Ruben Fonseca

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  1. A extrema-direita não tem apoios no Parlamento, portanto, mesmo sem qualquer representação, as medidas mais extremas da FN não iriam passar. Teriam o mesmo efeito que, por exemplo, o PCP/BE proporem um regresso ao escudo e uma saída da UE ou até mesmo da NATO. Quando à representação que o En Marche possa vir a ter no futuro, isso é uma incógnita que, lá está, irá depender muito da estratégia do próprio movimento/partido para estas eleições legislativas. Se eles entrarem em força, com esta perspectiva de algo novo que não seja extremo, capaz de reunir aqueles que se sentem desiludidos com este governo do Hollande e os votos de centro, podem conseguir um bom resultado, até mesmo muito bom dada a imprevisibilidade da política francesa atualmente. É, no entanto, bastante improvável que o En Marche, mesmo com esta estratégia, consiga uma maioria absoluta, pelo que vão tentar formar coligações e/ou apoios que apliquem as suas medidas. De uma maneira ou outra, a única maneira da FN aplicar o seu programa seria com uma maioria absoluta no Parlamento (seja só a FN, seja com apoios que pudessem surgir, o que seria pouco provável) algo que é impossível, pelo menos em 2017.
  2. Ainda é muito cedo para tentar perceber quais são as intenções de voto nas legislativas porque a última sondagem feita é de Junho 2016, e desde aí Macron passou de um nobody para vencedor da 1ª volta e provável futuro presidente da França e os Republicanos passaram de grandes favoritos a um 3º lugar, quase empatados com um candidato de extrema-esquerda. No entanto, aquilo que tem sido mais ou menos óbvio nos últimos anos é que a Le Pen fez da Frente Nacional um partido com um peso bem mais forte na política nacional francesa que aquele que tinha antes de subir à liderança do partido e isso tem-se notado nos resultados. Portanto, sim, é bastante provável que ela consiga eleger uns 60 deputados; 70 ou mais se a noite lhe correr bem e consiga capitalizar estes avanços agora nas presidenciais para as legislativas. Os socialistas deverão ter outra derrota pesada, isso também deve ser quase certo, já que o apoio do partido desvaneceu-se completamente ao longo dos últimos meses. Aliás, toda a esquerda poderá até ter, provavelmente, menos deputados que os atuais do PS (280). Já os Republicanos, com os escândalos todos do Fillon e com o aparecimento do Macron no cenário político, as coisas mudaram um pouco. Talvez consigam ganhar mais votos, talvez não (assim como toda a direita, que pode aumentar os seus deputados, como não), depende muito da estratégia do En Marche agora para as legislativas.
  3. A Le Pen vai conseguir a maior representação de sempre da FN no Parlamento, sem qualquer dúvida. Em 2012 elegeram 2 deputados, o melhor resultado foi 35 em 1986. Deve ganhar o dobro ou mais até que isso este ano, quase de certeza. Aliás, não podemos esquecer que, embora tenha ficado em 2º hoje, a Le Pen voltou a fazer história e conseguiu o melhor resultado de sempre do FN nas presidenciais, isto já depois do melhor resultado de sempre nas eleições regionais em 2015 e nas eleições europeias em 2014, que venceu. A tendência deve manter-se nas legislativas.
  4. Pronto, a próxima cozinheira já promete. Façam um reality com elas, não custa nada.
  5. HAHAHA
  6. "A nova reabertura" A forma de falar do David é de rir.
  7. O movimento que ele criou - o En Marche! - vai focar-se, após as presidenciais, nas eleições legislativas, pelo que ainda é cedo para se tirar conclusões de como ele irá liderar a França caso vença. Aliás, quer ganhe ele, quer ganhe a Le Pen, nenhum dos dois deve conseguir deputados suficientes nas eleições legislativas para uma maioria que os permita governar, algo que até agora tinha acontecido de forma bastante regular na França. Os próximos meses/anos serão sem dúvida bastante interessantes na França, com um presidente que vai precisar de negociar à direita e à esquerda (mais à direita que à esquerda, pois o PS nas legislativas deve seguir a tendência do Hamon agora nas presidenciais e ter uma queda enorme) para poder governar.
  8. Agora sim, Ljubomir com o temperamento certo. Tinha estado muito calmo até agora
  9. Lúcia 2-0 David
  10. Eish, que nojo
  11. #TeamLucy
  12. Até me admira o chef ainda não ter dito um par de asneiras.
  13. HAHAHA "eu tenho-me como boa cozinheira" e depois aquilo faz barulho.
  14. Ainda só vai nas azeitonas e aquilo já é um nojo.
  15. TVI Reality naquele restaurante para ontem!