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Popular Content

Showing content with the highest reputation on 10/21/2019 in Posts

  1. 5 points
    Com a sociedade que temos, capaz de ficar leve se fosse a mulher a violar os 4 homens Edit: A brincar, criei o plot do milénio Já quero os 4 homens de família com o segredo em comum de terem sido violados pela mesma mulher e forçados a esconderem-se perante a sociedade
  2. 5 points
    Mas tu leste se quer a sinopse disto? LOL
  3. 4 points
    Uma violação a quatro é perfeito porque tem essas características todas.
  4. 2 points
    Os novos jurados trouxeram mesmo uma lufada de ar fresco. Eu já não via isto há vários anos e tou a ver hoje xD
  5. 1 point
    Amig, leia: Imaginem a Sara Barradas a vilã que viola 4 gajos e eles ficam calados durante anos e agora decidem desbroncar-se (que seria um plot construído até os 4 em conjunto concordarem em expor-se) Quando finalmente descobrem a identidade da Sara (pois eles têm muito pouca memória da coisa e tal), vão começar as ameaças e a infiltração na vida dela. Haveria até um episódio mais dark em que o plano seria seduzi-la e depois violá-la como "retaliação", embora ele se arrependa e nada aconteça para que depois aí se criasse o habitual de novela dele ficar apaixonado pela Sara. O que vai criar atrito com os outros 3 (até porque vai querer desistir de a mandar para a prisão) e levanta-se aquela questão do "ficar apaixonado pelo próprio violador(a)". O plotwist a meio da sérievela seria que afinal um dos gajos já mantinha contacto com a Sara Barradas desde sempre, apesar de não se darem muito (certamente, pois ele é uma das vítimas). E que foi esse o gajo que quis começar a vingança, fazendo os 4 se juntar. E porque quis começar a vingança? Ele tem um filho que supostamente é adotado, mas que na verdade foi um filho fruto da tal violação, mas que eles na altura concordaram em omitir a história do bebé (por razões óbvias) e fingir posteriormente uma adoção para que ele & mulher pudessem ficar com o filho e a Sara seguia vida sem bebé e sem ser acusada de nada. Ela deu-o à luz e despediu-se logo. Só que agora Sara começava a querer ver o seu filho e, por isso, ele cria a vingança para fazê-la ficar longe. É claro que. neste impasse, a vilã começa a dar dicas à mulher desse homem e, fazendo uns testes, a bomba explode quando descobre que realmente o filho é mesmo filho verdadeiro do pai e não um qualquer do orfanato. E depois que foi ou não traída e pratos a voar, isto e aquilo. Tudo vai levar ao episódio em que se revela a violação e a Sara é formalmente acusada. Também vai criar mais um novo atrito entre os 4 gajos pois os outros 3 basicamente foram usados pelo amigo (embora se tenha concluído no melhor para todos). Os outros 3 também teriam as suas famílias e os seus plots, claro. Um deles até podia ser solteiro para dar um ar diferente (talvez o que se apaixonasse por ela). A Sara Barradas também teria um marido/namorado que podia ter vários atritos com os 4 gajos. Os 15% rating vão acabar com a masculinidade frágil em Portugal Brevemente, na CMTV Continua adaptação, embora tudo virado ao contrário -q
  6. 1 point
    Seria uma temática fora do habitual e não tão cliché.
  7. 1 point
    Essa era minha também? Só me lembro de chamar Fracasselho aaaaaa essa era icónicaaaaa
  8. 1 point
    Pois, vi. Parece que vai ser bom.
  9. 1 point
    Eu assisti apenas o primeiro capítulo, achei bem decente. Depois, conferi umas cenas esporádicas da protagonista se apresentando na tal escola de artes e aí já vi toda a artificialidade das atuações e do texto típicas do género. Só voltei a ver quando deram uma cena controversa sobre racismo e isto gerou uma pequena controvérsia nas redes.
  10. 1 point
    Sim, é verdade ainda há pouco tempo chegou aos 3 milhões de visualizações. Eu já vi alguns episódios e achei a novela apesar de tudo bem porreira. Só certas cenas que acho mal feitas.
  11. 1 point
    Bem, digamos que as novelas infantis têm uma "licença poética" para serem grandes, por dialogarem com um público que exige menos complexidade nas tramas Embora a audiência da novela tenha caído, ela ainda bomba na Internet. Os capítulos no YouTube tem todos uns 2 milhões de visualizações, no mínimo. Estas adaptações de novelas infantis têm um potencial muito grande de engajamento na rede.
  12. 1 point
    O Nickelodeon é o canal infantil mais antigo dos EUA e do mundo, tendo sido fundado à laia da operadora experimental QUBE, da Warner-Amex Communications, a 1 de Dezembro de 1977, sob a designação Pinwheel. A 1 de Abril de 1979 o canal passa a nacional e adopta a designação que ainda usa, em homenagem a salas de cinema dos anos 20 onde se viam filmes a um preço baixo. Passados uns anos, a Warner-Amex vendeu o canal e a MTV à Viacom, que ajudou a internacionalizar as marcas mais tarde. Só em 1993 é que o canal passou a se internacionalizar, já numa altura em que o canal produzia uma boa quantidade de séries próprias e animações também (a marca Nicktoons aparece em 1991), num canal que outrora era alimentado à base de conteúdo de terceiros. Uma história mais aprofundada do canal nos EUA pode ser vista na série Nick Knacks, que agora vai em 1984 (volta e meia aparecem adendas). Apesar do canal chegar a Portugal em 2005, a sua história em Portugal é bem mais antiga. Aliás, é tão antigo como o canal no Reino Unido, que foi fundado com a plataforma paga SKY Multichannels, a 1 de Setembro de 1993. Ora, o que sucede? Parece que nos primórdios da televisão por cabo, a primeira das operadoras, a Cabo TV Madeirense, chegou a piratear as emissões de alguns dos canais da SKY, antes de passar a ser codificada, como o TLC britânico (o primeiro) ou o primeiro canal infantil europeu, The Children's Channel. Ora, no dia em que o pacote foi criado (para prevenir as emissões "ilegais" dos canais do pacote fora do Reino Unido e da Irlanda), nascia a versão britânica do Nickelodeon que nunca teve intenções de ser europeia, ao contrário da MTV, que só teve uma versão britânica mais tarde, quando a Viacom entrou num processo de regionalização do canal (Portugal só teve em 2003). Passado algum tempo, a Cabo TV Madeirense decidiu trocar o recém-codificado TCC pelo Nickelodeon, mas teve de o "disfarçar" e baptizou-o de "Canal Infantil". Maravilhoso. Já a marca chegou de maneira "legal" em 1994. E eu digo "a marca" e não "o canal" porque fizeram algo parecido com a Europa Television, porém, ao contrário da Europa TV, era a falta de canais infantis em português. Mas aqui, a presmissa é outra: o Nickelodeon era um bloco inserido na programação dos fins-de-semana da SIC. A SIC abria um pouco mais cedo aos fins-de-semana (por volta das dez da manhã) e o Buéréré ainda não chegou à sua fase mais recordada, a do Xou da Xuxa português. A solução foi criar o Espaço Nickelodeon, o segundo espaço infantil do canal. Dava por volta das 11:30, depois do Buéréré, e durou cerca de um ano. O Espaço Nickelodeon consistia basicamente em desenhos animados (pelo que li, inicialmente com legendas e depois dobrados) e o concurso português Tudo ou Nada, adaptado, salvo erro, ou do GUTS ou do Double Dare. (Para os nossos leitores brasileiros, o Passa ou Repassa era uma adaptação brasileira do Double Dare, mas com uma tónica menos infantil.) Do Tudo ou Nada não consegui encontrar um excerto, mas cheguei a ver há uns anos num programa qualquer da SIC (não me lembro qual), em que o apresentador falou sobre o seu passado e como o Tudo ou Nada influenciou a sua carreira. Foi também emitido o concurso Global GUTS, da qual Portugal participou. Só não dava era Ren e Stimpy, que chegou a dar depois do Jornal da Noite, aos fins-de-semana. Infelizmente, não sei quando exactamente é que deixou de ser emitido. As minhas estimativas apontam para 1995 ou 1996, e a partir daqui as séries do Nickelodeon passaram a ser integradas no Buéréré e, mais tarde, no Iô-Iô. Diversas foram as séries que passaram pela SIC, e quase sempre animação (não havia tempo para séries de imagem real): SpongeBob SquarePants, Invader Zim, A Família Thornberry, CatDog, A Vida de Ginger e a muito esquecida série Yakkity Yak, produzida com o Nickelodeon australiano. Por volta de 2005, as séries do Nickelodeon saíram da SIC. Isto porque apareceu um novo pacote na TV Cabo, o Funtastic Life, criado para abastecer a digitalização da plataforma e que tinha uma data de canais exclusivos, entre os quais cinco da Viacom (quatro do pacote MTV Unlimited e o Nickelodeon). Direi apenas que as emissões experimentais do canal arrancaram junto com o pacote, porém as emissões passaram a ser regulares a 1 de Junho (Dia da Criança). O sinal do Nickelodeon que foi emitido cá na altura era um sinal "neutro", destinado principalmente para economias secundárias da Europa, como a Rússia, a Hungria e até Portugal. Direi apenas que era o Nickelodeon "de leste", e era basicamente no mesmo regime que canais como o TLC, o Investigation Discovery e o Nat Geo Wild ainda são. Só as séries de animação eram dobradas e as séries em imagem real, por serem na altura tidas como "mais juvenis", eram legendadas. Havia ainda o Nick Jr., que dava por duas horas, e seguia o padrão europeu no grafismo antes de mudar de sinal. Agora o problema em concreto é o facto de nunca ter existido um Nickelodeon português, no sentido da sua emissão e grelha serem feitas inteiramente a partir de Lisboa. Aparentemente na altura creio que faziam os canais da Viacom em Varsóvia mas o playout era em Londres. Com o Brexit muitos dos canais da empresa passaram a ter uma licença do regulador checo. Se o Nickelodeon tivesse uma versão portuguesa, e se termos em conta a situação actual das licenças da Viacom, seria um canal português com licença checa. Não sei como é o caso da MTV, mas é melhor não falarmos sobre tal. O canal tinha como primeiro slogan "Tens pedal?" e o seu primeiro evento foi a Caça ao Tesouro na Estufa Fria. Nos primeiros cinco anos do Nickelodeon, haviam muitos eventos como os festivais Splash e Xmas Splash, que eram tipo versões reduzidas do Festival Panda ou participação em eventos da TV Cabo/ZON como a Árvore de Natal lisboeta de 2008 (obviamente era um exclusivo da operadora, que mais é que fariam?). No anúncio da ZON BOX em baixo, o SpongeBob era o "privilegiado" da sala de espera: Ora, os intervalos do canal eram sempre interrompidos por um intervalo local. Isto porque, ironicamente, o Nickelodeon de leste tinha uma faixa em português e algumas promos/séries breves eram interrompidas pelo intervalo local, que consistia quase exclusivamente em promos feitas cá. Como só comecei a ver o canal mais no verão de 2009, haviam promos tipo "Quais são as calças do SpongeBob» Não, não são redondas" ou qualquer coisa do género, ou promos em que crianças portuguesas tentavam pronunciar o nome do canal. E não era só isto: nos intervalos (normalmente nos intervalos da fonte), haviam umas séries de breve duração, melhores do que as que davam no Panda. As séries que me lembro de ver (em 2009) eram as seguintes: The Mirror has 1000 Faces: Série feita na Argentina (na prática era uma série do Nickelodeon latino-americano cujo nome era El espejo tiene 1000 caras) que era animada com volumes (o chamado "stop-motion"). Em cada episódio (que rondava 30 a 40 segundos), uma pessoa fazia caretas no espelho da casa de banho e, eventualmente, o espelho iria dar uma reviravolta à pessoa. Foram feitos pelo menos três episódios, pelo menos segundo o próprio animador. Ooohhh! Asis: série totalmente made in France e sem vozes (e para mim, sem piada). A série tinha um princípio básico, ambientada num deserto e com a mesma banda sonora repetida quase sempre em todos os episódios. Muitos de vós não sabem, mas a série era o antepassado da série Oscar's Oasis/Óscar o Desastrado que teve a mesma premissa, as mesmas personagens e uma melhoria geral, da banda sonora à duração (Ooohhh! Asis rondava os 90 segundos e Oscar's Oasis tem por volta de seis). Direi apenas que é uma versão beta, em todos os sentidos do termo. Angus and Cheryl: esta série da famosa produtora espanhola BRB Internacional tinha duas personagens com problemas com o sexo oposto. Em cada episódio os dois mostram as suas diferenças ideológicas (pois ambos eram estereotipicamente relacionados com os seus respectivos sexos) e entram em rivalidade um com o outro, mas no fim acabam por namorar. Os Scurvy Rascals: série em 3D (como as duas anteriores) onde piratas encontram a coisa menos esperada de uma série deste tipo: cuecas. Eles queriam cuecas para tudo, mas tudo costumava acabar mal. Série da produtora britânica Entara, que uns anos antes fez a série do Avô Pigi, na mesma tecnologia. Doodlez: série canadiana (da YTV) com uma premissa minimalista, onde a personagem principal era um desenho básico e aconteciam umas 1001 coisas a ele, quebrava a quarta parede (do lápis, claro) e acabava sempre em tragédia. Dancing Sushi: não, não estou a inventar. Quem via o Nickelodeon durante anos a fio (até 2009 pelo menos) recorda-se de ter visto esta série meio parva. Spin-off de Kappa Mikey destinado a passar nos intervalos, as personagens eram peças de sushi que apareciam em Kappa Mikey e que aqui tinham a sua própria personalidade, os seus nomes e etc., e que evitavam ser comidos. Na volta isto chegou a dar muitas mais vezes do que Kappa Mikey, pelo menos até 2011, quando o Kappa Mikey já não estava na grelha desde que mudou tudo. Kablam!: na verdade davam individualmente e em intervalos mais compridos. Falo de séries que integravam uma espécie de "antologia": Prometheus e Bob, Os Off-Beats e Action League Now!. Normalmente davam para preencher o período entre o fim do Nick Jr. e as 9 da manhã ou durante a madrugada. Purple and Brown: série da Aardman com a sua sabedoria na mais nobre arte do stop-motion sobre, por falta de termos decentes, uma coisa roxa e uma castanha. Uma incógnita, mas era em animação 2D e era ambientado no parque de estacionamento de um restaurante de fast food. Salvo erro tinha um ET ou coisa do género. Kids First: não é da mesma categoria de todas as séries de cima, mas tinha uma tónica mais "educativa", pois falava sobre notáveis invenções feitas por crianças. Num dos vídeos em baixo há dois "episódios" disto em russo. O Disney Kids chegou a ter algo parecido mas a voz-off não era tão vibrante como o Rómulo Fragoso, a voz do Nickelodeon português. Por volta de 2009, a grelha era dividida em fracções de meia hora, sendo que de madrugada não respeitavam a regra. No verão de 2009 também davam o teledisco completo do tema de iCarly ("So wake up the members of my nation, it's your time to be, there's no chance unless you take one~") ou canções breves do Unfabulous, apesar do Unfabulous ter saído da grelha. Se não estiver enganado, Unfabulous saiu para dar lugar a The Elephant Princess (mais uma série do criador de H2O que tinha a mesma premissa: uma rapariga presa entre dois mundos - aqui com toques do sul da Ásia na antiguidade). No verão de 2009, o Nickelodeon e a PT entraram em acordo para disponibilizar conteúdos do canal no SAPO Kids, mas aparentemente caiu em águas de bacalhau e acabou sem dar por isso. Nos intervalos locais chegaram até a dar um anúncio à MEO Kids, apesar de nunca ter estado na operadora. A pior parte da gestão do canal eram os intervalos, pois os intervalos tinham que ser locais. Ou, pelo menos, parte deles. Volta e meia o separador chegava ao fim, começava uma promo ou uma das séries que referi em cima e depois alguém carregou no botão e tinhamos direito a um intervalo local, por cima do nosso. No verão de 2009 eram coisas tipo as promos locais que referi, a campanha Nickelodeon Mais Verde (versão portuguesa do The Big Green Help) e, a partir de certa altura de 2009, o programa Speedy News. O canal entrou numa parceria com a (extinta) revista Giggle e a versão portuguesa do Speedy News surgiu muito à custa deles. Existiram também versões do programa em Espanha, Itália e França. Foi terminado em Abril de 2010, poucas semanas depois da renovação. Seja em que língua for, registos do Nickelodeon desta fase são bem escassos, por isso vou deixar um em português e um em russo. Aqui dá-se por terminada a "fase alpha" do canal. A 1 de Setembro de 2009, espanto dos espantos, a grelha do canal é mudada. Em vez de recebermos o Nickelodeon "de leste", passámos a receber o Nickelodeon espanhol. E com isto veio uma mudança: o nome do canal passou a ser só "Nick", pois o canal já tinha mais tempo no ar em Espanha e usava tal abreviação (comum em lugares como os EUA ou a Ásia) por muitos anos a um ponto que a produção própria deles tinha trocadilhos que começavam/acabavam em "Nick": CociNick; SoNick; IsotoNick; antigamente o Nick Jr. deles era o Pequenick; etc. Por volta desta altura a produção local desapareceu provavelmente por causa de entrar no mercado português. Desta fase não há vídeos mas o grafismo era o mesmo noutras versões europeias. Mas posso descrever como era o grafismo: era todo amarelado com faixas verdes do centro. Alterava entre o símbolo do canal nalguns dos separadores ou as personagens principais das séries nos separadores do "já a seguir". Esta fase durou sete meses, mas a programação foi uma mudança das grandes. Saíram umas séries, entraram outras novas e passámos a ter acesso a todas as temporadas (até à data) dos Padrinhos Mágicos e do SpongeBob. Ainda tinham uns resquícios bizarros da fase anterior quando tinha séries europeias/espanholas para preencher quotas de produção local, como Zipi e Zape e Lola e Virgínia. Inicialmente as madrugadas eram preenchidas com séries do Nickelodeon até passarem às "madrugadas deprimentes" só com séries europeias. Porém, a mudança trouxe uma série de desgraças, o que fez com que o Nickelodeon passasse por mais problemas técnicos do que os outros canais. Agora os intervalos eram todos para tapar o sinal da fonte, mas volta e meia chegavam com segundos de atraso e isto também afectava o programa que tinha acabado de começar, pois o playout "comeu" os primeiros segundos do genérico, devido à "incompetência" de ainda não criar um canal 100% português. A grelha ainda era apelativa e ainda estava no seu auge. Pelo que me lembro, haviam as Manhãs x2, em que davam dois episódios/pares de episódios de uma série e as Noches de Nick, pus o título em espanhol só porque sim, pois em Portugal não haviam separadores no nosso intervalo. No outono de 2009 havia também o ZooNick, onde davam séries cujas personagens principais eram animais (Os Pinguins de Madagáscar, De Volta à Balbúrdia na Quinta e SpongeBob SquarePants) que dava aos fins-de-semana. A 1 de Abril de 2010, surpresa! Nova imagem para o Nickelodeon, que estava a ser implementada por toda a parte. O problema era que já não era mais Nick, o que chateava os espanhóis, e que tinhamos de levar com um DOG tão comprido como o da RTP Internacional da altura, de tão comprido e horizontal que era. O canal perdeu o Nick Jr. com a renovação em Setembro de 2009 mas a Dora ainda dava no canal. Fora isto, o canal ainda tinha por volta de 2010/2011 as Manhãs x2, sobretudo nas férias da Páscoa e do verão. Havia também Os Super-Heróis do Nick, que dava séries como Super Hero Squad e Spectacular Spider-Man (acho que o Speed Racer da Animation Collective, mesma produtora de Kappa Mikey e Dancing Sushi, chegou a dar aqui), ao fim da tarde, que depois passou a ser outro, o Animanick, onde costumavam dar séries mais cómicas como SpongeBob ou Os Padrinhos Mágicos. Poucas das séries que davam nos intervalos passaram pela barreira da mudança do sinal: Ooohhh! Asis, Dancing Sushi e Os Scurvy Rascals. A pior parte não eram os fillers serem menos do que os que davam na outra versão, mas sim os fillers dentro do próprio canal: devido à falta de anunciantes (calculo que o número de anunciantes do canal em Portugal comparado a Espanha é basicamente uma centésima do investimento espanhol em anúncios) tinhamos de ser submetidos não só aos fillers de cima como também em programas próprios, como o Bué da Nick, que eram breves reportagens (uma delas era sobre dobragens e era porque as séries em imagem real deixaram de ser legendadas) e, pior, "Nicknutos Musicais". E invariavelmente era tudo do SpongeBob! Tipo umas dez canções daquilo e quase tudo era do episódio Atlântida SquarePântida (episódios especiais do SpongeBob são como maneiras de tentar ganhar mais dinheiro), o que por si só já era tortura nos intervalos. Uma alternativa com músicas "a sério", Nick Clips (provavelmente feito em Portugal) surgiu em 2011, inicialmente aquando do festival Nick Rocks. Agora o canal entrava numa fase em que tinha menos e menos telespectadores. Isto porque, sensivelmente a partir desta altura, alguns dos seus telespectadores ou ficaram sem Funtastic Life ou mudaram para outras operadoras. Isto afectava a performance do canal a um ponto em que os eventos que o canal realizava praticamente desapareceram. Que é como quem diz, "quase" desapareceram. O problema do canal era provavelmente por causa da ganância da Viacom - provavelmente representado pelo Sr. Krabs - que tinha um contrato de exclusividade com a ZON/NOS para alguns dos seus canais. Segundo o próprio (num episódio da quarta ou quinta temporada, onde o Krusty Krab muda para Krabby à Segunda), "não há nada no mundo como a ganância". Pois aqui a ganância é outra, já que o canal estava só num pacote mais caro da operadora e não estava disponível em mais nenhum sítio. Se recorrermos a tal analogia, na prática muitos dos seus telespectadores mudaram para o Balde de Isco (as concorrências: Canal Panda, Cartoon Network, Disney Channel, SIC K, etc.), numa espécie de Plâncton colectivo. Só em 2014 é que o canal passou a integrar o pacote base, mas isto nem sequer afectou as audiências. No fim de Novembro de 2012 o canal passou a emitir em 16:9, uns anos mais tarde o canal passou a HD mas só na Espanha. Isto porque o canal ainda tem uma complexidade técnica complicada de entender em Portugal, pois o sinal local "atrapalha" a emissão e impede a utilização de recursos como HD e emissão em inglês. Pois, se houvesse a faixa em inglês, durante os nossos intervalos iríamos ouvir o intervalo da emissão espanhola. O canal entretanto passou por um par de renovações, sendo a mais recente feita no verão de 2017 em quase todas as versões do canal. Até na Índia, onde uns 90% da grelha consiste em Motu Patlu e muda sempre toda a semana (dada a "corrupção" dos canais infantis da zona). Depois de anos sem Nick Jr. e com algumas das suas séries no Canal Panda, muitas séries do Nick Jr. chegam a Portugal com a versão internacional do dito, em exclusivo NOS. O canal passou ao pacote base, como o Nickelodeon em 2014, e em Dezembro, o Nickelodeon passa a estar disponível pela primeira vez noutra operadora, a Nowo. Só peca a escolha, pois a Nowo é uma operadora com escassa cobertura (provavelmente houve uma subida com a box IP da Nowo e os meses em que tinha a exclusividade da Eleven Sports), pois se o Nickelodeon entrasse na MEO iria certamente alavancar as suas audiências. Actualmente não sei quanto andam as audiências do dito, mas sei que devem estar atrás dos "quatro grandes" (Disney Channel, Cartoon Network, Disney Junior e Canal Panda). Ainda há pouco houve mais um festival de verão do Nickelodeon - coisa que não se via - ou raramente se via - desde 2011, e ao que parece o canal ainda não tem um sinal 100% nacional. Resta saber como será nos próximos anos ou talvez meses, a ver se o canal vai voltar a ter o sucesso que teve - pois noutros países onde o Nickelodeon era mais estável, o próprio canal era um sucesso.
  13. 1 point
    A CM TV em África ainda passa os filnes da madrugada (o que é estranho, mas os filmes devem ser baratuchos e repetem bastante). Só não passa Cristal, que em Angola deu na ZAP Novelas salvo erro.
  14. 1 point
    Sim continua vermelho. É uma aberração.
  15. 1 point
    Então mas é claro Em vez de um piquenique, uma violação em família, porque não
  16. 1 point
    Foi a vilã de Espelho d'Água.
  17. 1 point
    Meu deus e depois nós queixamos-nos de 280 episódios.
  18. 1 point
  19. 1 point
    A segunda temporada de Acredita, Faith, originalmente Keeping Faith, série que estreou em Portugal através da RTP 2, vai estrear no dia 30 de outubro, quarta-feira, às 22h10, porém no AMC. Depois de Candice Renoir, mais uma série cujas novas temporadas são exibidas primeiro nos canais de cabo...
  20. 1 point
    A equipa das redes sociais deve fazer as publicações com base na grelha antes de ser atualizada. É de facto lamentável.
  21. 1 point
    Era tão bom que ganhasse 'A Viagem'! Tomara que os fãs da novela se consigam sobrepor nesta votação!
  22. 1 point
    Para dizer que NCB é sucesso já deu para perceber o nível do artigo.
  23. 1 point
  24. 1 point
  25. 1 point
    Vem Conceição Lino que isto já é A Rede 2.
  26. 1 point
    Arranje a reserva para dia 1 e descubra. Sabe que dia é 1 de Novembro, não sabe?
  27. 1 point
    @VascoSantos só agora é que vi a entrevista. Acho que foi muito boa. Volto a escrever, independentemente de ela estar com a pessoa que está (não me interessa nada), eu defendo a Inês enquanto actriz, pois é o que ela é. Espero mesmo que esta mudança para a TVI, faça com que as pessoas olhem para ela como actriz e não com o "rótulo de ser a mulher da Gabriela Sobral". Desde que ela fez A noite das mil estrelas com o Felipe la Féria, comecei a gostar do trabalho dela. Posso ter sido um bocado persistente quando saiu o elenco da Corda Bamba, mas gostava de a ver trabalhar num projecto destes, já que em Paixão a personagem podia ter sido mais explorada. A TVI não está com bons dias, mas precisa de caras novas, precisa de apostar em pessoas que tem talento e que custa muito reconhecer só porque é "filho daquele ou está casado com". Já fiz o meu momento.
  28. 1 point
    Amigxs, hoje foi o píncaro e o auge do píncaro. Estava eu no meu local de trabalho quando liga uma senhora para uma reserva. A senhora, triste por já não haver disponibilidade para o dia 1 de novembro, reserva para dia 2. E eu perguntei em que nome ficaria a reserva. Eis que ela diz: Luísa Albuquerque. Caiu-me o mundo. Será que a melhor personagem de sempre da ficção televisiva portuguesa estava a fazer uma reserva comigo? Será que a Luísa estaria ainda viva e a mãe do último episódio era só um sonho??? @Rui vilhena tal coisa é possível? É possível transportar personagens de novelas para o mundo real? O mundo caiu-me ainda mais quando ela diz o email. Adivinhem: a senhora é médica. Que AUGE. Curada de um aneurisma incurável depois de ter feito o curso de medicina. Gente, que épico. Estou morto por conhecer o ícone português, comentar o seu outfit que deve ser maravilhoso e dizer que vai ter um upgrade na sua reserva. @Luíza Albuquerque isto foi obra sua?
  29. 1 point
    Tem muito a ver com as personagens. acho eu. A Marisa Cruz, não tem até à data um papel definido, é a suposta amiga da Leonor mas serve só para a ouvir. O Edu não deixa de ser chato, assim como o Nuno, mas ambos são excelentes actores. O mesmo já não acho do Filipe III , acho que a personagem é irreverente e engraçada e o actor está muito bem. Quanto ao Miguel Nunes, raramente o vi trabalhar e aqui não me convence. Depois temos as nossas empatias com as personagens, tenho como exemplo a Lúcia que só me apetece apertar lhe o garganete, já a actriz por vezes sinto que carrega um bocado nas cenas (E a Dalila está no meu TOP há muito). Tenho outro exemplo, não gosto do Pepe Rapazate, acho que tem sempre aquela cara de testa franzida em todos os papéis. Aqui, acho o absolutamente adequado na personagem que lhe calhou. E está para lá de excelente.
  30. 1 point
    "Harleys In Hawaii" já tem 130 plays aqui no meu itunes Socorro? Kátia Aveirry finalmente hitou na minha casa
  31. 1 point
    Recordemos, irmãos!
  32. 1 point
    Irrita-me que não baixem o som aos mentores durante as atuações dos concorrentes. às vezes abusam no falatório ou mesmo cantorias. Outra coisa é a cegueira total pela marisa. credo.
  33. 1 point
    Acrescento ainda Super Pai, Ana e os 7 e tantas outras. Tem-se é de escolher bem os produtos a adaptar e não qualquer xaropada.
  34. 1 point
    Exato, mas se vão mudar o desenvolvimento e se a sinopse não é algo original, para quê adaptar? Não podiam criar algo de raiz? Violações como plots existem em novelas de todos os países. Aliás, essa Amanda parece beber muito do mote da novela turca Fatmagul. Criar algo parecido, não seria plágio. Adaptar uma novela como O Tempo Não Para (que retrata um barco que naufragou no séc. XIX e em que uma família fica congelada num iceberg, descongelando nos tempos atuais e as personagens tendo que redescobrir o mundo), isto sim seria algo que poderia ter uma adaptação, por ser um plot original e irreverente. Agora uma Amanda... não vejo atrativos.
  35. 1 point
    As histórias da SIC têm a originalidade de uma torradinha com manteiga, mas o que o canal está a conseguir fazer é criar uma indústria de pessoas felizes e motivadas (autores incluídos) que in-va-ri-a-ver-men-te se repercute nos resultados. Epah, esta é daquelas “leis” de mercado tão básicas que só não vê quem tem mesmo um défice qualquer... Boa sorte para a TVI em ter autores felizes a adaptar as “Amandas” da vida. “Ai a TVI não tem tempo ou recursos para investir em textos originais e tal...” Epah, falamos de um canal de televisão (não da mercearia da esquina), onde trabalham pessoas pessoas pagas a peso de ouro para pensar em alternativas à compra de novelas chilenas. Muita desculpa arranja o tuga (não só neste caso, para tudo).
  36. 1 point
    Eu espero que isto seja a gozar, né.... Tu já leste as sinopses das novelas da SIC? kkkkkkkk
  37. 1 point
    eu lembro-me de ler um artigo a dizer que era pagar acabar em Dezembro. Mas posso estar a lembrar errado bom dia, já há vários atores a despedirem-se (com farpas)
  38. 1 point
    "Adaptação da telenovela Amanda". Série? Tá. "Violada por 3/4 irmãos numa noite". Ok. "Volta para se vingar". Pois. Portanto, mais uma telenovela... Mais uma história forte, pesada, dark, o que lhe queiram chamar... Para que horário?! 00:00? E deveria chamar-se "Vingança" e não "Vitória". Mas como o primeiro já existe... Vem aí a nova "Doce Vingativa" Sara Barradas para protagonista o único acerto até agora! Enfim. Com tantos autores em Portugal e jovens promessas... Vão fazer adaptações de faca e alguidar... Daniel Oliveira és grande!!! Levantas-te a ficção nacional com histórias inéditas de autores portugueses, não os mais conceituados, porém agora os mais reconhecidos... Vera Sacramento, Sandra Santos. Felipa Garnel, podias olhar para o teu vizinho e ver como se faz!
  39. 1 point
    Sejamos sinceros, houve uma altura em que o cabo deu-nos cabo dos trabalhos. Não me refiro a mim, nem a outros utilizadores do fórum, quando digo "deu-nos", refiro-me às empresas, nacionais ou multinacionais, que tanto ameaçaram lançar o canal X ou Y no nosso mercado que é o mercado português. Contudo, uma série de desgraças como o mercado em si ou a situação económica foram os muros que ajudaram estes canais a nunca saírem dos seus conceitos-base. Hoje prestamos homenagem a todos aqueles canais que estiveram mesmo quase por existir em Portugal e que nunca chegaram a começar a emitir qualquer programa. Comecemos, ora, pela RTP, empresa essa que teve um largo historial de projectos para cabo que nunca arrancaram do zero. Destes projectos, só dois é que foram à frente: a RTP N (reaproveitamento da NTV) e a RTP Memória (único canal criado de raiz pela RTP para o cabo). Canal Jovem/Extra A nossa viagem começa a 9 de Janeiro de 2001. A RTP teve a intenção de criar dois canais para o cabo, nomes de código "Canal Jovem" e "Canal Extra". O primeiro iria quebrar o estereotipo de que "a RTP é só para velhotes" e o segundo iria "reaproveitar os arquivos da RTP". Espera aí, este conceito não-nos parece familiar? Por esta altura especulava-se a mudança da RTP 2 para um canal de informação, ou seja, era o direito de resposta da RTP ao lançamento da SIC Notícias. Isto iria afectar negativamente a imagem da RTP 2. Felizmente, nenhum destes dois canais foram à frente. Canal Sociedade O "protótipo" da 2: depois do fiasco que iria ser a RTP 2 como um canal de informação. RTP Regiões Numa altura em que a RTP 1 tinha um programa que era o Regiões, a RTP ameaçou lançar um canal com conteúdos produzidos pelos centros regionais. O dito canal servia para substituir a NTV que a RTP tinha acabado de comprar. Eventualmente a RTP Regiões foi abandonada e a RTP N, com alguns elementos da NTV até pelo menos 2008, arrancou a 31 de Maio de 2004. "RTP Conhecimento" e "RTP Educação" (nomes sugestivos) Em 2007, a TDT estava à nossa porta e a RTP decidiu criar dois canais pedagógicos. Estes canais foram criados na sequência de um novo contrato de concessão, porém não foram lançados. Portugal é dos poucos países ocidentais que não tem canais educativos a 100%. Canal infantil A RTP tentou lançar um canal infantil no início dos anos 2000, mas infelizmente não foi lançado. Se alguém tiver mais informações, por favor comentem. O caso mais bombástico da RTP: em 2011 estava previsto o lançamento de um canal de música orientado à lusofonia, o lançamento estava previsto para 7 de Março de 2011. O canal tinha director e grafismo mas nunca foi à frente. Isto coincidia com a crise que a RTP iria passar no ano seguinte, na qual estava previsto o fecho da RTP 2, que felizmente foi travado. A RTP Música estava prevista para o cabo e a RTP Play. Infelizmente o projecto não foi à frente porque a crise impediu com que a RTP lançasse este canal. Os quatro canais de 2013 Um novo contrato de concessão em 2013 resultou na potencial criação de quatro novos canais e a transferência da RTP Internacional e África para o Porto (estes canais não são do Norte!). Os quatro canais iriam ser: -RTP Música -"RTP Educação" (nome sugestivo. O canal já estava planeado em 2007) -um canal da sociedade civil (tipo RTP 2 mas só com programas de "serviço público) -um canal infantil (RTP Zig Zag) Os suspeitos do costume (o governo e a falta de recursos) obrigaram ao não lançamento destes quatro canais. Nem a SIC escapou ao "bichinho" dos "canais que nunca foram entrar no nosso mercado. A SIC está com espaço insuficiente no disco dos canais temáticos, já que ter cinco parece suficiente. Quais foram os tais canais com que a SIC nos iria brindar? "SIC Economia" Em 2001, a SIC, que já tinha o contrato com a TV Cabo para três temáticos (Notícias, Gold, Radical) e a de transmitir a generalista na Cabo TV Açoreana e Cabo TV Madeirense, anunciou um reforço da parceria com mais dois canais, o primeiro era supostamente para arrancar no segundo trimestre de 2002 e o segundo no início de 2003. Destes dois, só um foi à frente: a SIC Mulher. Pelo que sei, o site da TVI 24 (que arquivou o que havia no extinto Portugal Diário do IOL) tem esta notícia incompleta que sugere que a SIC iria lançar um canal de economia para concorrer com o da TVI (mais logo, está bem?), mas dá para perceber. Infelizmente o tal canal não foi à frente e nove anos mais tarde passámos a ter o nosso canal de economia: o Económico TV. Foi pena ter fechado, acho que a SIC Economia iria dar outro ar, outro charme. Ainda por cima quando há noites em que a última hora é tal que o Negócios da Semana é constantemente sacrificado para dar lugar a mais Edição da Noite. Uma SIC Economia é precisa, mas onde está o dinheiro? Canal de lazer da SIC Em 2005, a SIC estava prestes a lançar um "canal de lazer" mas as informações são tão vagas que não se sabe mais nada sobre o dito cujo. O que se sabe é que era suposto ser arrancado na segunda metade de 2005. Hoje em dia o canal seria supérfluo dada a quantidade de programas de "lazer" quer na SIC Mulher quer na SIC Radical. Se existe a SIC Mulher, porque é que não existe uma SIC Homem? A SIC nunca teve a intenção de lançar uma "SIC Homem", mas a SIC Radical rumou naturalmente aos conteúdos para homens (com tremenda virilidade) ao investir em séries e lixo americano que nunca se enquadraram no ADN deste canal. Porém, quando a SIC Mulher foi lançada, a inÉPCIA criou dois canais (obviamente fictícios) que seguramente teriam sido sucessos caso estes tivessem sido lançados na realidade. Ou pelo menos um deles. Um dia, quem sabe. Afinal, fui eu que criei a frase em 2008, tinha eu nove anos. Só que na altura era "SIC Homens" e estava a imaginar a flor ao contrário, em tons de azul. Só que uma flor (nem ao contrário) resultaria. SIC Blitz 2012 acabou com a SIC a lançar dois novos projectos na calha: dois canais em parcerias com revistas da Impresa: a SIC Caras e o de música, supostamente a SIC Blitz. Optaram pela Blitz só porque não queriam uma SIC Expresso (já não bastava termos mais do que o Expresso da Meia-Noite). Mais informações sobre o suposto segundo canal podem ser encontradas nas primeiras páginas deste tópico (o da SIC Caras) mas infelizmente o canal nunca foi lançado e, passo a exaltação, mostra o facto de Portugal ainda ser um país que ainda não sabe fazer coisas de jeito, que sítios como a Bracalândia já não são viáveis e um canal de economia é um desvio financeiro. Em suma, o nosso país já é como a canção do Manuel João Vieira: Portugal está mesmo alcatifado. Ai, Media Capital (TVI), tu também? A TVI teve o seu longo historial de canais que nunca viram a luz do dia, e isto já é um problema geracional: em 2001 é que queriam lançar mais canais mas ainda não tiveram os recursos necessários. A TVI ficou-se pelo protótipo da TVI Reality, mas na realidade: TVI Economia 2001 era para ser o ano dos canais económicos em Portugal. A TVI comprou a licença com o FT (e aproveitou para ter uma com o Económico) para ter o seu próprio programa de informação económico, o TVI Economia (ou a TVI Economia, depende). Este programa (e esta parceria) esteve (estiveram) quase a lançar um canal do género, cujo lançamento estava previsto (já que houve um adiamento) para Julho de 2001. TVI LUX, TVI Tempos Livres, TVI Batatoon e TVI Homem Do mesmo pacote que nunca chegou à luz verde em 2001. Os nomes são claramente indicativos: a TVI LUX (Mulheres Activas) seria como a actual SIC Caras + SIC Mulher, a TVI Tempos Livres era supostamente um canal de lazer, a TVI Batatoon um canal infantil e a TVI Homem um canal na linha do que na altura eram canais como o Men and Motors no Reino Unido. Nenhum destes canais esteve a ser lançado, aparentemente, de acordo com o Público, graças a uma multa entre a TVI e a PTM. Façamos agora uma viagem tematizada aos canais de outras empresas que nunca chegaram a ver a luz do dia. Sobre o quinto canal falarei noutra ocasião e noutro tópico. GENERALISTAS, REGIONAIS, E OUTROS QUE TAIS Canais temáticos alusivos a Braga e Évora De acordo com a multa entre a TVI e a PTM que já foi mencionada num link na segunda parte deste capítulo da THdS, já estavam a ser negociados alguns canais temáticos: Porto (NTV), Economia/Negócios (que era suposto ser da TVI mas eventualmente saiu), Saúde/Medicina (pouca gente se lembra, eu lembro-me) e os canais temáticos relativos a Braga e Évora, supostamente para a TV Cabo e não para as operadoras locais. Braga nem sequer teve o seu na extinta Bragatel (sei que tinha um canal de programação e pouco mais) mas um canal local alusivo a Braga era mesmo o que eu queria. Mas infelizmente, tal como quase tudo em Portugal, acabou por cair em águas de bacalhau e estes dois canais nunca foram lançados. Já agora, porquê Évora e não Coimbra ou Faro? Supostamente porque o tal de saúde emitia de Coimbra, mas não sei. O problema é que desde os canais piratas dos anos 80 é que nós não tivemos canais locais. Canais regionais de TDT que estariam também no cabo, se a lei ordenasse De acordo com um blog sobre a TDT em 2006 (especulação atrás de especulação): "Felizmente é possível em Portugal falar-se nos novos projectos de televisão regional. O nosso país é dos únicos na Europa que ainda não tem este tipo de serviço próximo, ligado às regiões. Neste momento, a norte dispomos do canal por cabo, Invicta Tv, que faz a cobertura da grande área metropolitana do Porto, em termos informativos. É um canal exclusivo do operador TVTel. No final do Verão, finais de Setembro, chegará até nós o Porto Canal, um novo canal generalista regional, que pretenderá ter uma programação 100% em português. Será ressuscitada a extinta NTV. Este novo canal terá um logotipo e formatos distintos daqueles apresentados antes pela NTV. Mais a sul, por Lisboa ainda não houve uma iniciativa depois do término da CNL, que como é conhecimento geral foi transformada em SIC Notícias (CNL). Ainda a Sul, caminhamos para vários projectos que já estão na manga e em grande desenvolvimento, com previsão de arranque de emissões experimentais em 2007 . São estes a Sul TV (para o Alentejo, Setúbal e Algarve) e a Tele 7 (Algarve). Esperemos que a TDT Portugal arranque no 2º semestre de 2007, como tudo indica, de forma a poder contribuir para colocar estes e outros projectos televisivos no ar!" Dos planos enunciados a negrito, quais deles é que foram para o ar? Nenhum! A Sul TV, pelo menos, conseguiu chegar à televisão uns anos mais tarde quando comprou espaço na RTV por volta de 2009/2010. Mais um sinal do nosso Portugal Alcatifado, somos um país sem canais regionais no continente, nem canais de economia. Temos canais de notícias bons e maus, temos sarilhos e audiências, temos formatos que não funcionam, temos jogos de audiências. Temos muita insegurança, temos pouca confiança, temos zero canais locais, temos queijo e pouca massa! Peço desculpa por esta (segunda) exaltação nesta THdS, ainda por cima já vou ter de invocar o Portugal Alcatifado mais logo. O Young Channel é uma ave rara, pois a intenção do canal era lançar nas operadoras tipo a ZON. O canal arrancou a 14 de Fevereiro de 2011 e fechou a 30 de Junho do mesmo ano. O canal emitia programação inteiramente própria, para jovens, mas o canal fechou porque nem sequer tiveram o tempo para produzir mais e/ou orçamento para estar nas operadoras. O uMan era um formato israelita em que o telespectador controlava as decisões. Só houveram três edições produzidas: uma em Israel (no site da operadora móvel Cellcom), outra na Grécia e outra na Itália. O formato esteve próximo do nosso país, quando em Setembro de 2011, a ZON, a Ongoing e a Cofina assinaram um contrato para operar o canal da ZON onde iria estar o uMan. Do pouco que se sabe, em Junho de 2011 arrancaram os castings. Eventualmente houve um atraso e o reality show foi adiado. A licença do canal foi alterada para Canal 10. Eventualmente deixaram de mandar no uMan e foi pelo cano abaixo. A Cofina interessou-se pela CM TV e o canal 10 da nossa ZON passou a ser da Globo. O House TV era para ser um canal dedicado ao sector imobiliário e não aos fãs da série Dr. House. O canal era para ser lançado em Setembro de 2011. Um dos programas (lembro-me, calculo eu, de ser um concurso imobiliário) era para ser apresentado pelo Carlos Cruz. Porém, supostamente por causa do facto de termos o Carlos Cruz a apresentar o dito cujo, o canal nunca avançou. Lembro-me que a polémica sobre um canal que ainda não tinha acabado de lançar era tanta. A Star Entertainment TV era para ser o "novo canal generalista português" em 2012. O problema? O canal tinha um nome que indicava um canal de glamour, de celebridades, tipo a SIC Caras quando dá o Passadeira Vermelha. Mas não, quando o dito cujo foi anunciado, a grelha iria consistir em programas tão apelativos como "Olhar Clínico" (medicina), "Em Defesa do Consumidor" (leis e direitos do consumidor), "Acreditar" (empreendedorismo, apesar do nome parecer mais de inspiração do que de empreendedorismo), etc. Para piorar as coisas, roubaram o símbolo à STAR da Índia. O vídeo promocional era o do relançamento da marca mas com a música "I'm on the Edge of Glory". Agora já percebo porque é que este canal nunca foi para a frente: o canal tinha pouco potencial com os programas que iria ter, e ainda por cima não teria lugar entre os 20 primeiros da lista. DESPORTO Fórmula 1 TV Este canal nunca esteve próximo de ir para o ar, tratava-se de "má informação" da Wikipédia. Era um canal da SPORT.TV para fazer face à SPORT.TV Golfe e supostamente para responder à SKY do Reino Unido (que este ano tematizou os seus canais pagos de desporto). Actualmente a SPORT.TV "tematizou" os canais: as competições de motor tipo a Fórmula 1 passam com imensa frequência na SPORT.TV 5 e o golfe continua na SPORT.TV 4, o "sucessor" da SPORT.TV Golfe. Concorrência da SPORT.TV operada pela Mediapro Em 2011, Rui Pedro Soares e Emílio Rangel associaram-se à Mediapro para tentar comprar alguns direitos para o seu canal pago de desporto. Tal projecto supostamente iria envolver o Benfica e a questão dos direitos de transmissão dos seus jogos. Eventualmente, a concorrência chegou: a BTV, que entre 2013 e 2016 chegou a emitir alguns eventos estrangeiros como a Premier League para reforçar a sua posição. INFANTIL Estivemos próximos de ter o Jetix, canal esse que existiu de forma independente na Europa e na América Latina e como bloco nas versões americana, indiana e japonesa do Toon Disney (que nunca existiu em Portugal). Tão próximos que o Jetix português teve uma licença da Ofcom entre 2005 e 2009. Lembro-me de ter apanhado com uma notícia de um daqueles sites de notícias sobre canais que compram filmes e séries de que era para ser lançado um Jetix português em 2005, mas por circunstâncias desconhecidas, nunca chegou a lançar (supostamente por causa do mercado?). O mesmo aconteceu em 2001/2002 quando a Saban (e o seu catálogo) foi vendida à Disney e aquando de uma renegociação dos conteúdos entre a produtora e a SIC, supostamente iria ser lançada uma versão portuguesa da FOX Kids por estas alturas. Também foi registado um jetix.pt mas foi descontinuado com o lançamento da Disney XD, que em Portugal nunca será lançado (não há dinheiro). FILMES E SÉRIES TVCine Cult Uma fonte (cujo nome não sei) dizia que iria ser lançada uma TVCine Cult em Janeiro de 2013, mas nada saíu. Ainda por cima os canais TVCine e Séries andam desgovernados há dez anos por não serem tematizados. Existiram vários períodos em que o HBO esteve por chegar a Portugal - aliás, em 2010, um assinante da MEO estava a ver a Benfica TV quando apareceu um HBO incógnito vindo do nada durante segundos. Em 2015, ficámos espantados que a HBO iria finalmente chegar a Portugal... mas infelizmente acabou por ser um golpe de marketing para renegociar o contrato deles com os canais TVCine e Séries. Que pena, se tivéssemos os canais HBO teríamos uma melhor gestão dos canais pagos de filmes em Portugal. O Todos no Top A Turner Network Television já esteve entre nós até uma decisão económica da Turner em 1999 para a criação do TCM europeu (o TNT europeu dos anos 90 era um canal de filmes). Em 2009, especulava-se a sua chegada a Portugal. Teria sido este o primeiro canal português da Turner (se o HBO contar)? Não sei, o que sei é que Portugal não aguenta tantos canais à fartazana que não sejam nem da FOX nem da Sony/AXN. Hoje em dia seria como o TNT espanhol a passar as mesmas séries (e A Teoria do Big Bang) até mais não. Denominado nos dias que correm de Sundance TV e que chegou mais recentemente a Portugal (em 2011), em 2000, a Multicanal já falava numa potencial expansão do canal para a Península Ibérica em 2000, com a intenção inicial de o lançar no fim de 2000 ou em 2001. Infelizmente, supostamente por limitações de mercado, o canal não avançou. Este é um dos raros casos em que uma empresa ameaçou lançar um canal e só passados dez anos é que foi lançado. Antes das negociações caírem em águas de bacalhau, a TV Cabo já esteve em negociações. O 13th Street (que em Portugal iria ser lançado com o nome Rua 13) era para ser o primeiro canal de horror em Portugal. A NBCUniversal até registou o site do canal em 2007, estava previsto o seu lançamento juntamente com o Sci-Fi (actual Syfy). O canal não foi à frente e só o Syfy foi lançado. Sim, chegou a existir o MOV, mas leitores da segunda THdS (que falava precisamente sobre o MOV) recordar-se-ão do projecto ambicioso que era a do canal ter sido lançado a 1 de Novembro em duas modalidades: o MOV normal e o MOV+, que era para ser premium. Infelizmente o canal foi lançado com um mês de atraso e só o MOV normal é que chegou a ser lançado. A FOX Retro, com lançamento previsto para 2009, era para ser uma RTP Memória só com séries americanas antigas. Infelizmente o projecto ficou em águas de bacalhau e viu a sua concretização como um bloco que passava aos fins-de-semana na FOX, a substituir o SCIFOX (lembro-me que no FOX Retro da FOX dava A Balada de Hill Street). Em 2010, dizia o blog Grelha TV, a ZON tinha as hipóteses de estudar o lançamento do AXN Sci-Fi em Portugal. Tal não foi à frente e decidiram concentrar na mudança do Animax para o AXN Black. DOCUMENTÁRIOS Havia um rumor que dizia que em 2010 iria chegar o Animal Planet a Portugal. O canal, presente em toda a Europa (menos em Portugal e em Espanha, infelizmente) nunca teve versão ibérica, se tivéssemos o Animal Planet seria a versão europeia tipo TLC e Discovery Showcase HD. Por falar nisto, o Discovery Showcase HD chega a passar alguns programas deste canal geneticamente modificado. Anteriormente o canal era detido a meias com a BBC, tal como o People & Arts (se ainda se lembram disto, é porque estão velhos). Este canal nunca existiu em nenhum país. Mas em 2011, Portugal era para ser o país escolhido para lançar o Nat Geo Traveler. Infelizmente o canal não foi lançado e lançaram o 24Kitchen no seu lugar (diria eu, supostamente). INTERNACIONAIS Canal lusófono da CPLP De acordo com Jorge Lacão, em 2010, era previsto o lançamento de um canal lusófono criado pela CPLP e com a intervenção dos seus oito membros. Em 2011, a Sony queria lançar o Sony Aath para a Europa, e isto poderia incluir Portugal. Este pode ser um caso raro já que o problema do Sony Aath é que nunca foi lançado na Europa. Se tivessem em conta a população imigrante do Bangladesh em cada país, obviamente teriam de recorrer a centenas de estudos de mercado junto às comunidades. Se tal avançasse, seria o primeiro canal em bengali a emitir em Portugal.
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