João 94

Liberdade, Liberdade

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“Ninguém é dono de ninguém. Essa é a primeira lição que você precisa aprender. Somos todos livres.”

Chegou ao fim esta grande novela, que me deu tanto prazer de ver e me emocionou. É pra isto que eu vejo uma novela: pra rir, pra chorar, pra me empolgar com as minhas personagens favoritas, detestar as que me irritam, pra me envolver com o mundo criado…a banda sonora é linda, simplesmente linda, e deu um toque muito emocionante a várias cenas.

Depois tivemos grandes personagens como o Intendente Rubião, Branca, Joaquina, André, Tolentino, etc,  personagens com várias camadas…

Houveram actuações geniais, como a do Mateus Solano, Andreia Horta, Ricardo Pereira e Nathalie Dill, que arrasaram do inicio ao fim :)

Não posso dizer que gostei do final das personagens, pois as minhas personagens favoritas morreram (Rubião, Branca e André) a única que se safou foi a Joaquina, e desde que ela se envolveu com o Xavier que não gostava tanto dela como no inicio, ainda que agora no final ela me tenha conquistado de novo. Eu nunca gostei do romance dela com o Xavier, por isso o final dela com ele não me agradou… preferia que ela tivesse ficado sozinha ou com o intendente (claro que a história dos dois após o casamento teria de ter sido totalmente diferente). E achei desnecessário o Tolentino ter denunciado o André e te-lo levado a forca, destruíram totalmente o casal com isso, e o André devia ter sobrevivido. Mas enfim, claro que tinham que destruir o casal :rolleyes:

Quiseram castigar os vilões porque é isso que o publico gosta e eu entendo isso, mas acho hipócrita terem morto o Rubião e a Branca e terem deixado a Dionisia e o Mão de Luva bem no final quando estes não eram melhor que eles (e os abusos sexuais da Dionisia para com o Saviano passaram totalmente ilesos, como já suspeitava que iria ser infelizmente).

Mas pronto, tirando estes aspectos foi uma novela excelente, que adorei ver e vou recordar com carinho, foram personagens que me marcaram e uma história que me emocionou, vai deixar muitas saudades. Não vou esquecer a Branca e a sua frase “aquela messalina, desfrutável, a mais desfrutável de todas!!” ou o Rubião com “Eu sou a lei, eu sou Vila Rica”, dois vilões muito bem construídos e com toques de humanidade, que não cairam na caricatura (o Rubião caiu um pouco na caricatura na reta final após o casamento com a Joaquina, mas isso foi só porque quiseram que ele morresse e queriam junta-la com o Xavier no final; e a Branca também não tinha necessidade nenhuma de ir matar a Joaquina, visto que ela já era casada com o Xavier e a Joaquina já estava casada com o Rubião e não havia divorcio naquela altura, mas também fizeram isso apenas pra se livrarem dela e juntarem o casalinho principal no final).

O final foi deixado em aberto, mas também já era de esperar, pois a não que ser que houvesse um salto temporal pra 1822, a independência do Brasil não ia ser alcançada na história da novela, que se passava em 1808.

"A liberdade é como a maré: cresce e, na medida em que encontra um obstáculo, se agiganta ou encontra um caminho!" :wub:

Dnunes, srcbica, SIM e 1 outro gostam disto!

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