Ruben Fonseca

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Tudo postado por Ruben Fonseca

  1. "Gamou cheques à irmã" Eu não sei quem é mais incompetente, se a ASAE, se a ERC. Só falta dizerem que já participou em ataques terroristas - já falam em tiros portanto daqui a umas semanas é acusado de participar em genocídios.
  2. Pois, eu acho que é melhor manter este porque este slogan parece-me mais temporário que outra coisa. Quanto à outra sugestão, são dois tópicos diferentes para coisas diferentes, não há razão para se estarem a fundir.
  3. A partir de hoje o tópico “Notícias e Profissionais SIC” será dividido em dois, originando assim o “Notícias SIC” e o “Profissionais SIC”. Isto surge de modo a separar, por exemplo, os estados que as inúmeras caras do canal fazem nas mais variadas redes sociais, das notícias relativas ao canal, tornando-se assim mais fácil para um utilizador do fórum poder comentar uma certa notícia acerca de uma personalidade, sem ter outra notícia relativa ao canal de televisão em que se encontra a sobrepor-se. Assim sendo, tudo o que seja relacionado com publicações de estados e/ou fotos nas diversas redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram), capas de revista, atividades ou eventos em que alguma cara do canal esteja presente ou envolvida, entre outros, passará a ser publicado neste tópico, enquanto que tudo o seja relacionado com transferências televisivas, mudanças de cargos, despedimentos, entre outros, passará a ser publicado no "Noticias SIC".
  4. Alterado, coloquei o "TV7 Dias" entre parêntesis retos para não se confudirem com o tópico dos prémios nacionais. "O melhor ainda está para ver" é mesmo novo slogan ou é só slogan de aniversário?
  5. Amantes? Nada disso, Carlos, a palavra certa é clientes.
  6. Mas vais expulsar o quê, para quê? O problema da França, por exemplo, é bastante complexo. Muitas das pessoas que se radicalizam não o fazem porque chegaram ao país há uns anos atrás com o único intuito de se explodirem. Essas pessoas são cidadãos franceses, de nacionalidade francesa, que nasceram em França e que a única coisa que os distinguem dos restantes cidadãos é que os pais vêm, em muitos casos, das antigas colónias francesas em África. Vais expulsar um cidadão francês da sua própria pátria porque pratica uma religião diferente da tua? Lamento informar-te mas isso é contra a Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU (artigo 2) e vai contra a própria legislação da França e da União Europeia. Mais uma vez, retirar os direitos das pessoas unicamente devido à religião é tão 1933 que o Hitler estaria orgulhoso de ti se substituísses muçulmanos por judeus. O problema de pessoas com o mesmo pensamento que o teu é que pensam que se nos fecharmos todos numa bolha e não deixarmos entrar ninguém que seja minimamente diferente tudo resulta na perfeição e vai tudo correr lindamente. Isso, infelizmente (ou não), não existe. Tu podes expulsar as pessoas todas que quiseres e mesmo assim vais continuar a ter n problemas e garanto-te que o terrorismo não iria parar, nem na Europa, nem no mundo. E porquê? Porque vives num mundo em que aqueles países que se mostram chocados com o terrorismo também são aqueles o financiam, indiretamente ou diretamente. Vives num mundo pós-11 de setembro em que o extremismo islâmico é uma normalidade que se tornou pior quando as potências ocidentais acharam que era boa ideia invadir o Iraque e tranformar o país num caos e depois mexer uns dedinhos aqui e ali em países como a Líbia e agora a Síria que só resultaram na expansão de grupos como o Estado Islâmico. E esse mundo, esta realidade, não acaba com Le Pens nem Trumps da política, não acaba com pseudo-muros e ideias que só agradam quem pensa que, para se remover uma infeção num dedo, é preciso amputar uma mão, às vezes até o braço inteiro, e não acaba porque essas pessoas são as primeiras a esquecerem-se que, em muitos casos, as pessoas, que vivem vidas confortáveis na França e noutros países europeus, vão livremente para a Síria porque foram persuadidas a tal. Esta guerra não é só uma guerra física, requer muita persuasão, persuasão essa que é feita via online, através de coisas que toda a gente utiliza tais como o chat do Facebook, Twitter, videochamadas via Skype, WhatsApp, etc... Tens uns quantos exemplos em Portugal de pessoas que foram criados com uma educação católica, alguns até mesmo licenciados, muitos nem sequer são de origem africana, e lá foi para a Síria/Iraque combater com outros membros do EI. E quem fala nesses portugueses, fala noutros tantos espalhados pela Europa, ou achas que o EI é só composto por muçulmanos sunitas de nascença? E só com estes últimos 3 parágrafos podes ver o quão vazias são esse tipo de ideias, isto tudo porque gente como tu pensa que é tudo fácil e que basta amputar a mão ou o braço para remover a tal infeção num dedo quando na verdade essa infeção pode ser controlada com o tempo e devidamente tratada. Se demora mais tempo? Claro que sim. Se requer táticas diferentes? Obviamente. Mas lá está, esta é uma normalidade que começou com os ataques de 11 de setembro e que desde aí nunca parou, nem vai parar tão cedo. Podes remover quem quer que seja, vais continuar a ter ataques e vais continuar a ter extremistas onde menos esperas, de quem menos esperas. Quanto às soluções que acho que resultam, uma delas seria uma maior - mais ainda - comunicação entre os serviços secretos europeus de modo a que possam ter acesso a ameaças comuns pela União Europeia, pelo menos. Uma vigilância mais apertada a pessoas com antecedentes minimamente relacionados ao extremismo islâmico, seja por via física (ida a locais usados por grupos extremistas ou a cidades controladas pelos mesmos), seja por via online (sites de propaganda, etc), de modo a impedir que realizem ataques terroristas, e ao mesmo tempo detetar quem os esteja a ajudar, ajudando a descobrir possíveis cúmplices, também é uma forma de lidar com este problema. Sobretudo passa por uma maior vigilância e uma intervenção que seja realizada o mais prontamente possível para evitar ataques. Em muitos casos isso já aconteceu e resultou, resta é ter uma eficácia mais elevada...
  7. Encontrámos a nova CMTV. Depois de uma investigação minuciosa, descobriste o óbvio, a realidade de que existem muitos ataques terroristas cometidos por grupos extremistas islâmicos. No entanto, tal como a CMTV, falhaste o óbvio à medida que descobrias o óbvio... É que no meio de tantas mortes, a larga maioria visaram outros muçulmanos e ocorreu em países de maioria muçulmana. Nada de novo para uma pessoa que já mostrou aqui n vezes basear-se em factos completamente distorcidos da realidade, ou cujas conclusões que tira em nada têm a ver com a realidade. Mas para nem entrar numa conversa da qual não vale a pena entrar, vou só buscar um exemplo bem conhecido da história: a Lei Seca. Para quem não sabe, a Lei Seca proibiu durante 13 anos o consumo de álcool nos EUA. E também para quem não sabe, essa proibição de fabrico, transporte e venda de álcool não resultou. O álcool continuou a ser fabricado e vendido, o crime e as mortes relacionadas com os crimes subiu, pessoas como Al Capone surgiram um pouco por todo o país e os EUA perderam milhões de dólares no processo. Portanto, acho, no mínimo, estranho como, em pleno séc. XXI, e com muitos outros exemplos aqui e ali ao longo da história em que pessoas tentaram forçar um país, uma cidade, etc, a algo, ainda há quem ache que restringir uma religião vai parar os ataques terroristas ou vai fazer com que, subitamente, toda a gente dessa religião a deixe de praticar. Só mesmo pessoas com uma visão tão distorcida da realidade é que pensam isso. Ninguém aqui defende nenhuma religião com unhas e dentes (apenas tu, talvez). Aliás, quem me conhece sabe que eu e religião nunca andámos de mãos dadas e para quem não me conhece, bem, uma boa parte de qualquer religião não passa de hipocrisia, de pessoas que se armam em bons samaritanos quando na realidade só têm podres e de outros tantos com a mania de que acham que é com base em textos mais que ultrapassados que se chega a um caminho - seja ele qual for - de moralidade e superioridade que não passa de uma ilusão. Todas as religiões têm os seus podres, todas as religiões têm os seus extremistas. Padres violam crianças, certas instituições religiosas são altamente corruptas e também não faltam pessoas que andam aí a matar pretos e outras minorias em nome da religião cristã - isto quando não fazem atentados como aqueles de Oslo há uns anos. Não é por aí que te vejo mais ou menos preocupado com o estado da religião cristã. Se existem mais ataques levados a cabo por extremistas islâmicos? Sim, ninguém disse o contrário, e acho que todos estamos cientes disso. Agora se achas que é a restringir uma religião que paras com o que quer que seja, deixa-me que te diga, mas muito provavelmente nunca deves ter saído lá do sítio onde vives porque só uma pessoa com um défice enorme de conhecimento é que pensa que isso resulta. Agora não venhas com conclusões falsas como aquelas que tiraste nesse teu post, em que vens falar no número de mortos quando na realidade a grande maioria desses mortos são outros muçulmanos, porque dizeres que banir uma religião num continente inteiro resulta no fim dos atentados terroristas na Europa é o mesmo que dizeres que a epidemia da SIDA, e outro tipo de epidemias, só acabam se matarem toda a gente com a doença. É uma ideia parva, não é? Pronto, aqui está o espelho das tuas conclusões e ideias.
  8. Tópico para partilha de grafismos feitos por vocês ou por outras pessoas que se destinam a canais nacionais ou internacionais. Poderão publicar desde grafismos completos a algo que acham que poderia, aos vossos olhos, ser melhor.
  9. A extrema-direita não tem apoios no Parlamento, portanto, mesmo sem qualquer representação, as medidas mais extremas da FN não iriam passar. Teriam o mesmo efeito que, por exemplo, o PCP/BE proporem um regresso ao escudo e uma saída da UE ou até mesmo da NATO. Quando à representação que o En Marche possa vir a ter no futuro, isso é uma incógnita que, lá está, irá depender muito da estratégia do próprio movimento/partido para estas eleições legislativas. Se eles entrarem em força, com esta perspectiva de algo novo que não seja extremo, capaz de reunir aqueles que se sentem desiludidos com este governo do Hollande e os votos de centro, podem conseguir um bom resultado, até mesmo muito bom dada a imprevisibilidade da política francesa atualmente. É, no entanto, bastante improvável que o En Marche, mesmo com esta estratégia, consiga uma maioria absoluta, pelo que vão tentar formar coligações e/ou apoios que apliquem as suas medidas. De uma maneira ou outra, a única maneira da FN aplicar o seu programa seria com uma maioria absoluta no Parlamento (seja só a FN, seja com apoios que pudessem surgir, o que seria pouco provável) algo que é impossível, pelo menos em 2017.
  10. Ainda é muito cedo para tentar perceber quais são as intenções de voto nas legislativas porque a última sondagem feita é de Junho 2016, e desde aí Macron passou de um nobody para vencedor da 1ª volta e provável futuro presidente da França e os Republicanos passaram de grandes favoritos a um 3º lugar, quase empatados com um candidato de extrema-esquerda. No entanto, aquilo que tem sido mais ou menos óbvio nos últimos anos é que a Le Pen fez da Frente Nacional um partido com um peso bem mais forte na política nacional francesa que aquele que tinha antes de subir à liderança do partido e isso tem-se notado nos resultados. Portanto, sim, é bastante provável que ela consiga eleger uns 60 deputados; 70 ou mais se a noite lhe correr bem e consiga capitalizar estes avanços agora nas presidenciais para as legislativas. Os socialistas deverão ter outra derrota pesada, isso também deve ser quase certo, já que o apoio do partido desvaneceu-se completamente ao longo dos últimos meses. Aliás, toda a esquerda poderá até ter, provavelmente, menos deputados que os atuais do PS (280). Já os Republicanos, com os escândalos todos do Fillon e com o aparecimento do Macron no cenário político, as coisas mudaram um pouco. Talvez consigam ganhar mais votos, talvez não (assim como toda a direita, que pode aumentar os seus deputados, como não), depende muito da estratégia do En Marche agora para as legislativas.
  11. A Le Pen vai conseguir a maior representação de sempre da FN no Parlamento, sem qualquer dúvida. Em 2012 elegeram 2 deputados, o melhor resultado foi 35 em 1986. Deve ganhar o dobro ou mais até que isso este ano, quase de certeza. Aliás, não podemos esquecer que, embora tenha ficado em 2º hoje, a Le Pen voltou a fazer história e conseguiu o melhor resultado de sempre do FN nas presidenciais, isto já depois do melhor resultado de sempre nas eleições regionais em 2015 e nas eleições europeias em 2014, que venceu. A tendência deve manter-se nas legislativas.
  12. Pronto, a próxima cozinheira já promete. Façam um reality com elas, não custa nada.
  13. HAHAHA
  14. "A nova reabertura" A forma de falar do David é de rir.
  15. O movimento que ele criou - o En Marche! - vai focar-se, após as presidenciais, nas eleições legislativas, pelo que ainda é cedo para se tirar conclusões de como ele irá liderar a França caso vença. Aliás, quer ganhe ele, quer ganhe a Le Pen, nenhum dos dois deve conseguir deputados suficientes nas eleições legislativas para uma maioria que os permita governar, algo que até agora tinha acontecido de forma bastante regular na França. Os próximos meses/anos serão sem dúvida bastante interessantes na França, com um presidente que vai precisar de negociar à direita e à esquerda (mais à direita que à esquerda, pois o PS nas legislativas deve seguir a tendência do Hamon agora nas presidenciais e ter uma queda enorme) para poder governar.
  16. Agora sim, Ljubomir com o temperamento certo. Tinha estado muito calmo até agora
  17. Lúcia 2-0 David
  18. Eish, que nojo
  19. #TeamLucy
  20. Até me admira o chef ainda não ter dito um par de asneiras.
  21. HAHAHA "eu tenho-me como boa cozinheira" e depois aquilo faz barulho.
  22. Ainda só vai nas azeitonas e aquilo já é um nojo.
  23. TVI Reality naquele restaurante para ontem!
  24. Os clientes a olhar e eles ali a fazer aquilo.