS eram um aborrecimento quando não havia nada de extraordinário. O BB2020 tinha a vantagem de, mesmo em semanas mais fracas, ter uma gala dinâmica porque não investia tanto em horas de conversa com os concorrentes, mas mais em ter a expulsão e depois ver quem nomeia quem. Este BB não vai ter isso, se apanhares com uma semana fraca, apanhas com quase 3h de conversa fiada apenas para no final teres as expulsões. A SIC vai promover bem o novo programa do Ljubomir e o Hell's Kitchen é um formato que também é visto por público jovem. Mesmo que a TVI convença o mesmo público que criticou altamente o casting que afinal este tem potencial, com expulsões + nomeações combatiam o HK mais eficazmente que só com expulsões no final da gala, até porque quando forem as expulsões (e o pós-gala), já o HK terminou ou estará prestes a terminar na SIC. Acho que o BB só sairá afetado quando começar o HK. Até lá, não vai ter grandes dificuldades em liderar, mesmo que entretanto comece a cair (convém é que não seja muito, seria mau sinal).
  14. O pior de terem as nomeações durante a semana à tarde nem é tanto pelo resultado que fazem. À partida, acho que até na TVI sabiam que não conseguiam subir muito mais os resultados em comparação ao que já faziam antes, mesmo quando transmitiam o BB2020. O pior é que, ao tirarem a componente nomeações, estão a voltar ao formato anterior ao BB2020 em que passam grande parte do tempo a falar com os concorrentes e no final há expulsão, acabando por não ser tão compacto como no BB2020 - onde não havia tanto tempo para encher chouriços e as galas eram mais dinâmicas. Contra a atual grelha da SIC não há grande problema, o pior é quando regressar a dupla JDN+RAP e ainda levarem com o novo programa do Ljubomir.
  15. Meter as nomeações do BB às 19h de um dia de semana foi um erro enorme. Vai fazer resultados fraquíssimos com uma concorrência bastante forte e poderá eventualmente prejudicar as próprias galas ao domingo, tirando-lhe uma das partes que mais sucesso fazia no BB2020.
  16. Não necessariamente, até porque a Elisa, mesmo na T2, não fazia resultados baixos e apenas desceu ligeiramente. Obviamente que no início do ano, com o resto do HN da TVI na lama, não poderia fazer muito mais. Eu nunca entendi porque razão a SIC investiu numa outra temporada. Mas eu também não entendo porque é que a SIC tem praticamente a mesma grelha há um ano. Nazaré estreou há um ano, Terra Brava vai fazer um ano em outubro, Golpe de Sorte começou em maio do ano passado, a constante insistência em dating shows com algumas alterações. Não entendo como é que, por um lado, vemos tanta competência na escolha de novelas brasileiras como EMB, AAV e TD (Amor de Mãe também, se bem que pode-se dizer que apenas cumpriu), e por outro vemos as mesmas apostas em loop, sempre a jogar pelo seguro. A TVI está muito mais competitiva no HN, já não tem os dois buracos que tinha com NCB/Prisioneira, está mais competitiva no daytime. A SIC não é o castelo de cartas que a TVI era quando perdeu a liderança, mas também não se pode dar ao luxo de continuar a apostar pelo seguro porque vai haver, inevitavelmente, uma aproximação entre os dois canais. É preciso investir bem nas manhãs, é preciso investir mais às 14h para colmatar qualquer possível falta de investimento nas manhãs. E no HN, não é porque algo fez bastante sucesso ou tem feito bastante sucesso ao longo do último ano, que subitamente se transforma numa aposta que deva durar um ano ou mais. A SIC não se pode dar ao luxo de levar com uma aproximação no daytime e começar a perder no HN.
  17. Obrigado pela consideração aos comuns plebeus, Rita Pereira
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