AGUI

Curiosidades da TV

37 posts neste tópico

há 11 minutos, SIM disse:

Laços de Sangue é a segunda. Saber Amar teve cerca de 30 exportações. Foi exibida em quase todos os países da América do Sul. Laços de Sangue não anda longe disse com +25 exportações.

As novelas da Globo são exportadas pra mais de 100 paises, a nossa o maximo foi 30 paises,que diferença abismal :haha:

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Agora mesmo, Forbidden disse:

As novelas da Globo são exportadas pra mais de 100 paises, a nossa o maximo foi 30 paises,que diferença abismal :haha:

A Globo já faz novelas há muito muito tempo. As novelas brasileiras foram as primeiras novelas da América do Sul.

As nossas melhores novelas é que nem devem ter sido exportadas.

SIM e Ambrósio gostam disto!

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há 5 minutos, AGUI lovers disse:

A Globo já faz novelas há muito muito tempo. As novelas brasileiras foram as primeiras novelas da América do Sul.

As nossas melhores novelas é que nem devem ter sido exportadas.

Mesmo assim, já ganhamos dois Emmys e não passamos dos 30 paises nas exportações? Eu acho mau.

AGUI gosta disto!

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há 11 minutos, Forbidden disse:

Mesmo assim, já ganhamos dois Emmys e não passamos dos 30 paises nas exportações? Eu acho mau.

A culpa não é nossa. O mercado é que tem medo de arriscar. Preferem apostar na Globo que é sinónimo de sucesso do que noutros produtos. Se bem que, a Globo já foi mais garantia de sucesso,  pois novelas globais também flopam noutros países.

Ambrósio gosta disto!

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há 6 minutos, SIM disse:

A culpa não é nossa. O mercado é que tem medo de arriscar. Preferem apostar na Globo que é sinónimo de sucesso do que noutros produtos. Se bem que, a Globo já foi mais garantia de sucesso,  pois novelas globais também flopam noutros países.

Por um lado é. Os outros paises não gostam de novelas de 300 eps (é uma moda portuguesa), as da Globo são muito mais curtas e por isso muito mais fáceis de exportar. Já pra não falar que se diferenciam muito entre si enquanto que as nossas se parecem todas iguais (em termos de história e principalmente em termos visuais, quase que não há diferenças estéticas de novela pra novela).

Ambrósio gosta disto!

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há 3 minutos, Forbidden disse:

Por um lado é. Os outros paises não gostam de novelas de 300 eps (é uma moda portuguesa), as da Globo são muito mais curtas e por isso muito mais fáceis de exportar. Já pra não falar que se diferenciam muito entre si enquanto que as nossas se parecem todas iguais (em termos de história e principalmente em termos visuais, quase que não há diferenças estéticas de novela pra novela).

Mas a TVI nunca vende as novelas completas. A versão internacional de Ilha dos Amores, por exemplo, tem apenas 120 episódios e na exibição original teve 214 episódios. Eles quando são coisas mais longas cortam.

Forbidden e Ambrósio gostam disto!

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Saber Amar, de acordo com a gala do vigésimo aniversário da TVI, deu dobrada na Rússia (ao contrário de muitas séries estrangeiras em que as vozes são faladas por cima das originais), mas não sei em que canal deu.

Olhos de Água chegou a dar na Venezuela na VTV (antes de passar a focar mais nas preocupações governamentais) e para a comunidade hispânica dos EUA através do "Latele Novela" (é mesmo assim que o canal assinou - não sei se ainda existe).

O canal romeno Acasa, da PRO TV (CME) emitiu vários produtos da TVI - Olhos de Água e Morangos com Açúcar. Morangos com Açúcar também já foi vendido para a China (!) e para o Brasil, onde a dobragem resultou nas suas fracas audiências.

A Única Mulher deu em França, mas não na França metropolitana (a que conhecemos), mas sim nos territórios do ultramar. Os ultramarinos já se renderam a Windeck e queriam um novo produto do género.

A M1 na Hungria (actualmente o canal de notícias do governo) chegou a emitir A Jóia de África e Inspector Max.

Também já ouvimos falar sobre as emissões de Laços de Sangue na Europa: na Bulgária (bTV Lady) e mais recentemente na Turquia (TV8) e na Polónia (TVP 1).

Já agora, já ouviram falar sobre a emissão de O Segredo, co-produção luso-brasileira da RTP, emitida no extinto (e falhado) canal TV JB, sobre a qual deram o nome de "Coração Navegador" e com as vozes portuguesas substituídas por dobragem brasileira?

Mets TV, SIM e Ambrósio gostam disto!

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Vila Faia foi a primeira telenovela produzida em Portugal. Estreou no dia 10/05/1982 e terminou a 28/09, dia em que foi exibido o 100.º capítulo.

 


Inicialmente, a novela iria ter o título de João Gudunha.


Baseada numa ideia original de Odette de Saint-Maurice, foi adaptada para a televisão por Francisco Nicholson e por João Alves da Costa (jornalista do desportivo “A Bola”). Foi produzida pela Edipim, produtora de Thilo Krasmann e Nicolau Breyner, que assegurou também a direção de atores. A realização ficou a cargo de Nuno Teixeira.


Odette de Saint-Maurice foi afastada da novela antes mesmo desta entrar em produção. Na origem deste afastamento, terá estado um desentendimento com Nicolau Breyner, por quem foi acusada de escrever coisas “bonitinhas demais”. A escritora deu uma polémica entrevista ao jornal Se7e, onde demonstrou um grande sentimento de revolta em relação ao “senhor Breyner”.

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A reação do público foi diferenciada nas diversas fases da obra. Nas palavras de Francisco Nicholson, “houve uma certa expectativa da parte do público, em especial na primeira semana. Um certo ceticismo, pode mesmo dizer-se uma nítida má vontade. Depois, à medida que a sequência da história foi avançando e a ação crescendo, passou-se para um segundo estádio muito normal entre nós que foi o de se considerar a telenovela como “não tão má como isso”. Finalmente, agora já se diz que é muito boa”.


À semelhança do que já acontecera com algumas novelas brasileiras exibidas no nosso país, Vila Faia teve direito a uma revista semanal inteiramente dedicada a ela. Nestes 17 fascículos, para além de resumos detalhados dos capítulos, era possível conhecer melhor o elenco e a equipa da novela, através de entrevistas, bem como algumas curiosidades dos bastidores.

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As gravações ocorreram nos estúdios da Edipim na Abrunheira, localidade do concelho de Sintra. Tal era o alarido com a produção da primeira telenovela portuguesa que a alguns telespectadores foi dada a oportunidade, através da revista, de conhecer os estúdios e confraternizar com os atores.


Miguel Wahnon, o intérprete de Miguel Andrade, surgiu na novela por acaso, quando ofereceu boleia a uma amiga que ia efetuar testes para o elenco de Vila Faia, acabando também ele por prestar provas. Apesar de nunca ter reconhecido em si, até esse dia, qualquer propensão para ser ator, Miguel Wahnon foi selecionado, mas viu o seu personagem sair prematuramente da trama. Segundo os responsáveis pela novela, esta saída estava já prevista, tendo apenas sido antecipada devido a outros compromissos profissionais do “ator”, cuja principal ocupação era a de comissário de bordo. A explicação oficial dada por Thilo Krasmann referia que “o Miguel Wahnon é funcionário da TAP e como tal tem determinados compromissos que não pode falhar. Como comissário de bordo, ele já sabia que nesta altura teria de regressar com maior assiduidade ao seu local de trabalho e avisou-nos disso logo de princípio”. No entanto, o comissário declarou ao jornal Se7e que o motivo da sua saída foi o facto de a sua noiva não gostar de o ver em cena...


Paula Street também ficou ausente da telenovela por um longo período, curiosamente quando a sua personagem, Mariana Marques Vila, desaparece de cena para viver intensamente uma paixão por Miguel Andrade. Após concluir a sua participação em Vila Faia, Paula Street voltou a dedicar-se integralmente aos exames da sua licenciatura em Direito, curso que se encontrava a frequentar em 1982.


Fruto do acaso foi também a participação de Manuela Marle na telenovela. Tudo começou quando estava no Brasil a assistir à peça Viva o Gordo e Abaixo o Regime, com Jô Soares. Abordada pelo humorista, foi encarregue pelo mesmo de trazer um recado para Nicolau Breyner, mesmo não o conhecendo. Por ocasião da entrega do recado, foi convidada a fazer alguns testes, acabando, inesperadamente, por ficar com o papel de Cristina Andrade. Mais tarde, também o seu marido, Philippe Marle, se juntou ao elenco.


Foi lançado um LP contendo as canções e os temas instrumentais de Vila Faia. Todas as músicas foram compostas por Vítor Mamede e Thilo Krasmann. Algumas letras foram da autoria de Rosa Lobato de Faria.

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LADO A

1. VILA FAIA – Samuel
2. VILA FAIA – Instrumental
3. VILA FAIA – Instrumental
4. TEMA DE JOÃO GUDUNHA – Instrumental
5. TEMA DE JOÃO GUDUNHA – Instrumental
6. PORQUÊ (MEU AMOR PORQUÊ) (Tema de Mariette) – Miguel Santiago
7. PORQUÊ (MEU AMOR PORQUÊ) (Tema de Mariette) – Instrumental
8. PORQUÊ (MEU AMOR PORQUÊ) (Tema de Mariette) – Instrumental
9. PORQUÊ (MEU AMOR PORQUÊ) (Tema de Mariette) – Instrumental
10. PORQUÊ (MEU AMOR PORQUÊ) (Tema de Mariette) – Instrumental

LADO B

1. AQUI ESTOU (Tema de Joana) – Dina
2. AQUI ESTOU (Tema de Joana) – Instrumental
3. AQUI ESTOU (Tema de Joana) – Instrumental
4. TEMA DE RUI – Samuel
5. TEMA DE RUI – Instrumental
6. TEMA DE RUI – Instrumental

 


Para além deste disco, foram ainda lançados três singles, contendo os temas interpretados por Samuel, Dina e Miguel Santiago.

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O tema Porquê (Meu Amor Porquê) havia sido interpretado por José Cid no Festival RTP da Canção de 1978.


O jornal “A Capital” colaborou com a produção, preparando uma edição reduzida em que a capa e a última página davam destaque ao caso dos Vinhos Vila Faia, para que este jornal pudesse aparecer na novela.

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Já a morte de Mariano (Carlos César) foi noticiada pelo "Correio da Manhã".

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O drama de Mariette comoveu de tal forma o público que a sua morte revoltou a tudo e a todos. Francisco Nicholson, em entrevista ao programa Os Dias Úteis de 15/11/1995, apresentado por Margarida Mercês de Mello, revelou que a sua empregada se demitiu quando soube do trágico destino da prostituta. Apesar de todos os apelos por parte do público e do elenco, acabou mesmo por se confirmar a anunciada morte da personagem de Margarida Carpinteiro – que, aliás, também estava presente no programa.

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Outro programa que contou com a presença de Margarida Carpinteiro foi o Com Peso e Medida exibido em 05/04/1995, em que foi a convidada central.

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Falou-se de vários aspetos da sua vida, mas grande das memórias evocadas por Nicolau Breyner, pela atriz e pelos convidados – Francisco Nicholson, Thilo Krasmann, Luísa Barbosa e Carlos César – foi relativa a Vila Faia.

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Após algumas críticas levantadas ao facto de D. Ifigénia (Mariana Rey Monteiro) andar permanentemente apoiada numa bengala (provavelmente consideravam que a atriz tinha ainda um ar bastante jovial e não aparentava tamanha dificuldade de locomoção), os responsáveis pela novela rapidamente trataram de arranjar uma justificação: num passeio a cavalo na quinta, D. Ifigénia sofreu uma queda que lhe originou um problema de articulação, obrigando ao uso da bengala.

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Apesar de estarmos perante a primeira telenovela portuguesa, já se notava a existência do chamadomerchandising, embora em dimensões bem menores se compararmos com as produções atuais. Assim, no decorrer da telenovela, é feita publicidade aos cigarros Português Suave e aos refrigerantes Sumol.


Ainda propósito de publicidade, D. Ifigénia, enquanto conversa com Beatriz (Rosa Lobato de Faria), faz uma pequena alusão ao extinto boletim metereológico, referindo ser este o seu programa de televisão preferido.


Lucas Pires, na época Ministro da Cultura, teceu grandes elogios à novela, devidamente documentados numa carta escrita a Nicolau Breyner.


Na novela, Ana Marinhais era loucamente apaixonada por Zé Diniz (Vítor Norte). Porém, a sua intérprete, Filipa Trigo, parecia não partilhar os gostos da sua personagem em relação aos mecânicos: “Um homem de fato-macaco… com óleo… Em princípio espero uma pessoa com outro nível cultural”.

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Aproveitando o sucesso da novela (e parecendo não se importar com o escândalo que envolveu os vinhos da vinícola dos Marques Vila), a empresa J. M. Fonseca Internacional – Vinhos, Lda. criou uma marca de vinhos denominada "Vila Faia". A empresa ainda existe, mas o vinho já não é comercializado. Pela sua raridade, uma garrafa de "Vila Faia" deve estar bastante bem cotada no mercado enológico.

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O ator brasileiro José Lewgoy, durante uma visita a Portugal, foi convidado a fazer uma participação especial na novela. Contudo, devido a outros compromissos profissionais, viu-se obrigado a recusar. Apesar disso, considerou que a imagem da nossa televisão era de qualidade bastante superior à brasileira, bem como os meios técnicos utilizados para a produção da novela.


Seguindo o modelo das novelas brasileiras, antes do encerramento eram exibidas as “cenas do próximo episódio”. Estas eram anunciadas com a voz de Thilo Krasmann.


No dia 16/09, alguns dias antes da exibição do último capítulo, o final da novela foi festejado num animado convívio onde, para além do elenco, estiveram presentes o Dr. Proença de Carvalho, na época Presidente do Conselho de Administração da RTP, e Maria Elisa Domingues, que assumia a função de diretora-coordenadora de programas. De salientar também a presença neste encontro de Simone de Oliveira, que acompanhava o marido, Varela Silva. Simone veio a participar no remake da novela, fazendo o papel de Ifigénia.


Quase um mês depois do final, os portugueses puderam rever os dois últimos capítulos, que foram repostos no dia 22/10, às 20:30.


A novela foi reposta pela primeira vez em 1985, tendo estreado a 06/05 e terminado a 24/09. A sua exibição no horário das 13:00, para além de marcar a reabertura da televisão à hora do almoço, depois de um interregno, coincide com o início das emissões diárias a partir da RTP Porto. Com efeito, só a partir desta altura os estúdios de Vila Nova de Gaia passaram a emitir de segunda a sexta-feira, ao fim da manhã e inícios de tarde, situação que se mantém até aos dias de hoje. O magazine diário chamava-se Espaço 12/13, vindo a ser substituído no ano seguinte pelo Espaço 11/13. Data também desta altura a primeira emissão do espaço informativo designado por Jornal da Tarde.


A segunda reposição data de 1990, vindo a telenovela a ocupar o horário das 13:30 na RTP 1, entre 12/02 e 26/04.


A terceira reposição foi ao ar na RTP 2, no ano 2000, às 13 horas.


Na RTP Memória, tem sido reposta frequentemente.


Pouco tempo depois de ter ido ao ar o último capítulo de Vila Faia, a imprensa portuguesa começou a noticiar a possibilidade desta telenovela ser exportada para o Brasil. No segundo semestre de 1983, a revista TV Guia divulgou estar em discussão uma parceria com a Rede Bandeirantes. Nos termos de um acordo que estava a ser ultimado, esta rede de televisão brasileira ia adquirir Vila Faia e, em contrapartida, a RTP comprava os direitos de exibição da telenovela Os Imigrantes, um dos êxitos mais significativos da emissora. Com o passar do tempo, os órgãos de comunicação social foram confirmando que as negociações pareciam estar definitivamente concluídas. Assim, Os Imigrantes foi agendada para substituir Cabocla, também da autoria de Benedito Ruy Barbosa, que ocupava, com grande sucesso, o horário das 22 horas na RTP 2. A TV Guia chegou mesmo a colocar Os Imigrantes na programação, mas à última hora, ficámos a saber que, devido a problemas internos que nunca foram especificados, ficava adiada a estreia desta telenovela. Os Imigrantes só seria vista em Portugal em 1987, também na RTP 2, mas num horário diferente. Em compensação, Vila Faia só seria transmitida para o Brasil em meados da década de 90, através das emissões da RTP Internacional.


A novela foi exibida na TPA (Televisão Pública Angolana) em 1988.


Antes disso, em 1986, Vila Faia fora também vendida à Europa TV. No entanto, as emissões do canal foram abruptamente interrompidas em novembro desse ano, devido a dificuldades económicas, pelo que a novela não chegou a ser transmitida.


Procurando repetir o sucesso alcançado pela primeira novela portuguesa, a RTP decidiu fazer um remake de Vila Faia em 2008.

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No dia 24/02/2008, próximo à estreia da segunda versão, Margarida Carpinteiro foi a entrevistada do Só Visto, que naturalmente foi recheado de referências à primeira Mariette. Para além de depoimentos de Nicolau Breyner, Francisco Nicholson e Inês Castel-Branco, foram mostradas imagens de arquivo em que Margarida Mercês de Mello entrevistava Nicolau Breyner e Margarida Carpinteiro, após o final da novela.

Brinca Brincando

Ambrósio e LFTV gostam disto!

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Descobri aquele artigo por acaso um par de dias depois da sua publicação. Na altura, não sabia que o quase-extinto MOV "recarregava baterias" das 5 às 9, e, graças a esse post, tive de ver como é que era o FOX Comedy sem emissão. Para não falar daquele do Tiji, aquilo parece ser ridículo.

E tiraram o o Aquário Clássico da RTV, porque andam a fazer uma reestruturação ao canal.

Ambrósio gosta disto!

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Eu já tinha criado um tópico do género, mas misturaram com outro e já não me lembro qual era o tópico onde coloquei as curiosidades que tinha escrito anteriormente :dontknow:

Mas enfim vou colocar aqui mais algumas:

- Cristina Cavalinhos foi convidada para fazer a personagem Diretora Linda nos Morangos com Açúcar, tendo recusado por motivos profissionais. O papel foi entregue à actriz Filomena Gonçalves..

- A cantora do genérico de Nunca Digas Adeus, foi a mesma que cantou as músicas do Vitinho e o genérico da Ilha das Cores, Isabel Campelo.

- Sónia Tavares cantou os temas de genérico das duas novelas em que Sandra Barata Belo foi protagonista (Perfeito Coração e Rainha das Flores).

- A youtuber Maria Vaidosa foi convidada para fazer um casting para Massa Fresca (que suponho eu, seria para fazer a Maria Miguel) mas recusou por motivos pessoais.

- João Catarré só fez uma novela fora da TVI, Vila Faia remake para RTP1.

- A única novela que Isabel Abreu fez antes da Rainha das Flores, foi Queridas Feras na TVI.

Estas são mais fofocas vá :P 

- O actor Diogo Branco, Gil em MCA8, Manecas em Mundo ao Contrário ou agora Sérgio em Ouro Verde foi recentemente papá :) 

- Carolina Patrocínio foi namorada do actor Francisco Adam (Dino MCA3).

- Marta Melro já namorou com alguns actores, Rodrigo Saraiva, André Nunes, Daniel Cardoso e atualmente com Ricardo de Sá.

- Pedro Barroso namorou com as actrizes Leonor Seixas, Isabel Figueira, Maria João Bastos e actualmente com Mafalda Marafusta

Editado por Manú Tenry
Angel-O, LFTV e Ambrósio gostam disto!

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