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  1. Também não sei se concordo muito com essa apresentação na "bolacha". Acho que é uma canção demasiado intimista para estar quase no meio do público. O único vislumbre do público que imagino que fique bem é numa eventual rotação da câmara por trás do Salvador. Não queremos que a performance fique marcada por inúmeras bandeiras (ou outros objectos - como o espanador no caso dessa performance da Holanda, em 2013 ) à volta do cantor.
  2. Não me apercebi disso, mas não acho estranho que tenha dito. Já a mãe dela diz sempre "fostes", "fizestes", "quisestes" quando usa a segunda pessoa do singular. Usam a língua de forma popular e não propriamente de forma gramaticalmente correcta.
  3. Espera lá... "Ter-se-ia evitado tanto drama se Moscovo não quisesse fazer estes joguinhos políticos e andar com estas intrigas desnecessárias." - Mas que país é que usou o ESC como uma plataforma para apresentar uma música com conteúdo político e criou uma lista de cantores que lá não podem entrar devido às suas crenças políticas? Foi a Rússia? Não, foi a Ucrânia.... "A Arménia fez isso em 2012: foi prudente e teve responsabilidade de não ir ao seu país inimigo." - Uma coisa é um país decidir de forma voluntária não participar no ESC porque tem problemas com o país que organiza o evento. Outra muito diferente é um país não poder participar porque o país anfitrião inviabiliza qualquer tentativa que o primeiro leve a cabo. Isto é completamente contra o espírito do ESC. Custa-me que as pessoas vejam a Rússia como o bad guy desta história por causa das suas acções no cenário político internacional. No que diz respeito ao ESC (que é o que interessa), a Rússia cumpre as regras! É uma pena que um país que leva o ESC a sério se veja afastado da competição por causa da incompetência da EBU, que deixa a situação chegar a este ponto!
  4. Tenho de discordar do ranking. Era expectável que Lisboa aparecesse em primeiro lugar tendo em conta os factores analisados (ainda por cima quando há factores como "economia turística" ou "pesquisas online do município"), mas não acho que haja qualidade de vida em Lisboa. Pelo menos na zona mais central da Baixa. Está sempre tudo cheio de turistas o ano todo, as casas têm preços aos quais uma pessoa não se pode chegar (para além de serem casas minúsculas) e os transportes estão horríveis (falham carreiras ou metro e depois andamos enlatados mesmo a horas em que já não era suposto). Acho que as cidades de média dimensão ou as capitais de distrito de regiões do interior têm muita mais qualidade de vida. Não há tantas pessoas, há na mesma acesso aos serviços essenciais e há mais calma. Não fossem as oportunidades de trabalho em Lisboa, esta cidade só tinha de bom a luz.
  5. Sim, eu sei disso (também das aulas de História do secundário). Mas não estava a falar do direito de voto. Estava a falar do acesso ao mercado de trabalho.
  6. Por acaso isto faz-me lembrar algo que a minha professora de História do secundário dizia: embora muitas vezes sejam os EUA a criar movimentos para defender certas ideias para mudar os valores da sociedade, não são eles os primeiros a implementá-las. E a minha professora falava exactamente dessa questão da emancipação das mulheres. Por exemplo, embora nos EUA sejam criados movimentos feministas, é na Europa que as mulheres conseguem mais rápido aceder ao mercado de trabalho (também terá tido a ver com as Guerras Mundiais e com a necessidade de mão-de-obra) e que os governos criam leis para, por exemplo, proteger as situações de maternidade. Ela ainda dizia, um pouco a brincar (mas a dizer a verdade) que na Europa nunca ninguém criaria uma série intitulada "Donas de casa desesperadas".
  7. Aquele momento em que o Cristiano Ronaldo também faz anúncios a uma companhia de telecomunicações... de Israel! "We good, we chair, we water"!
  8. Eu sempre fui contra a participação da música da Ucrânia tal como ela. Tal como sempre fui contra a Ucrânia organizar o ESC a partir do momento em que revelaram que tinham uma lista de cantores russos que não podiam lá entrar devido às suas convicções políticas. A EBU nunca deveria ter permitido, em primeiro lugar, que um país que não permite a participação e segurança de todos os países participantes organizasse o evento. Além disto, acho ridículo a EBU ter chegado ao cúmulo de ter proposto que a cantora russa actuasse por satélite. Não só não conseguem pressionar as autoridades ucranianas no sentido de assegurar a participação de todos os países como ainda por cima sugerem quebrar a regra básica que diz que os cantores têm de cantar ao vivo NO PALCO! É uma vergonha e defendo que o Jon Ola Sand, se não tiver a coragem de se demitir, deve ser demitido. Este ESC ainda nem aconteceu e já é o pior de sempre! Demoraram meses só para decidir a cidade (até terem chegado à conclusão de que teriam de acolher o evento em Kiev outra vez porque mais nenhuma cidade tinha infraestruturas suficientes), têm a organização super atrasada (já estamos a menos de dois meses do evento!) e ainda andam com estas novelas! Esta atitude da Ucrânia é deplorável. A Rússia não é flor que se cheire, mas tenho a dizer que aqui acho mesmo que são a vítima. Explico porquê: a Rússia é um membro activo da EBU e a música que escolheram reúne as condições propostas pela EBU para ser válida (é original, tem até 3 minutos e não tem conteúdo político). Além disto, os russos nem sequer escolheram alguém que estivesse na tal lista de cantores proibidos de lá entrar! A Julia Samoylova NÃO estava na lista. Só mais tarde é que as autoridades ucranianas foram vasculhar o histórico de viagens da cantora para ver que ela esteve na Crimeia não sei quando e que por isso não pode lá entrar durante não sei quanto mais tempo! E já agora, quanto ao uso da cantora devido às suas condições físicas: até percebo que as pessoas achem que ela está a ser usada devido à cadeira de rodas, mas apenas devido ao facto deste ano o país organizador ser um país hostil à Rússia. No fundo, enquanto pessoa não acho que ela esteja a ser assim tão usada. Explico porquê: a Julia participou no Factor X lá da Rússia há uns anos e a canção que ela cantou no primeiro casting foi a versão russa da "Molitva" (a canção vencedora do ESC 2007). Ou seja, ela é alguém que gosta suficientemente do ESC para cantar uma música do ESC num casting de um programa de talentos, por isso não me parece que ela se sinta muito usada. Aliás, até acho que provavelmente ela iria viver um dos melhores momentos da vida dela! Gostaria ainda de deixar uma provocação no ar em relação à atitude da EBU quando dizem "We have to respect the local laws of the host country". Como é que organizações como a FIFA reagiriam se, por exemplo, a Ucrânia não deixasse entrar atletas russos? Ou uma organização dos Jogos Olímpicos? Iam respeitar as leis locais? Isto é de loucos! Se um país está a organizar uma competição com vários países tem de garantir que os representantes dos vários países possam lá entrar!
  9. Sim, eu li o artigo e percebi (a questão da venda de revistas de nu e de aparecer nu nas redes sociais), mas não sei se a palavra "retrocesso" é a mais aplicável para descrever uma sociedade em que o nu (ainda) não tenha tanto destaque. Simplesmente é outra cultura. Quando se diz "retrocesso" parece necessariamente que Portugal é uma sociedade ultra conservadora e que tem de passar pelo processo de aprovação do nu para se tornar numa sociedade mais livre. E não acho que Portugal deva alguma coisa ao Brasil no aspecto do nudismo. Aqui uma mulher pode fazer topless numa praia da Costa da Caparica (numa praia que não é de nudistas) e no Brasil uma mulher pode ir pelo menos parar à esquadra por causa disso. Não é o facto de se escolher não fazer nudismo ou posar nua (num país em que isso não é ilegal) que faz que se esteja numa sociedade menos livre.
  10. Acho incrível a fama de mauzão que o Manuel Moura dos Santos continua a ter, mesmo para adolescentes de 14 anos que ainda nem existiam (ou tinham consciência das coisas) quando ele era desagradável para os cromos dos Ídolos em 2003! Acho que o programa está a ter menos brilho do que na edição anterior. Também ainda não houve ontem nenhuma actuação que me deslumbrasse completamente, mas acho que os apresentadores também não estão tão brilhantes. A Vanessa Oliveira e o José Pedro Vasconcelos tinham mais piada.
  11. Em que aspecto é que não se ser adepto do nudismo é um retrocesso?
  12. O Robin era o meu preferido e fiquei satisfeita com a vitória. Não me admirava nada que a Suécia conseguisse a sua 7ª vitória com esta canção e igualasse o feito da Irlanda. Esta canção apela ao televoto e, sendo que representa a Suécia, os júris também não terão nenhum pudor a dar-lhe uma boa pontuação (não, ainda não assimilei a vitória da Suécia em 2015 devido aos júris).
  13. A performance do Robin Bengtsson está no ponto! É só trocar o "f*cking beautiful" por "freaking beautiful" ou algo do género e pode ser automaticamente transportada para o ESC. E de todas as canções a concurso parece-me ser aquela capaz de alcançar um maior sucesso a nível mundial (um bocado como a "Lush Life" da Zara Larsson).
  14. (Finalmente tive tempo para ler os episódios todos. Isto tem tantas personagens que uma pessoa tem de ler com muita atenção para não baralhar tudo!) Em minha defesa: Todas as pessoas têm algo a esconder. Rodeada das pessoas certas e com as informações certas conseguirei tudo o que quero. Quanto aos meus interesses amorosos: quando eu vivia naquela masmorra li um livro acerca de síndromes (tenho de admitir que aquela velha tinha livros com temáticas interessantes, ainda que já pudessem estar um pouco desactualizados) e vinha aí descrito o síndrome de "Florence Nightingale". É um síndrome em que alguém que cuida de outrém (como um profissional de saúde que cuida dos pacientes) desenvolve sentimentos românticos e/ou sexuais por essas pessoas. Tenho de admitir que há algo que me cativa no doutor srbica e que gostei mesmo de o beijar, mas não posso deitar tudo a perder até ter a certeza de que o que ele sente por mim é verdadeiro e não um sentimento que tenha derivado do facto de me ter encontrado numa situação vulnerável. Caso tal seja verdade, ponderarei conseguir ter alguma coisa com ele (uma vez que como é médico também não lhe deve faltar dinheiro nem condições para me dar a vida com que sempre sonhei enquanto estava na masmorra ). Até lá, dá-me mais prazer tentar encontrar as minhas irmãs e infernizar a vida do meu caro SIM e da sua mãe (que também não são nenhuns anjos) em troca de uma casa.
  15. Bem, o vídeo da actuação do Salvador já vai quase com 15 mil visualizações no Youtube, sendo que o do Fernando está em 2º lugar e ainda nem chegou às 13,500 mil. Estou surpreendida com a adesão dos fãs estrangeiros à música do Salvador. E é que nem é só à música. É também à postura de "cute dork". Nunca esperei que nos fóruns internacionais ficassem tão rendidos a uma música tão "falada" numa língua que não entendem. Estou mesmo surpreendida!