Ana Maria Peres

Ana Ao Cubo

542 posts neste tópico

E já só falta uma hora para o próximo episódio!! :D

Agora lembrei-me, existe um contador no canto superior direito a anunciar um novo episódio da novela? :ph34r: Espero que sim, adoro esses contadores, então o que está na RTP do Got Talent está tão bonito e discreto... :ph34r:

Mets TV e Ana Maria Peres gostam disto!

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Estes episódios têm sido tão secantes...sem mim... :rolleyes:

Spoiler

Brinks, gostei, mas quando é que regresso? Quantos episódios tens previstos?

 

 

Mets TV gosta disto!

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há 1 hora, Angel-O disse:

Estes episódios têm sido tão secantes...sem mim... :rolleyes:

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Brinks, gostei, mas quando é que regresso? Quantos episódios tens previstos?

 

 

Ouvi dizer que serão mais de 700 episódios, por isso deves aparecer de certeza :ph34r:

Angel-O, JoanaSantos e Mets TV gostam disto!

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On 15/03/2017 at 00:34, Ambrósio disse:

Muito bom! Quero desmascarar essa relação falsa do meu maninho com essa Ana Jenny ;)

 

Anda uma pessoa a brincar durante toda uma infância com um irmão para ele lhe fazer isto. Já não se fazem pessoas como antigamente.

Ambrósio e Jenny gostam disto!

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há 6 minutos, SIM disse:

Anda uma pessoa a brincar durante toda uma infância com um irmão para ele lhe fazer isto. Já não se fazem pessoas como antigamente.

Quem te avisa, teu amigo é! Essa Ana Jenny não é de confiança!! ;)

 

SIM gosta disto!

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Agora mesmo, Ambrósio disse:

Quem te avisa, teu amigo é! Essa Ana Jenny não é de confiança!! ;)

 

Eu caí numa teia e agora não sei como sair dela. Aliás, caí num ninho de cobras do qual não consigo sair. A Ana Jenny é uma verdadeira anaconda.

Ambrósio gosta disto!

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(Participação especial de @Miguel S. :yes: )

No episódio anterior    

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- O diretor geral holandês morre.
- Herportrait e Magazine desconfiam que Gabriel pôs fogo ao prédio;
- Magy e Oxi - serão eles suspeitos?

19º Episódio 

Verdades inconvenientes...

YpeOYYm.jpg            

             O cenário em Amesterdão era caótico. Junto ao edifício do banco de Gabriel_C, estavam uma equipa policial a tentar entender o que se passava. Entretanto, os bombeiros já haviam cessado o incêndio. As suas consequências haviam sido desastrosas – mortes e destruição total do edifício foram, provavelmente, as piores. A polícia havia chegado perto de herportrait, juntamente com um tradutor de nome Miguel S. Este diz-lhe:

                - Dona herportrait, eu sou um tradutor oficial da polícia holandesa.

                - O que deseja?

                - Desejo levá-la à esquadra oficial de Amesterdão. A polícia deseja interroga-la. – revela Miguel.

                - A mim? Eu estou inocente! – grita herportrait. – O culpado foi o meu marido!

                - Minha senhora, o senhor Gabriel tem um álibi: o seu motorista. Já você, segundo uma testemunha anónima nos contou, saiu e entrou de maneira muito suspeita... Assim que desceu, o incêndio começou… Você saiu do edifício. É, no mínimo, estranho. – conta Miguel.

                - Eu não fiz nada! – grita herportrait.

    Num achaque de fúria, berra pelo nome de Gabriel, este que se aproxima. Herportrait grita, enfurecida:

               - Eu não fiz nada! - grita herportrait. - O meu marido é que é o criminoso no meio disto tudo! Ele é um monstro!

                - Minha querida, está a enlouquecer… Se calhar, foi por isso que incendiou o edifício… - provoca Gabriel.

                Herportrait dá-lhe um chapo na cara e é algemada rapidamente pela polícia holandesa, que a leva para o seu carro. Até lá, a esposa de Gabriel ameaça:

                - Gabriel, tu vais pagar por isto!

                - Com cheque ou com dinheiro? – goza Gabriel.

                - Com a vida!

                Dito isto, o automóvel parte, deixando Magazine, Ricardo e Gabriel em frente ao átrio. O primeiro diz:

                - Pai, não conte comigo. Não vai conseguir culpar a mãe por algo que ela não fez!

                - Como é que sabes? – pergunta Gabriel. – Vais contar o quê? Aquela mentira? Meu querido filho, ela pode ter contratado o Filipe Luís para dizer que tinha sido eu a mandar aquele recado. Nem tudo o que parece é… Ah, e façam as malas! Temos de ir embora já amanhã.

                - E a mãe? – questiona Magazine.

                - Ela veio por sua vontade. Logo, vai ter de sair daqui pela sua vontade. – responde Gabriel. – Já agora, Magazine, liga aos teus irmãos a contar-lhe do sucedido. Eu tenho uma conferência de imprensa urgente para realizar.

                Magazine ligou a João_O, o seu empregado, este que contou a novidade aos filhos. Ficaram, sem exceção, completamente surpreendidos:

                - A mãe foi detida? – interroga, incrédulo, Forbidden. – Injustiça! 

                - Concordo. – diz srbcica. – A mãe, apesar do seu feitio, é um ser humano extraordinário. Não era capaz de fazer tamanha patifaria.

                - Ai, meninos, eu também não me acredito! A vossa mãe é boa pessoa. – caracteriza João_O

                - Nem todos fazemos coisas do que nos orgulhamos. – atira para o ar JDuarte. – A mãe pode ter tido as suas razões.

                - Como é que és capaz de dizer isso, JDuarte? A mãe é inocente! – enerva-se Forbidden.

                - Sim, até agora… - cria suspense JDuarte.

                A conversa morreu aqui e todos se dirigiram à sala, no sentido de estarem mais atualizados. Queriam, também, assistir à conferência de imprensa do pai, que iria justificar aquilo que se passara.

                Assistiram. O discurso foi bem encenado: Gabriel mostrava-se desolado com aquilo que havia acontecido. Mandou condolências à família do diretor-geral e reiterou, várias vezes, que iam fazer de tudo para encontrar os culpados. Quanto à suspeita recair sobre a sua esposa, o bancário preferiu não comentar, dando aso a segundas interpretações.

                Noutro cenário, completamente fora deste drama, estavam Ana Maria e Ana Pimpolho, à porta do atv Settle Grace. Queriam ver o seu amigo AGUI Lovers. Depois de terem passado a secretaria, subido no elevador e entrado no quarto, ali estava ele. Debilitado e frágil, nem parecia o mesmo. Ana Pimpolho inicia a conversa:

                - AGUI! Como estás?

                - Melhor. Estou melhor. – diz AGUI Lovers.

                - Nós estivemos tão preocupadas contigo! – exclamou Ana Maria. – Pregaste-nos um susto…

                - Obrigado pela preocupação. – refere AGUI.

                O professor de Educação Visual parecia distante e triste. O seu ânimo estava em baixo. Percebendo isto, Ana Pimpolho pergunta:

                - Passa-se alguma coisa, AGUI?

                Este não respondeu. Não lhe apetecia falar. Para o incentivar a fazer, Ana Maria acrescenta:

                - Nós só queremos o teu bem.

                Pouco depois, AGUI decidiu pronunciar-se:

                - Eu não sei se já sabem… Mas ficarei aqui no hospital ainda algum tempo…

                - Sim, calculamos. – responde Ana Pimpolho.

                - E o pior nem é isso. O pior é que provavelmente… Precisarei muito acompanhamento e… Não sei se terei disposição. Para além disso, pela primeira vez, tive a noção que a nossa vida pode acabar em poucos segundos…

                - É normal que te sintas assim… - consola Ana Maria.

                - Sim, eu sei. Mas sabes, Ana, dei por mim a fazer uma retrospetiva e cheguei à conclusão que a minha vida é um monte de relações frias e rápidas, sem qualquer sentido.

                Acabando de dizer isto, nenhuma das irmãs sabia bem o que dizer. Ainda assim, Ana Pimpolho ganhou coragem e afirmou:

                - Tens-nos a nós…

                - A vocês. E aos meus pais. A mais ninguém. A minha vida foi baseada em magoar os outros… Nunca fiz nada de grandioso, nem nunca ajudei verdadeiramente ninguém…   

                Assim que acaba de dizer estas palavras, entra alguém no quarto onde estava AGUI. Era um homem idoso, que dizia:

                - Filha! Minha filha! Quem é este?

                Era Manú Tenry! Atrás dele, vinha uma enfermeira que gritava que o senhor tinha de preencher uma ficha antes de poder, efetivamente, visitar o doente. Deste modo, Ana Pimpolho convenceu o seu “pai” a realizá-la. Pouco depois, estava de volta ao quarto, dizendo:

                - Filha! Vim ver o teu colega!

                - Oh, obrigada, pai, não era preciso. Bem, não sei se já se conhecem, mas este é o meu pai do coração, o senhor Manú Tenry. Este é o AGUI, pai, e esta é a minha irmã… A Ana Maria.

                Ana Maria não gostava de Manú, uma vez que desconfiava dele como possível assassino dos pais. Assim, apresenta-se timidamente:

                - Olá.

                - Olá. É mesmo parecida com a sua irmã.

                - Obrigada.

                - E com a sua mãe… São a cara da sua mãe. – refere Manú.

                Ana Maria não queria conversar com aquele homem. Sentia repulsa dele. No entanto, uma vez o que o senhor disse anteriormente, atreveu-se a questionar:

                - Donde é que conhecia a minha mãe?

                - O quê? – pergunta Manú.

                - Ele ouve mal, Ana. A Ana Maria está a tentar saber donde é que conhece a mãe.

                - Ah! Éramos vizinhos. E muito amigos. – refere Manú.

                Ana Maria não sabia mais o que perguntar, dando a conversa por encerrado. O idoso percebeu, tendo-se virado para AGUI. Questionou-lhe:

                - Então, rapaz, melhor? Aqui a minha filha do coração esteve muito preocupada contigo…

                - Oh, ela é muito simpática. – responde AGUI.

                - Ao contrário da irmã dela, que simplesmente sabe lançar a confusão…

                - Pai! – repreende Ana Pimpolho. Esta havia contado que Ana Maria tinha dito que Manú era um dos principais culpados do assassinato dos pais.

                - Desculpe, Manú? – pergunta Ana Maria.           

                - Sabe, minha filha, uma das principais razões de eu ter vindo aqui foi ver a sua cara de sonsa, Ana Maria. Eu sei bem que anda a meter bichinhos na cabeça da minha filha, no sentido de a virar contra mim!            

                - Não está bem, você… - insulta Ana Maria.        

                - Pai, você prometeu-me que não ia dizer nada! – repreendeu Ana Pimpolho.

                - As máscaras têm de cair algum dia. – refere Manú.

                - Que máscaras? A polícia desconfiou de si pela morte dos nossos pais! Não é a toa que a estância máxima de segurança tenha esse tipo de suspeita sobre alguém…. – Ana Maria faz uma pausa.

                - Sobre alguém que quê? – questiona Manú.     

                - Sobre alguém que tentou violar a minha mãe!

                Quando Ana Maria acaba de pronunciar estas palavras, Manú dá um chapo em Ana Maria e cospe-lhe para a cara.

                - Mentirosa!

                - Não é mentira. Aliás, há uma queixa-crime contra si na Polícia Judiciária por perseguição à minha falecida mãe! – advoga Ana Maria.

                - Tretas! Tudo tretas! – refere Manú.

                - Por favor, saiam daqui e discutam lá fora! – ordena Ana Pimpolho. – E, Ana Maria, o que estás a dizer é muito grave.

                - Mas é verdade. E bem, não me apetecer estar na presença de um homem tão repugnante como é este Manú. Assim sendo, vou-me embora. As melhoras, AGUI. E nós depois falamos, Ana Pimpolho.

                - Estúpida! – grita Manú.

                - Pai, é verdade aquilo que a Ana Maria disse? – perguntou, com lágrimas de choro, Ana Pimpolho.

                - A queixa-crime é. O resto não. E deixo o julgamento ao teu critério: acreditas-te numa suposta irmã que conheces há dias, ou num homem que sempre te apoiou? Deixo-te com essa dúvida, eu tenho de me ir embora!

                E Manú saí do quarto do hospital. AGUI havia sido testemunha de tudo o que se havia passado, tendo comentado:

                - Tens um caso bicudo pela frente, Pimpolho…

                Efetivamente tinha.

                E mais um dia havia passado nesta história. Muito cedo, madrugaram Gabriel_C, Magazine e Ricardo. Tinham de voltar para Portugal, principalmente por ordens do pai de Forbidden. Herportrait era suposto ser interrogada pela noite adentro, só que se recusou a fazê-lo. Só o faria com a presença de um advogado. Acontecera que tinha de esperar um dia por ele, tendo ficado na cela da esquadra dos Países Baixos a passar a noite. Não dormiu nada. A única coisa que acontecera era o aumento da sua fúria sob Gabriel...

                Eram 07:00 em Portugal. João_O já estava acordado a preparar o pequeno-almoço. Ouve a porta a destrancar e era Magazine e Gabriel, este que ordena:

             - Olá! João, leve as minhas malas! - ordena Gabriel.

- E as da dona herportrait?

- Ela não viajou connosco, não ouviu as notícias?

- Já agora, senhor Gabriel, está ali um senhor que madrugou e que quer falar consigo. Diz que é urgente. - conta João.

À sua frente, podia-se ver um homem alto e que todos os presentes conheciam. Duas perguntas imperam-se: em primeiro, quem é ele?; em segundo, o que tem de tão urgente para madrugar tão cedo?

No próximo episódio:

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-Precisamos de falar, Gabriel. – diz o homem.

- Em privado, suponho?

- Certíssimo! – diz esse homem.

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                - Ana Jenny, já arranjaste emprego? O tempo está a passar! – avisa Magy.

------------------------------

    - AI, família, ontem eu fui assinar um contrato... e... - diz emocionado Rafael.


- Ganhaste 15.000 no Somos Portugal? - pergunta JoanaSantos.
- Não! Arranjei emprego... - revela Rafael.

Quem será o homem misterioso que quer falar com Gabriel_C? Terça-feira saberão! 

Editado por Ana Maria Peres
SIM, Ambrósio, Filipe Luís e 1 outro gostam disto!

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Nesta linda novela fazem-se coisas muito feias... :mosking:

Eu já me estava para ir deitar até que me lembrei que hoje era terça e saía um episódio da Ana "elevada a três" e então vim logo ler, sou um leitor assíduo xD Isto se fosse mandado para a televisão e fosse adaptado a telenovela/série/... seria um sucesso xD :P

AGUI e JoanaSantos gostam disto!

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há 4 horas, JoanaSantos disse:

Mais um bom episódio e a velhota já merecia o seu prémio

 

Só há de ganhar no último episódio (ou seja no 897 :mosking:).

JoanaSantos gosta disto!

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