Jenny

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  1. Sim, eu li o artigo e percebi (a questão da venda de revistas de nu e de aparecer nu nas redes sociais), mas não sei se a palavra "retrocesso" é a mais aplicável para descrever uma sociedade em que o nu (ainda) não tenha tanto destaque. Simplesmente é outra cultura. Quando se diz "retrocesso" parece necessariamente que Portugal é uma sociedade ultra conservadora e que tem de passar pelo processo de aprovação do nu para se tornar numa sociedade mais livre. E não acho que Portugal deva alguma coisa ao Brasil no aspecto do nudismo. Aqui uma mulher pode fazer topless numa praia da Costa da Caparica (numa praia que não é de nudistas) e no Brasil uma mulher pode ir pelo menos parar à esquadra por causa disso. Não é o facto de se escolher não fazer nudismo ou posar nua (num país em que isso não é ilegal) que faz que se esteja numa sociedade menos livre.
  2. Acho incrível a fama de mauzão que o Manuel Moura dos Santos continua a ter, mesmo para adolescentes de 14 anos que ainda nem existiam (ou tinham consciência das coisas) quando ele era desagradável para os cromos dos Ídolos em 2003! Acho que o programa está a ter menos brilho do que na edição anterior. Também ainda não houve ontem nenhuma actuação que me deslumbrasse completamente, mas acho que os apresentadores também não estão tão brilhantes. A Vanessa Oliveira e o José Pedro Vasconcelos tinham mais piada.
  3. Em que aspecto é que não se ser adepto do nudismo é um retrocesso?
  4. O Robin era o meu preferido e fiquei satisfeita com a vitória. Não me admirava nada que a Suécia conseguisse a sua 7ª vitória com esta canção e igualasse o feito da Irlanda. Esta canção apela ao televoto e, sendo que representa a Suécia, os júris também não terão nenhum pudor a dar-lhe uma boa pontuação (não, ainda não assimilei a vitória da Suécia em 2015 devido aos júris).
  5. A performance do Robin Bengtsson está no ponto! É só trocar o "f*cking beautiful" por "freaking beautiful" ou algo do género e pode ser automaticamente transportada para o ESC. E de todas as canções a concurso parece-me ser aquela capaz de alcançar um maior sucesso a nível mundial (um bocado como a "Lush Life" da Zara Larsson).
  6. (Finalmente tive tempo para ler os episódios todos. Isto tem tantas personagens que uma pessoa tem de ler com muita atenção para não baralhar tudo!) Em minha defesa: Todas as pessoas têm algo a esconder. Rodeada das pessoas certas e com as informações certas conseguirei tudo o que quero. Quanto aos meus interesses amorosos: quando eu vivia naquela masmorra li um livro acerca de síndromes (tenho de admitir que aquela velha tinha livros com temáticas interessantes, ainda que já pudessem estar um pouco desactualizados) e vinha aí descrito o síndrome de "Florence Nightingale". É um síndrome em que alguém que cuida de outrém (como um profissional de saúde que cuida dos pacientes) desenvolve sentimentos românticos e/ou sexuais por essas pessoas. Tenho de admitir que há algo que me cativa no doutor srbica e que gostei mesmo de o beijar, mas não posso deitar tudo a perder até ter a certeza de que o que ele sente por mim é verdadeiro e não um sentimento que tenha derivado do facto de me ter encontrado numa situação vulnerável. Caso tal seja verdade, ponderarei conseguir ter alguma coisa com ele (uma vez que como é médico também não lhe deve faltar dinheiro nem condições para me dar a vida com que sempre sonhei enquanto estava na masmorra ). Até lá, dá-me mais prazer tentar encontrar as minhas irmãs e infernizar a vida do meu caro SIM e da sua mãe (que também não são nenhuns anjos) em troca de uma casa.
  7. Bem, o vídeo da actuação do Salvador já vai quase com 15 mil visualizações no Youtube, sendo que o do Fernando está em 2º lugar e ainda nem chegou às 13,500 mil. Estou surpreendida com a adesão dos fãs estrangeiros à música do Salvador. E é que nem é só à música. É também à postura de "cute dork". Nunca esperei que nos fóruns internacionais ficassem tão rendidos a uma música tão "falada" numa língua que não entendem. Estou mesmo surpreendida!
  8. Mas é curioso como o público não achou que a Ucrânia tivesse tido mais impacto. Aliás, até o próprio televoto ucraniano deu 12 pontos à Rússia, apesar da canção estar supostamente uns 10 anos atrasada e da Ucrânia ter divergências políticas com o país em questão. E há uma coisa que eu continuo a achar estranha: como é que a Suécia ganhou em 2015 por causa do júri (sendo que a fórmula era exactamente a da canção pop apoiada por uma performance visual), mas a Rússia foi arrastada para baixo exactamente pelo júri, quando em 2016 foi a canção que teve a fórmula mais semelhante (sendo que neste caso, mesmo que a tal canção pudesse estar 10 anos atrasada, foi a canção que venceu o televoto). E há outras incoerências. Podemos ir a 2015. Como é que um júri dá um 8º lugar à "Golden Boy" e um 18º à "One Last Breath"? Como é que um júri dá um 8º lugar a uma canção pimba e um 18º a uma balada cantada por uma voz poderosa? É que em 2014 Portugal, que até ficou em 7º lugar no televoto com a sua canção pimba "Quero ser tua" (nem sequer foi no 9º ou 10º lugar!), viu-se arredado da final em detrimento de São Marino, que tem uma fórmula muito mais parecida à "One Last Breath". É este tipo de incoerências que me fazem pensar que o júri está lá basicamente para mexer com qualquer que seja o resultado do televoto e não propriamente para votar nas canções pela qualidade musical das mesmas. Ah, e para não dizer que os júris são, indubitavelmente, muito mais permeáveis a questões políticas do que o público. Aliás, toda a EBU é. Sabemos que aquela parvoíce da Ucrânia de ter a lista de cantores russos proibidos de entrar no país se mantém e a EBU compactua com isso.
  9. Mas vocês acham que uma ida à manicure e ao cabeleireiro conseguem apagar todos os maus tratos que sofri? Vê-se mesmo que não passaram pelo que eu passei! Ah, e mesmo depois de se terem encontrado uma à outra, nunca puseram em cima da mesa a possibilidade de haver outra pessoa da vossa família algures. Nunca procuraram por mim. Mal tratada pela pessoa que me criou e desprezada pela única família de sangue que tenho! Sou uma pessoa amargurada e assumo. Somos três, mas até agora a vida só tinha sido madrasta para uma de nós (eu). Agora isso vai mudar, queridas irmãs. Sim, eu e o @SIM vamos planear uma vingança que vos vai deixar de rastos. Geralmente a vingança serve-se fria. Esta vai ser congelada!
  10. Que honra! Logo na minha primeira intervenção em sátiras sou a vilã! Nem pensem em julgar-me! Se vocês tivessem vivido nas condições em que eu vivi de certeza que sentiriam raiva! Como se sentiriam se soubessem que as vossas irmãs tiveram condições para estudar e tornar-se professoras de geografia e tudo o que vocês conseguiam era ser relativamente bons a geografia porque tinham interesse e liam vezes sem conta os livros de geografia antigos que a bruxa com quem viviam tinha? Livros estes que eram tão antigos que ainda contemplavam países como “URSS” ou “Jugoslávia”? Pois bem, agora que sei que tenho duas irmãs que se deram bem na vida, podem ter a certeza que vou beneficiar com isso! Não veio nenhum príncipe encantado tirar-me da masmorra em que vivia (aquilo bem que podia ser considerado uma masmorra, pois era um T1 todo entupido de quinquilharias situado cave de um prédio), mas agora a minha vida vai mudar graças às minhas duas irmãs. A bem ou a mal.
  11. Já estou a imaginar a Televisa a processar-vos por causa de plágio da telenovela "Tres veces Ana"...
  12. E o novo anúncio ao Mokambo? A canção antiga era super animada (o que faz sentido para um produto que se toma ao pequeno-almoço para dar energia para o dia que começa), e esta nova parece uma canção de embalar!
  13. Tudo o que podia ter corrido mal na actuação da Emma aconteceu. Até a tocha se apagou! Foi mesmo um desastre e tive mesmo pena de ver aquela música a ter uma actuação que se vê que foi super pensada a correr tão mal! Os Norma John, por outro lado, estavam noutra liga! Definitivamente mereceram ganhar. O uso do palco, a voz, o ambiente da canção e a indumentária estão no ponto! Para já, a Finlândia está sem dúvida no primeiro lugar do meu ranking!
  14. Eu acho que o preconceito contra músicas que não são cantadas em inglês vem mais da parte do júri do que do público. Montenegro 2013, Polónia 2014 (okay, esta não era inteiramente em polaco) e Itália 2015 (que pelo televoto teria vencido em vez da "Heroes", que era em inglês e até tinha aquela performance super hiper mega espectacular) são casos de músicas que se deram muito bem com televoto e que foram puxadas para baixo por causa do júri. Em última instância, tudo depende da canção e não da língua.
  15. Hoje mais dois países elegeram a sua canção para o ESC 2017: Geórgia e Bielorrússia. A Geórgia optou por uma balada poderosa intitulada "Keep the Faith" e interpretada por Tako Gachechiladze. Aqui fica o vídeo da performance: Se me perguntarem, comparando com a Albânia (que também está na liga "Cantoras femininas com vozes poderosas que cantam baladas"), acho que a da Geórgia está níveis acima! Mas é óbvio que na actuação do ESC aqueles efeitos de fundo têm de ser mudados. Não queremos cá notícias sobre guerra ou sobre invasões. A Bielorrússia, por outro lado, preferiu uma abordagem menos dramática e com uma energia mais positiva. E fez algo que nunca tinha feito até hoje. Pela primeira vez, elegeu uma canção em BIELORRUSSO para os representar no ESC! Sim, finalmente vamos poder ouvir a língua bielorrussa no palco do certame! Foram os Navi Band que conquistaram o bilhete para ir a Kiev cantar a sua canção "Historyja majho žyccia". Aqui fica a canção: Pessoalmente, gosto muito desta escolha. Acho que é a minha preferida desde a "Work Your Magic" (que se diga, já tem 10 anos)! Dou por mim a sorrir depois de a ouvir, mesmo que tenha a noção de que no fim é bastante repetitiva. Tem uma energia super positiva! Só espero que, sendo a Bielorrússia como é, não a mudem!