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Política

4754 posts neste tópico

"No espectro político europeu..." :rolleyes: 


Sim, não me digas que Portugal é o único país da Europa com um governo de esquerda? Sabes bem que isso não é verdade.
João A gosta disto!

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há 2 horas, Ruben Fonseca disse:

Pois, só em bancarrotas pela Europa fora e pobreza nos países da América do Sul que viraram à esquerda no início do milénio (Brasil, Venezuela, Argentina, etc), nota-se a qualidade de vida que a esquerda quer proporcionar às pessoas LOL. Vai aos países do leste da Europa, vai à América do Sul e a outros países que foram governados pela esquerda durante anos e depois vem cá comentar o que têm e o que deixam de ter.

Expressei-me mal, foi um erro meu de facto. :P Basicamente queria dizer virar mais à esquerda e não virar para a esquerda.

Bancarrotas pela Europa fora? Mas não foi a ND na Grécia que andou a gastar dinheiro em equipamento militar desnecessário e que teve membros em tribunal por estes receberem subornos?

Por favor, Rúben, pára de atirar areia para os olhos das pessoas. Se estamos actualmente na situação em que estamos é em muito por culpa de políticas neo-liberais, especialmente de desregulação financeira e cortes em impostos para empresas sem o mínimo de racionalidade por trás, que apesar de terem tido efeitos a curto prazo, a longo prazo foram abrindo um buraco para deixar os países em situações insustentáveis. A Irlanda é um desses casos.

Quanto aos países da Europa da Leste, yap, a Roménia, a Moldávia e por aí fora, estão cinco estrelas com a economia de mercado. Não podiam estar melhor neste momento. Na parte oriental da Alemanha, se não fossem os apoios sociais que continuaram a existir após a Queda do Muro, muito provavelmente a fuga de cérebros e despovoamento para as zonas do ocidente teriam sido ainda maiores. De reparar que a Queda do Muro e consequente falta de plano estratégico político e económico para a antiga Alemanha Oriental deixou essa zona do país de rastos e à mercê de movimentos populistas como a AfD. Não é por nada que é a zona que menos recebe refugiados mas onde existe uma maior base de apoio dos Af(achistas)D. Devem estar riquíssimos com as promessas do mundo livre. Mas só com as promessas, porque de resto, está quieto. Só foi porreiro o muro cair para se vender as empresas estatais perfeitamente sãs ao desbarato a empresas da RFA para depois as desmantelarem e usarem os registos das marcas para fabricarem material de qualidade duvidosa com o nome destas.

E já que falas na América do Sul, o neo-liberalismo correu super-bem na Argentina. Até deu para destruir os caminhos de ferro e tudo, com o metal dos mesmos a ser vendido ao preço da uva mijona. O neo-liberalismo está a funcionar também na América do Sul que o mesmo voltou à Argentina e a mesma já está numa situação lastimável. O neo-liberalismo vai continuar a funcionar tão bem na América do Sul que as reformas preparadas por Temer no Brasil vão pôr as pessoas a trabalhar quase até à morte, sem problema algum. O neo-liberalismo funciona tão bem na América do Sul que até a sua grande invenção, a Internet, é melhor nesses países sujos, que cheiram mal e que estão na bancarrota de esquerda como a Bolívia do que é em paraísos do liberalismo económico como o Brasil.

Mas pronto, está bem. Vamos lá tentar resolver os problemas do neo-liberalismo com mais neo-liberalismo. Tem estado a correr muito bem nestes últimos 9 anos...

Fiquem Bem.

Forbidden, JoanaSantos e João A gostam disto!

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há 52 minutos, Forbidden disse:

Os direitos sociais também são defendidos pela direita em muitos casos e mesmo se uma boa maioria da direita é mais conservadora, não é por isso que deixam de ser uma força legítima tal como a esquerda e não deve ser por isso que alguém deve deixar de votar na direita.

em portugal não são de certeza. sim há gente de direita, incluído políticos, que tem a menta aberta, mas quem passa as leis é a esquerda.

porquê? e isto vale tanto para ideias de esquerda ou de direita. qual é o problema se alguém decidir votar segundo os seus ideais? 

Filipe Luís e JoanaSantos gostam disto!

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2 hours ago, Ruben Fonseca said:

Sim, a administração Bush foi má, acho que isso até dentro do GOP se admite. O governo do David Cameron foi tão flop que nas últimas eleições que ele disputou "só" venceu com maioria absoluta e ainda teve mais votos que em 2010, quando concorreu pela primeira vez. Aliás, ainda hoje ele é visto por trazer os Conservadores de volta à ribalta através daquilo que era uma necessária modernização do partido e ter colocado o UK numa situação melhor que aquela que herdou portanto se isso é flop, tomara que todos fossem tão flops como ele.

Estamos a falar de resultados eleitorais ou de políticas? Quanto ao Cameron -- deixa-me rir. Atirou o "osso" do Brexit aos ultra-conservadores (convencidíssimo que não ia passar) e, quando o resultado não foi o que queria, demitiu-se de imediato. Isto para não falar da história de ter posto o pénis na boca de um porco morto, das sondagens pessímas e de outras polémicas e escândalos em que se envolveu. 

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há 3 minutos, JDaman disse:

Bancarrotas pela Europa fora? Mas não foi a ND na Grécia que andou a gastar dinheiro em equipamento militar desnecessário e que teve membros em tribunal por estes receberem subornos?

Por favor, Rúben, pára de atirar areia para os olhos das pessoas. Se estamos actualmente na situação em que estamos é em muito por culpa de políticas neo-liberais, especialmente de desregulação financeira e cortes em impostos para empresas sem o mínimo de racionalidade por trás, que apesar de terem tido efeitos a curto prazo, a longo prazo foram abrindo um buraco para deixar os países em situações insustentáveis. A Irlanda é um desses casos.

Quanto aos países da Europa da Leste, yap, a Roménia, a Moldávia e por aí fora, estão cinco estrelas com a economia de mercado. Não podiam estar melhor neste momento. Na parte oriental da Alemanha, se não fossem os apoios sociais que continuaram a existir após a Queda do Muro, muito provavelmente a fuga de cérebros e despovoamento para as zonas do ocidente teriam sido ainda maiores. De reparar que a Queda do Muro e consequente falta de plano estratégico político e económico para a antiga Alemanha Oriental deixou essa zona do país de rastos e à mercê de movimentos populistas como a AfD. Não é por nada que é a zona que menos recebe refugiados mas onde existe uma maior base de apoio dos Af(achistas)D. Devem estar riquíssimos com as promessas do mundo livre. Mas só com as promessas, porque de resto, está quieto. Só foi porreiro o muro cair para se vender as empresas estatais perfeitamente sãs ao desbarato a empresas da RFA para depois as desmantelarem e usarem os registos das marcas para fabricarem material de qualidade duvidosa com o nome destas.

E já que falas na América do Sul, o neo-liberalismo correu super-bem na Argentina. Até deu para destruir os caminhos de ferro e tudo, com o metal dos mesmos a ser vendido ao preço da uva mijona. O neo-liberalismo está a funcionar também na América do Sul que o mesmo voltou à Argentina e a mesma já está numa situação lastimável. O neo-liberalismo vai continuar a funcionar tão bem na América do Sul que as reformas preparadas por Temer no Brasil vão pôr as pessoas a trabalhar quase até à morte, sem problema algum. O neo-liberalismo funciona tão bem na América do Sul que até a sua grande invenção, a Internet, é melhor nesses países sujos, que cheiram mal e que estão na bancarrota de esquerda como a Bolívia do que é em paraísos do liberalismo económico como o Brasil.

Mas pronto, está bem. Vamos lá tentar resolver os problemas do neo-liberalismo com mais neo-liberalismo. Tem estado a correr muito bem nestes últimos 9 anos...

Fiquem Bem.

 

Foi a ND que governou a Grécia até 2012? É que da última vez que verifiquei tinha sido o PASOK. Mas não deixa de ser engraçada essa tentativa de "cherry-picking", até porque um caso específico com a ND serve logo para ignorar o facto do PASOK ser o grande responsável pela situação a que a Grécia chegou, tal como o SYRIZA foi, recentemente, responsável pelo 3º resgate, por causa dos joguinhos do Tsipras com a UE.

Situações insustentáveis fomentadas pelos próprios governos. Vais-me dizer que aqui a situação insustentável a que chegámos em 2011 foi por causa do neo-liberalismo do, pasmem-se, José Sócrates/PS? É, já que falaste na Irlanda, curioso que não foi preciso nenhuma viragem à esquerda para seguirem uma tendência de recuperação económica. Desemprego a descer, divida pública passou dos 94% em 2015 para 75% em 2016, o crescimento também tem vindo a subir. Que mal que se dão com a direita. 

O quê, mas estavas à espera que a Roménia, Moldávia, Bulgária, até mesmo a Polónia e a própria Alemanha de Leste conseguissem, desde finais da década de 80/inícios da década de 90, acompanhar os países ocidentais sob um modelo capitalista? E depois sou eu que ando a atirar areia para os olhos. :lol: Acho que sabes perfeitamente o estado em que todos esses territórios estavam sob o modelo comunista após a queda dos respetivos regimes, se achas que em algumas décadas fica tudo resolvido então é porque achas que o capitalismo faz milagres. E não deixa de ser importante referir que ainda hoje a ex-RFA ainda paga quantias exorbitantes exatamente para que aquilo que era a RDA se modernize e acompanhe, de tão bem que resultava o modelo económico que tinham anteriormente. Se comparares a Alemanha com a Polónia, poder de compra é um mundo completamente diferente. É tão mau, é tão mau, mas são os modelos de governo normalmente praticados pela direita que fazem subir esse fator.

Sim, porque antes a Argentina estava tão bem, de facto. Tão bem que nos mercados internacionais era uma autêntica pária, que pagava o dobro dos juros que os países vizinhos e tudo por causa de uma birra da Kirchner. Para acabar com isso e para finalmente pagarem o que deviam, os próprios "Peronistas" acabaram a votar a favor de uma resolução que a própria Kirchner sempre rejeitou. Mas claro, a situação lastimável começou com o Macri, antes estavam uma maravilha. O mesmo para o Brasil, a situação de facto só agora começou com o Temer, o PT só governou desde 2002 até 2016 mas a culpa cai no Temer.

Por favor, acho que quem deve deixar de andar a atirar areia para os olhos és tu. Para a esquerda, é fácil culpar o candidato de direita, que em muitos casos governa há poucos anos e o que governou é para limpar a porcaria deixada pelos governos de esquerda, com muitos exemplos de "cherry-picking" para tentar formar um argumento, mas depois quando reparam que a situação já vem de anos anteriores, anos em que governos de esquerda governavam os países, assobiam para o lado. Mas agora fiquei curioso: quando o governo do Maduro cair - espero/esperemos que sim, não é? - e for eleito um presidente que, embora tenha de lidar com um grupo de partidos de direita à esquerda, mas que certamente vai descentralizar a economia venezuelana, provavelmente com algumas práticas neo-liberais, também vais culpar toda a pobreza existente atualmente nesse novo presidente enquanto tentas provar que afinal o governo do Maduro era bom ou vai ser diferente? É que basicamente foi isso que disseste acerca do Brasil e da Argentina.

há 25 minutos, joanna disse:

em portugal não são de certeza. sim há gente de direita, incluído políticos, que tem a menta aberta, mas quem passa as leis é a esquerda.

porquê? e isto vale tanto para ideias de esquerda ou de direita. qual é o problema se alguém decidir votar segundo os seus ideais? 

 

Há casos e casos. Os Republicanos também não acreditam no aquecimento global - uma autêntica estupidez - enquanto que aqui não vês ninguém a negar tal coisa. Assim como aqui em Portugal, nem toda a gente no PSD é contra o casamento gay/aborto, e na própria CDU (Alemanha - direita), uma opção para suceder a Merkel no futuro é um deputado homossexual. Daí dizer que isso da direita privar as liberdades e só a esquerda ser responsável por todas as questões sociais que se aplicam atualmente já não se verificar tanto como se verificava no século XX.

Mas é isso mesmo que eu estou a dizer, votar segundo os ideais. Mas claro, haverá situações em que não estás 100% de acordo com o partido que votaste e isso é perfeitamente normal, daí dizer que mesmo que muita gente que não esteja de acordo com certas particularidades de um partido não está a trair os seus ideais, nem deve excluir seja quem for.

Filipe Luís e Ana Maria Peres gostam disto!

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há 2 minutos, Ruben Fonseca disse:

Daí dizer que isso da direita privar as liberdades e só a esquerda ser responsável por todas as questões sociais que se aplicam atualmente já não se verificar tanto como se verificava no século XX.

em portugal discordo. pelo menos é o que se tem verificado.

TheSecret gosta disto!

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Estamos a falar de resultados eleitorais ou de políticas? Quanto ao Cameron -- deixa-me rir. Atirou o "osso" do Brexit aos ultra-conservadores (convencidíssimo que não ia passar) e, quando o resultado não foi o que queria, demitiu-se de imediato. Isto para não falar da história de ter posto o pénis na boca de um porco morto, das sondagens pessímas e de outras polémicas e escândalos em que se envolveu. 

 

De ambos, não legitimizas políticas sem resultados eleitorais. Se as políticas implementadas por ele fossem assim tão más para o povo britânico, ele não teria ganho as eleições com maioria absoluta, pois não? Claro que aquilo que pessoalmente achamos é uma coisa: se o PS agora ganhar com maioria absoluta, não deixo de achar que as políticas deste governo não têm sido as mais corretas, mas também não posso negar que, a nível nacional, para a maioria da população, acharam que o rumo tem sido o correto. O Brexit foi um erro colossal, sim, mas não foi só dele. O Labour podia e devia ter feito muito mais. 

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2 minutes ago, Ruben Fonseca said:

De ambos, não legitimizas políticas sem resultados eleitorais. Se as políticas implementadas por ele fossem assim tão más para o povo britânico, ele não teria ganho as eleições com maioria absoluta, pois não? Claro que aquilo que pessoalmente achamos é uma coisa: se o PS agora ganhar com maioria absoluta, não deixo de achar que as políticas deste governo não têm sido as mais corretas, mas também não posso negar que, a nível nacional, para a maioria da população, acharam que o rumo tem sido o correto. O Brexit foi um erro colossal, sim, mas não foi só dele. O Labour podia e devia ter feito muito mais. 

Os resultados eleitorais não significam shit no Reino Unido, já que o sistema é completamente disfuncional e feito de propósito para favorecer um ou dois partidos e prejudicar os restantes. A este processo chama-se "gerrymandering".

Lê e aprende (se quiseres):

https://constitution-unit.com/2015/06/03/the-uk-electoral-system-now-decisively-favours-the-conservatives/

 

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@Ruben Fonseca Estás equivocado relativamente ao M5S. Eles são de esquerda/extrema esquerda e prova disso é que existem ligações entre eles e o Podemos e até mesmo com o Syriza de Alexis Tsipras. Já para não falar que o M5S é a favor dos direitos das mulheres e da comunidade homossexual. Como podem isto ser extrema direita?! :dontknow:

JoanaSantos gosta disto!

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há 7 minutos, João A disse:

Os resultados eleitorais não significam shit no Reino Unido, já que o sistema é completamente disfuncional e feito de propósito para favorecer um ou dois partidos e prejudicar os restantes. A este processo chama-se "gerrymandering".

Lê e aprende (se quiseres):

https://constitution-unit.com/2015/06/03/the-uk-electoral-system-now-decisively-favours-the-conservatives/

 

 

Eu sei bem como funciona o first-past-the-post, mas obrigado pela (tentativa de) lição. Só te esqueces do facto de que isso não desvaloriza o facto do Cameron ter ganho mais votos que em 2010 e com uma vantagem de quase 7% no voto popular em relação ao Ed Miliband. A não ser que também desvalorizes o número de votos que cada um teve... :read: 

há 1 minuto, Maya disse:

@Ruben Fonseca Estás equivocado relativamente ao M5S. Eles são de esquerda/extrema esquerda e prova disso é que existem ligações entre eles e o Podemos e até mesmo com o Syriza de Alexis Tsipras. Já para não falar que o M5S é a favor dos direitos das mulheres e da comunidade homossexual. Como podem isto ser extrema direita?! :dontknow:

 

Como disse, há certas políticas do M5S que são de esquerda, outras de direita. No entanto, o M5S é também anti-imigração, mantém uma espécie de "aliança" com o UKIP (que como sabes não é de extrema-esquerda :P ) e, no Parlamento Europeu, pertence à EFDD, que é composta, entre outros partidos, pelo UKIP, AfD e até um ex-membro da FN. Descrevê-los como extrema-esquerda não me parece apropriado também. :laugh: 

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há 6 horas, Ruben Fonseca disse:

Tens também um governo de esquerda na Itália e na Grécia, assim que me lembre. Na Itália, nas próximas eleições ganha o M5S (extrema-direita/direita populista) mas não deve formar governo porque o sistema legislativo deles é terrível e nenhum outro partido os apoia. Na Grécia, o Syriza está a perder apoio e já vê os conservadores da Nova Democracia a 20% de distância em algumas sondagens.

 

há 5 horas, Maya disse:

Pois sendo assim cometeste um pequeno "deslize", já que o Labour foi fundado com base em valores de esquerda e como um partido de esquerda. 

Ja agora Ruben o M5S é um partido de extrema esquerda. O Lega Nord, liderado por Matteo Salvini, é que é de extrema direita. 

Acho que era melhor inventar um novo termo para o M5S: extremo-centro. Defende políticas de esquerda e direita, logo deveria ser centro; defende a saída da UE, então é chamado de populista, daí o extremo.

E Ruben, as sondagens na Grécia não são de fiar. E as do UK também não.

Quanto ao PT, não se esqueçam que partidos que possam ser considerados o centro da esquerda, como, para além do PT, o Syriza, o Podemos, o BE, têm eleitorados comunista e socialista e daí têm naturalmente deputados comunistas e socialistas. O Lula sempre foi mais moderado do que a Dilma, não se importava, ao contrário da Dilma, de fazer cedências para o partido de coligação de direita que está atualmente na Presidência. A razão do itálico é que a política brasileira estava a ser feita do seguinte modo: eu passo essa lei, se eu ganhar algo com isso. Então, assim, quem é que não se deixava corromper? A Dilma. Pois é. A Dilma comunista não se deixava corromper. Sempre foi fiel aos seus ideiais e não gostava de fazer cedências ao seu parceiro de coligação. Toda a gente sabe o resultado disto, não sabe? O Golpe. O tão conhecido golpe. O golpe que retirou Dilma, que não tinha o nome manchado, da Presidência da República Brasileira, por causa dos casos de corrupção do seu partido, para colocar no lugar um cara que estava envolvido nesses mesmos casos de corrupção.

E ainda haveremos de ver Lula a ganhar a primeira volta em 2018, no mínimo. Não se admirem. Eu próprio acho que votaria nele, mas também não conheço outros candidatos viáveis. Bolsonaro, da direita militar, não tem uma política que me seduza, apesar de não ser corrupto. Aécio Neves, do PSDB, é corrupto. E corrupto por corrupto, coloca-se um que já fez um trabalho jeitoso, porque o que o povo quer é pão na mesa e se for preciso colocar um corrupto no poder para poder ter pão, o povo coloca. Se bobear, até vê os desvios de dinheiro como uma recompensa pelo governador dar pão. Por esta ordem de ideias, a Marie Antoinette devia ter-se tornado corrupta para arranjar os brioches que não tinha. De facto, nunca fez tanto sentido cantar "Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil!"

Bom, eu ainda tenho esperança que Doria afaste Aécio Neves do PSDB para haver um candidato jeitoso para ir na 2ª volta com a Marina Silva (acho que era a melhor 2ª volta), Bolsonaro ou Lula.

Editado por srcbica
João A gosta disto!

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1 hour ago, Ruben Fonseca said:

Eu sei bem como funciona o first-past-the-post, mas obrigado pela (tentativa de) lição. Só te esqueces do facto de que isso não desvaloriza o facto do Cameron ter ganho mais votos que em 2010 e com uma vantagem de quase 7% no voto popular em relação ao Ed Miliband. A não ser que também desvalorizes o número de votos que cada um teve... :read: 

Desvaloriza o argumento da maioria absoluta. E por aqui me fico, já estás a ser incoerente umas quantas vezes. Primeiro era as políticas e a direita ser melhor, depois era a maioria absoulta, agora é os 7% a mais. 

De nada, sempre disposto a ensinar.

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há 39 minutos, João A disse:

Desvaloriza o argumento da maioria absoluta. E por aqui me fico, já estás a ser incoerente umas quantas vezes. Primeiro era as políticas e a direita ser melhor, depois era a maioria absoulta, agora é os 7% a mais. 

De nada, sempre disposto a ensinar.

Não sei onde está a incoerência. Como disse, as políticas de cada governo, em democracias, são testadas através de eleições. Segundo o que tu dizes, David Cameron foi um flop por causa do Brexit (porque a culpa foi, de facto, só dele e tudo), escândalos (porque a oposição nem tinha nenhuns) e de um pénis na boca de um porco morto. Ora, se foi assim um flop tão grande, como é que ainda ganhou mais votos que aqueles que obteve em 2010? E isto já sem falar na tal maioria absoluta que, quer gostes, quer não, não deixou de acontecer. Flops não ganham eleições, muito menos maiorias absolutas, a não ser que a tua definição de um flop seja diferente das restantes. :read:

Portanto não, não é a minha suposta incoerência, é mesmo a tua falta de argumentos. Mas deixa lá, desde que outros flops, com políticas semelhantes às do Cameron, continuem a ganhar eleições da forma que o tal flop ganhou, não vejo problemas da minha parte. :meeting:

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há 9 horas, joanna disse:

em portugal não são de certeza. sim há gente de direita, incluído políticos, que tem a menta aberta, mas quem passa as leis é a esquerda.

porquê? e isto vale tanto para ideias de esquerda ou de direita. qual é o problema se alguém decidir votar segundo os seus ideais? 

Enganaste-te na citação Joanna, não fui eu que escrevi isso :haha:

JoanaSantos gosta disto!

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há 5 minutos, JDaman disse:

1 - Peguei no caso da ND, porque falas da direita grega como se fosse santa. Rúben, tanto o PASOK como o ND foram o centrão político na Grécia após o Metapolitefsi (que aconteceu em muito graças a esse bandido de esquerda, um tal de Andreas Papandreou), e mandaram na vida política grega até a cirse da dívida soberana e à subida do SYRIZA no inícios dos 2010. Ao estares a culpar só o PASOK por ter criado a bolha estás a fazer exactamente aquilo de que me estás a acusar: a escolher factos como convém para o teu argumento. Um pouco de honestidade intelectual pede-se.

2 - Portanto a situação actual na Grécia é culpa do SYRIZA que herdou uma dívida completamente insustentável e a qual os governos da ND do Samaras, que seguiram à risca todas as recomendações sacrossantas da Troika (ao ponto da população perder acesso a serviços essenciais, como a saúde)? Enfim, Rúben, enfim... A situação na Grécia estava tão má em 2015, que nem a mexer com o cadernos eleitorais conseguiu manter o Samaras no poder.

3 - "E não deixa de ser importante referir que ainda hoje a ex-RFA ainda paga quantias exorbitantes exatamente para que aquilo que era a RDA se modernize..." Coitada da ex-RFA que saqueou o que pôde e destruiu o tecido industrial da ex-RDA e agora tem que "pagar quantias exorbitantes" para "modernizar" os coitados que antes comiam criancinhas ao pequeno-almoço... Este discurso faz-me lembrar a visita que fiz ao Museu da História da República Federal Alemã em Bona em Agosto. "Nós sempre fomos os bons. Os maus nem Legos tinham para as crianças brincarem, só tinham estes blocos cinzentos."

4 - Na questão da Venezuela estou dividido. A era Chavez permitiu algumas conquistas sociais, e só foi pena não ter ido mais longe. A queda dos preços de petróleo e a total inabilidade política de Maduro levaram ao estado em que a Venezuela se encontra hoje. Não acredito que seja possível revitalizar o país apenas com "reformas estruturais". Aplico o mesmo Brasil, embora o Brasil não esteja tão dependente do petróleo. O problema não foi só a inabilidade politica da Dilma, como das sanguessugas com que se rodeou (Temer uma delas) e com a força que os partidos conservadores têm ganho no Brasil à custa das seitas religiosas.

no próprio parlamento brasileiro há um grupo de deputados ligados a essas seitas e as ideias deles metem medo.

srcbica e Ambrósio gostam disto!

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Este tópico é um perfeito exemplo de fanatismo mal disfarçado por filosofias políticas de direita (ou pseudo). Consegue ainda ser mais parvo e ilógico do que fanatismo à esquerda. 

Editado por João A

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há 2 horas, JDaman disse:

1 - Peguei no caso da ND, porque falas da direita grega como se fosse santa. Rúben, tanto o PASOK como o ND foram o centrão político na Grécia após o Metapolitefsi (que aconteceu em muito graças a esse bandido de esquerda, um tal de Andreas Papandreou), e mandaram na vida política grega até a cirse da dívida soberana e à subida do SYRIZA no inícios dos 2010. Ao estares a culpar só o PASOK por ter criado a bolha estás a fazer exactamente aquilo de que me estás a acusar: a escolher factos como convém para o teu argumento. Um pouco de honestidade intelectual pede-se.

2 - Portanto a situação actual na Grécia é culpa do SYRIZA que herdou uma dívida completamente insustentável e a qual os governos da ND do Samaras, que seguiram à risca todas as recomendações sacrossantas da Troika (ao ponto da população perder acesso a serviços essenciais, como a saúde) não conseguiu resolver os problemas com esta? Enfim, Rúben, enfim... A situação na Grécia estava tão má em 2015, que nem a mexer com o cadernos eleitorais conseguiu manter o Samaras no poder.

3 - "E não deixa de ser importante referir que ainda hoje a ex-RFA ainda paga quantias exorbitantes exatamente para que aquilo que era a RDA se modernize..." Coitada da ex-RFA que saqueou o que pôde e destruiu o tecido industrial da ex-RDA e agora tem que "pagar quantias exorbitantes" para "modernizar" os coitados que antes comiam criancinhas ao pequeno-almoço... Este discurso faz-me lembrar a visita que fiz ao Museu da História da República Federal Alemã em Bona em Agosto. "Nós sempre fomos os bons. Os maus nem Legos tinham para as crianças brincarem, só tinham estes blocos cinzentos."

4 - Na questão da Venezuela estou dividido. A era Chavez permitiu algumas conquistas sociais, e só foi pena não ter ido mais longe. A queda dos preços de petróleo e a total inabilidade política de Maduro levaram ao estado em que a Venezuela se encontra hoje. Não acredito que seja possível revitalizar o país apenas com "reformas estruturais". Aplico o mesmo Brasil, embora o Brasil não esteja tão dependente do petróleo. O problema não foi só a inabilidade politica da Dilma, como das sanguessugas com que se rodeou (Temer uma delas) e com a força que os partidos conservadores têm ganho no Brasil à custa das seitas religiosas.

 
 

1 - Nem a direita, nem a esquerda são santas, seja em que país for. E sim, tanto a ND, como o PASOK, governaram e continuaram a governar a Grécia até à ascenção do SYRIZA mas quem é que negociou o 1º resgate na Grécia? Foi a ND? Não, foi o PASOK. E quem é que governava a Grécia nos anos anteriores a esse 1º resgate? Era a ND? Não, era o PASOK. Claro que a situação não começou só com o último governo do PASOK, mas o PASOK também não faz nada - até já ser tarde demais - para mudar a situação em que o país se encontrava. E é essa a diferença entre a ND e o PASOK, diferença essa mais que reconhecida pelos próprios gregos que tranformaram o PASOK de maior partido da Grécia antes da crise num mero partido residual ao longo destes últimos anos, é que o PASOK, nos anos anteriores à crise, podia ter feito algo e não fez até já ser tarde demais - enquanto isso, a ND estava na oposição.

2 - A Grécia, depois de um período severo (que já seria de esperar), começou a crescer a partir de 2014 através de mais exportação de serviços e produtos e de um crescimento no consumo privado. Pouco, obviamente, mas de facto mostrava que a situação estava a melhorar aos poucos. Eis que chega o Tsipras com 1001 promessas, qual Messias. Lembro-me de ter dito, na altura em que ele foi eleito pela 1ª vez, que ele era o equivalente a um chihuahua porque "ladra muito mas ninguém tem medo dele". E, só por acaso, ele ladrou muito. Prometeu muito. E quando viu os parceiros europeus, um por um, a virarem-lhe (tanto a ele como ao Varoufakis) as costas porque não apoiavam as ideias dele, ele fez birra. E tal como uma criança a fazer birra, ele não ficou contente e o que é que decide fazer? Um pseudo-referendo, com uma pergunta completamente estapafúrdia, a que os gregos responderam "Não". E lá foi ele, todo contente, pensar que era agora que a UE o ia ouvir. O resultado foi um 3º resgate financeiro. :) Vai lá agora perguntar aos gregos como está a situação deles e o que acham do governo do Tsipras. Não te desiludas muito...

3 - Tecido industrial. :rofl: Oh JDaman, felizmente hoje podemos ver as imagens de finais da década de 80 nesses países, onde podemos verificar com os nossos próprios olhos o poderio do tecido industrial nos países ex-comunistas. Então, quer dizer, as pessoas mal tinham que comer, tudo era racionado pelo governo, aquilo que tinham para comer era, por vezes, importado dos países ocidentais, a pobreza era generalizada e o poder de compra eram imensamente mais baixo que nos países ocidentais ao ponto de, ainda hoje, as diferenças serem consideráveis, e os próprios equipamentos industriais e instalações eram quase arcaicos comparados com as potências ocidentais e vens falar do tecido industrial? Por favor, se o tecido industrial fosse assim tão poderoso, os regimes desses países nunca teriam caído, nem ainda hoje precisavam de andar a subsidiar essas zonas só para acompanharem o ritmo.

Gfk-purchasing-power_-Europe-2014.png

Aqui está o teu tecido industrial, que afinal de contas se reflete no poder de compra de cada país (representado na imagem). Incrível como todos os países ex-comunistas parecem um mundo completamente diferente comparado com a Europa Ocidental e, no entanto, já passaram umas boas décadas. Que tecido industrial fantástico, o dos países ex-comunistas, uma pessoa até fica a pensar como é que os regimes comunistas caíram todos um por um. :rolleyes: 

4 - Um país com as maiores reservas de petróleo do mundo tem uma inflação de 800%, corrupção generalizada e onde quase 80% das pessoas vivem abaixo da linha de pobreza e mesmo assim ainda estás dividido? Um país onde até antes do Maduro já controlava o poder judicial, legislativo e executivo, mandava para a prisão aqueles que não concordavam com o Chávez/Maduro (ainda manda, isto quando não mata/tortura) e apesar das manifestações constantes e do povo venezuelado ter, sem dúvida alguma, rejeitado as políticas dele nas últimas eleições legislativas, onde a oposição ganhou 2/3 do Parlamento, continuam a controlar tudo com mão de ferro e mesmo assim ainda estás dividido?

Ou seja, para ti, desde que existam "conquistas sociais" justifica-se o facto de mais de metade da população precisar de roubar e ir ao mercado negro para poder comer alguma coisa, isto quando não tem de esperar dias inteiros em filas que atravessam ruas para poderem comprar qualquer coisa - tal é o "tecido industrial" venezuelano. Isto quando morrem em manifestações ou na prisão, como já morriam antes do Chavez morrer. Isto quando não têm de fugir do país. Mas, claro, o que importa verdadeiramente foram as "conquistas sociais".

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Eu não acredito que a Le Pen consiga vencer as eleições deste ano, mas agora com o terrorismo novamente a assombrar os franceses,  creio cada vez menos que o Macron consiga ir á segunda volta. 

Eu acho que o atentado em Paris vai acabar por beneficiar os candidatos de direita, por isso acredito na disputa "Le Pen X Fillon" na segunda volta destas Presidenciais. 

@Ruben Fonseca Prognósticos?! :)

TaniaM e André Sousa gostam disto!

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@Maya Por tudo o que tenho visto, parece-me cada vez mais irreal a hipótese de ter o Fillion na 2ºvolta mas era bom que assim fosse.
Creio que se Macron não passar, passará o Mélenchon. E aí a França tem dois grandes problemas na mão porque tanto um como o outro são péssimos e perigosos. 
E as sondagens dão a vitória do Mélenchon como certa, caso vá a 2ºvolta.
E não sei o que acham mas para mim ele é um pouco mais perigoso que a Le Pen e até o meu pai, que nasceu na França e tem estado em contacto com pessoas que lá estão, estão cada vez mais convencidos disto.
Mas o Macron também me parece um pouco impreparado para o cargo, lembro-me de ver a sua entrevista quando apresentou a sua candidatura e achar que ele não estava nada convencido do que ia fazer! E ainda para mais ele é tão novo!
Boa Sorte para a França e para os Franceses! Que a força esteja convosco! 

Maya e srcbica gostam disto!

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França tem nas mãos uma decisão muito complicada - ou vai pelo caminho populista que vai contra quanto tudo aquilo que defendera, ou vai pelo caminho da liberdade, fraternidade e igualdade. Espero que escolha a segunda. Assim, hoje estou pelo Macron; apesar de uma efetiva pouca preparação para o cargo, penso que defende as melhores ideias e finalmente, a nível ideológico, o Centro está representado! Claro que Macron teve ali uma viragem ali à direita (não muito acentuada), mas penso que isso só o beneficia a nível político. 

Quanto aos seus grande oponentes, penso que estará entre a Le Pen e o Fillon. Caso a primeira ganhar, e tendo que em conta a enorme projeção internacional das mesmas, veremos governos parecidos com o dela a surgirem que nem cogumelos. Sem dúvida que esta mulher à frente do berço dos direitos humanos é assustador; uma senhora que incentiva o ódio e a discriminação não pode estar à frente da segunda maior potência europeia. O Fillon é menos perigoso, mas considero as suas política demasiadamente à direita, se bem que não discorde de algumas delas.

Já em relação ao candidato da esquerda, o PS ficou num estado lamentável. De facto, é curioso verificar que os Partidos Socialistas têm fracassado em toda a Europa, mas aqui em França é altamente assustador. Não sou partidária de algumas das suas ideias, mas gosto de ver o conflito de ideias com o centro-direita. Pena que quase todos os europeus estejam a virar as costas a esta corrente ideológica (inclusivamente em Portugal; sim, porque o Costa perdeu as eleições). Felizmente, ainda há o Centro e Centro-Direita a aguentarem o barco, ou senão iríamos cair numa autêntica barafunda (atenção: não estou a dizer que isto é positivo. Não o é, perde-se um despique saudável de ideias; só estou a dizer que têm sido estes partidos a evitar a preponderância da extrema-direita. E direita é sempre melhor que extrema-direita).

Relativamente ao outro mais da esquerda (não se pode dizer "extrema". É demodê, só os fascistas é que o são :rolleyes:), penso que terá muitas poucas chances de conseguir passar à 2ª volta, mas quem sabe, ele tem-se vindo a aproximar nas intenções de voto. Ainda assim, tendo em conta o panorama do país, não estou a ver grande futuro. Pessoalmente, ainda bem, que as suas ideias... :rolleyes: Já agora, segundo o Pablo Iglesias e a nossa Marisa, o Mélenchon ia mudar a situação na Europa, pois haveria "um presidente da República Francesa que faça frente a Merkel e que aposte na reconstrução do projeto europeu fundamentado nos velhos valores do antifascismo: liberdade, igualdade e fraternidade." Merkel, a fascista. :ph34r::rolleyes: 

Tirando este aparte, sem dúvida que estas eleições irão definir o futuro da Europa. Quem ganhar definirá quais serão os passos futuros que a Europa caminhará. Espero que resvalem para uma ideia de liberdade e de respeito de direitos humanos, algo que França se comprometeu. :) 

Editado por Ana Maria Peres

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