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5118 posts neste tópico

De jornais desde que não feche o DN ou o Público estou safo. Agora que é mau quando um meio de comunicação fecha lá isso é. Infelizmente as únicas revistas que se aguentam são as do social, as chamadas Cor-de-rosa, as únicas que podiam fechar à vontade e que continuam a vender e bem...

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De jornais desde que não feche o DN ou o Público estou safo. Agora que é mau quando um meio de comunicação fecha lá isso é. Infelizmente as únicas revistas que se aguentam são as do social, as chamadas Cor-de-rosa, as únicas que podiam fechar à vontade e que continuam a vender e bem...

David, olha que não estarás safo por muito tempo. Por aquilo que tenho falado em aulas, o "Público" está cada vez mais na falência. Só não fechou ainda porque certas empresas do grupo Sonai, como o Continente ou o Modelo têm ajudado a mantê-lo. Já não há investidores publicitários para o dito cujo e o Tio Belmiro não vai aguentar a situação por muito mais tempo! Com a era digital, já muito pouca gente quer jornais e revistas. É uma triste realidade, porque eu sou VICIADO em imprensa, mas é a realidade. O futuro passa pelo investimento em publicidade na Internet, que, por enquanto, ainda é demasiado barata

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Eu sei disso, tanto o DN como o Público não têm muitas vendas e se a publicidade não é paga o bem que deve ser acaba com o jornal mais dia menos dia. A diferença entre estes dois, é que o DN tem 147 anos (e era muito mau que a Cofina deixasse morrer o jornal) e o Público tem 22 anos, e apesar de ser um jornal de referência, ambos perdem para o CM que sinceramente é um circo!

Viciado em imprensa não posso dizer que sou, compro o Público às 6as por causa do Inimigo e do Ipsilon e DN compro quando há interesse(por exemplo a edição dos 147 anos do jornal). Eu até certo ponto concordo com os jornais online pagos. Se formos ver bem não faz sentido pela mesma coisa, uns pagarem e outros não, falo por mim desde que tenho Internet em casa deixei de comprar jornais todos os dias, como eu há muita gente...

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Eu sei disso, tanto o DN como o Público não têm muitas vendas e se a publicidade não é paga o bem que deve ser acaba com o jornal mais dia menos dia. A diferença entre estes dois, é que o DN tem 147 anos (e era muito mau que a Cofina deixasse morrer o jornal) e o Público tem 22 anos, e apesar de ser um jornal de referência, ambos perdem para o CM que sinceramente é um circo!

Viciado em imprensa não posso dizer que sou, compro o Público às 6as por causa do Inimigo e do Ipsilon e DN compro quando há interesse(por exemplo a edição dos 147 anos do jornal). Eu até certo ponto concordo com os jornais online pagos. Se formos ver bem não faz sentido pela mesma coisa, uns pagarem e outros não, falo por mim desde que tenho Internet em casa deixei de comprar jornais todos os dias, como eu há muita gente...

Sim, há muita gente como tu, David. Mas a mim ninguém me retira o prazer de ir para a faculdade a ler o jornal. Quer dizer agora já não leio tanto o jornal, porque o meu 24 Horas faleceu, mas no ano passado era a primeira coisa que fazia xD Quanto a isso de os jornais online pagos seria ainda mais o fim. as pessoas acham que por ser da net teem que ser grátis, caso contrário não querem. O DN também não está muito bem, é um facto, mas acredita que o Público está mesmo prestes a fechar

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Eu gosto do Público e do i, mas só costumo comprar em férias, porque não tenho tempo durante o resto do ano.

Acho que a solução agora passa mesmo por apostar na Internet e em modos de conseguir dinheiro para manter as empresas a funcionar, visto que as redes sociais, websites e outras plataformas fazem-no gratuita e mais rapidamente (e por vezes de forma subjectiva e mais interessante), afectando cada vez mais e principalmente os jovens.

Um jornal é diferente, nomeadamente a nível de organização, mas acho que isso deixará de ter influência.

O caso das revistas é diferente, porque não se tratam de notícias diárias e sim de artigos, dicas e truques, crónicas, entrevistas e acima de tudo reportagens, que não se espalham facilmente, muito menos na Internet (por agora).

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Eu gosto do Público e do i, mas só costumo comprar em férias, porque não tenho tempo durante o resto do ano.

Acho que a solução agora passa mesmo por apostar na Internet e em modos de conseguir dinheiro para manter as empresas a funcionar, visto que as redes sociais, websites e outras plataformas fazem-no gratuita e mais rapidamente (e por vezes de forma subjectiva e mais interessante), afectando cada vez mais e principalmente os jovens.

Um jornal é diferente, nomeadamente a nível de organização, mas acho que isso deixará de ter influência.

O caso das revistas é diferente, porque não se tratam de notícias diárias e sim de artigos, dicas e truques, crónicas, entrevistas e acima de tudo reportagens, que não se espalham facilmente, muito menos na Internet (por agora).

Se fores a ver bem, hoje em dia os jornais passaram a ser 90% de informação e apenas 10% de opinião, para cerca de 70% 30%. O "diário de notícias" é talvez um dos maiores exemplos disso. Na Internet o dinheiro ganha-se com a publicidade (como em todos as plataformas), no entanto, hoje em dia a publicidade na Internet ainda é muito mal paga, porque não chega a muita gente

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Tiago, daqui a uns anos vais para a faculdade a ler o jornal num kindle ou num iPad. :P (se calhar já não vais para a faculdade, mas vais para outros sítios :laugh_mini: )

Contudo, eu penso que os jornais não vão "desaparecer", especialmente os diários. As revistas e jornais semanais é que provavelmente vai fazer menos edições em papel no futuro, apostando nas assinaturas digitais, penso que a Caras, Expresso, ... já o fazem.

Sem falar que é muito papel (e árvores) que se poupa. :chupeta

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Tiago, daqui a uns anos vais para a faculdade a ler o jornal num kindle ou num iPad. :P (se calhar já não vais para a faculdade, mas vais para outros sítios :laugh_mini: )

Contudo, eu penso que os jornais não vão "desaparecer", especialmente os diários. As revistas e jornais semanais é que provavelmente vai fazer menos edições em papel no futuro, apostando nas assinaturas digitais, penso que a Caras, Expresso, ... já o fazem.

Sem falar que é muito papel (e árvores) que se poupa. :chupeta

ahahahahahah, só se for quando estiver a fazer o segundo ou terceiro curso que gostava :D

Sim, também concordo contigo, e os meus tecnológicos são, de facto, o futuro, mas haverá os eternos "conservadores" que só quererão o papel :D

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Se fores a ver bem, hoje em dia os jornais passaram a ser 90% de informação e apenas 10% de opinião, para cerca de 70% 30%. O "diário de notícias" é talvez um dos maiores exemplos disso. Na Internet o dinheiro ganha-se com a publicidade (como em todos as plataformas), no entanto, hoje em dia a publicidade na Internet ainda é muito mal paga, porque não chega a muita gente

Se reparares, hoje em dia são esses artigos de opinião, crónicas e suplementos (revistas, livros, DVDs, jogos, ...) que levam a pessoa a escolher determinado jornal, porque as notícias são todas iguais; algumas mais sensacionalistas, outras menos, algumas com fontes mais seguras e outras menos, mas são todas iguais.

A publicidade na Internet é muito barata, sim. Não é mais cara porque eles se baseiam no número de cliques que obtêm na página de destino. Isso no caso dos sites faz sentido, porque as pessoas só ficam a conhecer se, de facto, visitarem. Contudo, se forem produtos há visitantes que vêem a publicidade mas que, como não clicam no link/imagem/vídeo, não são contabilizados.

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Hoje em dia são esses artigos de opinião, crónicas e suplementos que levam a pessoa a escolher determinado jornal, porque as notícias são todas iguais.

A publicidade na Internet é muito barata, sim. Não é mais cara porque eles se baseiam no número de cliques que obtêm na página de destino. Isso no caso dos sites faz sentido, porque as pessoas só ficam a conhecer se, de facto, visitarem. Contudo, se forem produtos há visitantes que vêem a publicidade mas que, como não clicam no link/imagem/vídeo, não são contabilizados.

Penso que há vários "tipos" de publicidade na Internet. Há, de facto essa que é por número de cliques, a mais comum, mas creio que também há outras, em que se paga um determinado valor apenas para ter lá o banner, sem haver link. E o facto de ser barata tem que ver com o facto de ainda não chegar a um grande número de pessoas. Mas, por aquilo que me parece e tenho aprendido, quando a publicidade na Internet for, de facto, uma das mais utilizadas, haverá maior atractividade para os anunciantes, uma vez que estes obterão um maior número de "GRPs", algo que só acontece na Televisão e algumas vezes em Outdoor, basicamente

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Nesses banners tem-se em conta o número de visitas do site.

Se repararmos, quase toda a gente passa no mínimo 1 hora na Internet, nem que seja em trabalho. Por isso acho estranho os valores de visitas dos "gigantes" serem tão baixos. Como dizes, chegam a poucas pessoas. Por vezes até apetece perguntar por onde andam as pessoas quando estão na Internet.

A Internet ainda se vai expandir muito, eles têm é que saber jogar e ser criativos, aquilo que muitos consideram ser a melhor capacidade num trabalhador num futuro próximo. Por exemplo, há quem odeie ver publicidade. É verdade que há programas para a excluir, mas muitas das vezes "deformam" a página porque ocultam um CSS-padrão, que pode ser muito diferente de site para site, principalmente nos que não usam programas pré-definidos, de programadores (ou não) que criaram "do zero" o seu site pessoal. Assim, uma das soluções seria, por um lado, ganhar dinheiro das empresas com a publicidade e, por outro, ganhar dinheiro dos consumidores para retirar a publicidade, do tipo "contas premium".

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Nesses banners tem-se em conta o número de visitas do site.

Se repararmos, quase toda a gente passa no mínimo 1 hora na Internet, nem que seja em trabalho. Por isso acho estranho os valores de visitas dos "gigantes" serem tão baixos. Como dizes, chegam a poucas pessoas. Por vezes até apetece perguntar por onde andam as pessoas quando estão na Internet.

A Internet ainda se vai expandir muito, eles têm é que saber jogar e ser criativos, aquilo que muitos consideram ser a melhor capacidade num trabalhador num futuro próximo. Por exemplo, há quem odeie ver publicidade. É verdade que há programas para a excluir, mas muitas das vezes "deformam" a página porque ocultam um CSS-padrão, que pode ser muito diferente de site para site, principalmente nos que não usam programas pré-definidos, de programadores (ou não) que criaram "do zero" o seu site pessoal. Assim, uma das soluções seria, por um lado, ganhar dinheiro das empresas com a publicidade e, por outro, ganhar dinheiro dos consumidores para retirar a publicidade, do tipo "contas premium".

Percebo o que dizes, Prow! Mas não te esqueças que, embora as pessoas passem muito tempo à frente do computador, não implica necessariamente que seja na Internet. E o número de pessoas que interessam à publicidade e que utilizam diversos sites ainda é, todavia, muito reduzido. Pelo menos no nosso país. Em 2020/2030, aí sim, a publicidade na Internet chegará a mais de 70% das pessoas, porque é lá que elas vão estar. Mas, por enquanto, ainda não estão, é um facto!

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Concordo contigo. Faltam também sites de referência em Portugal, não portais porque, apesar de serem os que têm mais visitas, por vezes é difícil de publicitar neles (como no Google), mas que cubram uma área específica.

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Concordo contigo. Faltam também sites de referência em Portugal, não portais porque, apesar de serem os que têm mais visitas, por vezes é difícil de publicitar neles (como no Google), mas que cubram uma área específica.

Exactamente, prow! Mas, num futuro próximo, é quase certo que essa "falha" será colmatada

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É óbvio... Apesar de circular que a Internet está a saturar e as redes poderão acabar ou uma teoria dessas :laugh_mini:

ahahahaah, teriam que criar algo melhor que a Internet para a substituir ahah

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Que acham da situação actual no Egipto?

Será que o Medio Oriente está em mudança?

Uma crise inimaginaria atacou o Medio Oriente, algo inconcebivel há uns anos atrás. De repente, um povo ávido de Liberdade, inundou as ruas. E tudo começou na Turquia, um pequeno rastilho que foi facilmente apagado para acender com toda a força no Egipto. Num claro grito de revolta os Egipcios reclamam por mudança, o mais extraordinário é que todo um povo desde o mais pobre ao mais rico se manifesta, ao principio pacificamente e desde ontem de uma forma mais violenta contra a impassividade do exercito.

E não se pense que ficou por aqui: Também no Iémen os conflitos não se fizeram esperar e acabaram com a saida imediata do tirano lá do burgo.

E se repente tudo isto se estender ao Irão???

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Que acham da situação actual no Egipto?

Será que o Medio Oriente está em mudança?

Uma crise inimaginaria atacou o Medio Oriente, algo inconcebivel há uns anos atrás. De repente, um povo ávido de Liberdade, inundou as ruas. E tudo começou na Turquia, um pequeno rastilho que foi facilmente apagado para acender com toda a força no Egipto. Num claro grito de revolta os Egipcios reclamam por mudança, o mais extraordinário é que todo um povo desde o mais pobre ao mais rico se manifesta, ao principio pacificamente e desde ontem de uma forma mais violenta contra a impassividade do exercito.

E não se pense que ficou por aqui: Também no Iémen os conflitos não se fizeram esperar e acabaram com a saida imediata do tirano lá do burgo.

E se repente tudo isto se estender ao Irão???

Aquilo está mau para os lados do Médio Oriente!!!!

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E o rastilho atingiu agora a Jordania coma demissão do governo.

Seria muito bom que as coisas mudassem no Medio Oriente, que o respeito e a dignidade humana prevalecesse, mas não creio que seja para já a RELIGÃO não vai ceder assim tão facilmente.

Seria deveras interessante o movimento de contestação chegar ao Irão, embora aquela "gente" seja mais radical, e tudo poderia acabar num mar de sangue.

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Nota-se especialmente no Egipto, mas começou na Tunísia, mas que pela força que todos têm uns nos outros acabou por alastrar à Jordânia, Argélia, Iémen, etc... Eu só espero que todos estes protestos não acabem como a revolução no Irão em 1979, em que de uma ditadura passaram a uma república fundamentalista islâmica. O que basta ver hoje em dia que foi o pior que podia ter acontecido.

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Eu já tinha visto, e só digo laugh_mini.giflol_mini.gif.

Como sportinguista ainda bem que não ganhou o Dias Ferreira, senão tínhamos o futebol do Sporting entregue aos chineses.

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O Dias Ferreira até levou as mãos à cabeça! Um grande LOL para esta cena!

E já agora, o que têm a dizer do apagão na Luz e da rega automática? Inédito!

Sinceramente, que cambada de aziados :rolleyes:

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E o Jesus: "Não sou electricista"...

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Aquilo está mau para os lados do Médio Oriente!!!!

Enquanto houver muçulmanos no mundo não haverá paz. Eu apoio a queimada do corão, aquele poema pra cachorro, e a extinção dessa praga ruim. Bomba atômica neles.

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A actriz Sónia Brazão foi transportada para o Hospital de São José, com queimaduras de primeiro grau no corpo inteiro e de segundo grau num membro superior, confirmou fonte do INEM à TVI24.

A artista é, segundo aquela estação de televisão, a vítima com ferimentos mais graves, na sequência da explosão que ocorreu esta tarde, num prédio, em Algés.

Além de Sónia Brazão, uma outra mulher ficou com ferimentos ligeiros. Segundo a Protecção Civil Municipal de Oeiras, as autoridades estão ainda a tentar resgatar uma pessoa presa no terceiro andar.

Segundo a PSP, citada pelo TVI4, o apartamento ficou totalmente destruído, bem como várias viaturas que se encontravam estacionadas na mesma rua do prédio afectado. Os primeiros indícios apontam para uma explosão de gás.

Fonte:Ionline

P.S.- As melhoras actriz Sónia Brazão.

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