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    Albergaria-a-Velha, Aveiro, Portugal
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    Media, videojogos, desporto...

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  1. Eu estudo em Aveiro, tendo ao acesso ao magnífico Ramona (que dizem já ter sido melhor na fase "tasca suja"). Depois de ter ido lá a primeira vez, só vou ao McDonald's se me levarem atrás ou for a única opção. xD E desses restaurantes de hambúrguer "pré-cozinhado" BK é certamente o melhor. A outra opção para um bom hambúrguer sem gastar muito é fazê-lo em casa.
  2. A bem dizer, depois de se comer um hambúrguer feito em condições, é difícil voltar ao McDonald's sem ser através do marketing insistente deles. xD
  3. A empregada de mesa parece ser a pessoa mais razoável no meio daquilo tudo, seguida da cozinheira.
  4. Não vai, porque ao que parece já fechou.
  5. O problema do desporto na RTP3 pode ser facilmente resolvido: ponham isto de onde nunca devia ter saído, na RTP2. Não é overflow, não tem nada que estar na RTP3. Já com as clássicas é a mesma porra! Fiquem Bem.
  6. Até porque os jogos, do que tenho apanhado, costumam ter horário fixo. Não há grande instabilidade da grelha assim.
  7. "Nós temos uma aposta no campeonato brasileiro, que está a correr bem" Fiquem Bem.
  8. 1 - Peguei no caso da ND, porque falas da direita grega como se fosse santa. Rúben, tanto o PASOK como o ND foram o centrão político na Grécia após o Metapolitefsi (que aconteceu em muito graças a esse bandido de esquerda, um tal de Andreas Papandreou), e mandaram na vida política grega até a cirse da dívida soberana e à subida do SYRIZA no inícios dos 2010. Ao estares a culpar só o PASOK por ter criado a bolha estás a fazer exactamente aquilo de que me estás a acusar: a escolher factos como convém para o teu argumento. Um pouco de honestidade intelectual pede-se. 2 - Portanto a situação actual na Grécia é culpa do SYRIZA que herdou uma dívida completamente insustentável e a qual os governos da ND do Samaras, que seguiram à risca todas as recomendações sacrossantas da Troika (ao ponto da população perder acesso a serviços essenciais, como a saúde) não conseguiu resolver os problemas com esta? Enfim, Rúben, enfim... A situação na Grécia estava tão má em 2015, que nem a mexer com o cadernos eleitorais conseguiu manter o Samaras no poder. 3 - "E não deixa de ser importante referir que ainda hoje a ex-RFA ainda paga quantias exorbitantes exatamente para que aquilo que era a RDA se modernize..." Coitada da ex-RFA que saqueou o que pôde e destruiu o tecido industrial da ex-RDA e agora tem que "pagar quantias exorbitantes" para "modernizar" os coitados que antes comiam criancinhas ao pequeno-almoço... Este discurso faz-me lembrar a visita que fiz ao Museu da História da República Federal Alemã em Bona em Agosto. "Nós sempre fomos os bons. Os maus nem Legos tinham para as crianças brincarem, só tinham estes blocos cinzentos." 4 - Na questão da Venezuela estou dividido. A era Chavez permitiu algumas conquistas sociais, e só foi pena não ter ido mais longe. A queda dos preços de petróleo e a total inabilidade política de Maduro levaram ao estado em que a Venezuela se encontra hoje. Não acredito que seja possível revitalizar o país apenas com "reformas estruturais". Aplico o mesmo Brasil, embora o Brasil não esteja tão dependente do petróleo. O problema não foi só a inabilidade politica da Dilma, como das sanguessugas com que se rodeou (Temer uma delas) e com a força que os partidos conservadores têm ganho no Brasil à custa das seitas religiosas.
  9. Bancarrotas pela Europa fora? Mas não foi a ND na Grécia que andou a gastar dinheiro em equipamento militar desnecessário e que teve membros em tribunal por estes receberem subornos? Por favor, Rúben, pára de atirar areia para os olhos das pessoas. Se estamos actualmente na situação em que estamos é em muito por culpa de políticas neo-liberais, especialmente de desregulação financeira e cortes em impostos para empresas sem o mínimo de racionalidade por trás, que apesar de terem tido efeitos a curto prazo, a longo prazo foram abrindo um buraco para deixar os países em situações insustentáveis. A Irlanda é um desses casos. Quanto aos países da Europa da Leste, yap, a Roménia, a Moldávia e por aí fora, estão cinco estrelas com a economia de mercado. Não podiam estar melhor neste momento. Na parte oriental da Alemanha, se não fossem os apoios sociais que continuaram a existir após a Queda do Muro, muito provavelmente a fuga de cérebros e despovoamento para as zonas do ocidente teriam sido ainda maiores. De reparar que a Queda do Muro e consequente falta de plano estratégico político e económico para a antiga Alemanha Oriental deixou essa zona do país de rastos e à mercê de movimentos populistas como a AfD. Não é por nada que é a zona que menos recebe refugiados mas onde existe uma maior base de apoio dos Af(achistas)D. Devem estar riquíssimos com as promessas do mundo livre. Mas só com as promessas, porque de resto, está quieto. Só foi porreiro o muro cair para se vender as empresas estatais perfeitamente sãs ao desbarato a empresas da RFA para depois as desmantelarem e usarem os registos das marcas para fabricarem material de qualidade duvidosa com o nome destas. E já que falas na América do Sul, o neo-liberalismo correu super-bem na Argentina. Até deu para destruir os caminhos de ferro e tudo, com o metal dos mesmos a ser vendido ao preço da uva mijona. O neo-liberalismo está a funcionar também na América do Sul que o mesmo voltou à Argentina e a mesma já está numa situação lastimável. O neo-liberalismo vai continuar a funcionar tão bem na América do Sul que as reformas preparadas por Temer no Brasil vão pôr as pessoas a trabalhar quase até à morte, sem problema algum. O neo-liberalismo funciona tão bem na América do Sul que até a sua grande invenção, a Internet, é melhor nesses países sujos, que cheiram mal e que estão na bancarrota de esquerda como a Bolívia do que é em paraísos do liberalismo económico como o Brasil. Mas pronto, está bem. Vamos lá tentar resolver os problemas do neo-liberalismo com mais neo-liberalismo. Tem estado a correr muito bem nestes últimos 9 anos... Fiquem Bem.
  10. Os factores para os resultados péssimos do canal são vários. Destaco: -A gestão do Boucherie é penosa. Há casos em que ele usa a programação quase para a sua auto-promoção (cof cof Irritações cof cof). -Aquele que é o público da Radical tem fugido para outras plataformas. O CC por exemplo é o tipo de programa que mais ganhava com o público da Radical e com o formato interactivo de "debate". Com o crescimento das redes sociais onde tudo o que era tema parvo do fórum do CC pode ser discutido, não há grande conteúdo para o programa se aguentar. Para além disso, a internet tem crescido cada vez mais como meio para assistir televisão (na maior parte dos casos, através da pirataria, mas isso são outros quinhentos). O público da Radical fugiu para outros lados e tanto o canal como o grupo SIC não souberam acompanhar. Só há pouco tempo é que se lembraram de disponibilizar uma plataforma VOD, por exemplo. -A mudança de posição. A Radical era sinónimo de posição 9. Entretanto chegou a SportTV+, numa altura em que o canal tem perdido relevância e na mesma altura em que parece haver mercado para informação desportiva ao molho. Adeus Radical na posição 9. Fiquem Bem.
  11. Link para essa notícia: http://www.cmjornal.pt/tv-media/detalhe/rtp-garante-emissao-de-competicoes-fifa As provas que refere são: UEFA Euro 2020, Mundiais 2018 e 2022, Mundiais sub-20 e sub-17, Euro Feminino deste ano e Mundial de Futebol de Praia. Fiquem Bem.
  12. Engraçado, vi imensos Kitchen Nightmares com essa duração e estive envolvido com a história à mesma e não perdi nada que não fosse essencial. Nem sempre mais tempo significa melhor, e este é um dos casos. É escusado perderem tanto tempo do episódio com o chef a provar comida, por exemplo. Mas pronto, é dos poucos problemas que a adaptação tem, imo, e tendo em conta que na TVI a regra é esticar a duração dos episódios de programas adaptados, já sei que não vai ser resolvido. Fiquem Bem.
  13. A versão americana conta outra história em relação a esse ponto. Fica Bem.
  14. Calhou não ter apanhado o MasterChef da TVI. :/ Vi a primeira adaptação na RTP, contudo, e gostei (embora dispensasse os castings da forma como foram feitos). Fiquem Bem.
  15. Decidi ver isto após ter ouvido a história das baratas e acabei por papar mais uns quantos episódios. A adaptação em geral está muito bem feita (acho que é a primeira adaptação decente de um formato que vejo a ser feita pela TVI). O apresentador não podia ter sido outro. O Ljubomir cumpre muito bem o papel quase bipolar de pedagogo e filho-da-**** duro de roer. A adaptação têm algumas falhas, contudo: Palmeirim a fazer locução? (horrível e deve haver bem melhor), às vezes colocam efeitos sonoros de forma completamente desnecessária e, por último, os episódios são demasiados extensos (45 minutos com uma melhor distribuição dos intervalos tornaria a experiência mais confortável, a meu ver). De resto, aconselho vivamente. Fiquem Bem.