Ana Maria Peres

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About Ana Maria Peres

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    Vou ser o próximo Director da TV
  • Aniversário 03-07-1989

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    Mulher
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    #5triviliadades #acaminhode #trilhasonora #bigbrotheratv #esc #geografia #panopliasdatv #Eurovision2ndChance #OAprendiz

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  1. Tou' dentro. (Qualquer suspeita de identificação do meu cantor/a/es/as ser esta de cima é pura coincidência. Viverei eu o espírito da noite? Maybe!). Quanto à minha escolha, foi baseada em gosto pessoal. Depois entenderão melhor.
  2. (Os seus pedidos são ordens, @Duarte com D, que tanto queria uma Panóplia. ) A SIC e a TVI têm programas diferentes de entretenimento ao domingo à noite. Enquanto que o canal 3 vai terminar o seu programa Agarra a Música - apresentado por Cláudia Vieira e João Paulo Rodrigues -, a estação independente ainda demorará a fazê-lo. No que toca ao programa da televisão chefiada por Bruno Santos, quem dá a cara por ele é Ljubomir Stanisic, que vai a variados restaurantes de norte a sul do país para averiguar a sua situação e tentar melhorá-los. Nesta Panóplia, o chefe oriundo da Bósnia-Herzegovina decide inovar e ir ao canal de Carnaxide, ao programa Agarra a Música. Chamado por Júlia Pinheiro, o mesmo veio tentar solucionar alguns problemas, tecendo inúmeras críticas, que Luce Diba Abreu e Cláudio Ramos não apreciam propriamente... Gostaria de ver Ljubomir a visitar outros programas? Ou acham que a sua agressividade é demasiada e tal não beneficia ninguém?
  3. No episódio anterior 22º Episódio A Sorte é o Azar de Outros Ana Jenny estava frente a frente com Gabriel_C, um dos homens mais poderosos do país. A rapariga havia descoberto, através de JoãoCruz e Diogo_M, que a sua sogra andava metida com um bancário. Depois de a ter chantageado, desta feita era Gabriel o alvo da irmã da Ana Maria. A razão? Precisava de um emprego. Seguidamente a ter revelado ao pai de Magazine aquilo que sabia sobre ele, Ana continuou: - Gabriel, um homem tão poderoso, tão rico e tão magnânimo… A andar com uma sopeira? – ri-se Ana Jenny. – Os jornalistas irão adorar esta notícia. - Desculpe, eu não sei do que está a falar. – diz Gabriel. A estratégia do magnata era fingir que não sabia do que aquela rapariga estava a falar, no sentido de a afastar dele. No entanto, Ana Jenny percebeu a estratégia, tendo revelado: - Gabriel, recomendar-lhe-ia um medicamento para estimular a sua memória. Eu sei perfeitamente, aliás tenho fotos de si e da dona de uma espelunca de um café aos beijos num quarto de hotel… O bancário apercebeu-se que a rapariga à sua frente sabia, de facto, aquilo que se estava a passar. No entanto, desvaloriza a situação, perguntando desinteressadamente: - E quem é você? E para quê que me veio interromper? Sabe, eu tenho mais que fazer do que a aturar… - Sou a Ana. Aquilo que quero é muito simples: em troca de eu manter segredo sobre o seu affair com a sopeira, tem de me dar um emprego. - Só? Não há problema, até precisamos de umas empregadas de limpeza. Está contratada. Parabéns. – congratula Gabriel. - Empregada de limpeza? Eu? Está a perceber mal… Eu quero outro emprego. Mais digno e menos trabalhoso. – explica Ana Jenny. - Esquisita. – adjetiva Gabriel. – Diga lá o que deseja. No fundo, o bancário, embora estivesse enervado por Ana Jenny saber aquela informação, estava-lhe a achar graça. Achava-a bonita e atraente e deixou que ela remasse a conversação. - Ora então, gostaria de ser sua secretária. - Secretária? Eu já tenho um, escolha outra profissão. – diz Gabriel. - Gabriel, quem dita as regras do jogo sou eu, não é você, lembra-se? – questiona Ana. Jenny. - Mas eu já tenho um secretário e ele é profissional até… Porquê que eu devo despedir? - Em primeiro lugar, porque, caso contrário, toda a imprensa nacional saberá que um bancário anda com uma pobrezinha; em segundo lugar, eu acho que vai lavar mais facilmente as vistas comigo do que propriamente um homem, não é assim? Ana Jenny também havia percebido, quase intuitivamente, que Gabriel estava a ficar caidinho por ela. Continua a frase anterior, reiterando: - Um homem… Que desinteressante. Há certos empregos, ainda para mais com homens tão… Tão atraentes… que deviam de ser exclusivamente dados a mulheres… Não concorda comigo? - Talvez. Passe no meu escritório amanhã de manhã. - Isso significa que… - Significa qualquer coisa. – completa Gabriel_C. – Até amanhã, Ana. - Até amanhã, Gabriel. Ou melhor: doutor Gabriel. O bancário vai-se embora e, para si, a irmã de Ana Pimpolho diz: - A minha ascensão começa agora. Ahaha. Brevemente, vou sair daquela espelunca e, mais importante do que isso, vou começar a minha vingança contra as minhas maninhas. Ahahah. Não falta muito. Quem houvera ouvido tudo havia sido Ambrósio. Havia tido a confirmação que a mãe andava enrolada com o bancário, havia sabido do esquema de Ana Jenny e estava francamente assustado com tudo aquilo. Sentia também que precisava de travar aquela mulher e sabia perfeitamente aquilo que tinha de fazer – contar a SIM que a sua “namorada” era perigosa e andava em esquemas perigosos… A tarde estava já a meio. O avião de herportrait já havia aterrado. Já se havia deslocado a casa, onde foi entusiasticamente recebida pelos filhos, já havia desfeito as suas e agora ia a sair de casa. Assim, comunica a João, na presença de Forbidden: - João, vou sair. - Dona herportrait, acha boa ideia? - Ótima. – diz herportrait. – Tenho de ajustar umas contas e não pode ficar para mais tarde. - Mãe, tenha cuidado. A comunicação social pode andar atrás de si… - afirma Forbidden. - Não me preocupa. Aquilo que vou fazer é mais importante do que isso. Adeus. Herportrait saí de casa e desloca-se ao banco BCGH. Queria enfrentar Gabriel, que já havia voltado do almoço, olhos nos olhos e era seu intuito dizer-lhe umas verdades na cara. Subindo o elevador, encontra Ricardo na receção, que lhe diz: - Dona Herportrait! Como vai? Já saiu da cadeia? - Sim, sai daquele inferno, felizmente. Sabe do meu marido? - Sim, ele está no gabinete. - Vá lá e diga-lhe que quero falar com ele. – ordena herportrait. Ricardo anuiu e bate à porta do seu patrão, dizendo que cá fora está a esposa do mesmo para falar com ele. Gabriel ordena que Ricardo deixe entrar a mãe de Forbidden. Herportrait entra no escritório do marido, cumprimentando-o, ironizando: - Olá, Gabriel. Aposto que tiveste saudades minhas. - Inúmeras, minha querida. – responde secamente Gabriel. Apesar de ter pedido a Ruben que encontrasse provas que havia sido herportrait a incendiar o edifício, tal alterou-se quando Filipe Luís se entregou. - Ah, só uma coisa: vais pegar fogo a este edifício também? Ou melhor, vais mandar um segurança teu fazê-lo? Nunca tiveste coragem para fazer seja o que for… Precisaste sempre de colocar o ónus da culpa nos outros, não foi, Gabriel? - Olhe lá, já lhe disse para me tratar por você. - Não trato por você um animal como tu. – insulta herportrait. - Ai, enfim. Bom, minha querida, eu não sei para quê que saiu de casa, da sua vida de dondoca, para vir ter comigo e fazer acusações parvas... - Não são acusações, Gabriel! Acusa-te! - Acuso-me? Olhe, ter passado uma noite na cadeia não lhe fez bem. Devia de ter ficado lá mais tempo, a refletir sobre… Sobre esses devaneios… - Isso é o que tu querias! – diz herportrait. - Querias que eu lá ficasse a apodrecer. Tiveste foi azar, porque o teu empregado teve a decência de confessar que tinha sido ele a incendiar o prédio. Agora só falta dizer que foi o patrão dele a mandá-lo executar tamanha crueldade! - Chega! Chega de insinuações sem pés nem cabeça! Diga-me: o que quer de mim e para quê que veio aqui? Difamar-me? - Vim aqui dizer que quero o divórcio! – afirma herportrait. – Tu és um monstro e estou farta de estar casada com alguém como tu. - Quer o divórcio? E vai viver de quê? Do ar? Ahahaha! Adoro a sua rebeldia! É uma crise de meia idade, não é? - Não! – grita herportrait. – Eu vou viver da minha participação neste banco! Se bem te lembras, eu ainda tenho bastantes ações… Valorosas. - Ah, e vai viver delas. Daquela pobreza… Percebido. Boa sorte! Agora, vá embora. Falamos melhor sobre os pormenores logo à noite. Adeusinho! - Monstro… Herportrait não havia medido bem aquilo que havia dito a Gabriel. Tal significava independência financeira do marido e, apesar de o desejar, não sabia como obter isso. Saindo do gabinete do marido, tem uma ideia: falar com o filho mais velho, que devia dominar aqueles assuntos! Batendo-lhe à porta, pergunta: - Posso, filho? - Claro! Entre. O que veio cá fazer? - Vim falar contigo. Preciso de me informar sobre variadas coisas. – diz herportrait. - Disponha. - Eu vou-me divorciar do teu pai. - A sério? Depois do que ele lhe fez… - refere Magazine. - Sim. Não posso deixar passar em branco tal facto. Mas por favor não digas nada aos teus irmãos. Eu só estou a pensar fazê-lo depois do aniversário do teu irmão, JDuarte, que está aí à porta. - Sim, é compreensível. - Bom, e queria perguntar-te: com as ações que detenho agora, é possível ganhar dinheiro com elas e tornar-me independente do teu pai? - Vou analisar. Depois, mais logo, digo-lhe algo. – promete Magazine. - Obrigada, Magazine. Ora então, até logo. - Até logo, mãe. – despede-se Magazine. O filho de Gabriel havia-se apercebido que, com esta história do divórcio dos pais, quem podia ficar a ganhar – no meio disto tudo – era ele… Esta tarde também vai ficar marcada pelo encontro de Ana Maria e de Ana Pimpolho. Após terem terminado de leccionar, a primeira queria levar a segunda a um sítio. Encontrando-se ao portão da escola, Ana Maria pergunta: - Vamos? - Sim, claro. Do carro de Ana Maria avista-se uma esquadra da Polícia. Percebendo disto, Ana Pimpolho interroga a irmã: - O quê que viemos aqui fazer? - Viemos comprovar tudo aquilo que disse sobre o Manú. - Outra vez essa história? Já chega, Ana Maria! - Por favor, dá-me o benefício da dúvida naquilo que vou fazer. Por favor. Ana Pimpolho aceita e entram na esquadra. Digiram-se a uma sala, onde estava um polícia. Depois de uns segundos onde apenas houve silêncio, Ana Maria decide interromper: - Desculpe, senhor Ruben Fonseca? Era Ruben Fonseca quem estava atrás da secretária, naquela sala. Se bem que estivesse a trabalhar, estava a consultar as suas redes sociais. Contrariado, desconecta as mesmas e questiona: - O que vieram aqui fazer? Ai, um funcionário nem sequer tem direito a uma pausa para o café, é impressionante! - Desculpe, é que… - Ai, este governo… Apesar de ser melhor que o anterior, ainda assim dá muitas más condições aos seus funcionários… Então os polícias… Ui! Mas diga lá, o que deseja? - Desejamos consultar e perguntar-lhe umas coisas. – diz Ana Maria. - Digam. - Nós somos filhas do casal Roberto e Vera Peres, cuja morte foi investigada durante algum tempo. Assim, queríamos consultar o processo e queríamos fazer-lhes umas perguntas… - Vou busca-lo. Preciso antes do seu Cartão de Cidadão, no sentido de confirmarem quem são. Ana Maria e Ana Pimpolho, após terem recebido o processo nas mãos, entraram em contacto com todas as possibilidades e suspeitos. Um deles era Manú Tenry… Assim que viu a foto do seu “pai”, Ana Pimpolho diz: - Não pode ser! - Eu estava-te a dizer a verdade. – refere Ana Maria. - Só pode ser uma calúnia! Polícia Ruben, este senhor, o Manu, é inocente! - Inocente? É do Manu Tenry que estamos a falar? Digo-lhe que o seu historial não é muito famoso… Ruben Fonseca faz uma cara que cativa as duas irmãs, que ficaram desejosas de saber mais… No próximo episódio: Foi do vosso agrado? Se sim, ainda bem! Por questões pessoais e de compromissos, o próximo episódio não sai na terça, mas sim na quarta-feira, dia 29 de março, não afetando nem comprometendo mais nenhuma divulgação de episódio.
  4. Chegamos a casa e procuramos algo que nos possa fazer sentir melhor. Dar pontos de aviso é esse algo, @Ruben Fonseca? Ao som das músicas do Versus VII, não é? Vai ser o regabofe.
  5. @Bloody, thunder and lightning, it's getting exciting. Mas confirmo: a partir de dia 17, daqui a 3 semanas, vamos poder ordenar as nossas canções favoritas! Já não falta muito! Está quase! Até lá, vejam um Festival de Melodias que eu cá sei, para se inspirarem.
  6. @stylemikro, bons olhos te vejam. Vais Amar Pelos Dois para ganhar o Versus, para atingir a tua Nova Glória? Ou estás a pensar noutra coisa e isso será a tua reação se apostares na canção da Lena D'Isidro (ups Água!), Nunca me Fui Embora? Acho que será equivalente à da Sílvia. A Catarina Furtado foi para a Crimeia para fugir dos medlyes da RTP1. Há que ter consideração por ela, por uma mulher tão digna Não dá para ela apresentar via satélite?
  7. Revelação: foi uma parceira. É exclusivo da Peres Record. Falando a sério: Não sei. Eu copio e colo o link e está feito, vem logo com os nomes dos gifs. Não fiz nada, por isso não te posso ajudar. Mas ouvi dizer que se contribuíres monetariamente para o imgur, eles dizem-te as atualizações todas e passa a mostrar tudo. Sedentos de subornos.
  8. A Catarina Furtado quer saber se vai substituir a Merkel na apresentação do concurso. No seu currículo tem um Festival da Canção com 405 medleys, algo impressionante, que deve ser valorizado pela entidade patronal. Demonstra muita paciência, empenho e dedicação. E estou pronta para presentear os meus oite points aos concorrentes.
  9. Que pena. Estou a falar a sério, apesar de não participar, tenho pena do concurso não ir a avante. De facto, é muito inglório ver o nosso esforço não ser recompensado. Ainda para mais, tratando-se um certame desta dimensão, que obriga a algum empenho e a uma pré-preparação algo exigente. Enfim, @Filipe Luís, não deixas que este projeto te influencie e lembra-te que, sempre que se fecha uma porta, abre-se uma janela.
  10. No episódio anterior 21º Episódio Novos encontros Filipe Luís havia sido interrogado, depois de se ter entregado como culpado. Confessou tudo e disse que fez tudo propositadamente. Nunca tocou no nome de ninguém, simplesmente contou que aquele plano tinha como intuito uma vingança contra o seu patrão. Chegou inclusive a dizer que o banqueiro lhe devia um pagamento, no sentido de justificar a sua ação. Escusado será dizer que tudo o que o irmão de Angel-O disse era mentira; de facto, ele escondia algo e tentava encobrir alguém. Mas quem? Essa é uma pergunta que ainda não pode ser respondida, é preciso esperar. Diferentemente a Filipe, herportrait estava em liberdade. Após uma noite terrível, desejava voltar para a casa. Desejava, acima de tudo, mostrar-se ao marido, para o provocar. Para além disso, já havia esquematizado um plano para provar que havia sido ele a incendiar o prédio em Amesterdão. Para isso, apanhou um avião na Holanda e está lá, faltando ainda um bocado para chegar a Portugal. Gabriel_C, o seu marido, que já se havia deslocado ao trabalho, soube antes disso que tivera sido Filipe Luís a atear fogo à sucursal holandesa. A sua reação foi de espanto, mas ignorou, pois, tinha muito que fazer e que ver, diga-se já. Por esse motivo, a seguir a se encontrar com Ruben Fonseca, ordenou que todos os empregados se dirigissem para o banco, incluindo Ricardotv1 e o filho, apesar do cansaço deste. Telefonando a João_O, o seu amigo, conta: - O Doutor Gabriel não teve consideração nenhuma por mim! - Alguma vez a teve? – pergunta João. - Pois… Isso é verdade. Quando o secretário acaba de dizer estas palavras, surge Magazine que o chama para o seu gabinete. - Vou ter de desligar, João. Assim que entra, o filho de herportrait faz-lhe uma surpresa e beija-o na face, sendo que depois o faz na boca. Diz ao “namorado”: - Desculpa. Desculpa por tudo o que se passou. Eu queria mostrar-te Amesterdão e afinal não viste nada. - Não faz mal. Eu compreendi, a situação foi mesmo grave. - Pois foi. Mas bom, ao menos temo-nos um ao outro para suportar os tempos mais difíceis desta empresa. – diz Magazine. - Sim, isso é verdade. – confirmou Ricardo. – Agora tenho de voltar ao trabalho, Magazine. Tenho muito que fazer. - Vai lá. – acabando de dizer isto, Magazine passa a mão nas nádegas de Ricardo. Os nossos amigos do banco vão receber uma visita muito brevemente de uma cara que já conhecemos. Esta estava-se a maquilhar e a produzir-se excelentemente (com os produtos e roupa da sogra). Estava pronta para arrasar. De quem falamos? De Ana Jenny. Saindo para a porta da rua, Ambrósio, que naquele dia não havia ido trabalhar uma vez que estava de folga, pergunta: - Ana Jenny! Onde vais? - A uma entrevista de emprego. - Não parece… - comenta Ambrósio. – Tão bem vestida… - Eu gosto de impressionar. Num mundo tão competitivo como o de hoje, para termos entrevistas com uma boa performance, precisamos de estar bem bonitos. Agora se não te importas… - Claro. Vai lá. Ambrósio já tinha decidido o que ia fazer a seguir: ia seguir a cunhada. Estava demasiado curioso e a sua intuição dizia-lhe que a história do namorico com o irmão estava mal contada, tendo assim seguido uma das nossas protagonistas. Para se dirigir ao banco, Ana apanha um autocarro. O filho de Magy, para não dar nas vistas, decide chamar um táxi para segui-la. Depois de alguns minutos, chegam à sede do banco BCGH. Era uma torre muito alta e grandiosa. Ana Jenny decide entrar, sendo que Ambrósio o ia fazer depois para não criar desconfianças. Subiu ao último andar, que era onde Gabriel estava, tendo-se encontrado com Ricardotv1, que estava a atender um telefonema. - Desculpe? – pergunta Ana Jenny. - Um momento. – pede Ricardo. – Sim, é claro que o Banco assume responsabilidades pela perda dos bens em cofre de Amesterdão, não se preocupe. Muito obrigado, adeus. Há um minuto de silêncio, no qual o secretário escreve algo num post-it. Pouco depois, fita a irmã de Ana Maria e questiona-lhe: - O que deseja? - Olá! Queria falar com o doutor Gabriel_C... - Para quê? O doutor está muito ocupado depois do incêndio e tem inúmeras coisas para tratar, por isso não sei se será possível. - É urgente… - revela Ana Jenny. – Diga-lhe que é uma amiga da Magy. Ele saberá imediatamente quem eu sou. - Espere um momento. – pede Ricardo. Dirigindo-se ao gabinete de Gabriel_C, bate à porta. Este diz: - Entre! - Doutor Gabriel, está ali uma menina que quer falar consigo. Diz que é amiga da Magy… - diz Ricardo. - Amiga da Magy? Ó Ricardo, diga a esse ser para se ir embora! – ordena Gabriel. - Ela insiste que é grave… - Ela até podia afirmar que a 3ª Guerra Mundial tinha começado, não quero saber! Tenho muito para fazer, não posso perder tempo com isso. Agora saía! Voltando à sua secretária, onde a irmã de Ana Pimpolho estava à espera, comunica-lhe a decisão: - Desculpe, mas o Doutor Gabriel não pode, no momento, falar consigo. - Que pena… Sabe, como é que se chama? - Ricardo. - Quando o Ricardo souber o que eu tenho para lhe dizer, perceberá o quão grave é… Não pode insistir? – pergunta Ana Jenny. - Não. É melhor voltar noutra altura. - OK. – aceita Ana Jenny. – Obrigada. Já agora, o Doutor Gabriel costuma ir almoçar aonde? - Eu não lhe posso comunicar isso. - Só mesmo uma informação, Ricardo, peço-lhe: ele almoço aqui no escritório ou fora? - Fora. – responde Ricardotv1. - Obrigadíssima. Agora vou embora. Adeus! O plano de Ana Jenny era simples: esperar que o bancário descesse para lhe contar tudo o que sabia sobre o caso romântico dele com a dona de um simples café. Deste modo, Ambrósio percebe que a irmã da Ana Maria está ali à espera de alguém ou de algo, sendo que o rapaz, escondido, também continua a observar tudo o que a cunhada faz. Diferentemente disto tudo, temos Rafael A. e JoanaSantos que estavam agora a sair de casa. Estavam a ir para o gabinete do Senhor Nuno, mas Rafael mostrava-se visivelmente irritado: - Ó mulher, para quê que vais comigo? Ainda vais moer-me mais o juízo do que já móis… - Quero saber como é que é esse escritório do Senhor Nuno! Ele ainda conhece alguém que faz o sorteio do 760 e… Olha, pede-se um favor. - Nunca conheci ninguém tão louco como tu, mulher. Vamos embora! – ordena Rafael. Haviam chegado ao Gabinete do senhor Nuno. Inserido num prédio, era no 4º andar que se localizavam. Tocaram à campainha, entraram no escritório, esperaram um pouco, até que Nuno os chama. - Olá aos dois! Parece que hoje o senhor Rafael trouxe companhia. - Contrariado, mas pronto… - conta Rafael. - Não ligue ao meu esposo, ele é meio totó. - Muito bem. Aquilo que vimos discutir hoje é muito sério. Senhor Rafael, fruto das suas visualizações no youtube, que estão quase nas 3 milhões, você tornou-se um forte ativo para as marcas, que vem em si uma figura carismática e declamativa dos direitos dos idosos. - Não percebi nada do que disse… - diz Joana. - Ai, Joana! – chama Rafael. – Não me faças passar uma vergonha. No entanto, doutor Nuno, efetiva e concretamente, o quê que isso quer dizer? - Que muitas marcas querem que você entre nos seus anúncios. - A sério? – questiona Rafael. - Esses anúncios são aqueles do 760, que às vezes dá? – questiona Joana. - Não… - estranha Nuno. – São anúncios de produtos. - Que pena… - balbucia Joana. - Isso é bom, doutor Nuno? - Rafael, claro que é! É excelente. – exclama. - Depois de termos analisado várias empresas, chegamos à conclusão que o novo anúncio que a empresa VidaMelhor quer fazer, com o seu produto Calcitrim, é aquele que mais se adequa com a sua imagem e recomendamos vivamente que aceite. - Ah, é aquilo do ferro e das fortificações! – elucida-se Joana. - Minha senhora, é do cálcio e das articulações… E esqueci-me de referir, Rafael: o seu anúncio será gravado com a Dona Simone de Oliveira, o que é extraordinário. Quando ao cachê… Foi aquele que se acordou ontem. O que me diz? - Pode ser… - confirma Rafael A. - Ótimo! Ligarei agora para eles para lhes comunicar da sua decisão. Depois faço-lhe uma chamada, pode ser? - Sim, doutor Nuno, sim. - Muito bem. Agora tenho de ir, tenho outra reunião. – diz Nuno. - Muito obrigado por tudo. – agradeceu Rafael. - Esperem! – pede Joana. – Antes de irmos embora, quero-lhe perguntar uma coisa, doutor Nuno: conhece alguém que faça os sorteios do 760 e nos possa dar, sei lá, uma ajudinha? - Ó mulher! – grita Rafael. – Não incomodes o Doutor Nuno com essas tolices! Vamos embora, mas é. - Perguntar não ofende! – riposta JoanaSantos. Depois destas trocas de ideias frutíferas, vá, é altura de focarmos em Ana Maria e Ana Pimpolho. As duas não haviam falado, desde do escândalo que a primeira fez com Manú Tenry. Embora não estivessem zangadas, sentia-se um ambiente muito tenso entre elas. Para tentar desvanecê-lo, Ana Maria, encontrando a irmã na escola, diz-lhe: - Ana Pimpolho, depois das aulas, preciso que me acompanhes. - Aonde? - Logo verás. Digo-te que será fundamental para entenderes o porquê de eu defender certas posições. Ana Pimpolho não respondeu, dando a indicar que sim, que acompanharia a irmã. Quem não ia com elas era certamente Ana Jenny, que continuava à espera que Gabriel_C saísse da empresa para ir almoçar. Simultaneamente, também Ambrósio continuava escondido, no sentido de perceber o que se passava com a cunhada. Era 13:03. A porta do banco abre-se e quem saí de lá era Gabriel_C, que estava sozinho. Assim, este dá uns passos e Ana Jenny chama-o: - Doutor Gabriel! O bancário vira a cabeça para trás e ignora. No entanto, Ana Jenny é persistente e continua a chamar pelo seu nome. À 5ª tentativa, Gabriel ameaça: - Se for uma jornalista, vá-se embora, eu não vou responder a nada! Chatos! - Não. Eu queria conversar comigo. - Que pena, é que eu não quero mesmo conversar consigo. – ironiza Gabriel. - Eu até estou a ser sua amiga… - Eu não preciso de amigas. Gabriel continuava a caminhar cada vez mais rápido e Ana Jenny tinha de lhe chamar a atenção de qualquer maneira. Deste modo, afirma: - Amigas pode nem precisar, mas de amantes precisa. Que o diga uma tal de Magy, não é? - O quê? A seguir a dizer isto, o bancário gira o pescoço para trás e troca um olhar ameaçador com Ana Jenny, que não verga, apesar de tão cruel olhar… No próximo episódio: Espero que tenham gostado! O próximo episódio saí no domingo. ( @AGUI FOSTE MENCIONADO! 2 Vezes!)
  11. Claro, com as dívidas acumuladas que deixaste (tu e o Miguel) para nós pagarmos, também eu geria bem um Hospital. Agora veio a Tribunal de Contas cá e fechou o Hospital... Ao menos, denunciamos a situação e essa fuga ao fisco não vai durar muito, anteriores diretores. Aproveita a vida aí no San Gabriel, @Gabriel_C, aproveita, que não vai durar muito. Já ouvi dizer que o @Miguel S. já está a ser interrogado.
  12. Eu concordo com tudo que disseste em relação à performance do Salvador. Esta, efetivamente, um efeito diferenciador. Se é bom? É. Se eu, pessoalmente, gosto? Não muito. É tão simples quanto isso. No entanto, consigo valorizar aquilo que ele faz. Mas já que aquilo era o meu top, eu exprimi aquilo que honestamente achava. Nunca se sabe, no entanto, se eu não mudarei de opinião ao vê-lo a atuar em Kiev. Quanto às músicas... É mesmo valorização pessoal. Eu não te sei apresentar factos de eu preferir, por exemplo, a música da Macedónia à música de Portugal. Simplesmente gosto. A música é muitas vezes subjetiva, sendo assim difícil impor balizas sobre aquilo que se gosta ou não.
  13. Não interpretei dessa forma, não te preocupes. Eu percebi que só quiseste alertar algo que eu de facto nem quer cogitei, mais nada, mas decidi responder e dar aquele esclarecimento porque o assunto podia desenvolver-se demasiado. Assim, ficou já feito. E pode servir para testemunhar contra a Figurante Expressiva. Já agora, isso de tu e da GfK já não aparece há algum tempo, tem de aparecer. (Estou a brincar Já não faço isso há algum tempo que eu me lembre. )
  14. Eu compreendo o que queiras dizer, embora nem sequer tenha pensado nisso. No entanto, isto não é feito com o sentido de humilhá-la, é simplesmente uma brincadeira, feita com todo o respeito, nunca com o intuito de rebaixá-la nem de criticá-la. Eu adorei a sua expressividade e louvo-a por ser assim. Por isso, é apenas uma reação dela a várias coisas, apenas transformada em gif. De facto, tu consegues aceder a estas expressões brilhantes que a rapariga faz, quer através dos 1000 vídeos dela que estão no YouTube, quer através do TVI player. E podes fazer tu os gifs, tal como eu. Não inventei a pólvora nem usei imagens comprometedoras delas, simplesmente fui ao TVI player e fui um apanhado das melhores reações dela, mais nada. Sinceramente, penso que não seja nada de grave nem de discriminatório perante a rapariga. São apenas as suas reações que todos podemos acompanhar em vários vídeos. Mas lá está, somos diferentes e se deu essa impressão, eu só quero esclarecer que não é com intenção negativa - simplesmente, é uma forma de mostrar o quão divertida ela é. Para concluir, se a rapariga, eventualmente, um dia, der de cara com os gifs e não gostar, eu faço a questão de os apagar imediatamente. Também estarei atenta aos vídeos e se forem mandados apagar, reconsiderei a minha decisão de igual modo.
  15. Já lá está. O que uma pessoa faz por likes... Vai demorar. Este aqui foi rápido, foi só ver a miúda e pronto, tava feito. Agora a Tininha obriga a tampões auditivos e consultas da MiniSom. A sério? Não sabia. Vou ter mais cuidado. Basicamente, foi um acordo do imgur com a Peres Records. Sorry. Não, estou a brincar. Eu só colo o link e aparece logo uma caixa com os gifs e com aquela coisinha de correr. Não fiz absolutamente nada nem ativei nada, foi só mesmo copiar e colar o link e pronto, aparece.